Blog do Milton Neves

Quem é melhor: Corinthians ou Barcelona? Para a Fifa só existem os dois como bicampeões mundiais! E os títulos de São Paulo, Santos, Flamengo e Grêmio?

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A dona Fifa gosta mesmo de uma polêmica.

Agora, a entidade máxima do futebol mundial se tornou amiga do Timão.

Afinal, no site oficial da federação só Barcelona e Corinthians são considerados bicampeões mundiais.

Os catalães em 2009 e 2011; e os paulistas em 2000 e 2012.

De 2000 para trás, tudo é considerado “Torneio Intercontinental”.

Os pioneiros títulos santistas de 1962 e 1963 viraram história.

Assim, a conquista do Flamengo em 1981 também não vale mais.

O Tricolor perde o posto de tricampeão, em 1992, 1993 e 2005, e só tem um troféu.

O que você acha desta história confusa?

E o Corinthians atual bateria o Barcelona?

Opine!

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Corinthians é o primeiro time brasileiro a usar o símbolo da Fifa! Curta aqui a camisa preta do Guerrero e tente ganhá-la!

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Sua frase criativa pode levá-lo à vitória.

Então, publique um comentário abaixo e boa sorte!

E o vencedor foi Roberto Pereira com a frase:

“Com a inspiração de teu passado, na força de teu presente e na esperança de um futuro ainda mais glorioso. O Corinthians está no topo do mundo mais uma vez, e a terra nunca mais será a mesma. Do divino Cássio das mãos de ouro, ao heroico Guerrero de cabeça boa, o globo aprendeu o novo significado para a palavra Fiel. E os corações de milhões de corintianos pulsam na mesma sintonia: Vai Corinthians!”

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Corintianos fazem festa pelas ruas de Tóquio. E a ajuda do trem-bala à cobertura do Mundial

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De Tóquio, Japão
Fotos e texto: @fabiolucasneves

Na concentração do Corinthians, em Nagoya, é enorme a expectativa dos jogadores e da comissão técnica sobre a tão decantada “invasão” da Fiel ao Japão. Como o time estava de folga nessa manhã, a reportagem do Portal Terceiro Tempo seguiu até Tóquio, onde a imensa maioria dos torcedores do time paulista está hospedada, para conferir a movimentação na cidade.

 

O transporte escolhido, claro, foi o Shinkansen. Os quase 300 quilômetros que separam Nagoya da capital foram percorridos em menos de uma hora e meia.

 O trem-bala existe desde 1964 e, em testes, já atingiu a velocidade de 580 quilômetros por hora.

 

A viagem é feita confortavelmente em poltronas reclináveis. A estabilidade do equipamento impressiona. Os passageiros podem dormir à vontade, sem se preocupar com a bagagem colocada no compartimento acima dos assentos, já previamente marcados. O risco de furto é zero.

 

 E eis que, no horizonte, surge o Monte Fuji, a montanha mais alta do país com 3.776 metros. Sinal de que Tóquio se aproxima.

 

 O desembarque na metrópole com a maior densidade demográfica do planeta aconteceu na altura do bairro de Shinagawa. De lá, foi preciso pegar o metrô (lotado) até Shinjuku, no centro. É nessa região que os corintianos estão instalados.

Na saída da estação, surgiu o primeiro alvinegro, Eric, que não obteve a autorização da esposa para levar o filho Pedro ao Mundial. “Improvisei com esse poster para senti-lo perto de mim, mesmo tão longe de casa”, afirmou.

Em Shinjuku, os “fiéis” surgem aos montes, sempre em pequenos grupos. Os gritos de “Vai, Corinthians” contrastam com o surpreendente silêncio que costuma imperar nas ruas de Tóquio.

A maior loja de esportes do Japão, a Kamo Sports, montou uma espécie de stand do Timão logo na entrada do estabelecimento. As camisetas mais procuradas são as que mencionam a “invasão”.

O gerente Toshikatsu Honda, cujo maior ídolo é Emerson Sheik, revelou que é pequeno o movimento de fãs do Chelsea. “Se eles vieram ao Japão, estão escondidos”, brincou.


Bastou fazer um plantão de quinze minutos na entrada do The Washington Hotel, um dos maiores da região, para acompanhar a chegada de mais torcedores.

