
E o perpétuo Juvenal Juvêncio segue dominando o São Paulo com mão de ferro.
Depois de Ricardo Teixeira é o último caudilho de nosso futebol.
Mas Marco Polo Del Nero fez um rápido curso de madureza e já é forte revelação nesta área dos dirigentes eternos.
Ele quer ser o Neymar do cartolismo nacional e internacional.
E é incrível como o São Paulo, mesmo sendo o maior clube da América do Sul, continue sendo tão passivo e submisso a um dirigente que agregou tanto poder e tanto apreço ao seu ego de dono do Morumbi.
Fazendo tabelinha com a lentidão do Poder Judiciário, vai se tornando o presidente dos 1000 anos do Tricolor.
Ele manda, desmanda, contrata, escala, veta escalação e até expulsa jogador da concentração.
E deu no pobre Paulo Miranda (e no Leão também) a maior humilhada de nosso futebol nos últimos tempos.
Foi bullying, fratura exposta da honra!
E seus diretores, carreiristas, bateram palmas.
Emerson Leão, “de favor” no clube e em cargo já praticamente extinto para seu atual patamar, contrariou sua história e bisonhamente ficou na moita na savana do Morumbi.
Justo ele de fantástica carreira como número 1 e de técnico mediano, medíocre.
Não poderia ter engolido esse mico.
Não precisava e não precisa.
Tudo pra ver se aguenta mais uns tempos no grande São Paulo?
Deveria ter se mandado do clube, dizendo: “Assim, nem a pau, Juvenal”!
Afinal, nessa sua lotérica volta à mídia graças a bondade do São Paulo, Leão não arrumou nenhuma confusão.
Ao contrário do que ocorreu nos seus últimos “1000” times.
E fica agora refém do seu “presidente soberano” e na obrigação de eliminar a Ponte Preta.
Aliás, acho até que vai dar.
Mas já não deu para Leão treinador, mais uma vez.
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O ex-goleiro Marcos estreia neste domingo no Terceiro Tempo da Band como garoto-propaganda do polivitamínico Gerovital da gigante farmacêutica EMS.
O filme ficou muito bom como tudo que ele fez e faz na vida.
E quando Rogério Ceni volta a estrear no gol do São Paulo?
Serve também no banco como técnico ou no gabinete como presidente.
Sem um braço Rogério Ceni funciona mais do que tudo e todos no Morumbi.
Ao contrário do abstrato “João sem Braço”, o concreto “Rogério Sem Braço”, o maior jogador da história do São Paulo, faz tanta falta ao “Mais Querido” como a água para o Peixe.
E já deu Peixe no Paulistão.
Também, com essa sacanagem de se fazer dois jogos no Morumbi, até jiló é doce.
Pobre Guarani, por uns trocados a mais teve que deixar de lado suas anteriores pequenas chances de ser campeão.
Foi errado, como Tite errou ao demorar tanto para escalar Cássio no gol do Corinthians.
Ora, se o gaúcho era tão bom como provou em Guaiaquil, por que não entrou antes?
Juvenal Juvêncio já teria trocado Júlio César por Cássio duzentas concentrações antes.
Na marra ou não.
E o Zizao, hein? Estaria correndo atrás de Antônio Carlos Sandoval Catta Preta para processar o Corinthans por abandono afetivo?