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Blog do Milton Neves

Categoria : Polêmicas

Com ajuda do Apito, Corinthians vence o Coritiba e “comemora” o título do Brasileirão com sua torcida. No Sul, Ponte Preta é vítima de vitória imoral do Internacional
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Milton Neves

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Corinthians 2 x 1 Coritiba: logo no começo do jogo aconteceu um lance “inusitado” em Itaquera, pênalti para o Corinthians.

Jadson converteu a cobrança e anotou o centésimo gol do Corinthians no Itaquerão.

Poucos minutos depois, o lateral-direito do Corinthians colocou a mão na bola dentro de sua área e o árbitro nada marcou.

Ou seja, o Coxa foi operado duas vezes. Assim fica fácil ser campeão, hein?

Com ajuda do Apito Amigo, o valente time do Coxa  foi derrotado.

Negueba marcou para o Coritiba, mas o atacante Lucca entrou e garantiu a vitória do Timão.

Agora, o Corinthians torce para um tropeço do Galo amanhã, para poder oficializar a conquista de mais um Brasileirão, o sexto em sua história.

Internacional 1 x 0 Ponte Preta:  com um gol legal, mas imoral, o Internacional venceu a Ponte Preta.

A equipe da Macaca colocou a bola para fora, para que um jogador recebesse atendimento e o Inter, a pedido do Argel, não devolveu a pelota e o gol saiu no lance seguinte, em um belo chute do atacante Vitinho.

Faltou fair play. Que feio hein, Inter?

Vai colocar esse lance no DVD?

Atlético-PR 2 x 1 Avaí: sem motivação na tabela, o Furacão venceu o Avaí com certa tranquilidade.

Sidcley e Walter marcaram para o Atlético e Anderson Lopes descontou para o Avaí.

Fluminense 2 x 3 Chapecoense: de virada, o Time de Santa Catarina venceu o Tricolor e mostrou que vai permanecer na Série em 2016.

Gustavo Escarpa e Jean marcaram para o Fluminense e Túlio de Melo, Thiego e Camilo anotaram para a Chapecoense.

Série B

Bahia 1 x 2 Santa Cruz

Macaé 0 x 2 Vitória

Criciúma 1 x 0 Botafogo

Náutico 2 x 0 Paraná

Sampaio Corrêa 1 x 1 Oeste

CRB 4 x 1 Atlético-GO

Imagem: reprodução


Santos volta a humilhar o “freguês” São Paulo e está na final da Copa do Brasil. Palmeiras vence o Fluminense e garante o vice-campeonato. Na Sul-Americana, brasileiros ficam pelo caminho
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Milton Neves

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O Doriva é gente boa e bem intencionado, mas está completamente perdido. O Santos engoliu, tal qual a baleia de Jonas, o pequeno São Paulo.

Precisando golear o Santos, o técnico do São Paulo cometeu suicídio futebolístico ao ir para cima do talentoso time do Peixe.

Merecendo a titularidade da Seleção Brasileira, Lucas Lima só não fez chover na Vila Belmiro.

O camisa 20 com a alma de 10 participou dos três gols do Santos, que foram marcados por Ricardo Oliveira (2) e Marquinhos Gabriel.

Michel Bastos descontou para o São Paulo. Placar geral, 6 x 2.

Doriva tirou Luis Fabiano ainda no primeiro e substituiu o “lesionado” Rogério Ceni no intervalo.

Torcedor do São Paulo, não se surpreenda se o São Paulo terminar o ano com Falcão ou Muricy Ramalho como técnico.

Agora, o Santos está com uma mão e meia na taça, enquanto o São Paulo vai lutar por uma vaga no G-4 do Brasileirão.

Que fase, hein, Tricolor?

Palmeiras 2 x 1 Fluminense

O Palmeiras mostrou o peso de sua camisa e com poucos minutos de jogo marcou dois gols no Fluminense.

Lucas Barrios marcou duas vezes e foi ovacionado pela torcida do Palmeiras.

Fred descontou para o Tricolor e o jogo foi para os pênaltis.

Nos penais, o Verdão levou a melhor e avançou na Copa do Brasil.

Com o vice-campeonato garantido, já que vai perder os dois jogos para o Santos, o Palmeiras precisa focar na briga pelo G-4 do Brasileirão.

Chapecoense 2  x 1  River Plate

O valente time da Chapecoense lutou muito, mas não foi páreo para o experiente River Plate.

