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Blog do Milton Neves

Categoria : Fifa


Blatter não resiste e assina a mais espetacular e justa renúncia da história do futebol! Agora é a sua vez, Del Nero?

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FOTO: AFP PHOTO / NELSON ALMEIDA / RETIRADA DO PORTAL UOL

E mais uma bomba agitou o mundo do futebol nesta terça-feira.

Joseph Blatter, reeleito presidente da Fifa na semana passada, colocou a sua função à disposição.

“Embora os membros da Fifa tenham me reelegido presidente, não pareço estar sendo apoiado pelo mundo do futebol. Jogadores, clubes, que inspiram a vida no futebol. É por isso que eu vou convocar um congresso extraordinário e colocar minha função à disposição. Um novo presidente será eleito para me suceder. Vou continuar a exercer minha função como presidente até um novo presidente ser escolhido”, disse Blatter, em entrevista coletiva na sede da entidade máxima do futebol, em Zurique.

Foi a mais espetacular e justa renúncia da história do futebol mundial, tendo em vista todos os recentes acontecimentos envolvendo mandatários do esporte bretão.

E agora, Del Nero, parece que a sua vez está chegando, não é mesmo?

Opine!


Pior do que o 7 a 1 da Copa é o suíço 171 de 2015

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Nero botou fogo em Roma, mas não fugiu.

Louco, ainda cantou, tocou lira, se regozijou e, deliciado, não parou em nenhum instante de observar sua “bela obra”.

Del Nero fez diferente e não esteve à altura de seu xará romano, aquele que até a mãe Agripina mandou matar.

Vendo a viola em cacos com Zurique em chamas, deu no pé.

Abandonou o campo, seu voto, seu amiguinho Blatter e o “pobre” ex-presidente da CBF, um monoglota octogenário.

Mentor político-esportivo do preso José Maria Marin, a quem usou como trampolim para assumir a presidência da CBF pós-Copa, Del Nero fugiu da Suíça e nem se lixou para o parceiro de “tantas lutas”.

Como advogado, tinha total obrigação de permanecer na Suíça, não para honrar seu cargo junto à Fifa, mas para apoio pessoal, moral e jurídico ao destruído Marin, sua obediência útil.

Del Nero era o arco e, Marin, a flecha.

O cartola Del Nero consultou o próprio advogado criminalista Dr. Del Nero e “os dois” acharam melhor optar pela fuga e não pela perigosa proximidade e “companhia” do FBI.

Mas nada adiantará porque a sangria, a CPI, as punições, acusações e o cargo perdido serão inevitáveis.

E J. Hawilla?

Tenho por ele enorme e tão reiterado agradecimento público em gratidão retroativa localizada entre os anos de 1999 e 2001.

Foram os três anos do “SuperTécnico” da Band!

Minha carreira tem dois marcos: até o “Terceiro Tempo” na Rádio Jovem Pan em 1982 e até o emblemático “SuperTécnico” do projeto Band-Traffic, na Rede Bandeirantes de Televisão, em 1999.

Ali, saí da Série B ou C para a Série A, permitam-me.

E quem criou o “SuperTécnico” foi a dupla de sócios J. Hawilla e Ruy Brisolla, falecido em 4 de setembro de 2001.

Óbvio que não se trata de defesa de ninguém, por tão inocente, inócua e desimportante que seria.

Réu confesso é o máximo da culpa consentida e provada.

Mas virar as costas, fingir e ignorar alguém que profissionalmente te fez tanto bem, nesta hora não difícil, mas perdida, é coisa de covarde, de oportunista e de ingrato.

E sempre cultuei que a “gratidão é a primeira virtude do homem e base de todas as demais”, como escreveu alguém.

Agora, com o prisioneiro Marin humilhado como jamais se viu no esporte do Brasil, que Del Nero suma do futebol, que o mundo esportivo-jurídico expulse Blatter da Fifa e que o governo brasileiro faça na CBF o mesmo que o FBI fez na Suíça: meter o pé e arrombar a porta.

No mais, parabéns para o Internacional que será campeão da Libertadores diante do fraco River Plate e que o Palmeiras volte a ser o que era: um time grande.

Coisa que o Cruzeiro não foi na quarta-feira.

Perdeu bovinamente no Mineirão por 3 a 0, mas sua torcida continua dormindo em paz depois de ter consumido todo o estoque do medicamento “Rivertril” das farmácias de MG.

Culpa dos cartolas azuis que trocaram por dinheiro raríssimo poder técnico de um timaço que dominou o futebol brasileiro em 2013 e 2014.

