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Blog do Milton Neves

No Verdão, fila de patrocinadores; no Timão, pilha de boletos!

“O rio corre para o mar” ou “dinheiro atrai dinheiro”.

Muita gente usa esses antigos ditados para definir os casos de alguns milionários, que com o passar dos anos vão multiplicando seus patrimônios.

E não é que esses ditados agora também estão se encaixando no nosso futebol?

Pensemos no caso do Palmeiras, espécie de “Tio Patinhas” dos clubes brasileiros.

Não bastasse todo o dinheiro despejado pela Crefisa no Allianz Parque, a diretoria alviverde ouviu nesta semana uma outra proposta de patrocínio máster.

Creiam: muito melhor que a da empresa da “Tia Leila”.

Se trata da Blackstar International Limited, empresa do setor de energia sediada em Hong Kong.

Dizem as más e boas línguas que a gigante asiática quer fechar até 2029 por… UM BILHÃO DE REAIS!!!

Isso mesmo: aproximadamente 100 milhões de reais por ano!

Aí ficará ainda mais difícil competir no mercado da bola com o decacampeão brasileiro, não é verdade?

Bom, e enquanto os palmeirenses nadam em notas de 100 reais, os corintianos seguem se afogando em boletos e mais boletos que não param de chegar.

Afinal, o clube do Parque São Jorge – ou do Itaquerão – “comemorará” no próximo mês de abril nada menos que DOIS ANOS sem patrocínio máster!

E isso que estamos falando do clube que tem a maior torcida da região Sudeste, a mais rica do Brasil!

Como explicar as situações completamente opostas dos grandes rivais paulistas?

Abaixo, veja o interessante ranking dos patrocínios da Série A em 2018 (levantamento do amigo Jorge Nicola, do Yahoo):

Palmeiras: R$ 78 milhões (Crefisa)

Flamengo: R$ 25 milhões (Caixa)

São Paulo: R$ 14 milhões (Banco Inter)

Grêmio: R$ 12,9 milhões (Banrisul)

Internacional: R$ 12,9 milhões (Banrisul)

Santos: R$ 10,8 milhões (Caixa)

Atlético-MG: R$ 10 milhões (Caixa)

Botafogo: R$ 10 milhões (Caixa)

Cruzeiro: R$ 10 milhões (Caixa)

Atlético-PR: R$ 6 milhões (Caixa)

Bahia: R$ 6 milhões (Caixa)

Sport: R$ 6 milhões (Caixa)

Vitória: R$ 6 milhões (Caixa)

Paraná: R$ 5 milhões (Caixa)

Chapecoense: R$ 4,6 milhões (Aurora)

América-MG: R$ 4 milhões (Caixa)

Ceará: R$ 4 milhões (Caixa)

Corinthians: R$ 0 (sem patrocínio)

Fluminense: R$ 0 (sem patrocínio)

Vasco: R$ 0 (sem patrocínio)

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Você apostaria em PH Ganso?

Foto: João Henrique Marques/UOL

Informa o UOL Esportes, em matéria assinada pelos repórteres Bruno Grossi e José Edgar de Matos, que Paulo Henrique Ganso trabalha para voltar ao futebol brasileiro nesta janela de transferências.

Ainda de acordo com os jornalistas do UOL, o desejo do jogador, que brilhou no Santos no início da década e chegou a ser chamado de “melhor que Neymar”, se deve ao pouco espaço encontrado pelo mesmo no modesto Amiens, clube que luta contra o rebaixamento no Campeonato Francês.

Inclusive, Ganso não foi nem relacionando para a última partida de sua equipe, contra o contra o Guingamp.

Flamengo e São Paulo lideram a “corrida” para contar com o meia na temporada que vem.

Mas, após rodar tanto por aí sem o mesmo brilho de outrora, a pergunta que não quer calar é: ainda vale a pena apostar em Ganso?

No futebol brasileiro, que nitidamente carece de jogadores diferenciados, ele ainda pode se destacar?

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River ganha a Libertadores das “irregularidades”

Quintero comemora depois de decidir, com um golaço, a Libertadores de 2018

Foto: JuanJo Martins/EFE

River Plate 3 x 1 Boca Juniors

 Os Deuses do futebol mais uma vez mostraram que nem sempre ganha quem devia ganhar.

