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Blog do Milton Neves

Categoria : Polêmicas


FIFA picareta: Vital Battaglia, o primeiro a denunciar!

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Foto: Marcos Júnior Micheletti/Portal TT

Saiu na mídia do mundo: mais 80 milhões de dólares embolsados em cinco anos pela “Trinca Fifista” Blatter, Valcke e Kattner!

Que trio fantástico de ataque ao dinheiro do futebol do mundo, hein?

Fora as outras “milhares” de rapinagens já descobertas até pelo FBI.

E, depois dessa, aumenta ainda mais minha saudade de Vital Battaglia, auto aposentado do jornal, do rádio, da TV e da internet.

Uma pena.

Ele foi o nosso primeiro algoz da FIFA, então “entidade santa”.

Que falta faz Battaglia!

Foi em 1975 que conheci pessoalmente e para valer a Vital Battaglia.

Ele já era estrela da mídia impressa há anos e de vez em quando participava no estúdio do “Jornal de Esportes”, de Cândido Garcia, na Rádio Jovem Pan I AM.

Naquele jornal, que já foi épico, Paulo Machado de Carvalho, humildemente serviu de padrinho de inauguração em 1973 na avenida Miruna, 713, Aeroporto.

Nele, eu era locutor-cuco: só podia dar a hora certa e não me era permitido fazer perguntas ao entrevistado no estúdio ou por telefone, algo então espécie de novidade, coisa rara.

“Você é ainda calça branca (novato), procure aprender que te deixo perguntar. Mas escreva a pergunta antes que verei se é boa ou simplória”, dizia sempre o saudoso Cândido Garcia, o Morcego, meu doce censor.

E Battaglia, quando aparecia, basicamente fazia perguntas “padrão Joaquim Barbosa”: só porrada!

Era o mais combativo jornalista esportivo do então top “Jornal da Tarde”, do Grupo Estado.

Ele foi levado para a Jovem Pan pelas mãos de Osmar Santos, no auge da carreira.

Osmar era um Neymar!

Antes, em 1973, Osmar me colocou também no futebol da emissora no lugar de Fausto Silva, hoje “Faustão”.

Virei o “Plantão Esportivo Permanente”, como reserva de Narciso Vernizzi.

Até então, era apenas repórter rodoviário aos sábados e domingos e setorista de trânsito no Detran e nas ruas de São Paulo, no início das manhãs e finais de tarde.

E aí veio para a equipe Vital Battaglia, contratado.

Logo de cara, sempre austero e azedo, o “Geraldo Bretas moderno, mais novo e erudito”, como eu o chamava, marcou território com seu “jornalismo investigativo”.

Como comentarista, no lugar de Leônidas da Silva, estreou no Parque Antártica, dia 9 de outubro de 1975, quinta-feira, naquele Corinthians 0 x 0 Sport do Recife, ao lado da novidade José Silvério, outro filho de Osmar Santos.

Substituto do curitibano Willy Gonser, que foi para Belo Horizonte, Silvério estreou “voando” e impressionou a Vital Battaglia: “Nunca a bola rolou tão rápido no rádio”, escreveu no Jornal da Tarde.

Mas aí, também em 1975, em rara entrevista ao vivo por telefone, o todo poderoso João Havelange foi confrontado por Battaglia ao final de seu primeiro ano como presidente da FIFA.

“A sua FIFA me lembra o Vaticano, antes duas entidades acima de quaisquer suspeitas, mas agora sustento que nem tudo é tão honesto. E pergunto se a FIFA não vem fazendo negociatas em direitos e patrocínios, e até conchavos políticos que o elegeram no lugar de Sir Stanley Rous, sem parceiro, no ano passado”, perguntou na lata.

Havelange, antes de bater o telefone, encerrando a entrevista, só respondeu que “quem é o maior acionista da Viação Cometa não precisa e não faz negociata financeira ou conchavos”.

Assustado com aquilo, o “calça branca” aqui “brigou” fora do ar com Battaglia: “Você é muito bom, mas foi desrespeitoso com o homem. A FIFA é muito séria, como o Vaticano”, disse a ele.

