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Blog do Milton Neves

Categoria : Estádios da Copa

Allianz Parque deixa o Itaquerão para trás e é eleito o melhor estádio de 2014 em enquete realizada por site inglês. E isso tudo sem contar com dinheiro público, hein?
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Milton Neves

alliabnzFoto: Divulgação

Uma enquete realizada pelo site inglês Stadium Data Base confirmou o que todos nós já sabíamos.

O Allianz Parque, lindíssima arena do Palmeiras, foi eleito o melhor estádio do mundo inaugurado em 2014!

A casa palmeirense deixou para trás estádios construídos para a Copa do Mundo do Brasil, inclusive o tão comentado Itaquerão, que terminou a enquete em quarto lugar.

E isso tudo, meus amigos, sem contar com dinheiro público, hein?

Confira abaixo os 12 primeiros:

1- Allianz Parque (Palmeiras)
2- Estádio San Mamés (Athletic Bilbao)
3- Otkrytie Arena (Spartak Moscou)
4- Arena Corinthians (Corinthians)
5- Estádio Konya Ataturk (Konyaspor)
6- Stade Velodrome* (Olympique de Marselha)
7- Borisov Arena (Bate Borisov)
8- Estádio Nacional de Cingapura
9- Arena da Amazônia
10- Estádio Hazza Bin Zayed (Al-Ain)
11- Estádio Beira-Rio (Internacional)
12- Arena das Dunas (América-RN)

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São Paulo vence e Luis Fabiano bate recorde. Corinthians ganha do Marília e torcida fica animada para a Libertadores
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Milton Neves

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Penapolense x São Paulo

O time da cidade de Penápolis começou melhor e teve duas ótimas chances nos primeiros seis minutos de jogo.

Fisicamente superior, o time do interior de São Paulo correu mais e obrigou o goleiro Rogério Ceni a trabalhar.

Mas time pequeno não pode dar bobeira contra os grandes. Na primeira jogada de ataque do São Paulo, o polivalente Michel Bastos abriu o placar.

Só parte física não ganha jogo, o atacante Diego Rosa perdeu um gol claro e deixou de empatar a partida.

O São Paulo jogou no contra-ataque e quase marcou o segundo gol. Em boa jogada do ótimo Michel Bastos, Luis Fabiano definiu bem, mas o goleiro Leandro Santos defendeu.

Na segunda etapa o Penapolense começou pressionando, mas no primeiro ataque do São Paulo, a bola sobrou para Luis Fabiano e o matador anotou seu gol de número 200 com a camisa do Tricolor.

Aos 33 minutos o atacante Crislan diminuiu o placar, mas a reação do Penapolense acabou por aí.

Reinaldo, que havia acabado de entrar em campo, cruzou para a grande área, mas a bola desviou em Jailton e entrou.

Com a vitória garantida, o São Paulo apenas administrou o placar de 3 x 1 e esperou a partida acabar.

Corinthians x Marília

O Marília começou com todo o gás, mas em um belo lance, logo aos 10 minutos de jogo, o meio campo do Corinthians fez uma ótima jogada e marcou o gol.

Jadson, aposta do técnico Tite, deu um presente ao Renato Augusto, que definiu bonito para abrir o placar.

Os times criaram boas oportunidades, mas perderam os gols. O Corinthians sentiu a parte física e administrou o jogo até o final do primeiro tempo.

O Corinthians voltou para o segundo tempo com a corda toda e aos 10 minutos de jogo Fagner marcou o segundo gol. O lateral chutou de muito longe e contou com a sorte de a bola desviar em Gilberto.

Meu Timão está bom mesmo hein? Logo em seguida Guerrero marcou o terceiro gol do Corinthians.

Segura o Peruano, pois o Palmeira está de olho. Tô avisando!!!

Com esta ótima vitória, o Timão está preparado para disputar a primeira fase da Copa Libertadores da América?