 O River podia ter sido eliminado na primeira fase pelos jogos irregulares do Zuculini.

 Não foi.

 O River podia ter sido eliminado pelo suspenso Gallardo ter interferido no jogo contra o Grêmio.

 Não foi.

 O River podia ter perdido o título devido a agressão de seus torcedores ao ônibus do Boca.

 Não foi.

 Mas um lançamento de gênio de Nandez deu a impressão que tudo ia mudar.

 O “iluminado” Benedetto, o Paolo Rossi do Boca, fez 1 x 0 e parecia que a Justiça seria feita.

 Mas o River tirou o brucutu Ponzio e colocou o talentoso colombiano Quintero.

 E ele desmontou a defesa do Boca no gol de empate marcado por Pratto.

 O River estava salvo de novo e o jogo foi para a prorrogação.

 Logo de cara outro colombiano, Barrios, foi expulso e novamente ajudou o River.

 E aí novamente apareceu o talento de Quintero, com um golaço de fora da área.

 O Boca ainda perdeu Gago, e com dois a menos sofreu o golpe fatal com Martinez.

 Assim como nas Copas de 50 e de 82, os Deuses brincaram com o futebol.

 O River foi campeão no campo, mas sai como um derrotado fora dele.

 Mas futebol é assim, e por isso é maravilhoso.

Você acha que o River mereceu?

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Os mais votados na coluna “Personalidade” do Agora SP e do Terceiro Tempo

Quem participou da seção Personalidade em 2018:

Tales Torraga (jornalista), Sérgio do Carmo Jorge (médico), Luiz Ademar Campos Junior (jornalista), Chico Barney (colunista do UOL), Gustavo Zupak (repórter), José Nello Marques (jornalista), Mário Marra (jornalista), Sergio Pires (jornalista), Marco Bianchi (apresentador), Julio Gomes Filho (jornalista), Hugo Hoyama (atleta), Gustavo “Grummy” Guimarães (atleta), Ramon Mateo Júnior (desembargador), José Augusto do Rosário (administrador), Rogerio Morgado (humorista), Miguel Angelo da Luz (técnico de basquete), Celso Tavares (diretor de TV), Fernanda Colombo Uliana (comentarista de arbitragem), Lycio Vellozo Ribas (jornalista),
Débora Velozo (repórter), Nilton C. Romão (presidente da FPFS), Flávia Raucci (empresária), Sérgio Quintella (repórter), Rodrigo Cascino (narrador), Ailton Fernandes (jornalista), Nelson Nunes (jornalista), Raphael Prates (comentarista), José Paulo da Glória (radialista), Reinaldo Gottino (apresentador de TV), Yara Fantoni (repórter), Mauricio Roberto Pedroso (youtuber), Sérgio Carvalho (jornalista), Román Laurito (apresentador), Ademir Quintino (jornalista),Diogo Silva (atleta), Odinei João Ribeiro (narrador), Fernando Alves Possenti (técnico de maratonas aquáticas), Carlos ‘Cacá’ Bizzocchi (técnico de vôlei), Djan Madruga (ex-atleta), Roberto Livianu (promotor de Justiça), Altair Ramos (preparador físico), Odinei Edson Santos (narrador), João Ricardo Cozac (psicólogo), Alberto César (narrador), Radamés Lattari (técnico de vôlei), Cadu Cortez (narrador) e Alexandre Pussieldi (jornalista).

ABAIXO, OS MAIS VOTADOS DO ANO:

Qual o seu time?

1º – Corinthians – 14,8%

1º – Palmeiras – 14,8%

1º São Paulo – 14,8%

Qual o jogo mais marcante que você assistiu?

1º – Brasil x Itália (1982) – 12,7%

2º – Brasil x Itália (1970) – 10,6%

3º – Alemanha 7 x 1 Brasil (2014) – 4,2%

Qual a sua seleção de todos os tempos?

1 º – Seleção brasileira de 1970 – 25,5%

1º Seleção brasileira de 1982 – 25,5%

3º – Seleção brasileira de 1994 – 6,3%

Qual a camisa mais bonita?

1º – Juventus da Mooca – 10,6%

1º – Croácia – 10,6%

3º – Seleção brasileira – 8,5%

Qual o melhor e o pior esporte?