Bruno Rangel marcou duas vezes, mas Carlos Sánchez descontou para o time argentino.

Como o jogo na Argentina foi 3 x 1 para os donos da casa, a equipe brasileira “bateu na trave”.

Sportivo Luqueño 2 x o Atlético-PR

Após vencer o Sportivo Luqueño por 1 x 0 no Brasil, o Furacão foi ao Paraguai e perdeu por 2 x 0.

José Leguizamón e Jorge Ortega marcaram os gols da partida.

Com a eliminação da Copa Sul-Americana, o Atlético-PR “cumpre tabela” no Campeonato Brasileiro e já pensa em 2016.

Foto: UOL


ABCD: Brasileiros bombando, viva o macarrão e xô, pizza!
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Milton Neves

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Estou jogando minha pequena toalha.

Não pude em 2015 meter o pau nos “pontozzzzz morridozzzzz…”.

Foi e está sendo um sucesso o nosso futebol pós-Felipão-7 a 1.

E é paradoxal.

Mesmo com tanto cartola ruim e com o brutal apequenamento de nossa Seleção.

Fizemos uma Copa pífia, vergonhosa, inesquecível.

E o defunto ainda não esfriou.

Levará séculos.

Pobre Barbosa, o sem culpa.

Bem feito para Felipão, que enterrou sua biografia.

Quem mandou ser carreirista e tomar o lugar do mediano Mano?

Pelé não disputou em 1974 a Copa da Alemanha para manter sua coroa no lugar, e Felipão deveria ter se contentado com 2002.

Tiro no pé.

E em 400 milhões de todos os nossos pés.

Hoje Felipão está na China mais trilionário do que nunca.

China que recebeu em 1.271 o mítico veneziano Marco Polo.

Aos 17 anos ele se mandou para lá, lutou contra Kublai Khan, neto de Gêngis Khan, e teria inventado o macarrão.

Só que não é verdade.

250 anos antes o italiano macarrão já existia conforme escreveu Martino Corno no livro “Vermicelli e Maccaroni Siciliani”.

Mas ele desbravou o mundo e adorava viajar.

Foi um Marco Polo internacional!

Já o nosso Marco Polo…

E será que a sua auto-reclusão na CBF e no Brasil está dando sorte aos nossos campeonatos?

Bobagem minha.

Mas como pode o abecedário da bola, na base do ABCD, estar tão maravilhoso em nossos Brasileiros, se a Seleção Brasileira e nossos cartolas estão tão mal?

Marin está preso.

E parem de dizer e escrever que aquele apartamento dele com 200 metros quadrados no 41º andar do Trump Tower da Quinta Avenida de Nova York, vale só 2 milhões de dólares.

Ora, conheço quem compraria 50 apartamentos do mesmo padrão por essa quantia incompatível de Série Y em Manhattan, território de “jogo pesado”.

Ainda mais sendo um imóvel na cara do Central Park e com uma vista maravilhosa.

Vale por volta 8 a 10 milhões de dólares.

E os outros dirigentes?

Carlos Miguel Aidar também danificou a sua biografia.

Marco Polo Del Nero não aceita nem jogar truco aqui do lado no Paraguai.

Laor e Odílio são réus perante a Justiça espanhola na esteira da mal cheirosa venda de Neymar, um enigma.

Mesmo assim o Corinthians empolga, o Galo também, o Grêmio sem Felipão cresceu, o Santos sem dinheiro pós-Laor e Odílio virou competitivo e as outras séries estão lotando estádios.

Na Série B, Botafogo e Vitória vão voltar, sete times lutam por duas vagas, e nas esquecidas Séries C e D temos e tivemos emoções a mil com públicos recordes.

Vila Nova-GO, Lusa, Brasil de Pelotas, Fortaleza, Asa, Tupi-MG, Londrina, Confiança, Botafogo-RP, São Caetano, River-PI, Lajeadense, Caldense, Ypiranga-RS, Remo e Operário-PR empolgam e empolgaram seus torcedores nesta reta de chegada da temporada.

E com esses times todos tão abnegados viajando para todo lado neste Brasilzão de Deus!

Coisa que nosso Marco Polo definitivamente não gosta de fazer, ao contrário de seu xará famoso que tanto o fez há 800 anos.

O mesmo italiano Marco Polo que não inventou de fato o macarrão, mas o nosso Marco Polo adoraria reinventar a pizza.

