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Blog do Milton Neves

Categoria : Política no esporte


Na agricultura da bola, o adubo é o jogador. Técnico-fazendeiro qualquer um serve!

Dunga-Caipira

Escrevo de Guaxupé-MG.

A Cidade do Café viveu um fim de semana “frenético”.

Nunca tantos jatinhos e helicópteros foram vistos por aqui.

Governadores, senadores, deputados e empresários cafeeiros do Brasil e do exterior prestigiaram a inauguração das novas alas e da ultramoderna torrefação da “Unidade Japy” da Cooxupé, a maior cooperativa de café do mundo.

Raríssimos investidores chineses foram vistos como “ETs”, ao lado de gente de Nova York, Tóquio, Londres e Cingapura.

E não é que Varginha também fica no pedaço?

Como a sortuda “Fazenda do Ipê”, valorizada pela vizinhança com os milhões de dólares investidos pela Cooxupé em sua ampliação de instalações e de sua liderança mundial no setor.

Aqui é a terra de José Douglas Dallora, ex-presidente do São Paulo FC nos tempos em que o Tricolor nadava em dinheiro.

Hoje está “quebrado”.

Quem não está?

Qual clube brasileiro seria atualmente uma potência europeia?

Nenhum!

E vai piorar.

O Santos FC é o mais ameaçado.

Cansei de falar que o coitado que ganhasse as últimas eleições herdaria “terra arrasada”, by Laor e Odílio.

Pobre Modesto Roma.

Que pepino!

E vai piorar.

Ajudei a eleger, para não dizer que elegi sozinho, a dupla Laor e Odílio.

Hoje defendo o ” impeachment post mortem”, politicamente, dos dois em caso, se provado, de negligência, omissão e conivência no “Tema Neymar”.

A trapalhada internacional Vila Belmiro-Catalunha já provoca a formação de um grupo de réus tão grande que, pela quantidade, até parece coisa do “Petrolão”.

Eu disse parece.

Situação confusa, esquisita, preocupante…

E vai piorar, acho.

Na CBF também.

Os 500 mil dólares enviados pela Traffic de J. Háwilla para uma empresa fabricante de barcos estão sendo vistos como “batom na cueca” para o dono da “canoa”, furada.

“Batom na cueca”, uma criação novíssima do comentarista Mauro Beting.

E ganha uma cueca samba-canção quem adivinhar quem do mundo da bola adora ostentar singrando os mares.

E a tal “seleção de notáveis”?

Ora, dona CBF, “vá peidar n’água para fazer bolhinhas”, como é dito aqui no Sul de Minas, região-mãe da novelaça “O Rei do Gado”, do grande Benedito Ruy Barbosa.

Os tais “notáveis” são todos fracassados de ontem e hoje.

E a maioria torce contra Dunga.

Melhor seria chamarem Lula Pereira, Givanildo, Jair Picerni, Péricles Chamusca, Fito Neves, Roberto Cavalo, Joel Santana e Jair Pereira.

Infelizmente, Telê, Lula, Coutinho, Feola e Aymoré estão impossibilitados.

E para que técnico se não temos jogador?

É como iate no deserto.

Ou plantar café sem adubo.

Opine!!!


A folha seca de Didi, o Santos “quebrado” e o “Caso Neymar”!

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Canhota de Neymar já empata com a direita.

Com Pelé foi assim também e muito mais, é claro.

Coisas raras, mas muitos “direitos” igualmente melhoraram suas esquerdas.

Já o canhoto melhora a sua direita só em exatos 52.67%, no máximo.

Rivellino, genial, só fez um gol com a direita.

Foi no Maracanã, de sem pulo, de fora da área, pelo Fluminense.

O levantamento é do não menos genial Cláudio Scaff Zaidan, das Rádios Bandeirantes e Bradesco FM.

Zaidan, belo historiador e frio pesquisador, também decreta que Didi só fez um gol de “Folha Seca” na vida.

Ele “leu” todos os jogos de Didi pelo Flu, Botafogo, seleção, Real Madrid e São Paulo.

E viu e ouviu 42.87% deles.

O gol único foi naquela falta, contra o Peru, no Maracanã, pela eliminatória direta para a Copa de 1958.