Melhor:

1º – Futebol – 61,7%

2º – Tênis – 6,3%

3º – Natação – 4,2%

Pior:

1º – Lutas – 17%

2º – Tourada – 4,2%

3º – Futebol – 2,1%

Em que rádio você ouve futebol?

1º – Bandeirantes – 46,8%

2º – Globo – 10,6%

3º – CBN – 8,5%

Qual revista que você lê?

1º – Veja – 19,1%

2º – Placar – 14,8%

3º – Época – 10,6%

Qual o melhor e o pior presidente da história do Brasil?

Melhor:

1º – Lula – 27,6%

2º – JK – 23,4%

3º – FHC – 21,2%

Pior:

1º – Dilma – 36,1%

2º – Temer – 17%

3º – Collor – 14,8%

A personalidade marcante em sua vida.

1º – Pai – 12,7%

2º – Senna – 8,5%

3º – Jesus – 6,3%

Narrador esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º – Luciano do Valle – 27,6%

2º – Galvão Bueno – 21,2%

3º – Milton Leite – 17%

Rádio:

1º – José Silvério – 31,9 %

2º – Osmar Santos – 10,6%

3º – Ulisses Costa – 8,5%

Comentarista esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º – Casagrande – 14,8%

1º – Maurício Noriega – 14,8%

3º – Caio Ribeiro – 12,7%

Rádio:

1º – Claudio Zaidan – 31,9%

2º – Mauro Beting – 8,5%

3º – Mário Marra – 4,2%

Repórter esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º – Tino Marcos – 17%

2º – Abel Neto – 8,5%

2º – André Hernan – 8,5%

Rádio:

1º – Wanderley Nogueira – 12,7%

2º – Roberto Carmona – 6,3%

3º – Alexandre Praetzel – 4,2%

Apresentador esportivo de TV e de rádio.

TV:

1º – Milton Neves – 34%

2º – Marcelo Barreto – 6,3%

2º – Paulo Soares – 6,3%

Rádio:

1º Milton Neves – 53,1%

2º – Wanderley Nogueira – 6,3%

3º – Thomaz Rafael – 4,2%

Apresentador de auditório de TV.

1º – Silvio Santos – 44,6%

2º – Faustão – 14,8%

3º – Serginho Groisman – 6,3%

Melhor ator e melhor atriz no Brasil.

Ator

1º – Lima Duarte – 36,1%

2º – Wagner Moura – 14,8%

3º – Antonio Fagundes – 6,3%

Atriz

1º – Fernanda Montenegro – 40,4%

2º – Adriana Esteves – 4,2%

2º – Leandra Leal – 4,2%

Jornalista de TV.

1º – Ricardo Boechat – 25,5%

2º – William Bonner – 8,5%

3º – Willian Corrêa – 4,2%

Programa esportivo de TV.

1º – Show do Esporte – 10,6%

1º – Esporte Espetacular – 10,6%

3º – Terceiro Tempo – 6,3%

Quem melhor escreve sobre esporte no Brasil?

1º – Tostão – 12,7%

2º – PVC – 10,6%

2º – Juca Kfouri – 10,6%

O melhor e o pior cartola.

Melhor:

1º Paulo Nobre – 14,8%

2º – Fábio Koff – 6,3%

3º – Raí – 4,2%

Pior:

1º – Eurico Miranda – 27,6%

2º – Andrés Sanchez – 10,6%

3º – Ricardo Teixeira – 8,5 %

O melhor e o pior técnico.

Melhor:

1º – Telê Santana – 29,7%

2º – Tite – 19,1%

3º – Guardiola – 6,3%

Pior:

1º – Dunga – 10,6%

2º – Lazaroni – 6,3

3º – Cristóvão Borges – 4,2%

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Fair play alviverde, Furacão, Boca Juniors e Carille!

E só dá Palmeiras para todo lado.

Seja no campo – levantando no último domingo o seu décimo troféu do Brasileirão -, no noticiário político – com o polêmico convite ao presidente eleito Jair Bolsonaro, que “se esbaldou” na festa do deca -, e, claro, também na mídia esportiva – que não para de anunciar mais reforços para o “inglês” Verdão.

E esse último ponto tem deixado os dirigentes rivais de cabelo em pé.

E, realmente, deve ser muito complicado buscar atualmente bons jogadores no mercado da bola tendo que competir com o milionário time do Palestra Itália.

