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Blog do Milton Neves

Categoria : Tema Livre


Que vitória! Ponte bate Corinthians, que mal viu a cor da bola. Olé!

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Ah… Corinthians, eu já sabia!

Depois da saída de Tite para a Seleção, o “Timão virou Timinho”.

Muito instável!

E quem culpar Cristóvão Borges pelos últimos resultados, estará sendo injusto.

Tudo o que a torcida pede, o técnico alvinegro cede.

Tá certo que demorou atender as solicitações por Marlone titular.

No entanto, vejam só, nesse duelo contra a Ponte Preta, o que o “camisa 8” fez? Sumiu!

Assim como todo o resto, que mal tentou arriscar sequer um chute para ameaçar a meta do goleiro Aranha.

Sem ataque e sem atitude, principalmente dos jogadores que a torcida mais espera.

Que fase, hein, corintiano?

A bem da verdade, a Macaca estava literalmente com “macaca” e colocou o time do Parque São Jorge na roda.

Aliás, há de se ressaltar essa partida da equipe campineira. Os dois golaços, anotados por Roger e Clayson, justificam o ótimo momento e o bom trabalho de Eduardo Baptista.

Um grande resultado para a Ponte, que deixa o Corinthians com as calças na mão, já que amanhã sai com certeza do G4.

Situação horrorosa, né? Só não está pior que o São Paulo!

E você torcedor, acredita nesse time ou ainda vive sob a sombra de Tite?

Domingo, 11h

Santos 0 x 1 Figueirense

Pelo visto, é melhor o Santos apostar todas as suas fichas na Copa do Brasil.

Afinal, era para o Peixe ter passado por cima do Figueirense nesta rodada do Brasileirão, na Vila Belmiro.

Com um triunfo, o time da Baixada voltaria para o G-4, já que o Corinthians perdeu ontem para a Ponte.

No entanto, a equipe de Dorival Júnior conseguiu perder em casa para os catarinenses, que lutam contra o Z-4.

E bem no duelo que marcou a despedida de Gabigol, que está indo para a Inter de Milão.

Será que o Santos ainda conseguirá algo no Brasileirão sem ele?

Estou achando que não…

Uma pena!

Cruzeiro 2 x 0 Santa Cruz

E como o Cruzeiro cresceu com Mano Menezes, hein?

A Raposa, que rodadas atrás esta no Z-4, pulou para a 14ª colocação do Brasileirão após a boa vitória sobre o Santa Cruz, por 2 a 0, no Mineirão.

Será que ainda dá tempo de o Cruzeiro brigar lá em cima?

Aguardemos…

OPINE!


Torcer para o São Paulo é uma grande dureza!

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Foto: UOL

Ué, por que o São Paulo se apequenou tanto?

Virou a quarta força paulista no cenário nacional.

Leco herdou um Tricolor sem cores pós-Juvenal e Carlos Miguel Aidar.

Quem diria que o “maior clube da América do Sul” voltaria aos seus tristes tempos de pré-Morumbi?

À época, nos anos 60, o São Paulo priorizou a construção de seu estádio gigantesco e só comprava cimento, cal, Sudaco, Salton, tijolo, Peter, Vadinho, ferro, argamassa, Serafim, Zoé, tintas, fios, Deleu, Sabino, cerâmicas, vasos sanitários, chuveiros, Ilzo, Celso e etc…

Aí, Jurandir e o genial Roberto Dias tinham que carregar o time nas costas e não dava, claro.

Afinal, como enfrentar o Santos de Pelé, o Palmeiras de Ademir da Guia, a ótima Ferroviária de Bazzani e a então boa Lusa do Canindé?

Mas, concluído o Morumbi, vieram Sérgio Valentim, Pablo Forlán, Edson Cegonha, Gérson, Toninho Guerreiro, mais tarde Pedro Rocha e depois com as revelações de Muricy, de Gilberto Sorriso e de Serginho Chulapa, o São Paulo ficou forte demais e orgulhoso de seu “Gigante de Cimento Armado”.