Só dois jogos porque os cartolas burros não tinham descoberto ainda os direitos de TV e o marketing esportivo.

Lá, foi 1 a 1, com Índio empatando para o Brasil.

No Rio, na volta, estava um 0 a 0 chorado, no lotado Maracanã, quando Didi venceu o gigante negro Rafael Asca em cobrança de falta que Nelson Rodrigues imortalizou como “Chute de Folha Seca”.

É que uma folha seca levada pelo vento sempre tem destino improvável, impreciso, lotérico.

Estudei a trajetória da bola no chute de Didi em imagens claríssimas em 1994 quando apresentava o “Canal 100” pela finada TV Manchete.

À época, com assessoria de Narcizo Vernizzi, o homem do tempo, do sol, da chuva e dos ventos, e do onipresente Álvaro Paes Leme, da Rede Record e da Bradesco FM, concluímos que a bola ia fora, mas no caminho dela em direção ao gol “ia passando um vento noroeste” que alterou a sua trajetória.

E o goleiro Asca, o “Pássaro Negro” do Peru, até fica olhando para cima “xingando” o vento, após o gol.

Vento esportivo que foi também imortalizado pelo não menos célebre Roberto Drummond, o Nelson Rodrigues de Minas Gerais.

“Quando vejo uma camisa do Atlético Mineiro estendida no varal, torço contra o vento”.

E eu torço pelo esclarecimento do “Caso Neymar”.

Quase voz isolada contra a “doação” do jogador ao Barcelona, mesmo inicial e burramente tendo apoiado em minhas mídias a antecipação em um ano do vencimento do contrato do Pelezinho da Vila, vejo hoje que o assunto está cada vez mais mal cheiroso.

Não me surpreenderei se pintar no caso, entre tantos envolvidos nos dois extremos e entre tantos intermediários ou empresários do negócio, alguma “delação premiada”, algo tão em moda hoje no Brasil.

“Você quer chegar no ponto final de uma história? Então siga o caminho percorrido pelo dinheiro”, ensinam experientes investigadores internacionais.

Na ponta do comprador a polêmica fedida já virou “batom na cueca”.

Sandro Rosell, seu vice e o Barça, perante o MP e o fisco espanhóis, estão envolvidos ou enrolados até a medula.
A coisa vai chegar aqui?

Aguardemos.

Enquanto isso o quase falido Santos do coitado do Modesto Roma vai capengando tentando sair do buraco em que o clube se meteu pós-Laor-Odílio.

Na semana, outra bordoada no caixa da Vila.

O TJ-SP, por 3 a 0, decidiu que foram legais os contratos que Marcelo Teixeira assinou com a DIS vendendo à empresa jogadores como Wesley, Ganso, Andre e outros de “baciada” de uma molecada que, na maioria, sumiu.

Ou seja, ao invés de pagar à época o percentual da empresa quando da venda dos jogadores, a dupla Laor-Odílio preferiu “empurrar com a barriga” e entrar na Justiça contra os atos de Marcelo Teixeira.

Foram para o Poder Judiciário, postergaram os pagamentos e perderam.

Aliás, eles nada perderam porque agora quem perdeu, seis anos depois, foi o Santos, hoje com o CT Meninos da Vila sujeito à humilhante leilão judicial.

Justamente os dois cartolas que deviam ter se rebelado muitíssimo mais contra o não recebimento dos 55% dos direitos do Santos FC sobre os mais de 100 milhões de euros, o verdadeiro custo da transferência do “Menino de Ouro”, segundo autoridades espanholas.

Alegam que não sabiam e temos que acreditar porque eu também não sabia, ao contrário de Neymar pai e da ponta compradora.

E lembrar que Neymar, lá pelos fins de 2008, à época um “projeto de craque” como talvez um Victor Andrade, um Neilton ou um Gabigol, só não deixou o Santos e foi para o Real Madrid por R$ 5 milhões porque Neymar pai vendeu os 40% do filho para a DIS, que também micou, por enquanto, no mais nebuloso negócio da história do futebol.

Mas, tenho para mim, que esse jogo só está em seu primeiro tempo e que temos ainda muito esgoto para passar debaixo da ponte que liga Santos a Barcelona.