A torcida ficou animada.

Nos outros jogos:

Argentina 2 x 0 Brasil – Sul-Americano sub-20.

Barcelona 3 x 2 Villarreal. Que fase hein Neymar?

Ponte Preta 2 x 3 Portuguesa. A Lusa precisa se recuperar e esta vitória foi importante.

Santos 3 x 0 Ituano. Para quem dizia que o Santos estava fraco hein?

Internacional 1 x 1 Lajeadense. Xi, cuidado com o Grêmio.

Atlético-MG 2 x 0 Tupi. O Lucas Pratto gosta de raposa assada.

Democrata 1 x 2 Cruzeiro. O segundo time de Minas Gerais deu sorte.

Vasco da Gama 2 x 0 Cabofriense. O time da Colina voltou com tudo.

Fluminense 2 x 1 Friburguense. O Fred deixou o dele.

Joinvelle 2 x 2 Avai. Empate no clássico da terra da linguiça.

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Valdívia genérico marca e Palmeiras perde. Flamengo atropela o Vitória. Joinville é derrotado pelo Oeste, mas vence a série B e Avaí fica com a última vaga da primeira divisão
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Milton Neves

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O Internacional começou a partida com todo gás. Precisando da vitória para fugir do rebaixamento, o Palmeiras entrou em campo com quatro volantes e jogou no contra-ataque.

O Palmeiras teve a primeira chance do jogo com Marcelo Oliveira, o volante chutou para fora.

Aos 23 minutos da primeira etapa a defesa do Verdão falhou e o Colorado marcou o gol com o atacante Taiberson, que teve a ajuda de Marcelo Oliveira, ao desviar a pelota.

Após sofrer o gol o Palmeiras precisou atacar o Inter. Deu certo, aos 38 minutos, ainda da primeira etapa, o meio-campista Wesley fez boa jogada e encontrou Renato na área, que desviou de cabeça e empatou a partida.

O segundo tempo começou igual, o Inter partindo para o ataque e o Palmeiras jogando no contra-ataque, por uma bola.

Quando o Palmeiras estava melhor em campo o Inter voltou a marcar, em jogada de laterais. Wellington Silva cruzou para Fabrício, que subiu mais que Lúcio e testou no ângulo de Fernando Prass.

O Valdívia genérico, que está jogando mais que o original, entrou em campo e marcou um golaço. O garoto acertou um belo chute de fora da área e deu números finais ao jogo.

Ainda deu tempo do gringo Allione ser expulso pelo segundo cartão amarelo e Bruno César levar cartão vermelho direto, por agredir Fabrício.

A situação do Verdão na tabela é crítica, o time vai disputar o último jogo com chance de rebaixamento. Já o Inter conseguiu uma vaga na próxima Copa Libertadores da América.

Criciúma x Sport

O Criciúma já rebaixado, recebeu o Sport em um jogo sem importância na tabela. Os visitantes abriram o placar com o ótimo lateral-direito Patric.

No segundo tempo o jogo melhorou e o Criciúma empatou com Lucca, mas logo em seguida o Sport voltou a marcar com Ewerton Páscoa.

Lucca estava em noite inspirada e empatou a partida novamente. O jogo terminou 2 x 2.

Flamengo x Vitória

O Flamengo recebeu o Vitória na Arena Amazônia, para um jogo ligado aos clubes que brigam para não cair. O time da Bahia entrou em campo sabendo da derrota do Palmeiras, caso vencesse estaria fora da zona de rebaixamento.

O Vitória marcou um gol contra na metade do primeiro tempo. O zagueiro Kadu tentou salvar seu time, mas anotou o tento.

Na segunda etapa o Vitória precisou atacar mais e deu espaço ao Mengão. Não deu outra, em um belo contra-ataque o atacante Elton marcou o segundo gol. Everton e Nixon anotaram o deles e deram números finais ao jogo.