Mas, e hoje?

Xiii…

Até Maicon, que cheguei a chamar de maior e melhor beque brasileiro em qualquer lugar do mundo, virou comum.

E o que custou, hein?

Já Denis, o goleiro que só toma gol feio, alterna belas defesas com bolas pegáveis.

E no banco?

Ninguém para.

Osorio, Bauza e agora Ricardo Gomes.

Pois já estão pedindo a saída do bom caráter Ricardo Gomes Raymundo.

E do sangue azul Gustavo Vieira de Oliveira, o diretor de futebol, também reserva moral.

Nesta sexta-feira publiquei parecer dele, como advogado que é, a pedido do “Comitê Gestor” do Santos FC no enrolado “Caso Neymar”, e alguns tricolores viram nisso uma traição ao São Paulo.

Ora, sua opinião profissional foi emitida como advogado militante e especialista em transferências esportivas e, à época, sua ligação com o Tricolor era nenhuma.

Sei lá, mas a coisa tende a piorar no Morumbi.

Time fraco, técnico não aceito pela torcida – mesmo caso de Cristóvão Borges no Corinthians -, impaciência na arquibancada e insegurança na diretoria, formam um conjunto explosivo.

Ainda com Palmeiras, Corinthians e Santos lá em cima na tabela.

Que tal reformar em tempo recorde o mausoléu Morumbi?

Concluído, chegarão novos Rochas, Gérsons, Toninhos, Paranás, Tertos e Gilbertos.

Não custa sonhar com a volta do saudoso e consagrado slogan dos anos 90: “Torcer para o São Paulo é uma Grande Moleza!”,

Tomara!

E A COISA ESTÁ FEIA, MAS TÃO FEIA, QUE HOJE (27) PELA MANHÃ, A TORCIDA INVADIU O CT E SOBROU ATÉ PARA O DIOS LUGANO.

VEJA AS FOTOS:

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OPINE!!!


Para Neymar pai, Comitê Gestor do Santos agiu contra DIS

Ontem fiquei no restaurante “Rancho Português” em São Paulo por nove horas, entre às quatro da tarde e uma da manhã desta sexta-feira.

Foram reuniões em separado, com os advogados Sergei Cobra Arbex e Carlos Fernando Neves Amorim e com a diretoria do UOL.

Entre a segunda e terceira reunião recebi uma ligação de Neymar pai pedindo: “se possível preciso falar com você só por uns 30 minutos sobre um envelope-bomba que recebi envolvendo a vida de meu filho no Santos FC, você vai se surpreender”, garantiu.

Disse que era só subir a serra e ele chegou quase que ao mesmo tempo dos executivos Ricardo Dutra, Rodrigo Flores, André Vinícius e Régis Andaku da alta direção do UOL.

E Neymar pai chegou “empunhando” um envelope contendo entre 80 e 100 páginas, que você vê abaixo:

Vejam que o “remetente fictício”, de um anônimo bem informado do Peixe, é um misto de “Laor e OdÍlio”, ex-presidentes do Santos FC.

Juntamente com insistentes reclamações que ” eu e meu filho somos perseguidos por todos os lados”, Neymar pai foi abrindo o envelope e, emocionado, bradava que os documentos recebidos de um anônimo eram as provas de que “o Santos FC e seu Comitê Gestor é que articularam para levar meu filho para o Real Madrid e dar um chega pra lá na DIS”, falava, comovido.

Neymar pai exibiu para todos o documento do Dr. Gustavo C. Vieira de Oliveira, que foi no caso, apenas um parecerista profissional.

Mesmo pedindo umas 10 vezes para “xerocar” todo o conteúdo do que ele chama de “a vida íntima do Comitê Gestor do Santos articulando para levar meu filho para o Real Madrid (identificado também nos documentos pela sigla RM)”, Neymar pai só concordava, que as páginas que ele manuseava fossem fotografas por celular.