 

 Ele vieram de todas as partes do planeta. Da Oceania aos Estados Unidos. Da Europa ao Oriente Médio. E do Brasil, claro.
 

 

Prevenidos, os corintianos estão munidos de cachecóis. Na semifinal diante do Al-Ahly, amanhã, o frio promete.

 

O otimismo é grande…

 

Assim como a curiosidade dos japoneses quanto à movimentação dos brasileiros pelas ruas e avenidas. O Mundial tem pouco espaço na imprensa daqui e muitos nipônicos estão alheios ao evento.

Perto das 4 da tarde, havia chegado a hora de voltar à região de Nagoya. Às 7 da noite, em Toyota, aconteceria o reconhecimento do gramado do estádio em que será disputada amanhã a semifinal. Ao todo, a reportagem do Portal Terceiro Tempo viajou quase 600 quilômetros em menos de três horas no trem-bala. Graças ao Shinkansen, deu tempo de fazer a cobertura das duas pautas.

Aí está a prova. Apenas 15 minutos da atividade do Corinthians no Toyota Stadium foram liberados à mídia. O goleiro Cássio, como se vê, treinou normalmente, depois de ter sido poupado por causa de dores no ombro.

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“Solidão” de Tite e divididas marcam treino do Corinthians no Japão

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De Nagoya, Japão
Fotos e texto: @fabiolucasneves

Tite anda com o olhar vidrado, concentrado. Na cabeça do técnico do Corinthians, a maneira com que o time deve disputar o Mundial já foi definida e redefinida milhares de vezes. Quem acompanha a intimidade do treinador na concentração da equipe no Japão se acostumou a vê-lo sempre pensativo, como se conseguisse visualizar mentalmente detalhes das partidas do Alvinegro no Mundial.

Antes da entrada dos atletas para o treino desse domingo, em Kariya, Tite passou cerca de 20 minutos sozinho no gramado.

Apenas com uma bola como companheira, ele caminhou lentamente ao redor do campo, compenetrado, em silêncio absoluto, focado.

Mas engana-se quem pensa que o gaúcho de Caxias do Sul é centralizador. As decisões sobre as estratégias do time são discutidas abertamente com os companheiros da comissão técnica Fábio Carille, Geraldo Delamore, Fábio Mahseredjian e Cléber Xavier, fiel escudeiro de longa data.

A relação dele com os atletas também é franca. Durante o aquecimento, Paulo André e Martínez o procuraram para um bate-papo. Tite ganhou o grupo ao instituir uma briga sadia por uma vaga entre os titulares. Quem está melhor, joga. Simples assim.

Já faz algum tempo que Jorge Henrique (à esquerda) deixou de receber o colete azul reservado aos preferidos do treinador. No clube desde 2009, o atacante se esforça para recuperar o espaço.

A vontade excessiva de mostrar serviço levou o ex-botafoguense a dividir essa bola de forma ríspida com Emerson. Os treinos no Wave Stadium têm sido “pegados”.

Prova disso é que, pouco depois, Sheik derrubou Jorge Henrique em outro lance forte.

Com a ajuda do médico e depois de receber tratamento, o baixinho se levantou para seguir na atividade. A intensidade demonstrada pelos atletas na preparação para o Mundial, desde Dubai, tem agradado a todos na delegação.

Guerrero treinou mais uma vez sem sentir dores no joelho e “fechou” a escalação do Corinthians para a estreia no Mundial. Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas; Sheik e Guerrero. Onze atletas escolhidos puramente pelos próprios méritos. Palavra de Tite referendada pelos jogadores.

Curiosidades

Pouquíssimo notado pelas lentes dos fotógrafos e cinegrafistas, e também longe dos olhares da torcida, o auxiliar Fábio Carille dá instruções à beira do campo aos jogadores e troca gestos com Tite. É um dos homens de confiança do técnico.

O presidente Mário Gobbi confirmou a renovação do contrato com a Nike até 2022 (cerca de R$ 30 milhões por temporada) e a definição do valor do prêmio ao elenco caso aconteça a conquista do Mundial. Cada jogador receberá em torno de R$ 120 mil.