Escudero pisou em Cáceres e recebeu o segundo amarelo, a expulsão complicou mais ainda o Vitória.

Série B do Campeonato Brasileiro

O Joinville visitou o Oeste e precisava vencer ou até mesmo perder, contanto que a Ponte Preta não vencesse, para ser campeão.

O único gol da partida foi marcado pelo atacante Cristiano, do Oeste. O time de Santa Catarina perdeu, mas foi Campeão Brasileiro.

A Ponte visitou o Náutico e só a vitória lhe traria o título. O meia Vinícius saiu na frente, a Macaca empatou com Renato Cajá, mas viu o troféu escapar de suas mãos.

O Boa Esporte também precisava vencer o rebaixado Icasa para conquistar o acesso à série A. O time mineiro marcou dois gols, mas levou três e deixou a vaga escapar.

O Avaí aproveitou a bobeira do Boa, venceu o Vasco com um único gol, do ídolo Marquinhos, e ficou com a quarta vaga da séria A do Brasileirão.

O Avaí se juntou ao Vasco, Ponte Preta e Joinville. Os quatro estarão na série A do Campeonato Brasileiro de 2015.

Portuguesa, Vila Nova e Icasa começaram a última rodada rebaixados. O América de Natal levou uma goleada do Paraná, viu o Bragantino vencer o ABC e caiu para a série C do Brasileirão.


Mata-mata no Brasileirão já! Por Leandro Quesada
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Milton Neves

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Nunca escondi de ninguém a minha preferência pelo formato de mata-mata do Brasileirão. Considero modorrento, chato, europeu, longo e nada comercial o modelo por pontos corridos. Venho dizendo isso desde que em 2003 foi implantado o atual modelo de disputa. Retórica antiga acompanhada por poucos.

A minha defesa é que em vez do campeonato ser interessante apenas para os torcedores do time que está na ponta da tabela, neste caso o Cruzeiro, com o playoff teríamos o envolvimento de outras 14, 15 ou 16 torcidas na fase de classificação. Elas estariam empurrando os respectivos times para as quartas-de-final do torneio.

Imaginem que além do Cruzeiro, outros classificados fossem para a fase final!

Internacional, São Paulo, Atlético-MG, Grêmio, Corinthians, Fluminense e Santos estariam garantidos para a fase de mata-mata se a etapa de classificação estivesse encerrada hoje, por exemplo.

Dois times de Minas, dois do Rio Grande do Sul, um do Rio e três de São Paulo disputariam os playoffs em três duelos como aconteceu nos anos de 98 e 99. Um verdadeiro sucesso.

Sucesso nos aspectos de mídia, de informação, de agitação entre as torcidas, de publicidade, de disputas nacionais. Isso fomentaria também o que cerca o espetáculo futebolístico: as redes hoteleiras, os restaurantes e as companhias aéreas nas cidades envolvidas com os duelos entre os classificados. Gente viajando para lá e para cá, pelas cidades de Porto Alegre, BH, São Paulo, Santos e Rio.

Como o Brasileirão está em disputa neste momento, outros oito times poderiam ainda lutar por uma “vaguinha” nas quartas-de-final: Sport, Goiás, Figueirense, Atlético-PR, Flamengo, Bahia, Palmeiras e Chapecoense estariam vivos, sonhando com tal possibilidade.

Alguns vão dizer que eu estou me esquecendo da justiça em se dar ao time que mais pontos fez o título de campeão, que já temos a Copa do Brasil e a Libertadores com o formato mata-mata e que na Europa os campeonatos nacionais são por pontos corridos e por aí vai.

Bem, vou começar pela justiça. Justiça! Justiça é outra coisa. É morar em um país igual, sem tantas disparidades, sem pobreza, com investimentos em educação, moradias, bons empregos e coisa e tal. O futebol não nasceu pra ser justo. A essência do futebol é o fraco ganhar do forte, é o inesperado e o imprevisível. Os pontos corridos atrofiam esta essência. Baita chatice! Futebol é negócio e entretenimento e deve ser visto desta forma. E como negócio deve dar retorno aos patrocinadores e como entretenimento deve ser interessante. Não tem sido nenhum deles.