Foto: UOL


Com trapalhadas do apito, Palmeiras passa pelo Inter e enfrenta o Flu nas semifinais da Copa do Brasil! São Paulo empata com o Vasco e também avança!
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Milton Neves

ze roberto x inter

Palmeiras 3 x 2 Internacional

Olha, até que não está faltando emoção no Campeonato Brasileiro deste ano, disputado pelo maldito sistema de pontozzz corridozzz.

Mas nada como uma boa rodada de mata-mata para a gente lembrar como é o verdadeiro futebol, não é mesmo?

Jogos emocionantes em São Paulo e em Porto Alegre, enquanto o confronto do Rio de Janeiro já estava praticamente decidido.

Na capital paulista, Palmeiras e Internacional fizeram um duelo eletrizante.

A equipe da casa fechou o primeiro tempo com um 2 a 0 conquistado até que com certa tranquilidade.

Porém… o segundo tento alviverde saiu numa penalidade completamente inexistente assinalada pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio.

E esse erro da arbitragem acabou influenciando diretamente no resultado do confronto, já que o Inter chegou a empatar a partida em 2 a 2 (resultado que o classificaria), mas acabou levando o gol da eliminação logo na sequência.

Mas é bom ressaltar que os palmeirenses também reclamam do apito, alegando possíveis irregularidades nos dois gols colorados.

Enfim, a fase da arbitragem brasileira é mesmo horrenda.

E, enquanto medidas urgentes não forem tomadas, mais confrontos importantes serão atrapalhados pelos “Homens de Preto”.

Paciência…

Na próxima fase, o Palmeiras encara o Fluminense.

Vasco 1 x 1 São Paulo

O primeiro tempo do Tricolor diante do Vasco chegou até a preocupar os são-paulinos.

Afinal, além de ter ido para o intervalo perdendo por 1 a 0, o time do Morumbi não mostrava nem um pouco de vontade em campo.

Mas, na etapa complementar, Juan Carlos Osorio colocou Paulo Henrique Ganso na partida, o São Paulo melhorou e ainda conseguiu terminar o jogo com um empate: 1 a 1.

Agora, o Tricolor espera o vencedor de Santos x Figueirense para saber quem enfrenta nas semifinais da Copa do Brasil.

Grêmio 1 x 1 Fluminense

Com uma partida muito boa de seu sistema defensivo, principalmente de Diego Cavalieri, o Fluminense conseguiu segurar o empate em 1 a 1 com o Grêmio e está nas semifinais da Copa do Brasil.

Já será efeito da chegada de Eduardo Baptista?

Ele já mostrou no Sport que entende do riscado, hein?

Opine!

Foto: UOL


A noite em que o Apito Amigo se fez Rei!
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Milton Neves

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Ele nasceu como “O Pai do Gol”: de repente, ao vivo, sem querer!

Chico Anysio sempre dizia: “A ideia surge a qualquer momento e nos mais improváveis. Então é hora de anotar de imediato porque ela é muito rápida e se deixar para depois não volta mais, já que você esquece”.

É um lema que serve para todo mundo.

Tem gente tão criativa que tem ideias até dormindo.

Nizan Guanaes, Fábio Fernandes e Washington Luís Olivetto devem ser assim.

Mas tem também quem sonhe comigo e com meu consagrado “Apito Amigo”, tendo pesadelos.

É o que sentem por pontiagudos e doloridos cotovelos.

Uns sorriem, outros debatem, xingam, rangem os dentes, não se conformam.

“O Pai do Gol” para José Silvério nasceu na Rádio Jovem Pan I AM.

Um dia passei a bola para ele dizendo: “Agora é você, “Pai do Gol”.

“Ouviu-se” um silêncio!

No pequeno “buraco” no ar, reagi dizendo: “Ué, isso é bom!”.

E Silvério, também de sopetão: “É ótimo e adorei”.

E ficou “para sempre”.

Ele tem algo perto de 25 anos.

Já o “Apito Amigo”, por sua vez, certamente com 15 anos de vida, foi concebido também ao vivo.

E no emblemático e conceitual “Debate Bola”, da Rede Record, uma dia após mais um erro de arbitragem, “provavelmente” pró-Corinthians.

Mesmo “Debate Bola” até hoje lembrado e copiado na hora do almoço, na aberta e na fechada.

