O ex-presidente do Corinthians e ex-diretor de seleções da CBF foi entrevistado durante o 12º Curso de Jornalismo Esportivo de Alexandre Praetzel, que acontece na redação do Portal Terceiro Tempo.
Sempre polêmico, Sanchez relembrou períodos complicados à frente do Corinthians e aproveitou sua experiência na entidade máxima do futebol nacional para alfinetar os atuais gestores da CBF.
Questionado sobre o rebaixamento em 2007, à época mandatário do Timão, Andrés afirmou tentar evitar a queda a qualquer preço.
Envolvendo até a Vênus Platinada da mídia brasileira:
“Eu procurei o mundo para não cair. Ninguém me procurou, mas eu procurei o mundo e daria o mundo que eu pudesse para não ter que cair. E caí. Com todo respeito aos outros clubes, cair o Corinthians é diferente, e isso ficou provado. A única, talvez no meio do futebol, que comprou, ou pedia, tentava brigar para fazer mudar para não cair, foi a Rede Globo.”
Já sobre a Confederação Brasileira de Futebol, o ex-diretor de seleções foi enfático.
“A CBF coloca muita coisa em dúvida. Falta transparência por mais que seja entidade privada. Maior transparência é o começo do processo de aproximação da seleção e da CBF do povo”.
E sobrou até para a nova “Família Scolari”…
“Acho que passou a época do Felipão. Se o Mano convocasse o Matheus Vidotto (quarto goleiro do Corinthians)hoje, ele estaria preso”.
Antes de terminar sua entrevista, Andrés Sanchez reiterou que não é candidato à presidência da CBF, mas declarou depois à reportagem do portal Terceiro Tempo que “revolucionaria o futebol brasileiro”, se fosse eleito para a função.
Assim como Romário e Ronaldo, você concordaria com Andrés Sanchez na presidência na CBF?
Vejam e ouçam acima o que o ” Terceiro Tempo” da Band
em 24 de novembro de 2012sugeriu e opinou sobre a comissão técnica da seleção
Mano Menezes não deveria nem ter entrado.
Culpa de Muricy que não soube assumir.
Como Felipão não soube entrar no São Paulo.
Sonia Racy descobriu antes.
Para o médio e traído Mano, seleção era mesmo muita areia para a camionete dele.
Até a Kaiser descobriu.
O cervejeiro Muricy era o cara, mas pipocou feio e agora sonhou em ter uma segunda chance.
Não terá, não teve.
Foi só boi de piranha e “nome candidato” para as trocentas enquetes de internet por parte de bem intencionados pesquisadores de um jogo-miragem.
Ele, Muricy, Abel, Tite, até Dunga, Luxemburgo e… Guardiola!!!
“Pobre” Guardiola!
Encheram os picuás dele sobre Seleção Brasileira e o espanhol vai é ficar puto da vida sabendo agora que o colocaram – com a melhor das ótimas intenções – em um banco de reservas que já tinha seu único lugar devidamente ocupado.
E faz tempo.
Desde que Felipão saiu do Palmeiras.
Macho e corajoso como é abandonaria o Palmeiras na beira da cova?
Morreria lutando!
E abriria a mão no Verdão de seu honesto e milionário contrato para ficar desempregado?
E saiu demissionário ou demitido?
Até hoje há controvérsias até por parte do dúbio Tirone.
E Felipão, sempre transparente e nitroglicerinico, ficaria na miúda tanto tempo sem um só pio sobre tudo?
Mas, já fora do Palmeiras, disse a mim por telefone – quando o assunto da ligação dele não era futebol – que ia descansar e que aceitaria sim dirigir o Inter um dia, mesmo sendo gremista doente.
Foi só isso sobre futebol que falamos.
O tempo passou, o Inter e o Cruzeiro tentaram contratá-lo… e nada do gauchão aceitar, mesmo desempregado.
Aí, garantiu-se que Felipão voltaria ao Grêmio nos braços do “irmão” Fábio Koff, se este ganhasse as eleições do clube.
Koff ganhou e Luxemburgo imediatamente começou a dar entrevistas em tom de despedida e de “dever cumprido”.
Mas, de repente, mais do que de repente, o aprovado gremista Luxemburgo assinou por… dois anos!
Mas, e aí, cadê o Felipão?
Estava cumprindo tabela no Ministério dos Esportes em “cargo” fora e abaixo de sua estatura.
