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Blog do Milton Neves

Categoria : Estádios da Copa

Mata-mata no Brasileirão já! Por Leandro Quesada
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Milton Neves

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Nunca escondi de ninguém a minha preferência pelo formato de mata-mata do Brasileirão. Considero modorrento, chato, europeu, longo e nada comercial o modelo por pontos corridos. Venho dizendo isso desde que em 2003 foi implantado o atual modelo de disputa. Retórica antiga acompanhada por poucos.

A minha defesa é que em vez do campeonato ser interessante apenas para os torcedores do time que está na ponta da tabela, neste caso o Cruzeiro, com o playoff teríamos o envolvimento de outras 14, 15 ou 16 torcidas na fase de classificação. Elas estariam empurrando os respectivos times para as quartas-de-final do torneio.

Imaginem que além do Cruzeiro, outros classificados fossem para a fase final!

Internacional, São Paulo, Atlético-MG, Grêmio, Corinthians, Fluminense e Santos estariam garantidos para a fase de mata-mata se a etapa de classificação estivesse encerrada hoje, por exemplo.

Dois times de Minas, dois do Rio Grande do Sul, um do Rio e três de São Paulo disputariam os playoffs em três duelos como aconteceu nos anos de 98 e 99. Um verdadeiro sucesso.

Sucesso nos aspectos de mídia, de informação, de agitação entre as torcidas, de publicidade, de disputas nacionais. Isso fomentaria também o que cerca o espetáculo futebolístico: as redes hoteleiras, os restaurantes e as companhias aéreas nas cidades envolvidas com os duelos entre os classificados. Gente viajando para lá e para cá, pelas cidades de Porto Alegre, BH, São Paulo, Santos e Rio.

Como o Brasileirão está em disputa neste momento, outros oito times poderiam ainda lutar por uma “vaguinha” nas quartas-de-final: Sport, Goiás, Figueirense, Atlético-PR, Flamengo, Bahia, Palmeiras e Chapecoense estariam vivos, sonhando com tal possibilidade.

Alguns vão dizer que eu estou me esquecendo da justiça em se dar ao time que mais pontos fez o título de campeão, que já temos a Copa do Brasil e a Libertadores com o formato mata-mata e que na Europa os campeonatos nacionais são por pontos corridos e por aí vai.

Bem, vou começar pela justiça. Justiça! Justiça é outra coisa. É morar em um país igual, sem tantas disparidades, sem pobreza, com investimentos em educação, moradias, bons empregos e coisa e tal. O futebol não nasceu pra ser justo. A essência do futebol é o fraco ganhar do forte, é o inesperado e o imprevisível. Os pontos corridos atrofiam esta essência. Baita chatice! Futebol é negócio e entretenimento e deve ser visto desta forma. E como negócio deve dar retorno aos patrocinadores e como entretenimento deve ser interessante. Não tem sido nenhum deles.

Aquilo que é bom para a Europa não é bom para o Brasil. No período em que ganhamos o tri mundial, o futebol brasileiro não pensava em copiar a Europa. Em 94, ano do tetra, nosso Brasileirão foi no mata-mata e em 2002, ano do penta, também no mesmo formato. Coincidência ou não, não ganhamos mais nada nas Copas depois da introdução dos pontos corridos. Uma coincidência, creio. Mas é fato que estas duas gerações de 94 e 2002 sentiram na pele as grandes pressões das disputas do mata-mata pelos respectivos clubes. Certa vez um pentacampeão do mundo me contou que os pontos corridos são a maior moleza para jogadores que não têm o “peito” de suportar a pressão de várias decisões. O mata-mata proporciona isso.

O campeonato por pontos corridos quando já definido parece aquele filme em que o enredo já chegou ao fim mesmo estando na metade. Chato pacas! O campeonato mata-mata é a película que nos prende até o final, é o suspense e a espera para sabermos que fim terá.