Para se esconder do frio, o repórter cinematográfico Sidney da Matta, da ESPN, usou uma espécie de touca ninja na terra dos samurais. O treino do Timão aconteceu sob uma temperatura de 2 graus. A sensação térmica era de -1.

No ar-condicionado do vestiário, o goleiro Cássio pôde ser submetido a uma sessão de fisioterapia. Bruno Mazziotti fez um tratamento preventivo no ombro do goleiro.

Separados no nascimento: o fotógrafo oficial do clube, Daniel Augusto Júnior, se divertiu ao encontrar um “irmão japonês” em Kariya.

E não é que nevou agora à noite (aqui) em Nagoya? A foto é do amigo André Henning, do Esporte Interativo.

Também há previsão de neve para a estreia do Corinthians contra o Al Ahly, na quarta-feira.

Leia também:
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“Religião de janeiro a janeiro”, Corinthians comprova fidelidade e devoção de torcedores fora do País

Sheik é um personagem de ouro e o “cara” para desequilibrar no Japão

FOTO: Tite e a Fiel

Corinthians treina pela manhã e a terra treme no início da noite no Japão

Por onde passa, o Corinthians pinta o Japão de preto e branco

Fiel marca presença no único treino do Corinthians em Dubai

FOTO: De olho no topo do planeta, corintianos conhecem o prédio mais alto do mundo em Dubai

E vamos para Dubai. Em seguida, Japão!

Do embarque alvinegro à sobremesa verde e branca rumo a Dubai

FOTO: O amanhecer em Dubai encanta até os insones.

Em Dubai, Corinthians vai ao shopping para “comprar” adaptação ao fuso horário

 

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A seleção brasileira realmente vive o pior momento de sua história? Culpa do Mano, dos dirigentes ou da safra?

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A seleção brasileira caiu mais duas posições no ranking da Fifa.

Agora, o time canarinho ocupa o 14º lugar, pior colocação desde 1993, quando o ranking foi criado.

Vale ressaltar que as Eliminatórias para a Copa, que o Brasil não disputa por ser sede do próximo Mundial, rende muitos pontos aos demais países.

Mas, mesmo assim, será que esse ranking reflete a realidade?

A seleção vive realmente o pior momento de sua história, aquém até do decepcionante time formado após a Copa de 1990?

Se sim, você considera como principal responsável por este momento o técnico Mano Menezes, quem dirige a CBF ou a safra de jogadores do nosso futebol?

E será que a torcida tem deixado de lado a seleção pelo momento que ela vive, ou a fase pela qual a equipe passa é reflexo do abandono do brasileiro?

Ah, só para não ser injusto, lembro que, em contrapartida, em questão de ranking, o Corinthians vai muito bem, ocupando a sétima posição da lista mundial da IFFHS, sendo o melhor clube brasileiro.

O mundo deve estar ao contrário mesmo, viu…

OPINE!!!

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Após tantos erros de arbitragem, não está na hora de “digitalizar” o futebol? Neste final de semana, foram “operados” Bahia, Santos, Grêmio, Treze da Paraíba, Joinville e Náutico!!!

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Já é senso comum reclamar dos erros de arbitragem no futebol.

Impedimento, falta mal marcada, cartões em demasia… Tudo cai nos ombros cansados dos homens do apito.

Não que sejam completamente inocentes, mas a falta de profissionalismo emperra a evolução desta atividade.

A última rodada do Brasileirão foi a gota d´água: Flamengo, Internacional e até o Cruzeiro, que perdeu, foram auxiliados pelo “Apito Amigo”.

Assim, neste final de semana, foram “operados” Bahia, Santos e Grêmio.

Outros exemplos não faltam no futebol nacional e mundial. E grandes juízes também já tiveram sua credibilidade afetada.

Arnaldo Cezar Coelho errou feio na decisão do Brasileirão de 1983, entre Santos e Flamengo, quando Pita sofreu falta dentro da grande área e nada foi marcado.

Armando Marques, referência à época, perdeu as contas na final por pênaltis do Paulistão de 1973, entre Santos e Portuguesa, e o título acabou dividido.

Até na Copa do Mundo acontecem deslizes. Dois dos casos mais famosos são protagonizados entre Alemanha e Inglaterra: em 1966, o chute do inglês Hurst acertou o travessão e pingou sobre a linha. Validaram o gol.