Foto: UOL


Guerrero segue meus conselhos, marca dois gols e Corinthians vence o Bayer Leverkusen. Palmeiras vence time chinês

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Eu avisei ao Tite que o lado direito da defesa do Corinthians precisa ser mais rápido!

Ele não me ouviu e o Yurchenko marcou o gol do Bayer Leverkusen.

Fisicamente melhores, os alemães começaram pressionando o Timão.

Com uma bela cabeçada de Guerrero, o Corinthians empatou o jogo e o Sheik quase virou no final na primeira etapa.

No intervalo da partida liguei para o Guerrero e reforcei o que disse que nos Estados Unidos.

“Fica na área do Bayer, pois vai sobrar uma bola e você vai fazer o gol”.

No segundo tempo o Corinthians começou melhor e foi para cima dos alemães.

O peruano me ouviu e o Timão venceu de virada.

Corinthians e Guerrero ainda não renovaram  contrato. O atacante já pode assinar um pré-contrato com outro clube.

Vão deixar o peruano ir embora? Corinthians, cuidado com o Alexandre Mattos!

Palmeiras

O Palmeiras começou melhor, mas tomou o primeiro gol. Montillo marcou de falta.

Pouco tempo depois Leandro Pereira empatou a partida. Em jogada com Maikon Leite, o camisa 9 marcou.

Ainda no primeiro tempo, Lucas virou o jogo para o Verdão.

Allione tocou para o lateral-direito que invadiu a área e finalizou.

Na segunda etapa não foi diferente, o Palmeiras atacou o tempo todo e o Shandong, time do técnico Cuca e dos atacantes Wagner Love e Aloísio, jogou no contra-ataque.

Ainda deu tempo do argentino Cristaldo marcar mais um gol. Bela estreia do Verdão!

O clube e a torcida merecem está vitória, a primeira do Verdão na nova Arena.

Opine!


Palmeiras vence o Coritiba e dorme fora do rebaixamento. Botafogo ganha com um golaço e sobe na tabela. O Galo Mais Lindo do Mundo bate o Internacional com gol de Tardelli

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Palmeiras x Coritiba

O Palmeiras começou a partida com muita vontade, dominou todo o primeiro tempo e marcou o gol com Juninho. No final da primeira etapa o capitão do Coritiba, Leandro Almeida, acertou Mouche com um carrinho por trás e o árbitro expulsou o atleta com cartão vermelho direto.

O árbitro aplicou 11 cartões na partida. O Palmeiras voltou mal no segundo tempo, mas segurou o resultado e dorme fora do rebaixamento, agora é torcer contra os adversários na briga contra o Z4, para não passar o centenário na degola.

Atlético Mineiro x Internacional

O primeiro tempo foi equilibrado e as duas equipes tiveram oportunidades. O goleiro Victor salvou o Atlético em um belo chute do volante do Wellington.

Na segunda etapa o técnico Abel Braga colou Alex no Lugar de D’Alessandro.  O Galo, no desespero, ficou com cinco homens ofensivos. Deu resultado e Diego Tardelli, o atacante da seleção brasileira,  marcou o gol da vitória do Atlético.

Botafogo x Chapecoense

O Botafogo pressionou todo o primeiro tempo e foi premiado com um belo gol do meio-campista Luis Ramirez.

Na segunda etapa, atrás no placar, o clube de Santa Catarina voltou mais ofensivo, mas não conseguiu o empate. Os dois clubes estão no meio da tabela e com esta vitória o Fogão fica fora do rebaixamento.

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O inferno é verde, e por que “lanterna” para se apontar o último colocado?

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Escrevo de Aracaju-SE.

Texto escrito sexta-feira à tarde, dia 22.

Não conhecia Sergipe.

Lugar lindo.

Gente boníssima.

A Rádio e TV Bandeirantes têm grande aceitação por aqui, senti.

Vim por evento corporativo, contratado.

E por palestra mediante ajuda humanitária à “Casa de Atendimento ao Muzambinhense com Câncer” de Jaú-SP.

Casa alugada há quase 10 anos, mas já compramos um terreno para a construção de um local definitivo e próprio para a nobre causa.

E não é que aqui em Aracaju temos também um muzambinhense?

Trata-se de Pedro Varoni de Carvalho, ex-EPTV de Varginha-MG e hoje diretor de jornalismo da Rede Globo-Sergipe.