Copiaram também o meu modelo de negócio: a ação de merchandising com pitadas de ironia e bom humor.

Além do próprio jornalismo-humorístico, porque são programas exibidos nos períodos em que os jovens estudantes, o maior público-alvo do horário, almoçam chegando ou indo para a escola.

Azedume gera traço e baixo faturamento, gente.

Uma bela fábrica de desempregos!

Mas desempregados estão ficando também árbitros e bandeiras.

Os ruins.

Uma “tantada” pegou gancho por erros primários no meio de semana e esgotaram seus estoques de equívocos.

E aí o “Apito Amigo” teve noite de consagração definitiva.

A hashtag #ApitoAmigo bateu recorde nacional com 174.000 menções no Twitter e foi para os “Trending Topics”.

E calcula-se outras 400.000 menções em que escreveram “Apito Amigo” com as duas palavras não precedidas por hashtag, o que impossibilta a empresa Twitter de quantificar exatamente quantas vezes a expressão foi escrita na internet.

Coisa espontânea dos indignados torcedores internautas de todo o Brasil!

Nunca se errou tanto em uma só noite em quatro jogos, daí tanta gente a se socorrer pelo “meu filho”.

Até Alexandre Kalil se referiu a ele.

Virou domínio público o “Apito Amigo”.

Falta só o Houaiss.

Mas nisso tudo não falta é um punhado de torcedores infelizes, reconhecidamente infelizes, ao quererem “me boicotar”.

Além de blogueiro… “Menor” que sempre se dizia meu ardoroso fã em encontros com meu filho jornalista, hoje empresário rural e imobiliário nacional e internacional.

E dispenso elogio hipócrita arrependido, viu, sujeito?

E por que são infelizes alguns de meus “fiéis corintianos”?

Faz 15 anos que, depois de qualquer das recorrentes trapalhadas do “Apito Amigo”, hoje sinônimo de TODO erro de arbitragem contra ou a favor de TODO e QUALQUER time, são só os corintianos a se unir contra mim.

E o que fazem?

Listam meus “trocentos” anunciantes de rádio, jornal, TV e internet e enviam cartas-padrão para eles dizendo: “Ou vocês tiram o patrocínio do Milton Neves ou nunca mais compramos seus produtos”.

E escrevem bobagens tipo “compramos de sua empresa faz 10, 15, 20 ou 45 anos e não vamos comprar mais se vocês não tirarem o patrocínio do Milton Neves”.

Só que mandam para um monte de jovens empresas que anunciam e crescem comigo que foram fundadas só há dois, cinco, seis, sete ou nove anos!?!?

Pode?

E quanta desinformação!

Porque se algum sair, arrumo outro.

Arrumo nada, procuram-me para ocupar o lugar.

Há anos que não prospecto anunciante, sou prospectado por eles.

Uma honra!

E viva o “Apito Amigo”, rei dos “Trending Topics”, “filho” de Milton Itaipu, uma Usina de Ideias.

Foto: Portal TT


Com ajuda da arbitragem, Palmeiras vence o Flamengo e volta a brigar pelo G-4
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Milton Neves

felipaio

Teve de tudo no jogo entre Palmeiras e Flamengo.

Mas tenho que destacar que o Flamengo foi garfado, pois sofreu dois pênaltis não marcados pelo árbitro.

O segundo foi vergonhoso, pois o goleiro Fernando Prass deveria ter sido expulso ao derrubar Guerrero dentro da área.

Ah, também teve gol. Jackson abriu o placar no início da partida.

No segundo tempo tivemos uma chuva de gols.

Ederson entrou no lugar de Jonas e com 10 minutos em campo marcou dois gols.

O Palmeiras empatou e “desvirou” o jogo, Samir (contra), Dudu e Alecsandro marcaram os gols.

O Palmeiras volta a vencer depois de sofrer três derrotas, mas vai perder novamente no próximo domingo, já que vai enfrentar o Galo Mais Lindo do Mundo.

Já o Flamengo, continua no meio da tabela e visita o São Paulo na próxima rodada.

O Placar moral é Palmeiras 4 x 4 Flamengo.

Foto: UOL


Bola na mão = pênalti é um novo 7 a 1 contra o Brasil
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Milton Neves

uebndel

Esses pênaltis não pênaltis que o Brasil inventou desde o ano passado são uma vergonha.