Já em 2010, na África do Sul, veio o troco: nas oitavas de final, inglês Lampard arrematou na trave, a bola bateu com força dentro da meta, mas acabou fora da baliza. Sem titubear, o juiz mandou o jogo seguir.

Até a Fifa, entidade que regulariza o futebol, demora para planejar melhorias.

Mesmo com a implantação do chip na bola, até agora, a tecnologia só serviu para delatar e desmoralizar os árbitros, que são fadados a tornarem-se eternos carrascos.

Será este o momento de “digitalizar” o futebol?

Ou os erros fazem parte do esporte?

OPINE!!!

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Comparação: Timão x Barça – Barcelona equivale a “10″ Corinthians

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Por Tufano Silva

Após a queda para a série B do Campeonato Brasileiro, em 2007, o Corinthians passou por diversas reformulações. Talvez, a principal delas, aconteceu no marketing do clube. Desde a chegada de Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente de marketing do Timão, com o ex-mandatário Andrés Sanchez, o time do Parque São Jorge passou a explorar sua valiosa marca como nunca havia feito na história.

E as mudanças nas estratégias logo deram frutos. Desde 2009, anos em que retornou à elite do futebol brasileiro, o Corinthians tem sido o líder de arrecadação entre os clubes brasileiros, deixando para trás Internacional e São Paulo, que há tempos encabeçavam esta lista.

Sendo assim, claro, o torcedor corintiano se pergunta o quão significativo é esse avanço. Se com isso, a dívida do clube, sempre tão comentada, diminuiu. E, principalmente, se o Alvinegro já pode ser comparado com outras grandes agremiações do mundo.

Para ter essa noção, confira abaixo o comparativo de diversos itens entre o Corinthians e o Barcelona, que até pode não ser o clube considerado o mais rico do mundo – perde para o Real Madrid, segundo estudo realizado pela Deloitte – mas, sem dúvida, é o clube mais visado do planeta nos últimos anos.

Estádio

Parque São Jorge

Apesar das gozações dos rivais, o Corinthians tem, sim, um estádio. Ele se chama Alfredo Schürig, e fica localizado dentro do Parque São Jorge. Ele era muito utilizado pelo Timão até a primeira metade da década de 80, mas, depois, o Timão passou a optar por mandar seus jogos no Pacaembu ou Morumbi, onde podia colocar um maior número de torcedores.
A Fazendinha, como é conhecida, tem capacidade para 16 mil torcedores, e as dimensões do campo não são divulgadas pelo clube.

*Por ainda não estar pronta, a Arena Corinthians não entrará neste comparativo

Camp Nou

O Estadi Futbol Club Barcelona, mais conhecido com Camp Nou, Campo novo, em português, foi fundado em 27 de setembro de 1957. Ele tem capacidade para 95 mil pessoas as dimensões do campo são de 105m por 68m.

Centro de treinamento

Joaquim Grava

Centro de Excelência e Treinamento de Futebol Dr. Joaquim Grava, construído no Parque Ecológico do Tietê, foi inaugurado pelo Corinthians em setembro de 2010. Com três campos oficiais, um mini-campo e hotel com 32 apartamentos, o CT Joaquim Grava foi eleito pela FIFA o melhor centro de treinamentos Da América Latina.

Cotas de TV

Neste item, o time catalão leva imensa vantagem. Enquanto o Corinthians passa a receber a partir de 2012 84 milhões de reais por ano, o Barça recebe aproximadamente R$ 336 milhões.

Receita dos clubes

Neste quesito, o Barcelona também aparece à frente do Corinthians. Em 2011, o time brasileiro teve uma receita de pouco mais de 290 milhões de reais, enquanto os espanhóis arrecadaram aproximadamente 994 milhões de reais.

Dívida

Na mesma proporção em que arrecada mais, o Barcelona também deve muito mais no que o Corinthians. Em 2012, a dívida do clube catalão estava estimada em torno de 885 milhões de reais, enquanto o Timão devia R$ 178 milhões.

Patrocínio

Em 2011, o Barcelona fechou um contrato até a metade de 2016, para receber cerca de 108 milhões de reais por ano, enquanto, em 2012, o Corinthians segue buscando uma marca para lhe pagar R$ 50 milhões por temporada.