Assim, com permissão formal de Neymar pai e de seu assessor, o empresário André Cury, fotografei o possível pelo meu celular.

Do meio para o final, os diretores do UOL também participaram da “Mesa Redonda” de quatro horas que era para ter sido de “30 minutos”.

E lá se foi Neymar pai de volta para a Baixada feliz com o “programa” e com o envelope-revelação que, segundo ele, recebeu de alguém participante da vida íntima do Comitê Gestor do Santos “indignado com as injustiças que a família Neymar vem sofrendo”.

Mesmo insistindo várias vezes para falar com seu filho Neymar, com o pai ligando seguidamente, não consegui porque o craque não quis me atender. Disse-me o pai: “ele está ressentido com você e com outros”, e não pude falar com Neymar Jr. pelo seu número XXX XXXXX-7777.

Paciência, mas leiam acima o que deu para captar e sempre repito: “contou pra mim, eu conto mesmo”!

OPINE!!!


Ouro olímpico no futebol: agora ou nunca!

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Pelé nunca esteve em uma Olimpíada.

Não podia.

Jogador profissional era proibido, vetado, proscrito.

Só “atleta amador” podia ser escalado pelo “treinador” Pierre de Coubertin.

Uma hipocrisia protetora aos discípulos de Marx.

Ou uma grande bobagem.

Aí o Brasil só ia com a “molecada ainda amadora” e perdia.

Por isso, os jogadores do Leste Europeu, comunistas e ditos amadores, eram os mesmos que atuavam em suas seleções principais e viviam ganhando o ouro olímpico no futebol.

Ou seja, a seleção olímpica dos comunistas era a própria seleção principal do país!

Tanto que, por anos, com “velhos” enfrentando “garotos”, perguntava-se: “o que a Maria leva?”.

O Brasil só levava chumbo como outros países de futebol “não amador”.

Agora, a molecada joga normalmente, mesmo já “milionários” como Gabriel Jesus e Gabigol, ao lado de pelo menos três veteranos de idade livre e de outros profissionais quaisquer abaixo dos 23 anos.

Na verdade, antes e agora, o COI inventou ou teve que inventar essas restrições porque a Fifa sempre viu o futebol olímpico como concorrente das Copas do Mundo.

“Fosse diferente, teríamos Copa do Mundo de dois em dois anos e o Mundial viraria carne de vaca”, sempre defenderam João Havelange e outros cartolas anteriores ao brasileiro.

Mas tudo passou e agora é a hora de o Brasil ficar livre de seu “Complexo Olímpico de Vira-Lata”, diria Nelson Rodrigues.

De novo em casa, e reforçado pelas ausências de Felipão-7 a 1 e de Felipão-10 a 1, nossa seleção joga novamente no Brasil com os fatores campo e torcida e com um ótimo time “do goleiro ao ponta esquerda”, além já do dedo invisível da unanimidade Tite.

E mais: vamos pegar seleções fracas ou mais ou menos com alguns desfalques by zika.

Então “é impossível” não pintar o primeiro ouro olímpico do futebol com Prass, Marquinhos, o bom Zeca (inventado em 100% por Dorival Jr.), Renato Augusto, Rodrigo Caio, Gabigol, Gabriel “que todo mundo quer” Jesus e… Neymar!

O nosso Neymar que não tem mais o direito de “fracassar” vestindo amarelo.

Sacaneado burramente por Dunga em 2010, “aleijado” pelo cavalo Zúñiga em 2014, ausente da Copa América-2016 e derrotado em outras competições, Neymar precisa tanto do ouro olímpico-2016 quanto nossa própria seleção.

Afinal, seu horroroso e recente “péssimo nono lugar” no ranking dos melhores jogadores da última temporada europeia foi um oportuno puxão em suas ricas e nobres orelhas.

E tenho certeza que isso será para ele um belo “há males que vêm para o bem”.

O bem para ele e para nosso finalmente ouro olímpico do futebol.