Enquanto isso, a imprensa esportiva ficou obviamente ouriçada para a grande resposta sobre a pergunta nacional: “quem será o novo técnico?”.
Já era Felipão!
E as três pessoas que sabiam devem ter dado muita risada com as “pesquisas” e com o “furacão” Guardiola ou com dó de todos nós, espectadores de uma disputa inexistente.
Fomos todos bobinhos, bem intencionados e inocentes úteis.
Pelo menos acertei (acho) a volta do sábio Parreira e que a data “só em janeiro” não prosperaria porque a imprensa esportiva é feroz e Marin, do alto de seus 80 anos, não resistiria a pressão.
Ainda mais com os fatores complicantes Del Nero – em seu enrosco na PF – e Andrés Sanchez que tem boca mole e que deveria ter saído não hoje, mas na sexta-feira com Mano Menezes.
Enfim, é a vida.
Em jogo jogado sem bola, deu Felipão.
Mas que ele, mais uma vez, faça agora o mesmo trabalho brilhante de 2002 e tire da cartola outras mágicas inventando novos Edmilsons, Gilbertos Silva, Roques Júnior e Klebersons.
Esses quatro foram “milagres felipônicos”.
Moral da história: fiquei com dó de Mano Menezes, pela forma da demissão, não por seu conteúdo.
E o conteúdo Felipão-Parreira só muda – em um novo milagre – se o político experiente Marin reagir agora como alguns prefeitos, governadores e presidentes eleitos que não admitem que secretários e ministros escolhidos vazem primeiro na imprensa, antes do anúncio oficial.
Aí, muitos trocam o “nome vazado” só para contrariar este ou aquele jornalista, jornal, rádio, portal ou TV.
Mas, ô Felipão, boa sorte e relaxe!
Afinal, você não procurou ninguém para voltar para a seleção.
Foi procurado, jogou o jogo proposto e ganhou fácil.
Parabéns, mas na próxima não marque bandeira ao visitar Marin em seu prédio na Alameda Franca onde mora também um jornalista de Rádio e TV com o qual trabalhei por 33 anos.
Você foi visto lá e ele avisou seus jornalistas-funcionários, precipitando aquilo que só saberíamos em janeiro nesse belo “cerca Lourenço” jornalístico a que fomos submetidos na escolha de um treinador para a nossa seleção que já tinha lugar reservado na casamata mais importante do futebol do mundo.
Errata:
Informamos no começo da noite desta quarta-feira, 28, que Felipão supostamente não teria viajado para o Rio de Janeiro, onde amanhã será apresentado oficialmente como novo treinador da Seleção Brasileira. Segundo fonte confiável de dentro do hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo-RS, o futuro técnico da equipe nacional teria passado toda a tarde desta quarta-feira visitando sua mãe, Cecy Gabriel Scolari, que está internada com pneumonia. A notícia é verídica, mas a data informada pela fonte foi equivocada, sendo que Felipão esteve na cidade gaúcha apenas na segunda e na terça. Pedimos desculpas aos nossos leitores pelo erro.
Agora, demitido pelo Palmeiras e desempregado, tudo indica que de novo a seleção cairá em seu colo.
Nesse meio hipócrita e sempre duvidoso do futebol, com tanto tráfico de influência, o nome de Scolari é o que emerge com mais visibilidade e maior possibilidade.
Visto no belo edifício onde mora Marin, no bairro dos Jardins, em São Paulo, Felipão passou horas “confabulando” com o presidente da CBF.
Com certeza não falaram de churrasco, da Síria, de Israel, de Obama ou do preço do dólar.
E, ontem, a Rádio Bandeirantes de Porto Alegre bancou que Felipão, quase certo com o Inter, avisou sexta-feira o clube gaúcho que só responderia sim ou não no dia 10 de dezembro.
Não é óbvio?
Só que Marin, meio que desesperado, sem o seu “homem de confiança” Del Nero, passou outro dia em longa conversa com Muricy Ramalho, no Guarujá.
Nesse emaranhado todo, fica claro que Guardiola foi um belo sonho de verão e que a demissão de Mano Menezes não foi por “critérios técnicos”.
E por falar em ex-corintiano, Andrés Sanchez revelou que sua saída da CBF pode acontecer a qualquer momento e que Luiz Felipe Scolari está mesmo apalavrado com Marin.
E creiam: aparentemente assustado com o tamanho da bronca e com o pepino arrumado por Del Nero na Polícia Federal, não se surpreendam se Marin anunciar o nome do novo treinador ainda nesta semana.