E a maldita palavra “interpretação” é o ato covarde para se escolher e justificar este ou aquele pênalti para esta ou aquela equipe.

E sempre a favor do Corinthians.

Contra, não se marca.

Certo, Uendel?

A favor, é na cal.

Quase sempre assim.

O coitado do Galo, operado na quinta-feira contra o Grêmio, é sempre outra vítima de pênaltis não marcados para si.

E os ex-árbitros, agora comentaristas?

Corporativistas, como Sálvio e Gaciba, sempre dão nota 10 para o colega ainda de apito na boca.

Marcado ou não o pênalti “bola na mão” ou “bola no braço”, o amigo do apito ainda no gramado tem sempre razão.

Certo é o Roger do SporTV, como Edmundo, que já esqueceu que foi jogador.

O que foi feito contra o Sport em Itaquera foi indecente.

Jogador de Recife, Rithelly, naquele jogo que moralmente foi 3 a 3, deu um carrinho na bola sem ter a mínima noção naquela hora de que tem cabeça, olhos, nariz, orelhas, pernas e… braços!!!

Ou seja, não tinha a mínima ideia do caminho e da futura trajetória da bola ao tentar impedir o perigo de gol do Corinthians.

Intenção zero de levar vantagem.

Aí, lotericamente, na base do inevitável ou do imponderável, a bola “resolveu” tocar na mão do Rithelly porque um destino ela teria que ter.

Rithelly não tinha, tem ou terá o poder de fazer desaparecer seus braços.

Aí, o confiável e bom Luiz Flávio de Oliveira inventou um pênalti “mandrake” e foi aplaudido pelos amiguinhos Gaciba e Sálvio.

O mesmo Sálvio Spínola Fagundes que validou aquele gol impedidíssimo de Ricardinho do Corinthians contra o Santos FC em 2001.

Luiz Flávio, de quem indevidamente os pernambucanos desconfiaram, trocou uma nota 10 de 95% do tempo de arbitragem por uma nota zero em rápidos minutos.

E no Cruzeiro 1 x 0 Flamengo, na quinta rodada do Brasileirão, em um lance igual ao da quarta-feira, Luiz Flávio optou por não dar pênalti para o Rubro-Negro no Mineirão.

Vai entender.

E na quinta-feira?

Estava 0 a 0 o jogão Galo x Grêmio, e Leonardo Silva chuta para o gol e, no caminho, o becão Erazo espalma quase à la Uendel do Corinthians, impede a passagem da bola, altera sua trajetória claramente, e nada de pênalti marcado.

Uma vergonha!

A juizada está perdidinha da Silva.

Culpa da omissa CBF, que não sabe orientar, determinar ou regulamentar para valer essa maldita lei que inventaram por aí.

Foi a Fifa?

Foi a “entidade” de Del Nero?

Tudo se fala, mas o certo é que está tudo errado.

E agora, mui justamente, os árbitros ameaçam uma greve porque o percentual que merecidamente teriam na renda de jogo via MP by Dilma, acabou sendo vetado.

Está aí um grande perigo para o Corinthians, um líder com três pontos indevidos e obtidos contra o São Paulo e contra o Sport.

Afinal, sem árbitros Tite não teria como escalar seu time.

Imagem: Thiago Tufano Silva/Portal TT

OPINE!!!


Qual time grande ou ex-grandão do Brasil é o “mais quebrado”?
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Milton Neves

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“É, torcida brasileira, a coisa tá feia”, diria Fiori Gigliotti.

O maior de todos, para mim, o São Paulo FC, vem “brilhando” no noticiário dos devedores.

Ou dos maus pagadores?

O empresário do distante Jorginho Paulista (?!?!?!?!) recebeu mais de R$ 1 milhão, na marra, na Justiça.

Pato levou o clube ao Poder Judiciário do trabalho e depois recuou.

O Orlando City, time ainda usando fraldas, aciona o tradicional clube brasileiro por dívidas pelo empréstimo de Kaká.

Lúcio também ganhou via Justiça e Luis Fabiano tem dinheiro a receber.

Enfim, é muito pepino.

Sem falar em atrasos pontuais de pagamento envolvendo quase todo mundo do atual elenco.

Mas quem não está atrasando?

Ou empurrando com a barriga?

O Santos FC, coitado, deverá ou poderá ser castigado como nas “10 pragas do Egito”, exagerando “um pouquinho”.