Mas se não der agora, é melhor desistir.

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Ganso já é do Sevilla? Sim, mas ainda não!

Ganso

Entrando areia na ida de Ganso para a Espanha.

O craque e seu empresário Dioguardi negociaram ontem à tarde toda com Roberto Moreno, da DIS.

A foto acima foi quando desse encontro no Conjunto Nacional da Avenida Paulista em São Paulo.

Não houve acordo.

Sevilla dá só 9 milhões de euros parcelados pelo jogador e o São Paulo que só tem 32% dos direitos exige 5 milhões à vista.

A DIS, com 68% de participação do negócio, não aceita ficar só com 4 milhões de euros.

Ao final da reunião, ficou combinado que as partes voltarão a se encontrar amanhã após a eliminação oficial do São Paulo, hoje em Medellín.

Resumo da ópera: as partes vão ceder e Ganso vai mesmo pra Espanha.

Afinal, jogador, quando quer ir embora, é como água morro abaixo, fogo morro acima e mulher bonita quando quer namorar: ninguém segura!

Voa, Ganso, voa e seja feliz!

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FIFA picareta: Vital Battaglia, o primeiro a denunciar!

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Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Saiu na mídia do mundo: mais 80 milhões de dólares embolsados em cinco anos pela “Trinca Fifista” Blatter, Valcke e Kattner!

Que trio fantástico de ataque ao dinheiro do futebol do mundo, hein?

Fora as outras “milhares” de rapinagens já descobertas até pelo FBI.

E, depois dessa, aumenta ainda mais minha saudade de Vital Battaglia, auto aposentado do jornal, do rádio, da TV e da internet.

Uma pena.

Ele foi o nosso primeiro algoz da FIFA, então “entidade santa”.

Que falta faz Battaglia!

Foi em 1975 que conheci pessoalmente e para valer a Vital Battaglia.

Ele já era estrela da mídia impressa há anos e de vez em quando participava no estúdio do “Jornal de Esportes”, de Cândido Garcia, na Rádio Jovem Pan I AM.

Naquele jornal, que já foi épico, Paulo Machado de Carvalho, humildemente serviu de padrinho de inauguração em 1973 na avenida Miruna, 713, Aeroporto.

Nele, eu era locutor-cuco: só podia dar a hora certa e não me era permitido fazer perguntas ao entrevistado no estúdio ou por telefone, algo então espécie de novidade, coisa rara.

“Você é ainda calça branca (novato), procure aprender que te deixo perguntar. Mas escreva a pergunta antes que verei se é boa ou simplória”, dizia sempre o saudoso Cândido Garcia, o Morcego, meu doce censor.

E Battaglia, quando aparecia, basicamente fazia perguntas “padrão Joaquim Barbosa”: só porrada!

Era o mais combativo jornalista esportivo do então top “Jornal da Tarde”, do Grupo Estado.

Ele foi levado para a Jovem Pan pelas mãos de Osmar Santos, no auge da carreira.

Osmar era um Neymar!

Antes, em 1973, Osmar me colocou também no futebol da emissora no lugar de Fausto Silva, hoje “Faustão”.

Virei o “Plantão Esportivo Permanente”, como reserva de Narciso Vernizzi.

Até então, era apenas repórter rodoviário aos sábados e domingos e setorista de trânsito no Detran e nas ruas de São Paulo, no início das manhãs e finais de tarde.

E aí veio para a equipe Vital Battaglia, contratado.

Logo de cara, sempre austero e azedo, o “Geraldo Bretas moderno, mais novo e erudito”, como eu o chamava, marcou território com seu “jornalismo investigativo”.

Como comentarista, no lugar de Leônidas da Silva, estreou no Parque Antártica, dia 9 de outubro de 1975, quinta-feira, naquele Corinthians 0 x 0 Sport do Recife, ao lado da novidade José Silvério, outro filho de Osmar Santos.