Aquilo que é bom para a Europa não é bom para o Brasil. No período em que ganhamos o tri mundial, o futebol brasileiro não pensava em copiar a Europa. Em 94, ano do tetra, nosso Brasileirão foi no mata-mata e em 2002, ano do penta, também no mesmo formato. Coincidência ou não, não ganhamos mais nada nas Copas depois da introdução dos pontos corridos. Uma coincidência, creio. Mas é fato que estas duas gerações de 94 e 2002 sentiram na pele as grandes pressões das disputas do mata-mata pelos respectivos clubes. Certa vez um pentacampeão do mundo me contou que os pontos corridos são a maior moleza para jogadores que não têm o “peito” de suportar a pressão de várias decisões. O mata-mata proporciona isso.

O campeonato por pontos corridos quando já definido parece aquele filme em que o enredo já chegou ao fim mesmo estando na metade. Chato pacas! O campeonato mata-mata é a película que nos prende até o final, é o suspense e a espera para sabermos que fim terá.

O campeonato por pontos corridos impede aquilo que é o mais importante no futebol: o confronto decisivo, a “decisão”, a grande final. Oras, a final é tudo. A final entre Fla-Flu, a final entre Galo e Cruzeiro, a final do Gre-Nal, a final entre Santos e São Paulo ou Corinthians e Palmeiras. Quem não gosta? Eu prefiro!

Até 2002, eu lembrava de todas as finais de Campeonato Brasileiro. Curiosidade desde os tempos de garoto que levo até hoje para o meu cotidiano profissional de jornalista. A ficha do jogo, as escalações, o estádio do duelo decisivo, o público, os gols. Até isso este campeonato por pontos corridos nos tirou. Às vezes esqueço o jogo “decisivo” que deu o título a um time nestes tempos “corridos”. Que porcaria!

Bem, embora respeite os “defensores corridos”, desafio a todos a contestarem as emoções que o playoff com os seguintes duelos nos dariam: Cruzeiro x Santos, Inter x Fluminense, São Paulo x Corinthians e Atlético-MG x Grêmio.

Cerca de 80 milhões de pessoas, somados os torcedores destes oito clubes, estariam “consumindo” este modelo a partir deste ponto.

Em tempo: as competições mais interessantes pra mim são: Copa do Mundo, Eurocopa, Liga dos Campeões, Libertadores, Copas do Mundo de basquete e vôlei, os quatro torneios de tênis de Grand Slam. Ah!, claro, uma tal NBA, o torneio de basquete de um país que equilibra como ninguém a disputa esportiva e o “entertainment”.

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT


Os EUA também esperam por Neymar
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Milton Neves

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Escrevo de Nova York.

Foi uma semana especial com minha esposa e filhos, meus quatro titulares.

Afinal, a gente só faz 63 anos na vida uma única vez.

A capital do mundo continua imponente com os seus metros quadrados mais caros e badalados do planeta.

Foi e será sempre assim.

Antes, no domingo à noite, 3 de agosto, saímos direto dos estúdios do “Terceiro Tempo” da Band para Miami, hoje tão brasileira.

Nova York é diferente.

Não é nem “só americana” mais.

É gente de todo lado.

Um festival de povos com rostos, jeitos, expressões, roupas, religiões, idiomas e pressas diferentes.

É a capital mundial do impessoal.

São Paulo perto de Nova York é uma cidade do interior onde todos se conhecem e se cumprimentam.

Sim, São Paulo, tem muito de fria também, mas jamais como a chamada “Big Apple”.

Aqui, mais do que em qualquer lugar do mundo, cada um tem um único time: o “Eu Futebol Clube”.