Optando pelo vil metal e não por títulos e história, o presidente do Cruzeiro fez o mesmo que Nero em Roma e o que fizeram Del Nero, Hawilla e Marin com suas biografias: tocou fogo na Toca da Raposa!

Mas sem aplicar, em MG, o 171 do Código Penal, o artigo de quem ama o errado.


Dirigentes da Fifa investigados por corrupção são detidos pela polícia suíça! José Maria Marin, ex-presidente da CBF, é um deles!

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Do UOL, em São Paulo

Uma operação liderada pelo FBI deteve sete dirigentes de alto escalão, sob a acusação de corrupção na Fifa. Entre eles está José Maria Marin, ex-presidente da CBF, que deixou o cargo a menos de dois meses. A dois dias da eleição para a presidência da entidade máxima do futebol, autoridades suíças – em parceria com a agência dos EUA – adentraram o hotel cinco estrelas em Zurique em que estes cartolas estavam hospedados e fizeram as detenções, de acordo com nota oficial do Departamento de Justiça norte-americano.

Os detidos no Baur au Lac Hotel serão extraditados para os Estados Unidos, para dar seguimento na investigação. Segundo o comunicado do Departamento de Justiça, um total de 14 réus são acusados de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro, entre outras irregularidades.

“A acusação alega que a corrupção é desenfreada, sistêmica, e que está enraizada aqui nos Estados Unidos”, disse procuradora-geral da Justiça norte-americana Loretta Lynch. “Os réus (são acusados) de participação em um esquema de 24 anos para enriquecer a eles próprios através da corrupção no futebol internacional.”

A investigação aponta suborno de US$ 150 milhões (cerca de US$ 450 milhões) em questões ligadas a transmissão de jogos e direitos de marketing do futebol na América do Sul e Estados Unidos.

Os outros dirigentes detidos em Zurique são Jeffrey Webb (presidente da Concacaf), Eduardo Li (presidente da Federação Costarriquenha), Julio Rocha, Costas Takkas, Rafael Esquivel e Eugenio Figueiredo (ex-presidente da Conmebol). A sede da Concacaf, nos EUA passará pela execução de um mandado de busca, em Miami.

Além disso, membros do Ministério Público da Suíça recolheram documentos e dados eletrônicos na sede principal da Fifa, em Zurique. Além disso, o órgão anunciou que abriu um processo criminal por suspeitas de gestão desleal e lavagem de dinheiro em relação com a escolha das sedes da Copa do Mundo de 2018 e 2022.

A nota oficial do Departamento de Justiça dos Estados Unidos informa ainda que, em outra fase da investigação, o empresário brasileiro J Hawilla concordou em pagar US$ 150 milhões, valores referentes a fraudes, desvios e lavagem de dinheiro. Desse montante, Hawilla devolveu US$ 25 milhões em dezembro de 2014. O empresário é dono da Traffic, agência detentora de direitos de transmissão e parceira da CBF.

Apesar do escândalo, a eleição para presidência da Fifa ocorrerá normalmente. Walter de Gregorio, diretor de comunicações da Fifa, afirmou que o congresso da entidade, marcado para sexta-feira (29), será realizado como planejado, bem como o pleito programado.

As autoridades suíças relataram que os detidos devem ser extraditados para os Estados Unidos, onde a procuradoria de Nova York os investiga pelo recebimento de propinas desde o começo da década de 1990 até os dias de hoje.

Os detidos nesta quarta-feira participavam de uma série de atividades na sede mundial da Fifa, que são uma prévia do congresso da entidade, que deverá escolher nesta sexta-feira seu presidente para os próximos quatro anos. A reeleição do atual presidente, o suíço Joseph Blatter, para um quinto mandato, era dada como praticamente certa, mas os acontecimentos de hoje podem alterar essa situação.

Os agentes responsáveis pela operação pertencem ao corpo da Polícia Cantonal de Zurique e chegaram ao luxuoso hotel durante a madrugada, vestidos à paisana, com trajes civis. Após apresentaram as ordens judiciais pertinentes, receberam as chaves dos quartos respectivos. A detenção ocorreu sem maiores problemas e os sete membros da Fifa serão interrogados hoje mesmo pela polícia.

Os dirigentes são acusados de envolvimento em um esquema de corrupção através do qual “delegados da Fifa e outros de organizações dependentes receberam propinas e comissões – de representantes de meios de comunicação e de empresas de marketing esportivo – que somam mais de US$ 100 milhões”, segundo o Ministério suíço.

Em troca, os agentes corruptores “recebiam direitos midiáticos, de publicidade e patrocínio em torneios de futebol na América Latina”.