Afinal, é óbvio que quem quer vender um bom jogador de seu elenco para encher os cofres do clube, esperará sempre por uma proposta palmeirense, geralmente bem “gorda”.

E quem perdeu a paciência com essa situação e botou a boca no trombone nesta semana, em entrevista à Rádio Itatiaia, foi o presidente do Atlético-MG, Sérgio Sette Câmara.

“Estivemos perto de contratar o Arthur, do Ceará. Achei que seria interessante. O Palmeiras foi lá e contratou. A gente também olhou o Zé Rafael. Eu tinha vontade de trazer. Quando foi tentar contratar, mas o Bahia pediu um valor exorbitante e quem foi pagar foi o Palmeiras. Tentamos negociar, mas falaram que o Palmeiras tinha oferecido o nosso valor mais x”, explicou Sette Câmara.

E o mandatário do Galo continuou: “Está faltando aqui no Brasil alguma regulamentação, como o fair play financeiro. Estamos num momento em que eu tenho procurado alguns reforços. Você bate na porta de algum jogador e quando você está, está lá o Palmeiras. Tentei contratar, mas ficou impossível”.

Bom, e eu até entendo a revolta e a frustração do meu amigo Sérgio Sette Câmara.

Conseguir bons reforços hoje em dia no mercado virou tarefa das mais ingratas.

Mas então por que ninguém sugeriu o fair play financeiro na época em que o Palmeiras anunciava nomes como Max Pardalzinho, Adriano Michael Jackson, Leandro Amaro, Betinho, Pedro Carmona, Ricardo Bueno, Mazinho “Messi Black”, entre tantos outros?

Os rivais, agora, precisam correr atrás.

E não só dos 10 títulos brasileiros, mas também do poderio econômico deste novo e poderoso Palmeiras.

No mais, o surpreendente Tiago Nunes, sem grife e sem marketing pessoal, faz um belíssimo trabalho no Atlético-PR.

O Furacão, que empatou na Colômbia, tem agora tudo para levar o título da Sul-Americana por três fatores: campo, torcida e gramado sintético!

E, convenhamos, o Junior Barranquilla é um time nota 4,27.

E, no domingo, teremos o derradeiro capítulo desta novela que se tornou a final da Libertadores?

Torço para que sim.

Assim como torço também para que dê… Boca!

É que já era para a taça ter sido entregue para a equipe comandada por Guillermo Schelotto, por causa do vergonhoso ataque da torcida do River Plate nos arredores do histórico estádio Monumental de Núñez.

Como a CONMEBOL não teve peito para isso, que Tévez e companhia deitem e rolem para cima dos “Millonarios” no Santiago Bernabéu.

E o gente boa e competente Fábio Carille está de volta ao Timão.

Durou pouco a sua aventura no “Mundo Árabe”, hein?

Mas eu fiquei triste pelo queridíssimo Jair Ventura, que não teve culpa pelo péssimo desempenho do Corinthians na reta final do Brasileiro.

Afinal, ninguém consegue fazer omelete sem ovos!

Não é mesmo?

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Brasileirão ficou óbvio… Tipo Campeonato Espanhol…

Fotos: UOL

Desde que o modelo por pontos corridos foi adotado, em 2003, apenas clubes de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, venceram o Campeonato Brasileiro.

Foram 16 campeonatos disputados e apenas sete vencedores:

Corinthians (4); São Paulo (3), Cruzeiro (3), Palmeiras (2); Fluminense (2); Santos (1) e Flamengo (1).

E tem algo ainda mais preocupante, pois nos últimos quatro campeonatos brasileiros, apenas dois clubes levantaram o caneco, o Corinthians em 2015 e 2017 e o Palmeiras, em 2016 e agora, em 2018…

Ou seja, nosso Brasileirão está ficando parecido com o Campeonato Espanhol, que começa e  todo mundo já sabe que o título ficará com o Real Madrid ou com o Barcelona…

Raramente aparece outro, tipo Atlético de Madrid ou Valencia…

Por isso, sigo defendendo o “mata-mata” também para o Campeonato Brasileiro, além da Copa do Brasil.

É possível fazer um Campeonato Brasileiro com semifinais e finais emocionantes.

Do contrário, dos 20 clubes, 15 ou 16 se resignarão a coadjuvantes eternos.