Battaglia, com aqueles lábios de italiano tipo “boca de cabrito”, resmungou que eu precisava crescer.

Ele tinha razão, e como tinha, e hoje pergunto se Stanley Rous e Havelange não fizeram um acordo para o Brasil não ganhar a Copa de 1966 e “estragar o produto Copa do Mundo”, que seria desvalorizado com nossa seleção tri em 58, em 62, em 66 e fazendo o Mundial “ perder a graça”?

Sei lá, mas a verdade é que um cartola (Havelange) sucedeu o outro (Stanley Rous) na segunda Copa seguinte e o Brasil “jogou mesmo” para perder a Copa de 66, “não é possível”!

É “a única explicação” para a seleção brasileira ter viajado para Liverpool sem o ícone e dispensado Paulo Machado de Carvalho, por ciúmes de Havelange, e sem Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Roberto Dias, Dino Sani, Rivellino, Servílio e Ademir da Guia.

Foram só veteranos superados, jogadores comuns como Fidélis, uns bons como Gérson, Lima e Tostão, ao lado do baleado Pelé e de um magistral Edu, não escalado.

Jogamos para perder, Vital Battaglia?

Mas duro mesmo foi o jornalismo ter perdido você!

Opine!!!


O atual Boca é comum, o São Paulo também. E viva o Maicon!

Gol de Maicon foi decisivo para continuidade do São Paulo na Libertadores

Foto: UOL

Deveria saber e não sabia.

Maicon, o nosso melhor beque-beque atuando aqui ou fora, foi do Cruzeiro e estava meio que escondido em Portugal.

Quem o trouxe?

Quem o bancou?

Que contratação!

Sozinho, Maicon já teve melhor custo-benefício para o São Paulo do que os “800” jogadores que Alexandre Mattos levou para o Palmeiras, torrando uma tonelada de verdinhas pelo Verdão.

Só que nem seu padrinho tricolor acreditava em vida longa do time na Libertadores.

Daí o contrato de Maicon vai só até 30 de junho.

Agora, com o Corinthians de olho nele, a contratação em definitivo ficou bem difícil.

Até porque o FC do Porto também sacou que estava perdendo um zagueiraço a ser ainda muito valorizado.

E como português de burro não tem nada, a turma da terra do nobre vinho-licor já bem sabe que sua joia logo estará na Seleção Brasileira e aí seu prestígio e valor subirão de Pêra-Manca para Barca Velha, outros dois craques da vinicultura portuguesa.

Maicon, além de “goleiro”, de artilheiro e versátil, é um zagueiro com cara de zagueiro intimidador, tem habilidade e a liderança natural e típica dos antigos donos da mítica camisa 3.

Está aí, Dunga, a colher de chá que o São Paulo te deu e que você também não soube ver.

Já que você não gosta mesmo do soberbo Thiago Silva, chega de beques que têm mais fama do que bola, tipo David Luiz.

E nossa Libertadores, hein?

Sobrou só o São Paulo, o pior dos cinco brasileiros na pré-análise de 11 de cada 12 comentaristas esportivos.

Estão vendo mais uma vez como o imponderável é o grande oxigênio da bola e fundamental para a eterna liderança do futebol diante de todas as outras modalidades esportivas?

As classificações épicas de Boca Juniors e Atlético Nacional na quinta-feira também atestam isso.

Já em Belo Horizonte, pela “lógica”, daria Galo, o melhor elenco da América do Sul.

Mas com o mico Robinho hoje só cumprindo tabela, um Lucas Pratto nota 1, Leonardo Silva e Erazo pulando a grossura de uma gillette, Dátolo machucado, Victor catando borboletas e o péssimo Diego Aguirre enxergando tanto quando Ray Charles, a seleção alvinegra de Minas ficou pelo caminho.

E eu disse há mais de 20 dias que Aguirre, independentemente do resultado diante do clube do Morumbi, deixaria o Galo e Marcelo Oliveira assumiria o seu lugar.

Não deu outra!

Agora vêm aí os temíveis argentinos, os ótimos colombianos, os aguerridos mexicanos do Pumas ou os entusiasmados jogadores do Independiente del Valle do novo futebol equatoriano.