Foi ele quem solicitou minha palestra na Universidade Tiradentes, aqui na terra da Rádio Liberdade, afiliada da Rádio Bandeirantes AM e FM.

O Pedro é filho do são-paulino “Pedro do Banco”, na época do Banco da Lavoura e do Banco Moreira Sales de minha terra e de meus tempos de menino também.

E é sobrinho de Paulo Ferreira de Carvalho, falecido agora em 2014, um dos quatro donos da extinta e saudosa “Rádio Continental de Muzambinho”, onde comecei lotericamente na locução e no jornalismo em 1967.

Agora, como faço em quase todas as capitais do Brasil, vou escolher um time aqui de Sergipe para “defender” e outro para “atacar” no “Terceiro Tempo” da Band e em minhas tribunas todas.

E não é que o Palmeiras também não para de atacar a sua história?

O nobre clube verde comemora 100 anos de vida e resolveu iluminar sozinho o Campeonato Brasileiro?

Ora, não pode!

Definitivamente, não!

Afinal, como aguentar ser tri-rebaixado?

Mais do que para San Gennaro, já tem palmeirense rezando por… Santa Catarina, lá embaixo.

É que os três times da linda terra de Anita Garibaldi podem salvar timecos como Botafogo, Coritiba, Bahia, Vitória e… Palmeiras!

Sim, o Verdão pode cair de novo e hoje é lanterna isolado.

Inclusive, segundo o maldoso Mauro Beting, o Palmeiras, que recentemente vendeu Alan Kardec, contratou nesta semana para o seu lugar o “Alan Terna”.

Eu, claro, não achei graça.

E por que “lanterna”?

No Brasil, desde os anos 50, o último colocado, de qualquer competição ou eleição, é chamado de “lanterna” ou “lanterninha”.

E não só no futebol, mas sim em todas as competições, seja no mundo esportivo ou até nas disputas eleitorais, quando o menos votado é também “iluminado” pelo último lugar.

É que a saudosa “A Gazeta Esportiva”, a bíblia esportiva de ontem, às segundas-feiras, publicava em sua última página a classificação do Paulistão (e que Paulistão era!) na forma de uma composição ferroviária.

Nos trilhos, eram estilizados a locomotiva e mais 19 vagões, todos identificados por cada clube participante na ordem de classificação por “pontos perdidos” e não por “pontos ganhos”.

O empate valia um ponto e a vitória dois e não três como hoje.

A locomotiva era sempre o Santos, o líder.

E o “lanterna’, comumente, era o Jabaquara.

Então a estilizada composição ferroviária tinha, mais ou menos na ordem de Santos (a locomotiva), Palmeiras (o primeiro vagão), São Paulo (o segundo), Ferroviária (o terceiro), Corinthians (o quarto) e assim por diante até o último vagão, o vagão do Jabaquara, o 19º e último.

E neste último vagão, como até hoje nos trens do mundo, havia as duas escadas laterais e, acima da porta de entrada e saída, uma luminária, um farolete ou uma… lanterna!!!

Daí a criatividade do povo, do tamanho do poder de “invenção” de Nizan Guanaes, Washington Olivetto, Átila Francucci e Fábio Fernandes, batizou de “lanterna” ou de “lanterninha” todo e qualquer candidato de qualquer competição que tenha ficado ou que hoje fique na incômoda posição de “Último dos Moicanos”.

Então, Palmeiras, força, fé, arrume as malas e mude de vagão, urgentemente!

Ah, e sabem qual era o slogan de “A Gazeta Esportiva”, minha primeira faculdade de jornalismo esportivo?

“Se a Gazeta Esportiva não deu, ninguém sabe o que aconteceu”.

E não é que ela, mesmo morando no céu, continua informando e até ensinando por que “lanterna” na vida?

FOTO: Portal/TT


Dunga e Luxa renascem e até na terra em que Cristo ressuscitou os 7 a 1 “filipônicos” fazem “sucesso”!

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O estrago dos “filipônicos” 7 a 1 foi mesmo grande demais.

Mais do que isso, tornou-se eterno.

Os 7 a 1 que Minas Gerais teve o desprazer de servir de cenário jamais serão esquecidos.

