Blog do Milton Neves

Eles nos deixaram em 2013!

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Mazurkiewcz Pardal Neto Maranhão Heitor Augusto Zequinha Lamin Torino

 

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Neto completa 47 anos e comemora sua grande fase de jornalista, comentarista e apresentador! E sua canhota não foi sacaneada na Copa de 1990, como a de Alex, em 2002???

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Hoje o craque Neto completa mais um ano de vida!

Aos 47 anos, o comentarista mais comentado do Brasil está no auge de sua carreira.

E mesmo dividindo adoradores e críticos, o filho prodígio de Erechim é, invariavelmente, lembrado em diversas conversas esportivas.

Seja pela opinião forte, pelo “baaaaaaita jogadorrrrr” que ele quer ver na Seleção ou por aquela não convocação injusta em 1990.

Neto é o Alex de outrora.

Canhotos e cerebrais, injustiçados com a amarelinha.

Lazaroni fez com o Xodó da Fiel o que Felipão fez com já consagrado Alex em 2002. (clique aqui e veja a página do Neto na seção “Que Fim Levou?“)

Mas o que você pensa do craque Neto?

Concorda com o jeito sincero, rústico e irreverente do ex-jogador?

Deixe sua mensagem para o “baaaaaita comentarista” e admirador do “Errrrrmeson”.

E ele garante: “haja o que hajar”, o Brasil será campeão da Copa de 2014!

Defina o neto de ontem e de hoje!

OPINE!

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Veja como era Galvão Bueno em 1969! Aliás, defina o narrador esportivo top da Rede Globo!

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Veja abaixo como era Galvão Bueno em 1969! Aliás, defina o narrador esportivo top da Rede Globo!

Clique aqui e veja a página de Galvão Bueno na seção “Que Fim Levou?”

Confira abaixo a identidade de Carlos Eduardo Santos Galvão Bueno em 1969

E veja abaixo outros grandes nomes da mídia nacional, quando jovens, barbudos e cabeludos!

O que você acha do narrador Galvão Bueno?

Opine!

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Eles nos deixaram em 2012! Deixe sua mensagem!

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Seção http://terceirotempo.bol.uol.com.br/quefimlevou_interna.php?id=5098&sessao=f João Paulo Reeberg Kemeron Xavier Marquito Ronaldo Baptista Navarro Tulica João Leme Richard Nassif Milton Rosa Carlos Valadares Gary Ablett Antonio Carollo Odilon Smolarek Antonio de Aguiar Filho Milton Capolillo Ernani Pires Ferreira Fauzi Kanso Benetti Josenildo Bellot Vigor Bovolenta Millor Fernandes Veronica Gomez Rashid Yekini Loureiro Júnior Marronzinho Bidon Jordan Manuel Preciado Ivan Lessa Zé Gonçalves Farid Germano Lautaro Bugatto Alexander Dale Oen Louzada Adriano Stuart Sabará Cláudio Cabral Toledo Hamilton Galhano Mauricio Candido David Meira Aníbal Jorge Vieira Alfredo Ramos Admir Mello Antonio Carlos José Savóia Roberto Moreno Félix Lédio Burigo Sergei Ovchinnikov Ruço Adão Milton Teixeira Raner Ted Boy Marino Sid Watkins Hebe Camargo Olavo Barbosa Gersinho Manequinha Elizabeth Pereira Jornal da Tarde Airton Pavilhão Abraham Katzenelson Lalá Chico Formiga Alex Alves Aldivan Luís Carrera Alberto Nelson Prudêncio Henrique Alfredo Borba Teófilo Stevenson Macho Camacho Joelmir Beting Dito Gamba Wilson de Freitas André José Adler Manguito Luiz Noriega Fidélis
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O homem das fotos que virou a TV Sarkis

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Veja a carteirinha de Sarkis, da antiga Federação Paulista de Futebol de Salão.

Por Milton Neves

E aí, toca o telefone.

Era um certo Sarkis, com voz carregada, sotaque forte de árabe, armênio, hebraico, polonês, húngaro, sei lá, não me lembro bem.

Ele queria me oferecer fotos, fotos de times e jogadores de futebol.

Eu estava começando em 1994 a ser “colunista”, numa loucura do Arnaldo Branco que Sérgio Xavier, de Placar, e Nilson Camargo, do Agora, não abortaram.