O campeonato por pontos corridos impede aquilo que é o mais importante no futebol: o confronto decisivo, a “decisão”, a grande final. Oras, a final é tudo. A final entre Fla-Flu, a final entre Galo e Cruzeiro, a final do Gre-Nal, a final entre Santos e São Paulo ou Corinthians e Palmeiras. Quem não gosta? Eu prefiro!

Até 2002, eu lembrava de todas as finais de Campeonato Brasileiro. Curiosidade desde os tempos de garoto que levo até hoje para o meu cotidiano profissional de jornalista. A ficha do jogo, as escalações, o estádio do duelo decisivo, o público, os gols. Até isso este campeonato por pontos corridos nos tirou. Às vezes esqueço o jogo “decisivo” que deu o título a um time nestes tempos “corridos”. Que porcaria!

Bem, embora respeite os “defensores corridos”, desafio a todos a contestarem as emoções que o playoff com os seguintes duelos nos dariam: Cruzeiro x Santos, Inter x Fluminense, São Paulo x Corinthians e Atlético-MG x Grêmio.

Cerca de 80 milhões de pessoas, somados os torcedores destes oito clubes, estariam “consumindo” este modelo a partir deste ponto.

Em tempo: as competições mais interessantes pra mim são: Copa do Mundo, Eurocopa, Liga dos Campeões, Libertadores, Copas do Mundo de basquete e vôlei, os quatro torneios de tênis de Grand Slam. Ah!, claro, uma tal NBA, o torneio de basquete de um país que equilibra como ninguém a disputa esportiva e o “entertainment”.

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT


Os EUA também esperam por Neymar
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Milton Neves

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Escrevo de Nova York.

Foi uma semana especial com minha esposa e filhos, meus quatro titulares.

Afinal, a gente só faz 63 anos na vida uma única vez.

A capital do mundo continua imponente com os seus metros quadrados mais caros e badalados do planeta.

Foi e será sempre assim.

Antes, no domingo à noite, 3 de agosto, saímos direto dos estúdios do “Terceiro Tempo” da Band para Miami, hoje tão brasileira.

Nova York é diferente.

Não é nem “só americana” mais.

É gente de todo lado.

Um festival de povos com rostos, jeitos, expressões, roupas, religiões, idiomas e pressas diferentes.

É a capital mundial do impessoal.

São Paulo perto de Nova York é uma cidade do interior onde todos se conhecem e se cumprimentam.

Sim, São Paulo, tem muito de fria também, mas jamais como a chamada “Big Apple”.

Aqui, mais do que em qualquer lugar do mundo, cada um tem um único time: o “Eu Futebol Clube”.

Mas deu para encontrar com alguns brasileiros, todos corintianos, é claro, no aeroporto, na parte residencial do Essex House, em Tribeca, no importantíssimo Central Park e na dolorida região das torres do antigo WTC.

E gente de todo o mundo continua deixando suas flores em homenagem aos assassinados de 11 de setembro.

 

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Ali, você tem uma sensação estranha, diferente, única, esquisita e até sobrenatural.

Todos se emocionam.

Mas, do lado, a vida continua.

São prédios e mais prédios que sobem em velocidade absurda e já beijando as nuvens.

Miami também.

O mercado imobiliário americano, moribundo entre 2010 e 2011, renasceu e voltou com tudo.

E será que esse país monumental verá nascer definitivamente e pra valer o nosso futebol por aqui?

Os times de Nova York e Orlando agitam a bola pelos EUA e o 5 de setembro é aguardado com enorme expectativa lá na Florida e em boa parte do País.

Com Neymar, é claro, estrelando todas as chamadas da mídia envolvendo o amistoso Brasil x Colômbia.

Já por aí, acompanhei pela Internet os jogos do meio de semana.

Destaque para o Corinthians, que voltou da parada para a Copa voando como um Boeing 787, mas que agora já está mais instável que um teco-teco.

A derrota para o frágil Bahia, pela Copa do Brasil, prova isso, mesmo com a classificação alvinegra.

O Palmeiras também venceu e Ricardo Gareca parece estar conseguindo dar forma ao amontoado de jogadores da equipe do Palestra Itália.

