publicidade

Blog do Milton Neves

Tite “Barrichello” e sua burrice Arthur!

Milton Neves

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Se eu fosse o Arthur mandaria o Tite tomar… chimarrão!

Ora, para essas peladas que vêm aí ele se lembrou do melhor jogador do Brasileirão de 2017 e do primeiro semestre de 2018?

“Eu não aceitaria a convocação”!

Ah, mas agora que ele é do Barcelona, já vem “iniestando” e empolgando, você se lembrou dele, seo Tite?

Burronildo!

Meu Deus, que falta fez o gaúcho-goiano naquele jogo contra a Bélgica, de volante, de lateral ou em qualquer lugar.

Menos no gol.

O rapaz é bom demais e ele preferiu Fernandinhos, Taisons, Danilos, Gabriéis “Jejuns” e o horroroso e “intirável” Paulinho!!!

Chama mais umas mil vezes o Paulinhooooooooooooooo nota 0,27 e morra de novo abraçado com ele, Tite!

No mês passado o Arthur não servia e agora serve?

É por que você vê futebol com olhos catalães ou por que quem joga fora vale mais?

E o Alisson “Leite Glória: bateu, tomou”, continua?

Tite não poderia era ter continuado na seleção com suas notas 8,87 antes da Copa e 0,92 durante o Mundial.

Zidane era o cara.

Sim, muito mais caro, mas dinheiro é coisa rara que sobra na CBF, além de polêmicas.

É um inferno!

Por que demônios técnico brasileiro em Copa do Mundo adora embirrar com craques que são unanimidades da imprensa e da boca do povo?

Desde 1950, quando o arrogante Flávio Costa deixou o gênio Nilton Santos na reserva do fraco Augusto na… lateral-direita!

E não o colocou como titular da lateral-esquerda, sua Catedral e sua Universidade.

Ali, a “Enciclopédia” sempre maravilhou e converteu seus fiéis e diplomou a outros professores da bola.

Nada de Bigode, Flávio Costa, o culpado dos dois gols do Uruguai na final do Maracanã em 1950!

Ghiggia, nos dois gols, repito, fez barba e bigode para cima do comum e saudoso lateral do Fluminense.

E tivemos outras burradas.

Zizinho em 1954, Rivellino, Ademir da Guia, Djalma Dias, Roberto Dias, Servílio e Carlos Alberto Torres em 1966, Pelé pipocando em 1974, Falcão em 1978, Leão e Edinho titular em 1982, Neto em 90 e Adriano, Ganso e Neymar (que pecado!!!) em 2010.

E Felipão, milagroso com Edmilson, Roque Júnior e Kléberson em 2002, só não foi crucificado com a ausência de Romário porque ganhou a Copa nos pés de Ronaldo e Rivaldo, principalmente.

E peço perdão ao Rubens Barrichello por tê-lo colocado no título desta coluna.

É que o vencedor corintiano Rubinho virou sinônimo de “piloto atrasado” mesmo tendo corrido “milhões” de GPs de Fórmula 1 e de ter faturando “bilhões”, uma proeza!

É uma injustiça do tamanho daquela do meu amigo de Muzambinho João Maria Benetti Portugal Araújo de Oliveira, que ficou famoso com o apelido de “Zé Viado” só porque teve… 24 filhos!

E eu adoraria ter sido pai de 10 Rubinhos “atrasados” e vencedores na vida como Rubens Barrichello.

Enfim, sacanagem com o Rubinho, com o Arthur, com o “Zé Viado” e com o Gabriel Jesus, que só virou “Jejum” por culpa exclusiva de Tite, o único técnico do mundo que transformou um camisa 9 artilheiro em volante de contensão ou de marcação.

Alô, Tite, e aí, Tite, você engessou o Gabriel e agora o enterrou?

Jesus não gosta disso, não, viu?

Opine!