Fui até o apartamento do fotógrafo Sarkis.

Avenida Rio Branco, centro velho, prédio feio, cinzento, homens estranhos, mulheres não casadoiras de vida nada fácil, portaria de hotel de filme afegão e elevador (manual) londrino dos tempos de Jack, o estripador.

Cheguei, o velho Sarkis disse-me de cara que eu era “um bem intencionado historiador”, mas com fotos paupérrimas.

E ele dormia entre elas, dentre elas e com elas.

O apartamento era um imenso sótão com caixas e mais caixas de fotos-papel, pilhas de livros, sofás puídos cheios de estranhas máquinas fotográficas, numa desordem completa que me apaixonou.

É que Sarkis, no seu mundo particular de vida ao lado de ninguém, tinha milhares de fotos daquilo que mais gosto, além de minha família e de tentar entender o mundo maravilhoso do vinho: jogador de ontem, jogador de futebol “véio”.

É uma questão de gratidão.

Quem jogou futebol e falou de futebol no rádio, forjou meu norte, à deriva até 1971.

E Sarkis tinha o que eu mais queria: fotos de 63, 64, 65, 66, os anos mais felizes de minha vida a bordo de meu velho rádio GE de capa de couro marrom.

Aflito, sôfrego, as fotos que via no soturno apartamento davam vida, a cada segundo, a quase tudo que havia ouvido nas vozes de Pedro Luiz, Haroldo Fernandes, Flávio Araújo, Edson Leite, Jorge Cury, Geraldo José de Almeida, Alfredo Orlando e, principalmente, de Fiori Giglioti.

Sarkis pediu três reais por foto.

Paguei cinco, levei 615 delas.

A linda bagunça de Sarkis
Nessa aparente bagunça, o velho e saudoso Sarkis sabia onde encontrar cada foto que tirou de parte da história do futebol brasileiro

 

Em 19 anos de coluna, que não falhou um só domingo, quase todas foram publicadas e, no cantinho, as letrinhas sempre fizeram justiça: “Foto Sarkis”.

Nem sei se ele via, lia ou se sentia algum prazer.

O meu foi e continuará sendo indescritível.

Sou bom de rádio, apesar que já fui um Barcelona e hoje estou mais para uma Portuguesa, digamos, em boa fase.

Na TV, sou Guarani, e, escrevendo, o Hepacaré de Lorena ou o Seleto de Paranaguá.

Mas em duas coisas sou parada dura para perder: na gratidão e no amor ao boleiro de ontem.

E boleiro para mim é todo aquele que calçou chuteira ou que empunhou um microfone esportivo.

Conheço um pouquinho de cada um deles depois de tanto ouvir, ler e ver.

E sabem qual foi a melhor emissora que eu vi em toda minha vida?

A TV Sarkis.

É que essa TV me fez ver quase tudo que só ouvia em Minas e que tanto queria curtir nos estádios e não podia.

Mas estou muito triste, mesmo tendo hoje tanta TV para ver o que e quando quiser.

É que a principal delas se apagou.

As válvulas de minha velha TV Sarkis não agüentaram mais.

Sarkis morreu.

Acima vemos a despedida de Calvet do futebol. O palco é a Vila Belmiro, em 1965, num Santos 0×1 Palmeiras, gol de Copeu. Nicolau Moran Villar, Augusto da Silva Saraiva e Athiê Jorge Cury entregaram um troféu-despedida ao grande zagueiro gaúcho. Os três dirigentes praianos já morreram.

No Timão de 63: em pé, da esquerda para a esquerda, Neco, Cláudio Danni, Mendes, Edson Cegonha, Barbosinha e Gilberto. Agachados, da esquerda para a direita, Sérgio Echigo, Manuelzinho, Osmar, Rivellino e Lima. O mascote é o jornalista Mauro Beting.

 

Mais uma foto histórica tirada por Sarkis
1966: pela expressão facial de Garrincha você sente sua decepção ao estreiar no time do Corinthians perdendo por 3 a 0 para o Vasco, no Pacaembu.