Mas a parada de hoje, contra o Galo, no Horto, convenhamos, é das mais complicadas.

E hoje também tem o Gre-Nal que marca a volta de Felipão ao futebol, pouco mais de um mês após os inesquecíveis 7 a 1.

Sorte de D’Alessandro e cia., que deverão ter uma tarde alemã no belíssimo Beira-Rio.


Arena Corinthians nota 10 e CBF fulmina Felipão atirando no pé!
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Milton Neves

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Gilmar Rinaldi não foi uma boa.

Menos por ele, um ex-empresário de Série B ou C, e mais pela má fama da atividade de “atravessador” de jogador.

Está aí sim um segmento comercial muito mal visto no meio desde a Lei Pelé, a mãe do “intermediário do passe”.

Bastam uma carteirinha da FIFA e uma mesinha, um telefone e uma mocinha e pronto: o sujeito pode caçar e transacionar promessas ou realidades do futebol sem praticamente colocar a mão no bolso.

Há os espertos como Wagner Ribeiro, sempre com o ouro e os diamantes das serras peladas da bola.

Ali só entra, e muito, e nada sai.

E os bobinhos ou falsos malandros como Delcir Sonda.

Ficou muito rico vendendo comida e entrou nessa de jogador levando na testa de jogadores, de pai de jogador, de funcionários, de clubes e do empresário que o atiçou a entrar na roubada de compra e venda de atletas.

“Estreou” na área comprando 50% dos direitos de um “craque” sul-americano por um milhão e meio de dólares.

O “gênio-revelação” veio, jogou, foi mais ou menos e certo tempo depois houve a revenda para clube do mesmo país de origem, ou vizinho.

Como para a transferência os dois sócios precisavam assinar a documentação, houve logo um curto-circuito na relação.

Foi quando o gaúcho Sonda, deslumbrado, afoito e ingênuo na área, descobriu que o jogador havia custado um milhão e meio de dólares, mas no total.

Ou seja, ele pagou 100% do custo, ficou só com 50% dos direitos econômicos e seu sócio “mui amigo” investiu zero dólar e garantiu também seus 50%.

Nessa, no Neymar, no Santos, em Ganso, no São Paulo, e em tantos outros ele dançou!

Praticamente só tomou na cabeça.

Só teve lucro na venda do zagueiro Breno para a Alemanha.

Mas, “burro”, não larga do que chama de “passatempo” em sua vida.

E o Gilmar Rinaldi?

Insisto que ele nunca foi empresário de ponta, mas paga e pagará pelos péssimos fluídos que exalam dos escuros escritórios e jantares em que se negociam e até se convocam jogadores no mundo do futebol.

Eu ficaria com Leonardo ou Falcão, mas deu o gaúcho Gilmar de Erechim que em sua carreira de empresário já acumulou uma derrota que muito o afeta e entristece.

Em encontro coincidente em um jantar de restaurante português em meio à Copa, Gilmar contou a mim, a Branco-94, a Éder-82, a Pedrinho e a Djalminha que não conseguiu salvar Adriano mesmo “armado” com psicólogos, médicos, conselheiros e patrocinadores.

“Ele é inajudável”, disse, lamentando.

Mas, agora, que consiga salvar seu pescoço e nossa seleção, hoje no fundo da cisterna, barrenta.

E os operários lá no fundo do poço são todos do time do “Gauchobol FC”.

Depois de Dunga, Mano, Felipão, Gilmar e agora Dunga, de novo, acho.

Com todos eles sempre trabalhando de bombachas.

E se o fundo do poço da seleção ainda está sendo escavado, tem obra ainda em andamento também na “Arena Corinthians”.

“Arestas” restaram para serem aparadas mas nada a desabonar a fantástica obra, orgulho de “nós” corintianos.

Foi a única Arena pós-Copa do Brasil a manter o padrão FIFA no glamour, visual, vibração e beleza em jogo de times e não de seleções.