Foi o que Yahweh, Deus israelita, enviou pelas mãos de Moisés sobre os “faraós” Laor e Odílio para o Santos ser libertado de seus infelizes ex-condutores, como os hebreus do Egito.

Eles saíram muito tarde, mas deixaram terra arrasada, por incompetência, não por desonestidade, entendo.

E o Corinthians?

Xiiiii…

O tão sonhado estádio mosqueteiro virou um belo presente de grego.

E olha que grego não anda dando nada de bom para ninguém e nem pagando suas contas.

Emprestar para a Grécia é o mesmo que dar milho para bode: não há o que chegue!

E a chegada da desnecessária, inacabada e faraônica “monumental” Arena Itaquera, goleada em tudo pelo Allianz Parque, virou mesmo um belo “Cavalo de Tróia” introduzido nas hostes alvinegras.

É dívida para todo lado e falta de dinheiro para o time.

E jogador de futebol sem dinheiro é como peixe fora d’água.

Mas, enquanto Inter, Grêmio, Vasco (esse então…), Botafogo (esse entãoooooo…), Flamengo (como pode?) Fluminense sem Unimed, Galo, Cruzeiro, Bahia e Coritiba também devem bastante, temos (ufaaaaa…) um grande clube no azul.

Ou melhor, no verde!

É o Palmeiras do mecenas Paulo Nobre.

Presidente-torcedor fanático como foram o empresário Vicente Matheus no Corinthians e o rico Humberto D’ABronzo no XV de Piracicaba, Paulo Nobre oferece do bolso o que nenhum clube brasileiro tem: dinheiro, muito dinheiro!

E injeta o que é, foi e o que for preciso para seu time voltar ao passado tão brilhante.

E agora está conseguindo, após tanto chute errado e tanta má sorte também.

É o cartola mais apaixonado pelo seu clube que temos hoje no Brasil.

Mas seria bom pagar logo Antenor Angeloni, do Criciúma, outro presidente-torcedor, e dar um jeito de indenizar o “bobinho” do conselheiro Furlan “Valdivia”.

E creiam: a boa MP de dona Dilma só vai pagar o almoço porque a janta seguirá sem comida à mesa.

É tudo time grego: pega emprestado e não paga.

Os cartolas brasileiros não conhecem mesmo a velha máxima dos judeus Jacó, Levi, Israel, Naum e Moisés: “Prazo não presta, porque prazo vence”!

BRASIL

Avaí x Atlético-PR

Pra quem esperava um jogo morto, parado e sem graça, se enganou profundamente. Bastante movimentado, o duelo contou com grandes defesas dos goleiros, que foram muito exigidos.

O lindo gol de Marcos Guilherme abrilhantou ainda mais a partida, que só não foi mais bonita, porque o árbitro deixou de assinalar pênalti claríssimo para o Leão da Ressacada.

A bem da verdade, faltou criatividade e um passe mais refinado para o Avaí, que foi muito melhor do que o Furacão e conseguiu superar as adversidades com um gol quase salvador.

E com mais um tento do “endiabrado” Marcos Guilherme, o juiz resolveu aparecer de novo. Desta vez, marcou pênalti para os donos da casa, que desperdiçaram a chance de empatar.

Grêmio x Sport Recife

Está dando gosto assistir aos jogos do Sport, que vem fazendo um bom campeonato com grandes atuações. E contra o Grêmio, não foi diferente.

Os pernambucanos saíram perdendo, mas não deram sopa para o azar e empataram o confronto. E olha que o Tricolor Gaúcho melhorou e muito com a saída de Felipão, hein?

Tudo bem que foi ataque contra defesa e os gaúchos ficaram 83,44% no campo do adversário, mas não foram eficazes nos arremates.

Por outro lado, o time de Eduardo Baptista aproveitou as poucas chances que teve e conquistou um ponto importantíssimo. Destaque para Danilo Fernandes, o “Tim Howard brasileiro”.

Atlético-MG x Figueirense

Foi suado, muito suado! Mas com o “Galo Mais Lindo do Mundo” é assim, vitória na base da raça. O Figueirense até teve boas oportunidades e quase complicou a vida do time mineiro.

Mas logo de cara, o Atlético-MG partiu pra cima com boas e excessivas jogadas. Esse modo agressivo de atuar, típico da equipe comandada por Levir Culpi, já era o esperado.