Os intensos debates pós-rodada neste ano demonstram que realmente a arbitragem brasileira passa por uma terrível crise.
E, para escancarar a interferência que os “homens de preto” podem causar em um campeonato, foi criado o site Placar Real (www.placarreal.com.br).
Os criadores deste projeto contabilizam os pontos de cada equipe levando em consideração o resultado que seus jogos teriam caso a arbitragem não influenciasse no resultado.
Mas, vejam só vocês: nas estatísticas do site para esse Campeonato Brasileiro, o time apontado como o mais prejudicado é o … CORINTHIANS!
Acredite se quiser, o grande inventor do “apito amigo” enfim está pagando por tudo que já ganhou de maneira injusta no futebol brasileiro.
O líder de favorecimento, ainda segundo o site, é o Vasco, outro time que historicamente também sempre recebeu uma “ajudinha” da arbitragem.
O site afirma que o Gigante da Colina deveria estar com 30 pontos, e não com os 38 atuais.
Mas, a questão é: você acha esse tipo de análise válida?
CBF e Comissão de Arbitragem deveriam considerar essa análise para promover mudanças?
O futebol teria a mesma graça e emoção sem os erros de arbitragem?
E o Corinthians, merece mesmo pagar agora por todos os escândalos de sua história?
Em 80 (Aragão) no Brasileiro e em 81 (Wright) na Libertadores, foram horrorosos e cruéis com o Galo e “bondosos” com o Flamengo.
Duas atrocidades no Rio e em Goiânia.
Em 1974, Cruzeiro e Vasco da Gama tinham que decidir o Brasileiro no… Mineirão, é claro!
O regulamento era claríssimo como o sol maravilhoso que banha Ipanema e Copacabana.
Pois o vascaíno Almirante Heleno Nunes colocou na marra o jogo no Maracanã e o “zagueiro” Armando Marques ainda impediu gol legal de Zé Carlos que empataria a decisão.
Agora, em 2012, o mundo escuro dos bastidores cariocas anda protegendo o Fluminense contra o líder absoluto do Brasileirão.
Primeiro, de forma esquisita e na calada da noite, estupraram o Estatuto do Torcedor e não deixaram o Galo jogar e ganhar do claudicante “Flaquíssimo” na data certa.
Deixaram para setembro, em Volta Redonda-RJ.
Ora, por que então não marcaram para o Raulino de Oliveira no dia previsto pela tabela?
É que o Flamengo à época mal não tinha time para entrar em campo, vinha de péssimos resultados e o Galo estava voando.
Foram três pontos certos dos mineiros que agora precisam ser recuperados.
Mas o pior foi neste final de semana.
O Fluminense ganhou vergonhosamente do Vasco e o tétrico apitador de BH não deixou o Galo vencer o atualmente raquítico Cruzeiro.
No Rio, sábado, Carlinhos jogou basquete na área e o apito fingiu que não viu!
E o segundo gol do Fluminense?
Um intruso jogador de branco do Flu empurrou a base da barreira arrumando um buraco desleal exatamente por onde a bola de Thiago Neves passaria.
Malandragem treinada, consumada, validada e não punida.
Pobre Fernando Prass e pobre ética esportiva!
E, para completar a cruzada carioca contra o Galo, ontem o horroroso apitador do Independência amarelou o time do Atlético, expulsou dois e não viu a falta escandalosa de Montillo em Guilherme, o que foi suficiente para o atualmente apequenado Cruzeiro conseguir um empate vergonhoso.
Até quando e quanto avançarão os cariocas contra o líder Galo?
Mano Menezes, sentindo-se prestigiado, desafiou o Baixinho que sempre foi boca mole. Como deputado então…
Eu, como odeio polêmica – e propaganda de rádio e TV -, não opino, mas só me permito dizer uma coisa: encrencar com Romário é como brigar com um gato em um quarto escuro: você pode até matar o gato, mas sai muito arranhado!
Leia as declarações de ambos, pense e opine!!!
Mano Menezes, em entrevista ao jornal Marca Brasil:Entendo o que ele quer. O Romário é um aproveitador que precisa de espaço na mídia. E agora o espaço é dado para quem bate no técnico da Seleção, que não ganhou o ouro. Perder o ouro foi chato, mas é dose dizer que a medalha de prata é um fracasso.