O São Paulo, de novo, é o pior dos semifinalistas e vai enfrentar o milagroso e compacto Atlético Nacional de Medellín, apostando mais uma vez na imprevisibilidade do futebol.

Afinal, o que é mais uma zebra a pastar no velho Morumbi deste São Paulo que, nem de longe, imaginava que poderia ser campeão de novo da Libertadores em meio a sua impressionante crise ética, política e técnica?

E já pensaram numa final inédita entre Boca e São Paulo?

Dois grandes campeões de tudo, atualmente com elencos nota 5,97.

Nesta hipotética final, apostaria no São Paulo, porque zebra boa, mas boa mesmo, é aquela que pasta do começo ao fim, livrando-se das terríveis investidas dos leões, leoas, leopardos, hienas e de outros predadores da savana.

Mas cuidado com o Boca, mesmo hoje com um time dos mais “inofensivos”.

É que time argentino bom, mas bom mesmo, é time argentino eliminado.

OPINE!!!


Tite, não hipócrita, quer e irá! É só chamar!

Tite - Foto UOL

Foto: UOL

Hipocrisia é grande mal da humanidade.

Em todos os setores de atividade humana.

Amizades falsas.

Abraços pela frente.

Punhaladas por trás.

Futricas.

Igrejinhas de inseguros.

Fofocas.

Alianças espúrias.

Inveja.

Maledicências.

Patrulhamentos.

O bom patrulheiro é sempre um invejoso visceral, fiel, contumaz, determinado.

Um sofredor diário.

Pesquisador e torcedor do mal.

No mundo inteiro.

Acaba dilacerado em suas entranhas por produção incessante de veneno no organismo.

Antes, “em nome da classe”, seja ela qual for, destila todo seu ódio contra os bem-sucedidos de uma de suas profissões, sem jamais defender ou empregar semelhantes.

Mesmo sendo a principal delas a de “cortejador em seu país de quem está no poder”, seja de qual ideologia for, mas desde que cargos obtenha para apadrinhados.

Depois, reparte-se, com ou sem brigas, verificou-se em grandes escândalos políticos do planeta, tipo o Petrolão.

Nele, indicadores e indicados vivem se contradizendo e se digladiando em intermináveis depoimentos.

É regra mundial.

E neste mundo tão hipócrita, também em nosso cantinho do futebol, o gaúcho Adenor Leonardo Bacchi, conhecido pelo comum apelido de Tite, é uma pessoa incomum.

Competente, honesto, ético por completo, transparente, não hipócrita, não traíra, não invejoso, não patrulheiro, unanimidade nacional e melhor treinador do Brasil faz uns 10 anos.

Odiando acertos e conchavos, nunca atingiu o topo: a Seleção!

Ele anda dizendo que entre o Corinthians e a CBF prefere o gigante de Itaquera.

E vocês queriam o quê?

Que ele virasse o Temer da bola?

Ou que ele dissesse que anda louco para tomar o lugar de Dunga como Felipão 7 a 1 tomou do ruim Mano?

Mano, no entanto, que jamais faria o papelão de Felipão-2014!

Não, é claro que Tite pisa em ovos e anda usando em 100% o seu raro português de “Águia de Haia dos Pampas” (SuperTécnico-2000, na Band) e descarta a Seleção.

Ele não mente, é apenas cauteloso, ético, paciente e observador.

E sabe que a Seleção não tem como fugir dele com o iminente “Impeachment Popular e Técnico” de Dunga.

No dia 25 de janeiro de 2012 disse a mim, a Vitor Guedes, a Eduardo Barão e a Alex Muller, em “Mesa Redonda” da Rádio Band News FM no Mercadão da Cantareira, que “quem ganha o Paulistão, o Brasileirão, a Libertadores e o Mundial acaba mesmo na Seleção”.

E disse mais: “Se eu ganhar tudo isso, serei merecedor do cargo principal de nosso futebol, a Seleção! E quero chegar lá!”, frisou.

E hoje, além de ter ganho tudo que almejava, agregou muita experiência e enorme reconhecimento de todos os torcedores do Brasil.

Eu disse TODOS!

Assim, é só esperar.