Valor das equipes

Juntos, os jogadores do elenco do Barcelona valem cerca de 1 bilhão e 400 milhões de reais, enquanto os atletas do Corinthians custam R$ 165 milhões.

Torcida

Um dos maiores orgulhos do clube é o quesito que o Corinthians leva a maior vantagem sobre o Barcelona. Enquanto, no mundo, existem aproximadamente 25 milhões de torcedores do Timão, o clube catalão tem “apenas” 11 milhões de fãs espalhados pelo planeta.

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Agora o futebol ferve

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É o último domingo morno.

Acabam os regionais muito longos e infelizmente hoje sem o prestigio de antes.

São torneios que viraram pré-temporada com jogos oficiais e preparatórios para o Brasileiro e a Libertadores.

Inter, Flu e Avaí já são campeões.

O América de Natal já foi.

O Santos então…

Neste domingo vai ter festa branca no Morumbi em jogo que servirá de palco para a excelência de Neymar e Ganso e para se comemorar esse título paulista tão fácil.

Mas, gozado, quem ganha dá um sorriso amarelo.

Só que, quem perde, arranca os cabelos.

Julio César, Paulo Miranda, São Paulo, Deola, Jadson e Palmeiras que o digam.

E a situação de um dos dois clubes vai piorar com a próxima eliminação da Copa do Brasil.

Um é certo.

Dois, bem provável.

Como é provável que o Santos ganhará também a Libertadores.

O time está sobrando e o pobre arrogante do Bolívar perdeu o rumo de casa, na quinta-feira.

Deu dó.

Mas provou de novo como a altitude de La Paz e de Potosi é cruel, desumana e desonesta para qualquer time visitante.

A Fifa deve estar só esperando morrer um jogador de fora lá na Bolívia para criar vergonha na cara e proibir futebol nas alturas da imbecilidade e da crueldade futebolísticas bolivianas.

Palmeiras e Felipão. Está aí um casamento que já deu.

Felipão no São Paulo seria “a fome e a vontade de comer” como sempre diz o jornalista Mauro Beting, criador desse dito popular.

Na vida, quando dois não estão felizes que haja o divórcio.

Ou mesmo o desquite, como era dito antes.

Assim, os dois lados respirarão aliviados com sorrisos de orelha a orelha.

Como feliz, sorridente e solidário é Fausto Silva, o Faustão, meu velho companheiro de Jovem Pan (72 a 78) e de restaurante Rodeio.

Fausto, J. Háwilla, Neto, Datena, dois empresários da publicidade, Flávio Ricco e eu estamos fazendo uma corrente do bem para trazer paz a um jornalista atormentado vítima do imponderável, sempre com seus bons e maus momentos na vida.

Todos nós acertamos e erramos, faz parte, mas o sofrimento não pode ser eterno.

Muito obrigado a eles, especialmente ao santo Faustão, o Marcão da TV.

Mano Menezes fritado em “Óleo Banho Marin” obedeceu ao presidente da CBF José Maria Marin e cortou Ronaldinho Gaúcho para a Olimpíada.

Sim, foi na marra, mas a não convocação do ex-grande craque foi merecida.

Mas Mano agregaria muita credibilidade em seu currículo se mandasse a CBF embora como Guardiola fez com o Barça.

E que Leão não teve coragem de fazer com o São Paulo do presidente, técnico, diretor, chefe, “médico”, coordenador e treinador Juvenal Juvêncio.

Montagem: @tulionassif

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Fifa, proíba o rodízio de coices!

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Não é só a Fórmula 1 que virou turfe.

O futebol também.

A sorte é que Neymar nasceu feito de borracha como Pelé e Leônidas da Silva.

Mas é incrível o esforço que se faz hoje no Brasil para quebrar o menino de ouro da Vila.

Como no mundo do crime em que o bandido vira mito se matar alguém muito famoso, no futebol brasileiro temos hoje uma obsessiva caça ao Neymar.

Em todo jogo do Santos temos um candidato a Márcio Nunes, do Bangu, aquele que quase inutilizou Zico e que tanto nos atrapalhou na Copa de 86.