Só que nem começaram ainda a doer para valer.

A morte de parente próximo cala fundo mesmo na alma e no coração dos parentes só semanas, meses, anos e séculos seguintes.

Mas, desde já, a “Tragédia do Mineirão” transborda, transcende e atinge até o meio político diplomático mundial.

Somos ridicularizados para todo lado e inclusive durante os entreveros milenares envolvendo judeus e árabes.

Os filhos de Abraão, Sara e Agar nunca se entenderam e jamais irão se entender.

Essa nova guerra de Israel x Palestina é mais uma prova disso.

Malditas as guerras!

E o que é guerra?

“Guerra é um massacre de pessoas que não se conhecem satisfazendo as vontades de líderes que se conhecem, mas que não se massacram”, escreveu um dia um sábio.

E onde os 7 a 1 entram nisso tudo?

É que na guerra diplomática, em que o Brasil deu sua opinião ou palpite sobre o novo conflito do Oriente Médio, acabamos por receber dos judeus doída resposta “bélico-esportiva”.

“Ora, não utilizamos força desproporcional contra a Palestina e quem usou foi a Alemanha nos 7 a 1 contra vocês do Brasil”, rosnou o porta-voz israelense chamando o nosso país de “anão diplomático”.

Ele só se esqueceu que foi um filho ilustre deste “anão”, Osvaldo Aranha, quem assinou na ONU, em 1948, o histórico documento que oficializou a criação do “Estado de Israel”.

Algo que os árabes não reconhecem até hoje e que o Brasil, um gigante em tudo, acatou de imediato.

Sujeito ingrato ou desinformado esse “porta-voz”.

Mas lá da terra da ressurreição de Cristo voltamos ao nosso mundinho do futebol.

E não é que Deus, sempre paciente e bondoso, “ressuscitou” também Dunga e Luxemburgo?

Seria maravilhoso se ressuscitasse igualmente Telê Santana e o verdadeiro futebol do Brasil.

Mas Ele parece cansado de fazer craque nascer por aqui e desanimado por continuar vendo os homens se matarem por puro ódio.

Que tal, meu Deus, uma nova varrida dos maus na base de Sodoma e Gomorra?

Foto: UOL


Arena Corinthians nota 10 e CBF fulmina Felipão atirando no pé!

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Gilmar Rinaldi não foi uma boa.

Menos por ele, um ex-empresário de Série B ou C, e mais pela má fama da atividade de “atravessador” de jogador.

Está aí sim um segmento comercial muito mal visto no meio desde a Lei Pelé, a mãe do “intermediário do passe”.

Bastam uma carteirinha da FIFA e uma mesinha, um telefone e uma mocinha e pronto: o sujeito pode caçar e transacionar promessas ou realidades do futebol sem praticamente colocar a mão no bolso.

Há os espertos como Wagner Ribeiro, sempre com o ouro e os diamantes das serras peladas da bola.

Ali só entra, e muito, e nada sai.

E os bobinhos ou falsos malandros como Delcir Sonda.

Ficou muito rico vendendo comida e entrou nessa de jogador levando na testa de jogadores, de pai de jogador, de funcionários, de clubes e do empresário que o atiçou a entrar na roubada de compra e venda de atletas.

“Estreou” na área comprando 50% dos direitos de um “craque” sul-americano por um milhão e meio de dólares.

O “gênio-revelação” veio, jogou, foi mais ou menos e certo tempo depois houve a revenda para clube do mesmo país de origem, ou vizinho.

Como para a transferência os dois sócios precisavam assinar a documentação, houve logo um curto-circuito na relação.

Foi quando o gaúcho Sonda, deslumbrado, afoito e ingênuo na área, descobriu que o jogador havia custado um milhão e meio de dólares, mas no total.

Ou seja, ele pagou 100% do custo, ficou só com 50% dos direitos econômicos e seu sócio “mui amigo” investiu zero dólar e garantiu também seus 50%.

Nessa, no Neymar, no Santos, em Ganso, no São Paulo, e em tantos outros ele dançou!

Praticamente só tomou na cabeça.

Só teve lucro na venda do zagueiro Breno para a Alemanha.

Mas, “burro”, não larga do que chama de “passatempo” em sua vida.