Antes, ele seguirá em seu nobre dia a dia “esquivando-se” da Seleção, mas, merecidamente, se demitirem mesmo o Dunga, e logo, Tite assumirá!

É certeza!

Eu garanto!

E deixemos de hipocrisia.

OPINE!!!


Com ajuda do Apito, Corinthians vence o Coritiba e “comemora” o título do Brasileirão com sua torcida. No Sul, Ponte Preta é vítima de vitória imoral do Internacional

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Corinthians 2 x 1 Coritiba: logo no começo do jogo aconteceu um lance “inusitado” em Itaquera, pênalti para o Corinthians.

Jadson converteu a cobrança e anotou o centésimo gol do Corinthians no Itaquerão.

Poucos minutos depois, o lateral-direito do Corinthians colocou a mão na bola dentro de sua área e o árbitro nada marcou.

Ou seja, o Coxa foi operado duas vezes. Assim fica fácil ser campeão, hein?

Com ajuda do Apito Amigo, o valente time do Coxa  foi derrotado.

Negueba marcou para o Coritiba, mas o atacante Lucca entrou e garantiu a vitória do Timão.

Agora, o Corinthians torce para um tropeço do Galo amanhã, para poder oficializar a conquista de mais um Brasileirão, o sexto em sua história.

Internacional 1 x 0 Ponte Preta:  com um gol legal, mas imoral, o Internacional venceu a Ponte Preta.

A equipe da Macaca colocou a bola para fora, para que um jogador recebesse atendimento e o Inter, a pedido do Argel, não devolveu a pelota e o gol saiu no lance seguinte, em um belo chute do atacante Vitinho.

Faltou fair play. Que feio hein, Inter?

Vai colocar esse lance no DVD?

Atlético-PR 2 x 1 Avaí: sem motivação na tabela, o Furacão venceu o Avaí com certa tranquilidade.

Sidcley e Walter marcaram para o Atlético e Anderson Lopes descontou para o Avaí.

Fluminense 2 x 3 Chapecoense: de virada, o Time de Santa Catarina venceu o Tricolor e mostrou que vai permanecer na Série em 2016.

Gustavo Escarpa e Jean marcaram para o Fluminense e Túlio de Melo, Thiego e Camilo anotaram para a Chapecoense.

Série B

Bahia 1 x 2 Santa Cruz

Macaé 0 x 2 Vitória

Criciúma 1 x 0 Botafogo

Náutico 2 x 0 Paraná

Sampaio Corrêa 1 x 1 Oeste

CRB 4 x 1 Atlético-GO

Imagem: reprodução


Santos volta a humilhar o “freguês” São Paulo e está na final da Copa do Brasil. Palmeiras vence o Fluminense e garante o vice-campeonato. Na Sul-Americana, brasileiros ficam pelo caminho

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O Doriva é gente boa e bem intencionado, mas está completamente perdido. O Santos engoliu, tal qual a baleia de Jonas, o pequeno São Paulo.

Precisando golear o Santos, o técnico do São Paulo cometeu suicídio futebolístico ao ir para cima do talentoso time do Peixe.

Merecendo a titularidade da Seleção Brasileira, Lucas Lima só não fez chover na Vila Belmiro.

O camisa 20 com a alma de 10 participou dos três gols do Santos, que foram marcados por Ricardo Oliveira (2) e Marquinhos Gabriel.

Michel Bastos descontou para o São Paulo. Placar geral, 6 x 2.

Doriva tirou Luis Fabiano ainda no primeiro e substituiu o “lesionado” Rogério Ceni no intervalo.

Torcedor do São Paulo, não se surpreenda se o São Paulo terminar o ano com Falcão ou Muricy Ramalho como técnico.

Agora, o Santos está com uma mão e meia na taça, enquanto o São Paulo vai lutar por uma vaga no G-4 do Brasileirão.

Que fase, hein, Tricolor?

Palmeiras 2 x 1 Fluminense

O Palmeiras mostrou o peso de sua camisa e com poucos minutos de jogo marcou dois gols no Fluminense.

Lucas Barrios marcou duas vezes e foi ovacionado pela torcida do Palmeiras.

Fred descontou para o Tricolor e o jogo foi para os pênaltis.