Parabéns, Fiel, a casa de vocês e só de vocês para todo o sempre, mesmo com tantos saltos orçamentais alavancados por todas as torcidas brasileiras, minimamente ou não.


Andrés Sanchez, Fernando Carvalho ou Alexandre Kalil? Se você pudesse mudar o comando da CBF, quem você escolheria???
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Milton Neves

marin

A humilhação brasileira diante da Alemanha criou um sentimento de mudança.

A indignação popular com a trágica derrota muitas dúvidas sobre o futuro do futebol brasileiro floresceram.

Onde estamos errando?

Uma das respostas esbarrou no comando da CBF, a entidade máxima que gerencia o futebol no país.

José Maria Marin trouxe Felipão e apostou em um discurso ufanista para tentar levar a Copa.

Agora, o já eleito Marco Polo Del Nero seguirá o mesmo rumo ou fará mudanças radicais na CBF?

E se você, amigo internauta, pudesse escolher o cartola da Confederação Brasileira de Futebol, quem seria?

- o corintiano vencedor Andrés Sanchez;

- o colorado campeão do mundo Fernando Carvalho;

- o atleticano ousado Alexandre Kalil;

- o tricampeão brasileiro Juvenal Juvêncio;

- o atual campeão nacional Gilvan Pinho Tavares;

- o astuto Paulo Nobre;

Algum outro nome importante?

OPINE!!!

 

 

 


Felipão, um Barbosa “7 x 1″ mil vezes mais culpado
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Milton Neves

 

Felipao“Milton Neves, tá vendo? Encheram o meu saco durante 64 anos e agora tomaram de sete dentro de casa. Bem feito e agora chupem, seus ingratos e injustos”!

Este foi o teor do e-mail que “recebi” direto do céu do saudoso goleiro Barbosa, o nosso “Nelson Mandela do Gol”.

Observem que até hoje, mesmo com a comunicação à época movida a lenha, a caça dos “culpados” de 1950 parecia eterna.

Mas agora acabou.

E foram absolvidos o “frangueiro” Barbosa, o “burro” (e foi mesmo) Flávio Costa que não escalou Nilton Santos no lugar de Bigode, Juvenal, que não deu cobertura ao lateral do Flu no gol de Ghiggia, e Jair Rosa Pinto e Zizinho que achavam barbada a final contra o “freguês” Uruguai.

Mas agora não se fala mais nisso, após os inacreditáveis sete gols que tomamos da piedosa Alemanha no Mineirão.

Se não tiram o pé a coisa seria na base de 10 ou 12.

E se 1950 sai de campo começa a caça pelos fracassados e culpados de 2014.

Aguardem que muito jogador fará vazar coisa ruim em dias, semanas ou meses.

O tal jogador de “convocação arrependida” que foi crucificado publicamente por Felipão não ficará quieto.

E se 1950 durou 64 anos, 2014 já é o jogo que jamais terminará.

Mas sem um Barbosa e sim com um Felipão para eterno Cristo.

Experiente e sabendo do tamanho da bronca perante a história, convocou aquela inesquecível coletiva de imprensa na última quarta-feira.

Tão patética quanto os inacreditáveis 7 a 1.

Poupado por 96,27% de perguntas adocicadas, deve ter pensado em absolvição ao deixar a sala de imprensa com seus calados assessores e um Carlos Alberto “Dona Lúcia” Parreira incrivelmente infeliz.

Não, jamais haverá absolvição.

Perto de Felipão, Barbosa virou um “Gandula da Culpa”!

E nosso treinador-herói do Japão responderá negativamente nos compêndios esportivos da história e nos corações partidos dos brasileiros por goleada ainda maior no “confronto” Japão x Mineirão.

Merecido, Felipão, taticamente, sua deficiência maior, errou demais.

Para quem já engessou a perna do lateral Arce para enganar o técnico adversário, por que após o segundo gol alemão não mandou o Julio Cesar “se contundir” por uns cinco minutos e estancar a hemorragia?

Fosse boxe ou UFC o árbitro faria o que Felipão não fez: parar o confronto!