E o Gilmar Rinaldi?

Insisto que ele nunca foi empresário de ponta, mas paga e pagará pelos péssimos fluídos que exalam dos escuros escritórios e jantares em que se negociam e até se convocam jogadores no mundo do futebol.

Eu ficaria com Leonardo ou Falcão, mas deu o gaúcho Gilmar de Erechim que em sua carreira de empresário já acumulou uma derrota que muito o afeta e entristece.

Em encontro coincidente em um jantar de restaurante português em meio à Copa, Gilmar contou a mim, a Branco-94, a Éder-82, a Pedrinho e a Djalminha que não conseguiu salvar Adriano mesmo “armado” com psicólogos, médicos, conselheiros e patrocinadores.

“Ele é inajudável”, disse, lamentando.

Mas, agora, que consiga salvar seu pescoço e nossa seleção, hoje no fundo da cisterna, barrenta.

E os operários lá no fundo do poço são todos do time do “Gauchobol FC”.

Depois de Dunga, Mano, Felipão, Gilmar e agora Dunga, de novo, acho.

Com todos eles sempre trabalhando de bombachas.

E se o fundo do poço da seleção ainda está sendo escavado, tem obra ainda em andamento também na “Arena Corinthians”.

“Arestas” restaram para serem aparadas mas nada a desabonar a fantástica obra, orgulho de “nós” corintianos.

Foi a única Arena pós-Copa do Brasil a manter o padrão FIFA no glamour, visual, vibração e beleza em jogo de times e não de seleções.

Parabéns, Fiel, a casa de vocês e só de vocês para todo o sempre, mesmo com tantos saltos orçamentais alavancados por todas as torcidas brasileiras, minimamente ou não.


A grande e irrefutável novidade da CBF é o ex-goleiro e ex-agente Gilmar Rinaldi como coordenador! Morreu Armando Marques, que não soube contar até cinco em 1973!

1Foto: Revista Placar

A dupla José Maria Marin e Marco Polo Del Nero apresentou como a novidade irrefutável o ex-goleiro e ex-agente Fifa , Gilmar Rinaldi,  como o coordenador da seleção brasileira.

Bom, após os setes gols levado da Alemanha, chamaram um ex-arqueiro para segurar a bronca.

E ele também  cuidou da carreira de Adriano Imperador, quando este jogou e bem.

E a escola gaúcha se mantém na seleção brasileira, após Dunga, Felipão e agora Rinaldi.

A prévia da coletiva com o Gallo foi insuportavelmente chata e o ex-volante repetiu quatro vezes a palavra “Gap”.

Segundo o novo homem do presidente da CBF, o novo comandante do escrete canarinho sairá até terça-feira (22.07.2014) e será brasileiro.

No chutômetro, Marin, ligado ao São Paulo, Gilmar, ex-jogador do Tricolor paulista, então o técnico pode ser …. Muricy, não é lógico?

A ex-função de empresário de jogador causará muitas dores de cabeça para Rinaldi na imprensa esportiva.

O mundo errou dizendo que o “homem da CBF” seria Leonardo, eu acreditava que seria Falcão e veio o ex-atleta do Inter, São Paulo e Flamengo!

A grande pergunta é: Gilmar será “boi de piranha” desta fase nebulosa da seleção brasileira?

Aliás, Gilmar Rinaldi é natural da terra do comentarista Neto, Erechim!

Clique aqui e conheça a página de Gilmar Rinaldi na seção “Que Fim Levou?”

E ainda nesta manhã o futebol brasileiro perdeu Armando Marques, ex-árbitro.

Grande conhecedor das regras do futebol, mas com erros lamentáveis em sua trajetória.

Em 1971, anulou um gol legítimo do palmeirense Leivinha e assim entregou o título paulista de bandeja para o São Paulo.

E o maior de todos foi em 1973,  quando Marques não contou até cinco na disputa de penalidades máximas e fez Santos e Portuguesa dividirem o título do Paulistão.

Veja a notícia da morte de Armando Marques

Na seção “Que fim levou?”, a vida e as fotos do ex-árbitro clique aqui e veja

E você torcedor? Gostou de Gilmar Rinaldi na coordenação técnica da Seleção Brasileira? Ele é melhor que os favoritos Falcão e o internacional, Leonardo?