E, por favor, mais uma vez, não confundam Márcio Nunes, o lateral, com Márcio Rossini, o Márcio Paulada, também ex-Bangu e vigoroso zagueiro igualmente do Santos nos anos 80.

E Márcio Nunes, obscuro, passou tristemente para a história como o carrasco de Zico.

E quem será o “herói” a conseguir quebrar Neymar?

O molão do Moledo do Inter, mesmo perdendo seus poucos molejos no trato da bola e na marcação de atacantes, é forte candidato.

E será que ele teve a mesma orientação de Dorival Júnior que o técnico Moisés deu a Márcio Nunes em 1985?

Mas não foi só Moledo, espécie de novo Marião ou Dama – que não eram maldosos -, a bater no Neymar e no Ganso.

Na quarta-feira o Beira-Rio parecia o Hipódromo de Porto Alegre.

E no páreo corrido naquele vermelho e lindo Jóquei Clube não deu para o “potro” Moledo e para outros retardatários que ficaram longe do disco final.

Um pecado, para a  vergonha de zagueiros colorados célebres, geniais e gentis como Figueiroa e Gamarra.

Como também o azul e “bíblico” Airton Pavilhão, morto na véspera em Porto Alegre, esfriando no caixão, ainda ouviu relinchos em meio aos coices colorados que partiam da beirada do Guaíba.

Justo Pavilhão, o melhor zagueiro de área do mundo, que foi cortado da Copa de 62 porque Aimoré Moreira achava um absurdo um beque ousar não fazer… faltas!!!

Viu, Moledo?

O mesmo Pavilhão que deixou o Santos de Pelé, Jair Rosa Pinto, Geraldo Scotto, Dorval, Pagão, Veludo, Zito e Pepe em 58, por saudades do chimarrão, dos pampas e de Porto Alegre.

Ah, Pavilhão, como você nunca mais!

Certo, Felipão?

Certo, Espinosa?

Que a Fifa acorde para o bem de Neymar, de Messi, do futebol e do talento.

Como antigamente em que  “três ´córni´é pênalti”, que a partir de 2012 a terceira falta passiva de cartão amarelo, por violência em revezamento programado, seja punida com cartão vermelho por “conjunto de obra mal feita”.

Sobraria para o terceiro jogador-cavalo da fila.

Esse rodízio de coices no craque dos times precisa acabar como brilhantemente a FIFA acabou com a bola recuada como os pés para o goleiro fazedor de cera.

Ovo de Colombo!

Ou de Colomba Pascal!

Leão e Miguel, da Lusa, por exemplo, campeões mundiais da cera, teriam hoje muita dificuldade sonegando tempo de jogo.

Enquanto isso vamos torcer para Neymar continuar escapando das escaramuças criminosas de caçadores de fama pela crueldade de suas travas venenosas e invejosas.

Sob pena de o futebol, o Santos e nossa Seleção Brasileira perderem o único pelezinho de verdade que surgiu depois do polvo Edson de Três Corações, três olhos, 200 pernas, 200 pés e 1000 dedos tocando uma só bola.

Estamos conversados, dona Fifa?

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E não é que a FIFA vai anunciar nesta quinta-feira o Itaquerão como sede da abertura da Copa do Mundo de 2014? Ela só não falou o que o Corinthians vai fazer com aqueles dutos de petróleo…

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A decisão já foi tomada na Suíça e deve ser oficializada nas próximas horas.

Uma boa notícia para a cidade de São Paulo, injustiçada com a Copa das Confederações.

De qualquer forma, não deixa de ser uma sacanagem com o Morumbi!

Mas, a bem da verdade, Juvenal Juvêncio perdeu a queda de braço com Andrés Sanches e, agora, vai assistir a abertura do mundial no Itaquerão.

Estádio que ainda não passa de um terrão de várzea e que de um total oficial de R$ 820 milhões terá mais da metade de todo orçamento com isenção fiscal.

Insentão, pode?

E se alguém se machucar em “campo”?

Ora, será transportado de helicóptero para o bairro do Morumbi ou para a região da Avenida Paulista…

Então, por que não fazer a Copa no Morumbi?

Ainda dá tempo!

Nem que para isso seja preciso enterrar a Transamazônica da Bola junto com a chororô da Fiel.

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