Segundo o pedido de detenção dos Estados Unidos, esses crimes foram preparados e estipulados nesse país, enquanto os pagamentos foram realizados através de bancos norte-americanos. O acordo e os preparativos para a realização desta operação foram feitos nos Estados Unidos.

“Esta prática engloba pelo menos duas gerações de autoridades do futebol. E isso lesou profundamente uma grande quantidade de vítimas, das ligas jovens e países em desenvolvimento que deveriam se beneficiar dos ganhos gerados pela comercialização dos direitos das partidas negociadas aos torcedores, que dão valor a esses direitos. A ação de hoje deixa claro que o Departamento de Justiça pretende acabar com qualquer prática de corrupção e trazer os corruptos à Justiça – e estamos abertos para trabalhar com outros países neste esforço”, detalhou a procuradora-geral da Justiça norte-americana Loretta Lynch.

O Ministério de Justiça e Polícia da Suíça indicaram que o procedimento será simplificado para aqueles que estiverem de acordo com sua extradição. Nesse caso, as autoridades suíças a aprovarão imediatamente.

Se os envolvidos se opuserem, então será solicitado aos Estados Unidos que apresentem um pedido formal de extradição no prazo de 40 dias, como determina o tratado bilateral entre os dois países.

Fifa se posiciona

A Fifa chamou as prisões de “um momento difícil”, mas disse que o presidente Joseph Blatter não vai sair do cargo e as próximas Copas do Mundo vão continuar como planejadas na Rússia e Catar.

“Certamente é um momento difícil para nós”, disse o porta-voz Walter De Gregorio. “Mas isto é bom para a Fifa. Confirma que estamos no caminho certo. Dói. Não é fácil. Mas é a maneira certa de seguir”, acrescentou. Blatter não está entre os detidos ou indiciados até o momento.

Opine!

 


Cuidado com a história da bola, meninada!

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Li, vi e ouvi, até na TV grandona, que depois de 56 anos Santos e Palmeiras voltarão a decidir um Campeonato Paulista “reeditando aquele extraordinário duelo de 1959 entre Pelé e… Ademir da Guia”!?!?!

Meu Deus do céu, foi muito forte!

Em 1959 e 1960 o Palmeiras tinha Zequinha e Chinesinho no meio-campo com Ademir da Guia sendo à época apenas uma promessa como médio-volante do Botafogo e depois do Bangu.

Basta ver em meu “Que Fim Levou?” do terceirotempo.com.br, as fotos de Ademir da Guia, de pé, nos juvenis do Fogão e depois no time de Moça Bonita.

E quando veio para o Palmeiras, em agosto de 1961, ele chegou a ser reserva de Hélio Burini e também posou de pé nas fotos do Verdão.

Gente, o Rei e o Divino passaram a se enfrentar para valer só em 1962 e, principalmente, em 1963, com o palmeirense sendo o campeão paulista em seu segundo ano em São Paulo.

1963 foi um ano de um Santos cansado pelas batalhas contra Boca Juniors e Milan nas terríveis e difíceis decisões pelo bi da Libertadores e do Mundial.

Assim, em 1959, com a decisão do Supercampeonato Paulista sendo disputada, depois de dois empates, já em 1960, no dia 10 de janeiro, quando Ademir da Guia “não existia” no Parque Antártica.

Pelé fez 1 a 0, Julinho empatou e Romeiro, cobrando falta que não ocorreu – vi muito bem no Canal 100 da TV Manchete que apresentei em 1994 -, decidiu o ” Super Paulistão-1959″.

Aliás, naquele programa ao lado também de Luís Pereira, Ademir da Guia e Julinho Botelho (vejam fotos nas páginas deles também em “Que Fim Levou?”), Romeiro viu seu gol e… chorou!

Ao se recuperar, disse: “chorei porque esta é a primeira vez que vejo bem esse meu gol. Chutei, tinha gente na frente, não vi nada, a bola entrou lá no gol do Laércio e todo mundo pulou em cima de mim. Não vi o gol e depois do jogo fui para o Rio de Kombi com 10 amigos que vieram ver a final, comemoramos lá por semanas, não havia tape na TV e só hoje vi esse gol histórico”, explicou, deixando-nos boquiabertos no estúdio.

E insisto: vejam no “Que Fim Levou?” as fotos do programa nas páginas de Romeiro e dos citados jogadores acima e matem saudades.

E teve mais, com Julinho Botelho falando: “E o meu gol, fora da minha ponta, o do empate, vi bem agora, foi belo presente do zagueiro Getúlio”, brincou o doce camisa 7 que pediu, por telegrama, direto de Florença, para não ser convocado pela CBD para a Copa de 1958 “porque seria uma injustiça com esse menino aí, o Garrincha”.