Substituto do curitibano Willy Gonser, que foi para Belo Horizonte, Silvério estreou “voando” e impressionou a Vital Battaglia: “Nunca a bola rolou tão rápido no rádio”, escreveu no Jornal da Tarde.

Mas aí, também em 1975, em rara entrevista ao vivo por telefone, o todo poderoso João Havelange foi confrontado por Battaglia ao final de seu primeiro ano como presidente da FIFA.

“A sua FIFA me lembra o Vaticano, antes duas entidades acima de quaisquer suspeitas, mas agora sustento que nem tudo é tão honesto. E pergunto se a FIFA não vem fazendo negociatas em direitos e patrocínios, e até conchavos políticos que o elegeram no lugar de Sir Stanley Rous, sem parceiro, no ano passado”, perguntou na lata.

Havelange, antes de bater o telefone, encerrando a entrevista, só respondeu que “quem é o maior acionista da Viação Cometa não precisa e não faz negociata financeira ou conchavos”.

Assustado com aquilo, o “calça branca” aqui “brigou” fora do ar com Battaglia: “Você é muito bom, mas foi desrespeitoso com o homem. A FIFA é muito séria, como o Vaticano”, disse a ele.

Battaglia, com aqueles lábios de italiano tipo “boca de cabrito”, resmungou que eu precisava crescer.

Ele tinha razão, e como tinha, e hoje pergunto se Stanley Rous e Havelange não fizeram um acordo para o Brasil não ganhar a Copa de 1966 e “estragar o produto Copa do Mundo”, que seria desvalorizado com nossa seleção tri em 58, em 62, em 66 e fazendo o Mundial “ perder a graça”?

Sei lá, mas a verdade é que um cartola (Havelange) sucedeu o outro (Stanley Rous) na segunda Copa seguinte e o Brasil “jogou mesmo” para perder a Copa de 66, “não é possível”!

É “a única explicação” para a seleção brasileira ter viajado para Liverpool sem o ícone e dispensado Paulo Machado de Carvalho, por ciúmes de Havelange, e sem Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Roberto Dias, Dino Sani, Rivellino, Servílio e Ademir da Guia.

Foram só veteranos superados, jogadores comuns como Fidélis, uns bons como Gérson, Lima e Tostão, ao lado do baleado Pelé e de um magistral Edu, não escalado.

Jogamos para perder, Vital Battaglia?

Mas duro mesmo foi o jornalismo ter perdido você!

Opine!!!


O atual Boca é comum, o São Paulo também. E viva o Maicon!

Gol de Maicon foi decisivo para continuidade do São Paulo na Libertadores

Foto: UOL

Deveria saber e não sabia.

Maicon, o nosso melhor beque-beque atuando aqui ou fora, foi do Cruzeiro e estava meio que escondido em Portugal.

Quem o trouxe?

Quem o bancou?

Que contratação!

Sozinho, Maicon já teve melhor custo-benefício para o São Paulo do que os “800” jogadores que Alexandre Mattos levou para o Palmeiras, torrando uma tonelada de verdinhas pelo Verdão.

Só que nem seu padrinho tricolor acreditava em vida longa do time na Libertadores.

Daí o contrato de Maicon vai só até 30 de junho.

Agora, com o Corinthians de olho nele, a contratação em definitivo ficou bem difícil.

Até porque o FC do Porto também sacou que estava perdendo um zagueiraço a ser ainda muito valorizado.

E como português de burro não tem nada, a turma da terra do nobre vinho-licor já bem sabe que sua joia logo estará na Seleção Brasileira e aí seu prestígio e valor subirão de Pêra-Manca para Barca Velha, outros dois craques da vinicultura portuguesa.

Maicon, além de “goleiro”, de artilheiro e versátil, é um zagueiro com cara de zagueiro intimidador, tem habilidade e a liderança natural e típica dos antigos donos da mítica camisa 3.

Está aí, Dunga, a colher de chá que o São Paulo te deu e que você também não soube ver.