E a falta de coragem ou sensibilidade ao não tirar o cansado, machucado, estropiado e pendurado Neymar contra a Colômbia depois dos 2 a 0 com o gol de David Luiz?

Tivesse tirado o comum Neymar do jogo, obviamente ele não teria sido “assassinado” pelo Zúñiga.

E se não bastassem os motivos acima, havia também o fato de que Neymar jogava muito mal desde o Chile.

Parreira me disse ao vivo na Band que Neymar não saiu “porque era perigoso a Colômbia empatar ou virar” sem ele no time.

Ora, os dois sábios do panteão da bola da seleção estavam ainda com medo da Colômbia com 2 a 0 no placar, metade do segundo tempo e jogando em casa!

Zagallo, na final de 98, também pensando como carreirista, preferiu perder com Ronaldo doente do que jogar com o já escalado e inteiro Edmundo.

Por fim, ao telefone, Brito-70 e Rondinelli, o “Deus da Raça”, me disseram que Felipão, também ex-zagueiro camisa 3, ao tirar David Luiz da quarta-zaga e colocá-lo torto na direita, o fez jogar com as chuteiras trocadas: a esquerda no pé direito e a direita no pé esquerdo.

E como escrevo na sexta-feira ainda não sabia se Felipão, ex-técnico da seleção, já pediu sua demissão.

Algo inexorável.

E José Maria Marin, velha raposa política, certamente deu um tempo para poupar o treinador e depois cravar o clássico “foi exonerado a pedido”.

Mas isso é de menos.

O que será demais teve como cenário o Mineirão.

Foi o jogo dos 7 a 1 que fez Felipão perder feio para sua história com um placar negativo muito maior de 98% em 2014 a 2% de 2002!

É a vida!


Ainda existe clima para Felipão na Seleção Brasileira? Qual treinador você gostaria de ver no cargo mais importante do futebol???
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Milton Neves

scolari

Depois da eliminação, começa a caçada pelos culpados.

E o cargo de Luiz Felipe Scolari fica exposto.

Ainda no comando da Seleção Brasileira, Felipão já deve saber seu destino.

O sete a um é impossível de apagar.

Se Felipão cair, quem deve assumir seu lugar?

- Tite;

- Muricy Ramalho;

- Mano Menezes;

- Cuca;

- Wagner Mancini;

- Vanderlei Luxemburgo;

- Emerson Leão;

- Abel Braga;

- Dunga;

- Gallo;

- Marcelo Oliveira;

- Oswaldo de Oliveira;

- Tata Martino;

- Jürgen Klopp;

- Jürgen Klissmann;

- Jorge Luis Pinto;

- Simeone;

- José Mourinho;

- Pep Guardiola;

- Louis Van Gaal;

Lembra mais algum nome bom para o cargo?

OPINE!!!


Seleção brasileira de futebol (1914 – 2014)
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Milton Neves

charge

placar alemanha

O belíssimo estádio do Mineirão viu hoje a maior vergonha da história do futebol brasileiro.

Perder para a Alemanha, meus amigos, era algo completamente normal e previsível.

Avisei aqui e também na TV, na Rádio, no jornal, no Twitter, no Facebook…

Mas levar uma goleada por 7 a 1, jogando em casa, em uma semifinal de Copa do Mundo é, sem dúvida, a página mais humilhante da história do nosso futebol.

E isso graças ao teimoso Luiz Felipe Scolari.

Teimoso porque deveria, sim, ter tirado Neymar quando o Brasil abriu 2 a 0 na Colômbia, na última sexta-feira.

Claro que não ganharíamos com o craque do Barça em campo.

Mas garanto que a humilhação seria menor.

E também por ter começado com o time tão aberto diante dos fortes alemães.

Cometeu o mesmo erro que Muricy Ramalho na final entre Santos e Barcelona, em 2011, quando o então técnico do Peixe pensou que poderia jogar de igual para igual com o time de Messi.

Logo você, Felipão, tão copeiro, quis ousar bem contra Alemanha?