Eu sou a favor do “Chip da Bola”!

 

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“Foi gol”, “Não foi, não, foi alta”, “Não, foi baixa, foi gol”, “Não foi nada, vocês estão roubando…”.

Trechos “memoráveis” de violenta discussão entre “Carlinho Boca-de-Véia”, o Carlos Miguel Araújo, hoje aposentado da Petrobrás em Campinas-SP e “Mirtinho Chupa-Dedo”, o Milton Vanius de Almeida, atualmente médico em Juruaia-MG.

O entrevero, ainda comum em campinhos de terra sem traves por esse Brasil afora, aconteceu em pelada infantil ali por 1958 no recreio de nosso grupo escolar de Muzambinho-MG. Eu tinha sete anos e fui ali o que sou até hoje: torcedor, testemunha, observador, assistente.

Nunca joguei nada e nem andar de bicicleta aprendi, até porque nunca tive uma.

Mas e daí?

Daí que, como quando sentimos de novo no cérebro um aroma específico que nos remete por segundos para uma situação vivida há décadas e décadas, ao ver na TV o primeiro momento dessa feliz e tão demorada “arbitragem tecnológica” da FIFA, durante o jogo França 3 x 0 Honduras, imediatamente também voltei no tempo. E me senti de novo com menos de uma dezena de anos presenciando fantásticos clássicos sem traves da molecada de minha terra.

À época, o “campo de jogo” tinha dois tijolos como traves e o travessão era imaginário, invisível, imaginado, aéreo.

Daí tantas as naturais discussões se a bola foi alta ou não, se foi gol ou não.

E creiam, o “Chip do Gol” chegará também nas peladas!

Primeiro, aleluia, chegou em jogo de Copa do Mundo, o máximo dos máximos.

Tinha que ser assim: é o único exemplo prático de cima pra baixo que realmente funciona.

E funcionará destruindo as teses ridículas que venho há anos vendo, lendo e ouvindo contra a tecnologia no futebol.

Faz 50 anos que João Havelange garante absurdamente que o erro de arbitragem faz um bem danado para o futebol “porque a polêmica do apito errado aumenta e perpetua a importância desse esporte como número 1 de todas as modalidades esportivas”.

Ora, isso pra mim, pela histórica quantidade de erros de arbitragem que tivemos por ausência de tecnologia no esporte líder, é como defender a morte do carrapato por tiros mesmo estando ele na barriga da vaca.

E as bobagens que a tecnologia “vai tirar o romantismo do futebol” e que o mundo do futebol só utilizará essa metodologia caríssima nas competições top como Copa do Mundo, EuroCopa, Libertadores e campeonatos nacionais dos países líderes?

Outros dois enganos.

Emplacando como já emplacou nesta maravilhosa “Copa das Copas” (sim,  a Dilma, na bamba ou não, acertou na mosca!), todos os países, campeonatos de todas as séries, torneios e federações equiparão seus estádios com os óbvios, ótimos e tardios chips, verdadeiros Ovos de

Colombo da bola.

E o custo deles cairá na base do “quanto mais produzir, mais barato fica”.

E o tal fim do “romantismo do futebol”?

Pedro Trengrouse, o lúcido professor-doutor da FGV, foi preciso indo no âmago da questão: “É preciso olhar parar o futebol como atividade econômica, não apenas como lúdica”!

Sim, acabou o romantismo do futebol, mas só aquele de ontem imaginado e ouvido pelo rádio e praticado por jogadores geniais que ficaram pobres pela inexistência do marketing esportivo em suas épocas.

Com o fim do “romantismo-poético” veio o “profissionalismo-moderno”, mas não acabará nunca o fascínio dos povos pela bola neste grande negócio mundial de todos os sentidos e segmentos correlatos-entrelaçados do gandula ao satélite, da várzea à FIFA, do jornalismo à publicidade.

O futebol era e sempre será emoção e paixão, mas agora é também negócio, além de lazer e… entretenimento!

Basta ver o que significa a letra “E” da poderosa marca esportiva “ESPN”.