Já que você não gosta mesmo do soberbo Thiago Silva, chega de beques que têm mais fama do que bola, tipo David Luiz.

E nossa Libertadores, hein?

Sobrou só o São Paulo, o pior dos cinco brasileiros na pré-análise de 11 de cada 12 comentaristas esportivos.

Estão vendo mais uma vez como o imponderável é o grande oxigênio da bola e fundamental para a eterna liderança do futebol diante de todas as outras modalidades esportivas?

As classificações épicas de Boca Juniors e Atlético Nacional na quinta-feira também atestam isso.

Já em Belo Horizonte, pela “lógica”, daria Galo, o melhor elenco da América do Sul.

Mas com o mico Robinho hoje só cumprindo tabela, um Lucas Pratto nota 1, Leonardo Silva e Erazo pulando a grossura de uma gillette, Dátolo machucado, Victor catando borboletas e o péssimo Diego Aguirre enxergando tanto quando Ray Charles, a seleção alvinegra de Minas ficou pelo caminho.

E eu disse há mais de 20 dias que Aguirre, independentemente do resultado diante do clube do Morumbi, deixaria o Galo e Marcelo Oliveira assumiria o seu lugar.

Não deu outra!

Agora vêm aí os temíveis argentinos, os ótimos colombianos, os aguerridos mexicanos do Pumas ou os entusiasmados jogadores do Independiente del Valle do novo futebol equatoriano.

O São Paulo, de novo, é o pior dos semifinalistas e vai enfrentar o milagroso e compacto Atlético Nacional de Medellín, apostando mais uma vez na imprevisibilidade do futebol.

Afinal, o que é mais uma zebra a pastar no velho Morumbi deste São Paulo que, nem de longe, imaginava que poderia ser campeão de novo da Libertadores em meio a sua impressionante crise ética, política e técnica?

E já pensaram numa final inédita entre Boca e São Paulo?

Dois grandes campeões de tudo, atualmente com elencos nota 5,97.

Nesta hipotética final, apostaria no São Paulo, porque zebra boa, mas boa mesmo, é aquela que pasta do começo ao fim, livrando-se das terríveis investidas dos leões, leoas, leopardos, hienas e de outros predadores da savana.

Mas cuidado com o Boca, mesmo hoje com um time dos mais “inofensivos”.

É que time argentino bom, mas bom mesmo, é time argentino eliminado.

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Tite é o cara, Cielo já era e Denis também

bFoto: Flavio Florido/UOL

Sabem aquela “novíssima” máxima segundo a qual fulano consertou o avião em pleno voo?

É o caso do comandante Tite que pilota Teco Teco, Pilatus, Boeing, Fokker ou Airbus.

Já consertou o avião do Corinthians mesmo sem as turbinas que foram voar na China.

E, exageros à parte ou não, entendo que o “Águia de Haia dos Pampas” já virou titular do “Quarteto de Ouro” dos treinadores do mundo.

Guardiola, Tite, Simeone e Mourinho.

Escolha você a ordem.

Só que o Guardiola, de quem se esperava mais no Bayern, vai para o Manchester City e já entregou a relação dos craques que ele pretende que o milionário clube inglês contrate.

Ele quer “só” jogadores tipo Banks; Carlos Alberto Torres, Figueroa, Roberto Dias e Marinho Chagas; Beckenbauer, Cruyff e Ademir da Guia; Garrincha, Pelé e Maradona (ou Messi).

Ora, Guardiola, com os jogadores dos seus sonhos, você torna-se dispensável.

No caso, aí, é só colocar como técnico do City Lula Pereira, Jair Picerni, Péricles Chamusca, Roberto Cavalo, Celso Roth, Joel Santana ou Lazaroni que o sucesso estaria garantido do mesmo jeito.

Jeito que Cielo não deu na piscina, na Olimpíada e em sua carreira, brilhante.

Eliminado de tudo, fez a alegria de Popov, o russo que é o maior crítico do brasileiro.