Que coisa, hein?

Hoje, como em concurso de miss, jogador de bola, se puder, “até mata” um rival da posição para ir para uma Copa do Mundo no lugar dele.

Mas, enfim, por que o Palmeiras de Valdir Joaquim de Moraes (o único campeão de 1959 que está vivo), Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Geraldo Scotto, Zequinha, Chinesinho, Julinho, Nardo, Américo Murolo, Romeiro e Oswaldo Brandão, foi “super” campeão paulista de 1959?

É que, antigamente, quando dois ou três times terminavam empatados após os dois turnos em pontos corridos e perdidos (um por empate e dois por derrota), a decisão extra era a chamada “super”.

E também por isso o Campeonato Carioca de 1958 foi chamado de “Super-Super” porque o Vasco de Gradim, o campeão, Botafogo e Flamengo protagonizaram um incrível triplo empate ao final da etapa de classificação.

Na primeira decisão a três, persistiu a indefinição.

Aí, na segunda, diante do Flamengo, deu Vasco de Miguel, Paulinho (quebrou a perna no jogo) e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Waldemar, Almir, Roberto Pinto e Pinga.

150 mil pessoas viram o jogo quase no dia em que lá em Cuba Fidel Castro e Che Guevara goleavam Fulgencio Batista.

E o Vascão foi assim “Super-Super” campeão carioca de 1958, devido à duas decisões extras.

E agora, em 2015, que ninguém mais invente “fatos extras” e que não fale mais ou escreva que “56 anos depois Pelé e Ademir da Guia (sic) voltarão a decidir um Campeonato Paulista”.

Ora…
A história grita e se revolta, meninada!

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT


Corinthians tropeça na Libertadores, mas garante o primeiro lugar do grupo. Inter atropela Universidad de Chile

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Em um jogo equilibrado, o Timão empatou em  0 x 0 com o San Lorenzo pela fase de grupos da Copa Libertadores.

A primeira etapa foi  fraca tecnicamente. O atacante Vagner Love teve pelo menos duas chances claras de abrir o placar, mas se embananou com a bola.

O segundo tempo não foi diferente, parece que o 0 x 0 foi bom para as duas equipes.

Se o Corinthians vencer o São Paulo na última rodada, bastará uma vitória simples para o San Lorenzo conseguir a classificação. Foi um jogo “muy amigo”?

O Corinthians não mostrou a mesma raça dos outros jogos e muito menos a técnica.

Nem a torcida dos são-paulinos ajudou o Timão a vencer.

Faltou motivação?

Se jogar essa bolinha contra o embalado Palmeiras, será eliminado do Paulistão no domingo.

Internacional x Universidad de Chile

Em uma grande falha do nosso conhecido Johnny Herrera, Nilmar abriu o placar antes dos 10 minutos. Logo depois Eduardo Sasha ampliou o marcador. Ainda na primeira etapa, Nilmar marcou novamente. Valdivia (o que joga sempre) anotou o dele no segundo tempo.

Outros jogos da Libertadores:

Boca Juniors 2 x 0 Montevideo

Zamora 0 x 4 Palestino

Jogos de volta da Copa do Brasil:

Bragantino (classificado) 1 x 0 Lajeadense

Bahia (classificado) 3 x 2 Nacional-AM

Sport (classificado) 4 x 1 Cene

Fortaleza (classificado) 2 x 1 River-PI

Imagem: Lucas Micheletti


De virada, SPFC vence a Ponte Preta. Na estreia de Dagoberto, Vasco faz cinco. Galo massacra URT e Inter bate o Brasil de Pelotas

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São Paulo x Ponte Preta

A Ponte Preta começou partindo para cima e logo aos nove minutos de jogo, em uma falha da defesa do São Paulo, a Macaca abriu o placar com Roni, jogador que tem vínculo com o Tricolor.

Poucos minutos depois, Rodinei quase marcou novamente para a Ponte Preta. E a Macaca ainda mandou uma bola no travessão de Rogério Ceni, em um ótimo chute de Bruno Silva.

O fraco São Paulo de hoje ainda sararicou uma bola ou outra, mas a primeira etapa terminou com a Ponte Preta dominando o jogo.

Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo a Ponte Preta perdeu três gols. O São Paulo atacou mal e a Macaca fez boas jogadas nos contra-ataques, mas não foi eficiente ao finalizar.

E aí vem aquela velha máxima do futebol que o Mauro Beting criou, quem não faz toma. Aos 20 minutos o zagueiro Paulo Miranda deu uma de centro-avante e empatou o jogo.