Romário, em nota oficial:Mano Menezes disse que sou um aproveitador e que preciso de espaço na mídia. Dá pena dele. Mais uma característica negativa que ele tem. Ele deve estar falado de outro Romário
Mano Menezes, até alguns jogos atrás falei e pensei que era um bom treinador. Quem lembra, sabe que falei que convocaria de 60% a 70% das convocações que você fez e que um dos grandes problemas da seleção era o tempo para que eles se juntassem e quando entrassem em campo jogassem como um time. Hoje mais do que nunca, entendo porque nunca jogaram. Treinador da seleção tem que convocar os melhores jogadores e você tem seus próprios interesses na seleção. E no mundo do futebol todos sabem disso, que seu interesse pessoal esta acima de qualquer resultado positivo da seleção.
Treinador da seleção, tem que ser capaz, corajoso, destemido, sério e honesto dentro das suas convocações e esquemas de jogo. Você não chega nem perto dessas qualidades. Você convocou mal, por interesses dúbios, levando Hulk em cima da hora e deixando David Luiz. Escalou mal os 18 jogadores que você tinha na mão. Lucas é disparado o melhor da seleção, depois do Neymar. Você é imbecil, idiota e não tem capacidade de dirigir a seleção.
Falei depois do jogo que estaríamos vendo você pela última vez com a camisa da Seleção. Não foi a última, ainda vamos ver mais algumas vezes. Mas quando cair a ficha do pres. da CBF, José Maria Marín, ficha essa que já caiu para o vice, Marco Polo Del Nero, você, definitivamente, não mais nos dará o desgosto de vê-lo com a camisa amarela. Eu posso falar da Seleção Brasileira, eu honrei a camisa da Seleção, eu nunca joguei por outros interesses a não ser ganhar e eu sou campeão pela Seleção VÁRIAS vezes. E você? Você é tão atrasado taticamente que não conseguiu chegar a final de uma Copa América. Você não tem palavra. Me lembro que lá atrás você falou o seguinte: Eu vou resgatar o futebol brilhante que o Brasil teve. Não fez porque não tem capacidade, inteligência, segurança, hombridade para fazer isso. Você é medroso, você é pior treinador de todos os tempos da Seleção, é só ver os resultados. Uma vergonha para meu país.
Presidente José Maria Marín, depois dessa bela ação de ter trocado o comando da comissão de arbitragem, que já era uma vergonha, continue com boas ações, faça seu papel, mande este sujeito para onde ele já deveria ter ido depois da Copa América. Todos lembram que eu, depois do Pan, disse que o treinador ideal para as Olimpíadas era Ney Franco, e foi comprovado que eu não estava equivocado. Não faça da sua gestão uma gestão perdedora por causa de um treinador que não vai te dar nada, os interesses dele são maiores que os da Seleção. Ouça seu vice que é um grande conhecedor do futebol.
Sei também que o Andrés Sanchez, diretor de Seleções da CBF quer que o treinador continue por amizade e, principalmente, gratidão, por ele ter dado ao Corinthians, na gestão como presidente, títulos importantes, mas como um cara vencedor, e malandro (no bom sentido da palavra), duvido que ele concorde com sua permanência. Você é uma vergonha para o futebol, não espere ser mandado embora. Pede para sair.
Está rolando na rede uma hashtag #erraréomano, vou lançar a minha, #manopedeprasair. Por enquanto é isso, estou esperando sua resposta.
Poderia já trocar por Felipão, Muricy Ramalho, Paulo Autuori, Wanderley Luxemburgo…poderia colocar mais quarenta que são melhores que você.
Detalhe, só vou te responder enquanto estiver com a camisa da Seleção, quando sair não respondo mais. Será um Zé Ninguém.
A típica vitória “Canto do Cisne” de Mano Menezes.
Assim como a bela ave que passa sua vida toda muda e só canta antes de morrer, o treinador da Seleção Brasileira pode se despedir de seu cargo com um resultado expressivo.
Não que bater a limitada e modesta Suécia seja lá grande coisa.
Afinal, como diria o venenoso Mauro Beting, os suecos são bonitos e cheios de pose, mas não jogam nada.
E o Brasil fez sua parte na despedida do estádio Rasunda, onde conquistamos a primeira Copa do Mundo.
Coincidência ou não, a partida pode marcar mais um adeus.
Pois o destino do técnico gaúcho também já está traçado.
A conquista da prata olímpica ainda não foi digerida e, muito provavelmente, alguém terá que pagar pelo tropeço.
Alguma dúvida sobre qual o lado mais frágil deste “cabo de guerra”?