Em contrapartida, os catarinenses tentavam apagar os ânimos do Galo, que tinha o ataque bloqueado e sofria com perigosos contragolpes, pois chegava com frequência à área do rival.

E as redes só foram balançar em cobrança de pênalti, convertida pelo argentino Lucas Pratto. Agora, corintiano, o sonho da liderança fica pra próxima!

Opine!!!


Na agricultura da bola, o adubo é o jogador. Técnico-fazendeiro qualquer um serve!
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Milton Neves

Dunga-Caipira

Escrevo de Guaxupé-MG.

A Cidade do Café viveu um fim de semana “frenético”.

Nunca tantos jatinhos e helicópteros foram vistos por aqui.

Governadores, senadores, deputados e empresários cafeeiros do Brasil e do exterior prestigiaram a inauguração das novas alas e da ultramoderna torrefação da “Unidade Japy” da Cooxupé, a maior cooperativa de café do mundo.

Raríssimos investidores chineses foram vistos como “ETs”, ao lado de gente de Nova York, Tóquio, Londres e Cingapura.

E não é que Varginha também fica no pedaço?

Como a sortuda “Fazenda do Ipê”, valorizada pela vizinhança com os milhões de dólares investidos pela Cooxupé em sua ampliação de instalações e de sua liderança mundial no setor.

Aqui é a terra de José Douglas Dallora, ex-presidente do São Paulo FC nos tempos em que o Tricolor nadava em dinheiro.

Hoje está “quebrado”.

Quem não está?

Qual clube brasileiro seria atualmente uma potência europeia?

Nenhum!

E vai piorar.

O Santos FC é o mais ameaçado.

Cansei de falar que o coitado que ganhasse as últimas eleições herdaria “terra arrasada”, by Laor e Odílio.

Pobre Modesto Roma.

Que pepino!

E vai piorar.

Ajudei a eleger, para não dizer que elegi sozinho, a dupla Laor e Odílio.

Hoje defendo o ” impeachment post mortem”, politicamente, dos dois em caso, se provado, de negligência, omissão e conivência no “Tema Neymar”.

A trapalhada internacional Vila Belmiro-Catalunha já provoca a formação de um grupo de réus tão grande que, pela quantidade, até parece coisa do “Petrolão”.

Eu disse parece.

Situação confusa, esquisita, preocupante…

E vai piorar, acho.

Na CBF também.

Os 500 mil dólares enviados pela Traffic de J. Háwilla para uma empresa fabricante de barcos estão sendo vistos como “batom na cueca” para o dono da “canoa”, furada.

“Batom na cueca”, uma criação novíssima do comentarista Mauro Beting.

E ganha uma cueca samba-canção quem adivinhar quem do mundo da bola adora ostentar singrando os mares.

E a tal “seleção de notáveis”?

Ora, dona CBF, “vá peidar n’água para fazer bolhinhas”, como é dito aqui no Sul de Minas, região-mãe da novelaça “O Rei do Gado”, do grande Benedito Ruy Barbosa.

Os tais “notáveis” são todos fracassados de ontem e hoje.

E a maioria torce contra Dunga.

Melhor seria chamarem Lula Pereira, Givanildo, Jair Picerni, Péricles Chamusca, Fito Neves, Roberto Cavalo, Joel Santana e Jair Pereira.

Infelizmente, Telê, Lula, Coutinho, Feola e Aymoré estão impossibilitados.

E para que técnico se não temos jogador?

É como iate no deserto.

Ou plantar café sem adubo.

Opine!!!


A folha seca de Didi, o Santos “quebrado” e o “Caso Neymar”!
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Milton Neves

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Canhota de Neymar já empata com a direita.

Com Pelé foi assim também e muito mais, é claro.

Coisas raras, mas muitos “direitos” igualmente melhoraram suas esquerdas.

Já o canhoto melhora a sua direita só em exatos 52.67%, no máximo.

Rivellino, genial, só fez um gol com a direita.

Foi no Maracanã, de sem pulo, de fora da área, pelo Fluminense.

O levantamento é do não menos genial Cláudio Scaff Zaidan, das Rádios Bandeirantes e Bradesco FM.

Zaidan, belo historiador e frio pesquisador, também decreta que Didi só fez um gol de “Folha Seca” na vida.

Ele “leu” todos os jogos de Didi pelo Flu, Botafogo, seleção, Real Madrid e São Paulo.