Muitos de nós, jornalistas esportivos, somos criticados pelo saudosismo exagerado e por “inventar histórias”. Eu mesmo sempre recebo críticas por e-mails de torcedores que afirmam ser conversa mole quando digo que a Fiel Torcida, na primeira metade dos anos 60, lotava o Pacaembu, já às 13h dos domingos, só para ver o menino Rivellino e o time de aspirantes do Corinthians jogarem. Pois aí temos  provas em fotos maravilhosas e oportunas do saudoso fotógrafo Sarkis. Prestem bem atenção e vejam como estava o Pacaembu naquele domingo de 1964. Sabem a hora da foto? Por volta de 13h15!!! É que a preliminar dos aspirantes/juniores começava cerca de duas horas antes do jogo principal e se o estádio ficava lotado tão cedo é porque a Fiel gostava mais dos meninos e dos aspirantes do que dos seus, à época, sofríveis times profissionais. Acima, diante de uma multidão com muita gente de chapéu de papel, você confere Almeida, Luis Antônio, Luis Carlos Gálter, Souza, Luís Américo e o goleiro Alexandre. Agachados, Rafael, Nélson Jacaré, Nunes, Roberto, Adinan e o massagista Rodrigues.  Hoje, um time de juniores joga uma partida com tanto público? Nem o time de cima.

Lá pelos anos 60, não havia substituição no futebol, só do goleiro. Quando alguém se machucava, ia para a ponta-esquerda “fazer número”. Alias uma expressão que desapareceu da literatura esportiva, assim como a escalação “do goleiro ao ponta-esquerda”. Assim, sem banco de reservas no jogo principal, até jogador veterano ou titular eventual ia fazer a preliminar, formando o time de “aspirantes” ao lado de alguns juniores. É o caso desse outro jogo, no lotadíssimo Pacaembu, em 1963, também em foto tirada por volta das 13h15. Acima, veja em pé: Neco, Cláudio Danni, Barbosinha, Ari Ercílio, Jorge Correia e Mendes. Agachados: roupeiro Romeu, Sérgio Echigo, Manuelzinho, Osmar, Rivellino e Bazani. Amigos, hoje, nem jogo de Copa do Mundo lota estádio duas horas e meia antes do apito inicial.

 
Agora, em jogo de profissionais, veja como em 1964 também o Parque São Jorge ficava lotado e até com gente se segurando no madeirame das placas de propaganda. E se o velho e lotado Parque servia naquele tempo por que atualmente não serve mais para jogos do Timão? E olha que atualmente o estádio está muitíssimo em melhores condições, certo? Em pé: Augusto, Oreco, Cabeção, Cássio (mora na Bélgica), Eduardo e Ari Clemente. Agachados: roupeiro Irineu, Bataglia, Silva, Nei, Rafael e Ferreirinha.

 

Aqui, um Sarkis mais novo, em 1986!

Conheça a página de Sarkis na seção “Que Fim Levou?”

Leia o bonito texto TV Sarkis, saiba como é “construída” parte da memória do esporte brasileiro e deixe a sua mensagem de “Feliz Natal”

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Puxei da Memória SANDISK: Êita, “Trem bão”! O Cruzeiro viajando de trem! Emocionante!

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Hoje  é dia de puxar da memória com a Sandisk! E hoje ainda tem “craque” que reclama dos ônibus de Primeiro Mundo e até de certos aviões e companhias aéreas!

Pode?

Vejam nestas fotos maravilhosas como o grande Cruzeiro viajava em 1966.

À época, o time era o melhor do Brasil e viajava de … trem!!!

E logo depois de ter metido 6 x 2 e 3 x 2 no Santos de Pelé, nas finais da Taça Brasil de 66…

Grandes craques como Dirceu Lopes, Tostão, Piazza e etc, eram também sinônimos de enorme simplicidade, paciência e infinita humildade.

 

 

Relembre momentos maravilhosos e guarde na memória com Sandisk!

Conheça a seção “Que Fim Levou?”

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Puxei da Memória: Divirta-se com incríveis fotos de Faustão como goleiro e no inesquecível “Perdidos na Noite”!

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O especial “Memória” do Portal Terceiro Tempo e Blog do Milton Neves homenageia nessa semana um dos maiores comunicadores de todos os tempos: Fausto Silva, o nosso Faustão. O grande apresentador da Rede Globo completou na semana passada 62 anos (segundo Mauro Beting, com corpinho de 74. Que maldaaade!).