E esse grande negócio que envolve tantos interesses, paixões, alegrias e discussões não poderia mesmo suportar mais tantos e infantis erros de arbitragem, hoje perfeitamente evitáveis, que mudaram para muito pior a vida, a história e o futuro de tantas seleções, países, times, jogadores e suas famílias.

Mas o “Chip da Bola” na linha do gol é muito pouco e agora a FIFA deve ampliar o raio de ação dos seus olhos de alta tecnologia e de última geração.

Assim, que venha o “Chip do Impedimento”!

Sim, o impedimento, impossível de ser detectado corretamente em 100% pelo olho humano, faz 1000 vezes mais estrago do que o lance polêmico e raro da bola na linha do gol.

Como nos esportes americanos, os mais caros e profissionais do mundo, o jogo é paralisado, a arbitragem vê o tape, decide pelo sim ou pelo não, a torcida aguarda pacientemente e a implacável decisão é respeitada por todo o estádio e pela mídia.

A justiça da disputa é praticada e o andamento da partida tem prejuízo zero em suas expectativas.

E no tênis então?

A trajetória da bolinha amarela no telão quando dos desafios tornou-se grande atração com os torcedores vibrando de novo como que se o jogo estivesse em andamento.

O desafio do tênis foi um “golaço” extraordinário e indiscutível.

Assim, com um atraso secular, parabéns à morosa FIFA por seu “Chip do Gol”, mas ficam faltando o “Chip do Impedimento”, o “Chip do Pênalti”, o “Chip Contra a Compra de Voto Para Eleição de Sedes de Copa do Mundo” e o “Chip do Doping”.

Ou seja, atleta jogou dopado por um minuto ou o jogo inteiro, o time dele perde os pontos!

E as peladas das molecadas nos campinhos de terra perderão as discussões das bolas altas ou não, mas ganharemos novos craques de futebol que aprenderão desde cedo que o acerto do apito no futebol é uma sábia demonstração de justiça na vida.

Bem-vindo, democrático Chip da Bola, o símbolo de um esporte que forja caráter e saúde com base na disputa e sadia rivalidade.

Mesmo sendo ele, o futebol, “a coisa mais importante dentre as menos importantes”! (Arrigo Sacchi)

 E aí, meus caros torcedores? Vocês são contra ou a favor da tecnologia no futebol?

Bélgica 1 x 0 Rússia

E no Maracanã, Bélgica e Rússia fizeram hoje um joguinho bem meia boca, viu?

Tudo se encaminhava para um empate, mas, aos 42 minutos do segundo tempo, Origi garantiu a vitória e a classificação da equipe belga.

Mas, mesmo assim, essa “ótima geração belga” ainda está devendo muito neste Mundial, hein?

Argélia 4 x 2 Coreia do Sul

Nesta copa não existiu a correria coreana e pela primeira vez em uma Copa do Mundo uma seleção africana marcar quatro gols em uma partida.

Mesmo com esforço dos argelinos, devem ficar fora da próxima fase do mundial.

Estados Unidos 2 x 2 Portugal

No último suspiro e força de Cristiano Ronaldo, Portugal conquistou o empate e a chance de continuar na Copa do Mundo.

O resultado foi péssimo para os americanos, que enfrentam a Alemanha para decidir uma vaga nas oitavas-de-final do Mundial.


França, carrasca brasileira, começa a Copa goleando! Que Medo! Árbitro brasileiro vai bem e tecnologia faz sua estreia na Copa!

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E a França começou o Mundial sem a “Marselhesa”!

Triste!

Mas com as bençãos de Benzema!

O artilheiro do Real Madrid marcou três gols, mas só dois foram para a súmula com o seu nome.

Na vitória contra a fraca Honduras

Realmente esta é a Copa das Copas!

Média maior de 3 gols por jogo.

E a tecnologia funcionou, no terceiro gol francês, muito bem dona Fifa, a bola entrou realmente.

E estão dizendo que o chip da Fifa funciona melhor que o das companhias telefônicas.

O Denílson que inventou essa!

O Estádio Beira Rio espetacular. Lindo. Orgulho do nosso Brasil.

E o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci com uma atuação impecável no jogo dos “Bleus”.

E na partida anterior, um jogaço!

A Suíça, no último minuto bateu o Equador por 2 a 1.

E aí, torcedor brasileiro, com medo dos algozes franceses?