Nos penais, o Verdão levou a melhor e avançou na Copa do Brasil.

Com o vice-campeonato garantido, já que vai perder os dois jogos para o Santos, o Palmeiras precisa focar na briga pelo G-4 do Brasileirão.

Chapecoense 2  x 1  River Plate

O valente time da Chapecoense lutou muito, mas não foi páreo para o experiente River Plate.

Bruno Rangel marcou duas vezes, mas Carlos Sánchez descontou para o time argentino.

Como o jogo na Argentina foi 3 x 1 para os donos da casa, a equipe brasileira “bateu na trave”.

Sportivo Luqueño 2 x o Atlético-PR

Após vencer o Sportivo Luqueño por 1 x 0 no Brasil, o Furacão foi ao Paraguai e perdeu por 2 x 0.

José Leguizamón e Jorge Ortega marcaram os gols da partida.

Com a eliminação da Copa Sul-Americana, o Atlético-PR “cumpre tabela” no Campeonato Brasileiro e já pensa em 2016.

Foto: UOL


ABCD: Brasileiros bombando, viva o macarrão e xô, pizza!

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Estou jogando minha pequena toalha.

Não pude em 2015 meter o pau nos “pontozzzzz morridozzzzz…”.

Foi e está sendo um sucesso o nosso futebol pós-Felipão-7 a 1.

E é paradoxal.

Mesmo com tanto cartola ruim e com o brutal apequenamento de nossa Seleção.

Fizemos uma Copa pífia, vergonhosa, inesquecível.

E o defunto ainda não esfriou.

Levará séculos.

Pobre Barbosa, o sem culpa.

Bem feito para Felipão, que enterrou sua biografia.

Quem mandou ser carreirista e tomar o lugar do mediano Mano?

Pelé não disputou em 1974 a Copa da Alemanha para manter sua coroa no lugar, e Felipão deveria ter se contentado com 2002.

Tiro no pé.

E em 400 milhões de todos os nossos pés.

Hoje Felipão está na China mais trilionário do que nunca.

China que recebeu em 1.271 o mítico veneziano Marco Polo.

Aos 17 anos ele se mandou para lá, lutou contra Kublai Khan, neto de Gêngis Khan, e teria inventado o macarrão.

Só que não é verdade.

250 anos antes o italiano macarrão já existia conforme escreveu Martino Corno no livro “Vermicelli e Maccaroni Siciliani”.

Mas ele desbravou o mundo e adorava viajar.

Foi um Marco Polo internacional!

Já o nosso Marco Polo…

E será que a sua auto-reclusão na CBF e no Brasil está dando sorte aos nossos campeonatos?

Bobagem minha.

Mas como pode o abecedário da bola, na base do ABCD, estar tão maravilhoso em nossos Brasileiros, se a Seleção Brasileira e nossos cartolas estão tão mal?

Marin está preso.

E parem de dizer e escrever que aquele apartamento dele com 200 metros quadrados no 41º andar do Trump Tower da Quinta Avenida de Nova York, vale só 2 milhões de dólares.

Ora, conheço quem compraria 50 apartamentos do mesmo padrão por essa quantia incompatível de Série Y em Manhattan, território de “jogo pesado”.

Ainda mais sendo um imóvel na cara do Central Park e com uma vista maravilhosa.

Vale por volta 8 a 10 milhões de dólares.

E os outros dirigentes?

Carlos Miguel Aidar também danificou a sua biografia.

Marco Polo Del Nero não aceita nem jogar truco aqui do lado no Paraguai.

Laor e Odílio são réus perante a Justiça espanhola na esteira da mal cheirosa venda de Neymar, um enigma.

Mesmo assim o Corinthians empolga, o Galo também, o Grêmio sem Felipão cresceu, o Santos sem dinheiro pós-Laor e Odílio virou competitivo e as outras séries estão lotando estádios.

Na Série B, Botafogo e Vitória vão voltar, sete times lutam por duas vagas, e nas esquecidas Séries C e D temos e tivemos emoções a mil com públicos recordes.