E a Ponte continuou perdendo gols…

Não deu outra, a camisa do São Paulo pesou e Alan Kardec marcou o gol da vitória Tricolor.

No final da partida a torcida da Ponte pediu pênalti, alegando que Kardec colou a mão na bola, mas não foi nada.

Apesar de jogar com o time reserva, o São Paulo não mostrou vontade. Quarta-feira o espirito precisa ser outro, caso o Tricolor queira passar de fase na Libertadores.

Palmeiras x XV de Piracicaba

O Palmeiras começou com a corda toda e pressionou o XV com Dudu, Robinho, Cristaldo e alguns outros jogadores que tentaram marcar o gol, mas o time de Piracicaba não cedeu o segurou o 0 x 0 na primeira etapa.

O segundo tempo não começou diferente. O Palmeiras criando algumas jogadas, mas na hora do último passe e da finalização, errava muito.

Promessa da base, Gabriel Jesus entrou e logo conseguiu uma expulsão do time adversário. Tony deu carrinho no garoto do Verdão e levou o segundo cartão amarelo.

Com um jogador a mais, o Palmeiras se lançou ao ataque e o XV recuou mais ainda, trocando os três atacantes por defensores.

Não teve jeito, com o Verdão todo lançado ao ataque, o gol saiu. Zé Roberto cobrou escanteio e o meio-campista Gabriel acertou um belo chute no canto direito do goleiro Roberto.

Com o placar aberto, o jogo ficou mais fácil para o Palmeiras, que criou mais algumas jogadas de perigo. Mas a partida acabou com um magro 1 x 0.

Outros estaduais:

Vasco x Nova Iguaçu

O torcedor do Vasco compareceu ao estádio para ver a estreia do atacante Dagoberto e ele não decepcionou, marcou um gol na primeira etapa, além dele o também jogador de área, Gilberto, o volante Serginho e o zagueiro Luan deixaram sua marca. Marlon descontou para o Nova Iguaçu.

No segundo tempo Gilberto deu lugar a Thalles, que entrou e marcou o quinto gol do Vasco.

Atlético-MG x URT

Com a cabeça na Libertadores, o Galo recebeu o URT e Luan marcou o único gol da primeira etapa. O talismã do Atlético e o argentino Lucas Pratto mostraram que estão entrosados.

No segundo tempo Marcos Rochas, Lucas Pratto e Dudu (contra) marcaram e sacramentaram a vitória do Galo Mais Lindo do Mundo. Este resultado vai dar moral para o time dar a volta por cima na Libertadores. #EuAacredito!

Brasil de Pelotas x Internacional

O Inter é outro que está focado na Libertadores, mas hoje visitou o Brasil de Pelotas. Em um jogo pegado, Valdivia marcou o único gol do primeiro tempo.

No segundo tempo o Colorado marcou o segundo gol aos 48 minutos com Taiberson e venceu a partida.

Mais tarde:

Macaé 1 x 0 Fluminense: O Flu até tentou, mas o meio-campista Juninho marcou um belo gol de falta e garantiu a vitória do Macaé.

Botafogo 3 x 0 Resende: Tássio, Jobson e Rodrigo Pimpão marcaram e garantiram a goleada do Fogão.

São Bernardo 0 x 1 Rio Claro.

Ituano 1 x 2 Audax-SP.

Opine!


Tabelinha do mineiro Pelé e Einstein acabará em golaço!

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Mineira Dilma do Galo ganhou a eleição.

Mineiro Aécio do Cruzeiro bateu na trave duas vezes: nas urnas e na Copa do Brasil.

Mas ganhou o Campeonato Brasileiro…

Mineiro Pelé está no hospital.

Algo que nenhum beque cavalo conseguiu em 21 anos de caça ao Rei da Bola.

O Galo vai transformando o Cruzeiro em freguês.

Os dois foram brilhantes em 2014.

Boa de Varginha e América-MG também estão de parabéns.

O Coelho só não se juntou ao Galo e a Raposa porque o tapetão não deixou.

Minas hoje está prosa e soberano.

O São Paulo FC também.

Afinal, o Tricolor não se intitula “O Soberano”?

Só que atualmente virou “só-berano” as taças.

E o Rogério Ceni?

Ele passou a vida inteira se adiantando e aí a Penalty dá uma mísera adiantadazinha autorizada e vira esse rolo todo?

Até filme de despedida, belíssimo, ele autorizou, estrelou e protagonizou.

Eu vi o filme.

Aí se arrependeu e renovou até agosto de 2015.

Ainda bem.

Sua ausência tiraria uma bela e polêmica estrela do firmamento da bola.

Puxa, que semana!

E foi também a semana em que fiquei morrendo de medo e ansiedade torcendo pela saúde de Pelé.