E faz tempo.

“Aquele doping comprovado deveria ter afastado o brasileiro por dois anos e cassado todos os seus recordes e medalhas”, diz, irado, o também ex-campeão Alexander Popov.

E acrescenta: “É o único caso de doping em que se encobriu a verdade. Foi pior para Cielo porque, sem ajuda extra, ele nunca mais foi o mesmo”.

Rivalidade à parte, não mentiu Popov.

Uma pena, para o nosso “Guga das Piscinas”.

Mas seu auge nos deu filhotes tão bons que acabaram por eliminar o moço de Santa Bárbara d´Oeste.

Ao contrário de outros fenômenos esportivos isolados do Brasil.

Eder Jofre, Maria Esther Bueno, a dupla Adhemar Ferreira da Silva e João Pulo e Guga não tiveram seguidores à altura.

Altura que não foi páreo para o São Paulo ser eliminado da Libertadores.

Jogando com dois pulmões contra 10 pulmões do The Strongest, o Tricolor de Maicon saiu classificado de La Paz, apesar do Denis.

Bom sujeito, panca de bom goleiro, altura de bom goleiro e sem carisma de bom goleiro, virou chacota e se tornou o único jogador inexperiente da história mesmo aos 28 anos.

“Culpa” de Rogério Ceni.

E parabéns ao Maicon, que virou herói pelas defesas fáceis, mas difíceis para um “jogador de linha”.

Foi assim tamém com Pelé em 1963 no Pacaembu contra o Grêmio na decisão da Taça Brasil.

Com Gylmar expulso, uma raridade, o Rei foi para o gol e o Santos ganhou por 4 a 3, virando lenda a sua “mágica atuação”.

Nada disso, foram defesinhas também, como em toda lenda, houve exagero.

“O goleiro Pelé pegou três pênaltis e fez oito milagres cara a cara com Alcindo, Joãozinho e Sérgio Lopes”, jura o repórter gaúcho Alexandre Praetzel.

O mesmo Praetzel que garante que o Audax será campeão paulista de 2016.

Nada disso, o campeão será o Santos em final com seu freguês Corinthians.

E como tem freguês na Espanha, hein?

O claudicante Barcelona vinha perdendo todas, mas teve o morto-vivo La Coruña pela frente, fez 8 a 0 e será o campeão espanhol 2015-2016 ganhando seus últimos quatro jogos contra quatro galinhas mortas.

Na Espanha é assim: temos dois timaços nota 9.17, dois bons nota 7.87 e 16 mortos-vivos.

Pelé, com 25 anos, jogasse lá, faria uns 700 gols por ano.

Certo, triste Neymar?

Se eu fosse você iria para a Inglaterra em contrato trilionário.

Para a alegria de seu pai.

Aproveite, Neymar, porque já tem gente dizendo que você é só um Robinho melhorado.

Eu não acho, não.

Mas, veremos!

Não é, Cielo?

Certo, Denis?

Correto, Tite?

E vá logo para a Seleção e pare de ensebar.

OPINE!!!


Tite, não hipócrita, quer e irá! É só chamar!

Tite - Foto UOL

Foto: UOL

Hipocrisia é grande mal da humanidade.

Em todos os setores de atividade humana.

Amizades falsas.

Abraços pela frente.

Punhaladas por trás.

Futricas.

Igrejinhas de inseguros.

Fofocas.

Alianças espúrias.

Inveja.

Maledicências.

Patrulhamentos.

O bom patrulheiro é sempre um invejoso visceral, fiel, contumaz, determinado.

Um sofredor diário.

Pesquisador e torcedor do mal.

No mundo inteiro.

Acaba dilacerado em suas entranhas por produção incessante de veneno no organismo.

Antes, “em nome da classe”, seja ela qual for, destila todo seu ódio contra os bem-sucedidos de uma de suas profissões, sem jamais defender ou empregar semelhantes.