Vila Nova-GO, Lusa, Brasil de Pelotas, Fortaleza, Asa, Tupi-MG, Londrina, Confiança, Botafogo-RP, São Caetano, River-PI, Lajeadense, Caldense, Ypiranga-RS, Remo e Operário-PR empolgam e empolgaram seus torcedores nesta reta de chegada da temporada.

E com esses times todos tão abnegados viajando para todo lado neste Brasilzão de Deus!

Coisa que nosso Marco Polo definitivamente não gosta de fazer, ao contrário de seu xará famoso que tanto o fez há 800 anos.

O mesmo italiano Marco Polo que não inventou de fato o macarrão, mas o nosso Marco Polo adoraria reinventar a pizza.

Foto: UOL


Com trapalhadas do apito, Palmeiras passa pelo Inter e enfrenta o Flu nas semifinais da Copa do Brasil! São Paulo empata com o Vasco e também avança!

ze roberto x inter

Palmeiras 3 x 2 Internacional

Olha, até que não está faltando emoção no Campeonato Brasileiro deste ano, disputado pelo maldito sistema de pontozzz corridozzz.

Mas nada como uma boa rodada de mata-mata para a gente lembrar como é o verdadeiro futebol, não é mesmo?

Jogos emocionantes em São Paulo e em Porto Alegre, enquanto o confronto do Rio de Janeiro já estava praticamente decidido.

Na capital paulista, Palmeiras e Internacional fizeram um duelo eletrizante.

A equipe da casa fechou o primeiro tempo com um 2 a 0 conquistado até que com certa tranquilidade.

Porém… o segundo tento alviverde saiu numa penalidade completamente inexistente assinalada pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio.

E esse erro da arbitragem acabou influenciando diretamente no resultado do confronto, já que o Inter chegou a empatar a partida em 2 a 2 (resultado que o classificaria), mas acabou levando o gol da eliminação logo na sequência.

Mas é bom ressaltar que os palmeirenses também reclamam do apito, alegando possíveis irregularidades nos dois gols colorados.

Enfim, a fase da arbitragem brasileira é mesmo horrenda.

E, enquanto medidas urgentes não forem tomadas, mais confrontos importantes serão atrapalhados pelos “Homens de Preto”.

Paciência…

Na próxima fase, o Palmeiras encara o Fluminense.

Vasco 1 x 1 São Paulo

O primeiro tempo do Tricolor diante do Vasco chegou até a preocupar os são-paulinos.

Afinal, além de ter ido para o intervalo perdendo por 1 a 0, o time do Morumbi não mostrava nem um pouco de vontade em campo.

Mas, na etapa complementar, Juan Carlos Osorio colocou Paulo Henrique Ganso na partida, o São Paulo melhorou e ainda conseguiu terminar o jogo com um empate: 1 a 1.

Agora, o Tricolor espera o vencedor de Santos x Figueirense para saber quem enfrenta nas semifinais da Copa do Brasil.

Grêmio 1 x 1 Fluminense

Com uma partida muito boa de seu sistema defensivo, principalmente de Diego Cavalieri, o Fluminense conseguiu segurar o empate em 1 a 1 com o Grêmio e está nas semifinais da Copa do Brasil.

Já será efeito da chegada de Eduardo Baptista?

Ele já mostrou no Sport que entende do riscado, hein?

Opine!

Foto: UOL


A noite em que o Apito Amigo se fez Rei!

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Ele nasceu como “O Pai do Gol”: de repente, ao vivo, sem querer!

Chico Anysio sempre dizia: “A ideia surge a qualquer momento e nos mais improváveis. Então é hora de anotar de imediato porque ela é muito rápida e se deixar para depois não volta mais, já que você esquece”.

É um lema que serve para todo mundo.

Tem gente tão criativa que tem ideias até dormindo.

Nizan Guanaes, Fábio Fernandes e Washington Luís Olivetto devem ser assim.

Mas tem também quem sonhe comigo e com meu consagrado “Apito Amigo”, tendo pesadelos.

É o que sentem por pontiagudos e doloridos cotovelos.

Uns sorriem, outros debatem, xingam, rangem os dentes, não se conformam.

“O Pai do Gol” para José Silvério nasceu na Rádio Jovem Pan I AM.