Continuo preocupado.

O mundo está!

Ele inventou o Santos e o futebol.

É o mais perfeito dos brasileiros.

Foi também o engenheiro que traçou a estrada de minha vida.

Estou muito feliz com o que Deus, exagerado e bom demais, a mim destinou, mas sem Pelé não teria me tornado homem de comunicação.

Seria outra coisa qualquer sem nunca ter saído de Minas, creio.

Falam que nunca mais haverá tamanha consternação nacional como quando das mortes de Tancredo Neves e Ayrton Senna.

Um dia, daqui a muitos e muitos anos, Silvio Santos e Pelé provocarão ainda mais tristeza e espanto em nosso país.

Silvio no Brasil e Pelé no mundo.

A real e imensa dimensão dos dois a gente ainda não tem.

É típico do ser humano: a morte de quem pensamos ser imortal assusta, entristece, violenta e faz com que a gente ame muito mais o gênio que se foi.

Força, Pelé, o homem que tem três corações e um só rim vai fazer ainda mais 1000 gols lá no Estádio Albert Einstein.

Afinal, do inédito e histórico encontro desses dois gênios, Pelé e Einstein, coisa ruim jamais haveria de nascer.

É que na prática da relatividade só pode terminar este caso em um fantástico golaço.

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT


Mata-mata no Brasileirão já! Por Leandro Quesada

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Nunca escondi de ninguém a minha preferência pelo formato de mata-mata do Brasileirão. Considero modorrento, chato, europeu, longo e nada comercial o modelo por pontos corridos. Venho dizendo isso desde que em 2003 foi implantado o atual modelo de disputa. Retórica antiga acompanhada por poucos.

A minha defesa é que em vez do campeonato ser interessante apenas para os torcedores do time que está na ponta da tabela, neste caso o Cruzeiro, com o playoff teríamos o envolvimento de outras 14, 15 ou 16 torcidas na fase de classificação. Elas estariam empurrando os respectivos times para as quartas-de-final do torneio.

Imaginem que além do Cruzeiro, outros classificados fossem para a fase final!

Internacional, São Paulo, Atlético-MG, Grêmio, Corinthians, Fluminense e Santos estariam garantidos para a fase de mata-mata se a etapa de classificação estivesse encerrada hoje, por exemplo.

Dois times de Minas, dois do Rio Grande do Sul, um do Rio e três de São Paulo disputariam os playoffs em três duelos como aconteceu nos anos de 98 e 99. Um verdadeiro sucesso.

Sucesso nos aspectos de mídia, de informação, de agitação entre as torcidas, de publicidade, de disputas nacionais. Isso fomentaria também o que cerca o espetáculo futebolístico: as redes hoteleiras, os restaurantes e as companhias aéreas nas cidades envolvidas com os duelos entre os classificados. Gente viajando para lá e para cá, pelas cidades de Porto Alegre, BH, São Paulo, Santos e Rio.

Como o Brasileirão está em disputa neste momento, outros oito times poderiam ainda lutar por uma “vaguinha” nas quartas-de-final: Sport, Goiás, Figueirense, Atlético-PR, Flamengo, Bahia, Palmeiras e Chapecoense estariam vivos, sonhando com tal possibilidade.

Alguns vão dizer que eu estou me esquecendo da justiça em se dar ao time que mais pontos fez o título de campeão, que já temos a Copa do Brasil e a Libertadores com o formato mata-mata e que na Europa os campeonatos nacionais são por pontos corridos e por aí vai.

Bem, vou começar pela justiça. Justiça! Justiça é outra coisa. É morar em um país igual, sem tantas disparidades, sem pobreza, com investimentos em educação, moradias, bons empregos e coisa e tal. O futebol não nasceu pra ser justo. A essência do futebol é o fraco ganhar do forte, é o inesperado e o imprevisível. Os pontos corridos atrofiam esta essência. Baita chatice! Futebol é negócio e entretenimento e deve ser visto desta forma. E como negócio deve dar retorno aos patrocinadores e como entretenimento deve ser interessante. Não tem sido nenhum deles.

Aquilo que é bom para a Europa não é bom para o Brasil. No período em que ganhamos o tri mundial, o futebol brasileiro não pensava em copiar a Europa. Em 94, ano do tetra, nosso Brasileirão foi no mata-mata e em 2002, ano do penta, também no mesmo formato. Coincidência ou não, não ganhamos mais nada nas Copas depois da introdução dos pontos corridos. Uma coincidência, creio. Mas é fato que estas duas gerações de 94 e 2002 sentiram na pele as grandes pressões das disputas do mata-mata pelos respectivos clubes. Certa vez um pentacampeão do mundo me contou que os pontos corridos são a maior moleza para jogadores que não têm o “peito” de suportar a pressão de várias decisões. O mata-mata proporciona isso.