E, o “filé mignon”, será reservado a uns 4 ou 5.

Além disso, neste período, clubes fora do eixo SP-RJ-MG e RS, dificilmente chegam entre os quatro primeiros…

Tivemos exceções, casos do São Caetano (quarto colocado em 2003), o Atlético-PR (segundo em 2004), o Goiás (terceiro em 2005)  e o Atlético-PR (terceiro em 2013).

A título de comparação, nos dez anos anteriores a implantação dos pontos corridos, tivemos o dobro de clubes fora desse eixo no G-4, incluindo um campeão, o Atlético-PR (m 2001) com o São Caetano vice…

No atual modelo, isso nunca mais, não acham?

Por isso, volta “mata-mata”!

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Tite, incoerente, rechaça ideia de visitar Bolsonaro. Mas visitou Lula…

Foto: UOL

Depois de debutar na Copa da Rússia, e sair dela com uma nota 2,21, Tite declara que não aceitaria visitar o presidente eleito Jair Bolsonaro para celebrar um título.

Curioso…

Em 2012, Tite e comitiva corintiana visitaram Lula, logo após a conquista da Copa Libertadores da América.

O corintiano Lula, na ocasião, recebeu uma réplica da taça.

Ah, mas clube é diferente de seleção, dirão alguns, e Lula não era mais presidente…

Mas, no fundo, é misturar futebol e política, não é mesmo, Tite?

Algo que hoje você rechaça…

Para isso, aplica-se um substantivo: incoerência.

E tem mais uma curiosidade sobre o “Água de Haia dos Pampas”…

Tite, que sempre propalou um discurso acerca de transparência, conviveu harmoniosamente com Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF, hoje banido pela Fifa..

Tite e Marco Polo Del Nero em 2017. Foto: Lucas Figueiredo/Mova Press

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Rodrigo Caio, “menos são-paulino”, detona Diego Aguirre

Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC

Menos torcedor do São Paulo.

Este é o atual sentimento de Rodrigo Caio sobre seu clube de coração, por onde atua desde a infância.

O zagueiro tricolor revelou mágoa com o uruguaio Diego Aguirre, ex-treinador da equipe do Morumbi, durante o programa “No Ar com André Henning”, do canal “Esporte Interativo”.

Rodrigo Caio sonhava em disputar a Copa do Mundo da Rússia, mas uma contusão frustrou seus planos, e a postura de Diego Aguirre provocou insatisfação por parte do atleta.

“O cara (Diego Aguirre) não vinha falar comigo. Nos três meses que fiquei na fisioterapia, nunca foi lá perguntar como eu estava”, disse Rodrigo Caio, que também queixou-se sobre ser colocado como lateral-direito.

“Quedas de braço” entre jogadores e treinadores são comuns no futebol.

No caso de Rodrigo Caio, Aguirre nem está mais lá, mas parece que a ferida não será cicatrizada tão facilmente…

Além de bom jogador, ele também é ótimo caráter, prova disso foi o “fair play” no ano passado, quando assumiu a culpa que recairia sobre Jô, que tiraria o corintiano da próxima partida por cartão amarelo.

Aqui, cabe a pergunta para o torcedor do São Paulo e de outros clubes:

Rodrigo Caio deve permanecer no São Paulo depois desta, digamos, desilusão?

É momento de colocar uma “pedra sobre o assunto” ou buscar novos ares?

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O que será do Palmeiras se Felipão realmente sair?

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

O palmeirense realmente não tem sossego.

Logo após ver o time erguer a taça de campeão brasileiro, o torcedor alviverde já foi surpreendido com uma noticia bombástica: Felipão pode deixar o clube para assumir a seleção colombiana!

A informação foi “vazada” por Borja durante a comemoração do deca, no gramado do Allianz Parque, e confirmada por Scolari nesta segunda-feira, durante a premiação da Bola de Prata, da ESPN Brasil.

“Tenho convite, sim, mas é um assunto que agora, quando termina o Campeonato, a gente vai pensar com muita clareza”, informou o comandante alviverde.

Xiii…

Mas e aí, pessoal?

Gostem ou não, Scolari foi o único que conseguiu dar um jeito no então milionário e desunido elenco do Palmeiras.

E se ele realmente sair?

Existe no mercado algum treinador capacitado para dar sequência ao bom trabalho de Felipão?

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