Um dia passei a bola para ele dizendo: “Agora é você, “Pai do Gol”.

“Ouviu-se” um silêncio!

No pequeno “buraco” no ar, reagi dizendo: “Ué, isso é bom!”.

E Silvério, também de sopetão: “É ótimo e adorei”.

E ficou “para sempre”.

Ele tem algo perto de 25 anos.

Já o “Apito Amigo”, por sua vez, certamente com 15 anos de vida, foi concebido também ao vivo.

E no emblemático e conceitual “Debate Bola”, da Rede Record, uma dia após mais um erro de arbitragem, “provavelmente” pró-Corinthians.

Mesmo “Debate Bola” até hoje lembrado e copiado na hora do almoço, na aberta e na fechada.

Copiaram também o meu modelo de negócio: a ação de merchandising com pitadas de ironia e bom humor.

Além do próprio jornalismo-humorístico, porque são programas exibidos nos períodos em que os jovens estudantes, o maior público-alvo do horário, almoçam chegando ou indo para a escola.

Azedume gera traço e baixo faturamento, gente.

Uma bela fábrica de desempregos!

Mas desempregados estão ficando também árbitros e bandeiras.

Os ruins.

Uma “tantada” pegou gancho por erros primários no meio de semana e esgotaram seus estoques de equívocos.

E aí o “Apito Amigo” teve noite de consagração definitiva.

A hashtag #ApitoAmigo bateu recorde nacional com 174.000 menções no Twitter e foi para os “Trending Topics”.

E calcula-se outras 400.000 menções em que escreveram “Apito Amigo” com as duas palavras não precedidas por hashtag, o que impossibilta a empresa Twitter de quantificar exatamente quantas vezes a expressão foi escrita na internet.

Coisa espontânea dos indignados torcedores internautas de todo o Brasil!

Nunca se errou tanto em uma só noite em quatro jogos, daí tanta gente a se socorrer pelo “meu filho”.

Até Alexandre Kalil se referiu a ele.

Virou domínio público o “Apito Amigo”.

Falta só o Houaiss.

Mas nisso tudo não falta é um punhado de torcedores infelizes, reconhecidamente infelizes, ao quererem “me boicotar”.

Além de blogueiro… “Menor” que sempre se dizia meu ardoroso fã em encontros com meu filho jornalista, hoje empresário rural e imobiliário nacional e internacional.

E dispenso elogio hipócrita arrependido, viu, sujeito?

E por que são infelizes alguns de meus “fiéis corintianos”?

Faz 15 anos que, depois de qualquer das recorrentes trapalhadas do “Apito Amigo”, hoje sinônimo de TODO erro de arbitragem contra ou a favor de TODO e QUALQUER time, são só os corintianos a se unir contra mim.

E o que fazem?

Listam meus “trocentos” anunciantes de rádio, jornal, TV e internet e enviam cartas-padrão para eles dizendo: “Ou vocês tiram o patrocínio do Milton Neves ou nunca mais compramos seus produtos”.

E escrevem bobagens tipo “compramos de sua empresa faz 10, 15, 20 ou 45 anos e não vamos comprar mais se vocês não tirarem o patrocínio do Milton Neves”.

Só que mandam para um monte de jovens empresas que anunciam e crescem comigo que foram fundadas só há dois, cinco, seis, sete ou nove anos!?!?

Pode?

E quanta desinformação!

Porque se algum sair, arrumo outro.

Arrumo nada, procuram-me para ocupar o lugar.

Há anos que não prospecto anunciante, sou prospectado por eles.

Uma honra!

E viva o “Apito Amigo”, rei dos “Trending Topics”, “filho” de Milton Itaipu, uma Usina de Ideias.

Foto: Portal TT


Com ajuda da arbitragem, Palmeiras vence o Flamengo e volta a brigar pelo G-4

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Teve de tudo no jogo entre Palmeiras e Flamengo.

Mas tenho que destacar que o Flamengo foi garfado, pois sofreu dois pênaltis não marcados pelo árbitro.

O segundo foi vergonhoso, pois o goleiro Fernando Prass deveria ter sido expulso ao derrubar Guerrero dentro da área.