Então, veja abaixo incríveis fotos de Faustão em sua infância, como goleiro em Porto Ferreira-SP, como repórter de campo da Rádio Jovem Pan e em seu início como apresentador, no inesquecível “Perdidos na Noite”.

Puxei da Memória SANDISK: Time de estrelas – Fausto com outras feras da Pan, em 73, no estádio do Morumbi

 Time de estrelas – Fausto com outras feras da Pan, em 73, no estádio do Morumbi

Muralha – A foto enviada por Christiano Blota revela o goleiro Fausto Silva

Sem querer, querendo! - O novinho Faustão era parecido com o Senhor Barriga, do Chaves

Grande Faustão! - Acima, um dos jogos inaugurais do Canindé. Da esquerda para a direita, Carlos Alberto Torres, o árbitro Oscar Scolfaro, Faustão (atrás, de óculos) e Simões, do Benfica

 

Band, 1986 – Era a estreia do “Perdidos na Noite”, na TV Bandeirantes

Valendo – Faustão e Gugu, grande comunicadores concorrentes, em 1988

Preparação - Faustão, em 1985, antes de mais um Perdidos na Noite

Clique aqui e confira a história de Faustão na seção “Que Fim Levou?”

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Bin Laden era corintiano?

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Tem gente falando aí que o Bin Laden era corintiano…

Ele que, aliás, está na seção “Que Fim Levou?” do Portal Terceiro Tempo. O maior acervo de internet da história do futebol no mundo.

Lá você encontra fotos como essa…


Foto: Que Fim Levou? / Terceiro Tempo

Mas será que ele era torcedor da Fiel, mesmo?

O Bono do U2, todo mundo sabe, é alvinegro desde criança…

Agora, diante dos fatos, fica a dúvida:

O que São Paulo, Palmeiras e o Bin Laden tem em comum?

Sabendo que o Muricy Ramalho sentenciou o Tricolor;

Que o Felipão condenou o Verdão;

E o Bin Laden foi “julgado ao mar”…

Está na cara!

Todos foram eliminados no último final de semana.

Mas a pergunta que fica é essa:

Afinal de contas, o Bin Laden era corintiano?

Opine!!!

Confira a história de Bin Laden na seção “Que Fim Levou?”

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Quem é melhor? Messi ou Neymar?

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(Veja o vídeo com a opinião de Milton Neves)

Meu amigo internauta,

Muita gente compara o Neymar ao Messi.

Pra mim, é algo desigual, apaixonado e patriota de alguns fanáticos.

O melhor dos “Pelezinhos do Santos” é o Neymar.

Mas ele ainda não jogou nem 20% do talento que recebeu de Deus.

Ainda está longe do Messi, apesar de ter bola para superar o argentino no futuro.

Mas, pra você, meu amigo, quem é o melhor? Neymar ou Messi?

Opine!!!

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Djalma Santos: “Kleber só cai e Palmeiras não é um dos maiores clubes do Brasil”

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Meu amigo internauta,

O torcedor do Palmeiras sente saudade…


Confira mais fotos de Djalma Santos na Sessão “Que Fim Levou?”

A Academia que já teve Djalma Santos, Valdir, Valdemar Carabina, Djalma Dias, Dudu, Geraldo e Ademir da Guia…

Com um time desse fico a imaginar o que teria acontecido no jogo do Verdão contra o modesto Comercial do Piauí.

Djalma Santos, que fez história na Academia do Palestra, andou reclamando.

Em entrevista concedida ao repórter Chico de Assis, na redação do Terceiro Tempo, disse que o atual elenco do Palmeiras não está entre os grandes de São Paulo.

Clique aqui e ouça a entrevista com Djalma Santos

“Você não pode dizer que o Palmeiras é um dos melhores clubes de São Paulo, um dos maiores clubes do Brasil. Faltam alguns elementos, ali, para meter a bola pra dentro do gol. O problema está nos atacantes. São muito ruins. Esse rapaz, o Kleber, ele é muito bom, mas parece que ele joga sempre caído no chão. Ele cai muito!”

E você, meu amigo, concorda com Djalma Santos?

O Palmeiras não é um dos melhores clubes do país? E o Kleber anda caindo demais?

Opine!!!

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