O campeonato por pontos corridos quando já definido parece aquele filme em que o enredo já chegou ao fim mesmo estando na metade. Chato pacas! O campeonato mata-mata é a película que nos prende até o final, é o suspense e a espera para sabermos que fim terá.

O campeonato por pontos corridos impede aquilo que é o mais importante no futebol: o confronto decisivo, a “decisão”, a grande final. Oras, a final é tudo. A final entre Fla-Flu, a final entre Galo e Cruzeiro, a final do Gre-Nal, a final entre Santos e São Paulo ou Corinthians e Palmeiras. Quem não gosta? Eu prefiro!

Até 2002, eu lembrava de todas as finais de Campeonato Brasileiro. Curiosidade desde os tempos de garoto que levo até hoje para o meu cotidiano profissional de jornalista. A ficha do jogo, as escalações, o estádio do duelo decisivo, o público, os gols. Até isso este campeonato por pontos corridos nos tirou. Às vezes esqueço o jogo “decisivo” que deu o título a um time nestes tempos “corridos”. Que porcaria!

Bem, embora respeite os “defensores corridos”, desafio a todos a contestarem as emoções que o playoff com os seguintes duelos nos dariam: Cruzeiro x Santos, Inter x Fluminense, São Paulo x Corinthians e Atlético-MG x Grêmio.

Cerca de 80 milhões de pessoas, somados os torcedores destes oito clubes, estariam “consumindo” este modelo a partir deste ponto.

Em tempo: as competições mais interessantes pra mim são: Copa do Mundo, Eurocopa, Liga dos Campeões, Libertadores, Copas do Mundo de basquete e vôlei, os quatro torneios de tênis de Grand Slam. Ah!, claro, uma tal NBA, o torneio de basquete de um país que equilibra como ninguém a disputa esportiva e o “entertainment”.

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT


A água sumiu e está tudo azul no Brasileirão e com Del Nero

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Sem mata-mata os nefastos pontozzzzzzz corridozzzzzzz continuam assassinando o Campeonato Brasileiro.

E a sangria continuará neste final de semana.

Eficiente contra tanto time comum, com ou sem nome, o time azul de Minas deve aumentar ainda mais sua “máxima quilometragem por cruzeiro”, lá na ponta.

Lendo acima você não se lembrou aí do velho slogan daquele pneu ainda top desde os tempos da moeda “cruzeiro”?

Não dou a marca do pneu porque odeio propaganda, mas ele segue rodando pelo mundo.

Mas sem propaganda, com recessão pequena, média ou grande ou com indefinição política, “nuvens plúmbeas e carrancudas” ameaçam vários segmentos aqui embaixo, diria o emblemático Fiori Gigliotti, o locutor-poeta hoje nome de parque da internacional e independente Mooca.

E aqui embaixo a inédita falta d’água é motivo de inquietação.

Nas cidades o drama é imenso e mais barulhento pela maior proximidade da mídia e da política partidária.

Mas é no campo que a natureza mais grita, clama e desespera.

Mais um pouco e até nossos campos de futebol virarão sintéticos ou de terra, como antigamente.

Jamais se viu algo parecido!

Ministro São Pedro merece sumária demissão já, mas a verdade é que “nunca antes na história deste país”, lulamente falando, choveu tão pouco no Brasil.

Parece até que a chuva está em greve como a qualidade técnica de 93,27% de nossos times de futebol.

Mas não é greve, trata-se apenas do mais severo pito que a natureza está dando no homem depois de tantas e milenares agressões contra ela praticadas.

É caso até de Alfred Hitchcock voltar com um “A Birra das Águas”, mais ou menos na base de seu épico e clássico “Os Pássaros”, com Rod Taylor, Jessica Tandy, Tippi Hedren e Suzanne Pleshette.

Está todo mundo sofrendo.

O povo, a agricultura, os políticos assustados, os animais, o urubu, o porco, o leão, o gavião, a águia, o periquito e os galos da bola.

Menos a raposa.

Raposa azul então…

Tudo azul mesmo está é com o verde dólar.

Mas para quem tem.

E não para quem deve com base nele.

E qual time brasileiro não deve em qualquer moeda que seja?

Principalmente na moeda “competência” de seus cartolas.

José Maria Marin quer levar outra chapuletada da Alemanha.

Odílio briga com Laor para ver quem fica pior na fita lá na cadeira do épico Athiê Jorge Cury, aquele que jamais “doaria” Neymar para o Barcelona.