E viu e ouviu 42.87% deles.

O gol único foi naquela falta, contra o Peru, no Maracanã, pela eliminatória direta para a Copa de 1958.

Só dois jogos porque os cartolas burros não tinham descoberto ainda os direitos de TV e o marketing esportivo.

Lá, foi 1 a 1, com Índio empatando para o Brasil.

No Rio, na volta, estava um 0 a 0 chorado, no lotado Maracanã, quando Didi venceu o gigante negro Rafael Asca em cobrança de falta que Nelson Rodrigues imortalizou como “Chute de Folha Seca”.

É que uma folha seca levada pelo vento sempre tem destino improvável, impreciso, lotérico.

Estudei a trajetória da bola no chute de Didi em imagens claríssimas em 1994 quando apresentava o “Canal 100” pela finada TV Manchete.

À época, com assessoria de Narcizo Vernizzi, o homem do tempo, do sol, da chuva e dos ventos, e do onipresente Álvaro Paes Leme, da Rede Record e da Bradesco FM, concluímos que a bola ia fora, mas no caminho dela em direção ao gol “ia passando um vento noroeste” que alterou a sua trajetória.

E o goleiro Asca, o “Pássaro Negro” do Peru, até fica olhando para cima “xingando” o vento, após o gol.

Vento esportivo que foi também imortalizado pelo não menos célebre Roberto Drummond, o Nelson Rodrigues de Minas Gerais.

“Quando vejo uma camisa do Atlético Mineiro estendida no varal, torço contra o vento”.

E eu torço pelo esclarecimento do “Caso Neymar”.

Quase voz isolada contra a “doação” do jogador ao Barcelona, mesmo inicial e burramente tendo apoiado em minhas mídias a antecipação em um ano do vencimento do contrato do Pelezinho da Vila, vejo hoje que o assunto está cada vez mais mal cheiroso.

Não me surpreenderei se pintar no caso, entre tantos envolvidos nos dois extremos e entre tantos intermediários ou empresários do negócio, alguma “delação premiada”, algo tão em moda hoje no Brasil.

“Você quer chegar no ponto final de uma história? Então siga o caminho percorrido pelo dinheiro”, ensinam experientes investigadores internacionais.

Na ponta do comprador a polêmica fedida já virou “batom na cueca”.

Sandro Rosell, seu vice e o Barça, perante o MP e o fisco espanhóis, estão envolvidos ou enrolados até a medula.
A coisa vai chegar aqui?

Aguardemos.

Enquanto isso o quase falido Santos do coitado do Modesto Roma vai capengando tentando sair do buraco em que o clube se meteu pós-Laor-Odílio.

Na semana, outra bordoada no caixa da Vila.

O TJ-SP, por 3 a 0, decidiu que foram legais os contratos que Marcelo Teixeira assinou com a DIS vendendo à empresa jogadores como Wesley, Ganso, Andre e outros de “baciada” de uma molecada que, na maioria, sumiu.

Ou seja, ao invés de pagar à época o percentual da empresa quando da venda dos jogadores, a dupla Laor-Odílio preferiu “empurrar com a barriga” e entrar na Justiça contra os atos de Marcelo Teixeira.

Foram para o Poder Judiciário, postergaram os pagamentos e perderam.

Aliás, eles nada perderam porque agora quem perdeu, seis anos depois, foi o Santos, hoje com o CT Meninos da Vila sujeito à humilhante leilão judicial.

Justamente os dois cartolas que deviam ter se rebelado muitíssimo mais contra o não recebimento dos 55% dos direitos do Santos FC sobre os mais de 100 milhões de euros, o verdadeiro custo da transferência do “Menino de Ouro”, segundo autoridades espanholas.

Alegam que não sabiam e temos que acreditar porque eu também não sabia, ao contrário de Neymar pai e da ponta compradora.

E lembrar que Neymar, lá pelos fins de 2008, à época um “projeto de craque” como talvez um Victor Andrade, um Neilton ou um Gabigol, só não deixou o Santos e foi para o Real Madrid por R$ 5 milhões porque Neymar pai vendeu os 40% do filho para a DIS, que também micou, por enquanto, no mais nebuloso negócio da história do futebol.

Mas, tenho para mim, que esse jogo só está em seu primeiro tempo e que temos ainda muito esgoto para passar debaixo da ponte que liga Santos a Barcelona.

Foto: UOL