Mesmo sendo a principal delas a de “cortejador em seu país de quem está no poder”, seja de qual ideologia for, mas desde que cargos obtenha para apadrinhados.

Depois, reparte-se, com ou sem brigas, verificou-se em grandes escândalos políticos do planeta, tipo o Petrolão.

Nele, indicadores e indicados vivem se contradizendo e se digladiando em intermináveis depoimentos.

É regra mundial.

E neste mundo tão hipócrita, também em nosso cantinho do futebol, o gaúcho Adenor Leonardo Bacchi, conhecido pelo comum apelido de Tite, é uma pessoa incomum.

Competente, honesto, ético por completo, transparente, não hipócrita, não traíra, não invejoso, não patrulheiro, unanimidade nacional e melhor treinador do Brasil faz uns 10 anos.

Odiando acertos e conchavos, nunca atingiu o topo: a Seleção!

Ele anda dizendo que entre o Corinthians e a CBF prefere o gigante de Itaquera.

E vocês queriam o quê?

Que ele virasse o Temer da bola?

Ou que ele dissesse que anda louco para tomar o lugar de Dunga como Felipão 7 a 1 tomou do ruim Mano?

Mano, no entanto, que jamais faria o papelão de Felipão-2014!

Não, é claro que Tite pisa em ovos e anda usando em 100% o seu raro português de “Águia de Haia dos Pampas” (SuperTécnico-2000, na Band) e descarta a Seleção.

Ele não mente, é apenas cauteloso, ético, paciente e observador.

E sabe que a Seleção não tem como fugir dele com o iminente “Impeachment Popular e Técnico” de Dunga.

No dia 25 de janeiro de 2012 disse a mim, a Vitor Guedes, a Eduardo Barão e a Alex Muller, em “Mesa Redonda” da Rádio Band News FM no Mercadão da Cantareira, que “quem ganha o Paulistão, o Brasileirão, a Libertadores e o Mundial acaba mesmo na Seleção”.

E disse mais: “Se eu ganhar tudo isso, serei merecedor do cargo principal de nosso futebol, a Seleção! E quero chegar lá!”, frisou.

E hoje, além de ter ganho tudo que almejava, agregou muita experiência e enorme reconhecimento de todos os torcedores do Brasil.

Eu disse TODOS!

Assim, é só esperar.

Antes, ele seguirá em seu nobre dia a dia “esquivando-se” da Seleção, mas, merecidamente, se demitirem mesmo o Dunga, e logo, Tite assumirá!

É certeza!

Eu garanto!

E deixemos de hipocrisia.

OPINE!!!


Na falta de Messi, Neymar e Suárez dão conta do recado. Mas e os outros clubes com menos estrelas, quem depende mais do seu principal astro?

FOTO-UOL

Desde a famosa pelada em campinhos de terra, até os mais luxuosos campos da Europa, por onde olhamos sempre encontramos o “craque do time”.

É bem verdade que em algumas equipes, os números de estrelas são maiores, como é o caso do Barcelona.

O espetacular trio MSN divide as atenções no clube. No entanto, Messi segue como protagonista.

E quando o argentino não figura entre os titulares, já vimos que Neymar e Suárez seguram muito bem a bronca.

Algo que deve acontecer novamente nesta quarta-feira no duelo contra o Valencia.

Messi passará por uma pequena cirurgia para solucionar um problema renal que vem o afetando desde o Mundial de Clubes do ano passado.

Mas e no caso dos outros gigantes europeus, que não possuem um trio sul-americano de sucesso.

Quem depende mais do seu principal atleta?

1Cristiano Ronaldo – Real Madrid
2Ibrahimović – PSG
3Pogba – Juventus
4Jonas – Benfica
5Arjen Robben – Bayern de Munique
10Aubameyang – Borussia Dortmund
498499257DP065_ARSENAL_V_BUWalcott – Arsenal
6Hazard – Chelsea
7Agüero – Manchester City
9Rooney – Manchester United

OPINE!!!