Mas, pelo menos, essa derrota serviu para limpar a barra de Barbosa e cia.

Afinal, a derrota de 50 foi peixe pequeno perto da verdadeira humilhação de hoje.

O futebol brasileiro morreu no dia 8 de julho de 2014, em Belo Horizonte, no estádio do Mineirão.

Poderá ressuscitar?

Claro que sim!

Basta que dirigentes com pensamentos que já deveriam ter sido enterrados há tempos saiam de cena.

E vejam abaixo o meu comentário desta madrugada, no Jornal da Noite, onde mostrei a diferença entre Luiz Felipe Scolari e Van Gaal.


No sufoco e com futebol “pequenininho”, Argentina derrota Bélgica e arranca classificação!
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Milton Neves

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Eu sempre digo: “Seleção Argentina boa, é Seleção Argentina eliminada”!

Veja só contra a nova geração belga.

Messi deu pinta que estaria em dia inspirado. No entanto, a tal inspiração sumiu no segundo tempo, que o diga Courtois.

Méritos somente para poucos atletas comandados por Alejandro Sabella.

Quem diria que Higuaín seria o salvador da pátria?

Nossos hermanos estão longe atingir nível de uma Alemanha, Holanda e inclusive do Brasil, este, por ter realizado um primeiro tempo extraordinário contra a Colômbia.

Todavia, os argentinos sabem como jogar uma Copa do Mundo.

Mesmo com todo sufoco das investidas do ataque belga, a contestada defesa segurou o placar magro e levou o time a semifinal do Mundial, após 24 anos.

E baixa para Di Maria, que não jogou nada e ainda saiu machucado.

Dia péssimo para outro “Di”, o Alfredo Di Stéfano.

Considerado o melhor jogador do século XX, o craque argentino está em coma, após sofrer parada cardíaca.

Mas e você, torcedor? Achou que Messi foi bem?

OPINE!!!

Leia mais…

Ondas da Copa: a la mano de Higuaín

Notas da Copa: Higuaín desencanta, vai melhor que Messi, e Argentina está na semifinal

Protagonistas do Mundial: apareceu Higuaín, olê,olê,olá!

Porquê o Brasil será campeão mundial em 2014!

Rolou no Twitter: contra a Bélgica, Papa é o único argentino exaltado pelos brasileiros

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México joga como nunca, perde como sempre e não manda a vaca holandesa para o brejo!
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Milton Neves

sneijder
placar grecia

Ah, México… Que pena!!!

A seleção mexicana, que muito sufoco deu para o Brasil na fase de grupos, por muito pouco não eliminou a poderosa Holanda da Copa do Mundo.

A equipe da América do Norte vencia a Laranja Mecânica até os 42 minutos do segundo tempo, quando Sneijder, de lembrança tão traumática para nós brasileiros, igualou o marcador.

Cinco minutos mais tarde, o experiente zagueiro Rafa Márquez derrubou Robben na área, e Huntelaar converteu a penalidade.

E nada traduz melhor o que foi o jogo do que aquela velha máxima mexicana: “jogamos como nunca e perdemos como sempre”.

E, não querendo abusar das frases feitas, mas era a hora de a vaca holandesa ter ido para o brejo.

Afinal, pegá-los em alguma das fases decisivas da Copa será complicadíssimo.

E vale a pena ressaltar a ótima atuação do goleiro mexicano Ochoa.

Mesmo com a desclassificação de sua equipe, para mim ele é o melhor goleiro do Mundial.

Grécia 1 (3) x 1 (5) Costa Rica

E, às 17h, Grécia e Costa Rica fizeram um joguinho de dar sono…

Com o empate em 1 a 1 até o fim da prorrogação, as equipes decidiram a vaga nos pênaltis.

Melhor para a equipe da América Central, que conquistou a classificação graças ao seu goleiro Navas, que defendeu uma cobrança dos gregos.

Na próxima fase, a Costa Rica pega a Holanda.

Será que dá?

Opine!