Ah, também teve gol. Jackson abriu o placar no início da partida.

No segundo tempo tivemos uma chuva de gols.

Ederson entrou no lugar de Jonas e com 10 minutos em campo marcou dois gols.

O Palmeiras empatou e “desvirou” o jogo, Samir (contra), Dudu e Alecsandro marcaram os gols.

O Palmeiras volta a vencer depois de sofrer três derrotas, mas vai perder novamente no próximo domingo, já que vai enfrentar o Galo Mais Lindo do Mundo.

Já o Flamengo, continua no meio da tabela e visita o São Paulo na próxima rodada.

O Placar moral é Palmeiras 4 x 4 Flamengo.

Foto: UOL


Bola na mão = pênalti é um novo 7 a 1 contra o Brasil

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Esses pênaltis não pênaltis que o Brasil inventou desde o ano passado são uma vergonha.

E a maldita palavra “interpretação” é o ato covarde para se escolher e justificar este ou aquele pênalti para esta ou aquela equipe.

E sempre a favor do Corinthians.

Contra, não se marca.

Certo, Uendel?

A favor, é na cal.

Quase sempre assim.

O coitado do Galo, operado na quinta-feira contra o Grêmio, é sempre outra vítima de pênaltis não marcados para si.

E os ex-árbitros, agora comentaristas?

Corporativistas, como Sálvio e Gaciba, sempre dão nota 10 para o colega ainda de apito na boca.

Marcado ou não o pênalti “bola na mão” ou “bola no braço”, o amigo do apito ainda no gramado tem sempre razão.

Certo é o Roger do SporTV, como Edmundo, que já esqueceu que foi jogador.

O que foi feito contra o Sport em Itaquera foi indecente.

Jogador de Recife, Rithelly, naquele jogo que moralmente foi 3 a 3, deu um carrinho na bola sem ter a mínima noção naquela hora de que tem cabeça, olhos, nariz, orelhas, pernas e… braços!!!

Ou seja, não tinha a mínima ideia do caminho e da futura trajetória da bola ao tentar impedir o perigo de gol do Corinthians.

Intenção zero de levar vantagem.

Aí, lotericamente, na base do inevitável ou do imponderável, a bola “resolveu” tocar na mão do Rithelly porque um destino ela teria que ter.

Rithelly não tinha, tem ou terá o poder de fazer desaparecer seus braços.

Aí, o confiável e bom Luiz Flávio de Oliveira inventou um pênalti “mandrake” e foi aplaudido pelos amiguinhos Gaciba e Sálvio.

O mesmo Sálvio Spínola Fagundes que validou aquele gol impedidíssimo de Ricardinho do Corinthians contra o Santos FC em 2001.

Luiz Flávio, de quem indevidamente os pernambucanos desconfiaram, trocou uma nota 10 de 95% do tempo de arbitragem por uma nota zero em rápidos minutos.

E no Cruzeiro 1 x 0 Flamengo, na quinta rodada do Brasileirão, em um lance igual ao da quarta-feira, Luiz Flávio optou por não dar pênalti para o Rubro-Negro no Mineirão.

Vai entender.

E na quinta-feira?

Estava 0 a 0 o jogão Galo x Grêmio, e Leonardo Silva chuta para o gol e, no caminho, o becão Erazo espalma quase à la Uendel do Corinthians, impede a passagem da bola, altera sua trajetória claramente, e nada de pênalti marcado.

Uma vergonha!

A juizada está perdidinha da Silva.

Culpa da omissa CBF, que não sabe orientar, determinar ou regulamentar para valer essa maldita lei que inventaram por aí.

Foi a Fifa?

Foi a “entidade” de Del Nero?

Tudo se fala, mas o certo é que está tudo errado.

E agora, mui justamente, os árbitros ameaçam uma greve porque o percentual que merecidamente teriam na renda de jogo via MP by Dilma, acabou sendo vetado.

Está aí um grande perigo para o Corinthians, um líder com três pontos indevidos e obtidos contra o São Paulo e contra o Sport.

Afinal, sem árbitros Tite não teria como escalar seu time.

Imagem: Thiago Tufano Silva/Portal TT

OPINE!!!