Aidar e Juvêncio travaram na má língua o bom São Paulo no campo.

Roberto dinamita o Vasco.

Alexandre Kalil ameaça sair de campo e deixar o galinheiro sem galo.

E na CBF vai entrar Del Nero, o novo amante das bolas.

Com base no azul, a cor do Cruzeiro.

Mas que cargas d’água está havendo?

Pelo menos que elas voltem.

Ontem, já!


Neymar-2010 será eternamente para Dunga o seu 7 a 1 do Felipão

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Escrevo de Botelhos-MG, perto de Poços de Caldas e terra do centenário EC Guanabara.

O Guanabara resiste como a Esportiva de Guaxupé e a Caldense ao contrário dos saudosos Flamengo de Varginha, Machadense, Cruz Preta e América de Alfenas e Rio Branco de Andradas.

É minha região do Sul de Minas.

Prá cá voltarei, dirigindo ou deitado com os braços cruzados na altura do abdômen.

Em Guaranésia, tornei-me cidadão do município na quinta-feira e cidadão aqui de Botelhos na sexta-feira à noite.

Presentes, em Guaranésia, em meio a tanta gente boa e 40 garotos, o Juiz de Direito Milton Biachioni Furquim, o prefeito João Carlos Minchillo, o ex-jogador César “Gullit”, filho da terra e ex-Ferroviária e Ponte Preta – que achava o goleiro corintiano Ronaldo “uma grande mala” -, o promotor de Guaxupé Thales Tácito Cerqueira e o senador Zezé Perrella, em campanha pela região.

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Thales Tácito foi a primeira autoridade a combater a construção do polêmico aeroporto de Cláudio-MG.

“Eu era o promotor lá no início das obras, barrei tudo, mas depois aprovaram”, contou em plenário.

“E agora, nesta disputa presidencial, fui insistentemente procurado por partidos e pela grande imprensa, mas me calei porque promotor não é artista e nem jornalista”, justificou.

Já Perrella, ex-presidente do Cruzeiro que ele define como “o melhor time do mundo atualmente”, lembrou que o MP e o Judiciário, uma vez, mandaram fechar a Toca da Raposa e notável Escola de Base do clube por “trabalho escravo de menores de idade”.

Nos dois casos, Cláudio-MG e Toca da Raposa, nada foi interditado.

E Guaranésia, para quem não sabe, fica no Sul de Minas ao lado do leste de São Paulo e perto de Guaxupé, onde teremos agora o condomínio Jardim Carmen Plus.

Suas ruas e praças vão receber os nomes de Raul Donazar Calvet, Mauro Ramos de Oliveira, goleiro Félix, Fiori Gigliotti, Dr. Osmar de Oliveira, Roberto Dias, Maurício Torres, Gylmar dos Santos Neves, Nilton Santos, Nilton De Sordi, Marinho Chagas e etc.

E o Dunga?

Esse será nome de rua só daqui 40 ou 50 anos.

Por enquanto, “enfrenta” o “fantasma Neymar”.

Complexado e arrependido por ter esnobado Neymar em 2010 – além de Ganso e Adriano -, continua “combatendo” o craque, hoje no Barcelona.

É caso para analista, de Bagé ou não.

Ora, ele não se conforma pela burrice de 2010 e até hoje segue “combatendo” o melhor jogador do Brasil desde a Copa da África.

Meio que a contragosto teve que chamar o menino agora, mas vive com picuinhas e dando alfinetadas na “unanimidade nacional” a partir do final de 2009.

Primeiro disse que Neymar não era craque ainda “porque não tem o carimbo de campeão do mundo”.

Uma tremenda idiotice.

E agora disse que quer na Seleção dele o “Neymar do Santos”, “aquele Neymar”.

Ora, então porque não o chamou em 2010?

Era o “Neymar do Santos”.

E à época ele jogava mais do que hoje e o Ganso jogava mais do que Neymar.

Trata-se de uma luta inglória a de Dunga “contra Neymar”.

Relaxe e capitule, Dunga!

Na Copa da África do Sul você praticou “crime lesa-pátria” ao ignorar esse gênio de Mogi das Cruzes e agora não tem mais remédio.

E não foi por falta de aviso, hein, Dunga?

Naquele 10 de maio de 2010 no Rio eu te alertei ao vivo em rede nacional na melhor pergunta que fiz na minha vida de jornalista.

E você esnobou.

Azar teu e nosso, mas agora desista de “combater” o menino porque eternamente pra você o Neymar 2010 será o seu 7 a 1 do Felipão.

Nunca estes dois fatos tenebrosos serão esquecidos, infelizmente.