Mas deu para encontrar com alguns brasileiros, todos corintianos, é claro, no aeroporto, na parte residencial do Essex House, em Tribeca, no importantíssimo Central Park e na dolorida região das torres do antigo WTC.

E gente de todo o mundo continua deixando suas flores em homenagem aos assassinados de 11 de setembro.

 

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Ali, você tem uma sensação estranha, diferente, única, esquisita e até sobrenatural.

Todos se emocionam.

Mas, do lado, a vida continua.

São prédios e mais prédios que sobem em velocidade absurda e já beijando as nuvens.

Miami também.

O mercado imobiliário americano, moribundo entre 2010 e 2011, renasceu e voltou com tudo.

E será que esse país monumental verá nascer definitivamente e pra valer o nosso futebol por aqui?

Os times de Nova York e Orlando agitam a bola pelos EUA e o 5 de setembro é aguardado com enorme expectativa lá na Florida e em boa parte do País.

Com Neymar, é claro, estrelando todas as chamadas da mídia envolvendo o amistoso Brasil x Colômbia.

Já por aí, acompanhei pela Internet os jogos do meio de semana.

Destaque para o Corinthians, que voltou da parada para a Copa voando como um Boeing 787, mas que agora já está mais instável que um teco-teco.

A derrota para o frágil Bahia, pela Copa do Brasil, prova isso, mesmo com a classificação alvinegra.

O Palmeiras também venceu e Ricardo Gareca parece estar conseguindo dar forma ao amontoado de jogadores da equipe do Palestra Itália.

Mas a parada de hoje, contra o Galo, no Horto, convenhamos, é das mais complicadas.

E hoje também tem o Gre-Nal que marca a volta de Felipão ao futebol, pouco mais de um mês após os inesquecíveis 7 a 1.

Sorte de D’Alessandro e cia., que deverão ter uma tarde alemã no belíssimo Beira-Rio.


Arena Corinthians nota 10 e CBF fulmina Felipão atirando no pé!
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Milton Neves

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Gilmar Rinaldi não foi uma boa.

Menos por ele, um ex-empresário de Série B ou C, e mais pela má fama da atividade de “atravessador” de jogador.

Está aí sim um segmento comercial muito mal visto no meio desde a Lei Pelé, a mãe do “intermediário do passe”.

Bastam uma carteirinha da FIFA e uma mesinha, um telefone e uma mocinha e pronto: o sujeito pode caçar e transacionar promessas ou realidades do futebol sem praticamente colocar a mão no bolso.

Há os espertos como Wagner Ribeiro, sempre com o ouro e os diamantes das serras peladas da bola.

Ali só entra, e muito, e nada sai.

E os bobinhos ou falsos malandros como Delcir Sonda.

Ficou muito rico vendendo comida e entrou nessa de jogador levando na testa de jogadores, de pai de jogador, de funcionários, de clubes e do empresário que o atiçou a entrar na roubada de compra e venda de atletas.

“Estreou” na área comprando 50% dos direitos de um “craque” sul-americano por um milhão e meio de dólares.

O “gênio-revelação” veio, jogou, foi mais ou menos e certo tempo depois houve a revenda para clube do mesmo país de origem, ou vizinho.

Como para a transferência os dois sócios precisavam assinar a documentação, houve logo um curto-circuito na relação.

Foi quando o gaúcho Sonda, deslumbrado, afoito e ingênuo na área, descobriu que o jogador havia custado um milhão e meio de dólares, mas no total.

Ou seja, ele pagou 100% do custo, ficou só com 50% dos direitos econômicos e seu sócio “mui amigo” investiu zero dólar e garantiu também seus 50%.

Nessa, no Neymar, no Santos, em Ganso, no São Paulo, e em tantos outros ele dançou!

Praticamente só tomou na cabeça.

Só teve lucro na venda do zagueiro Breno para a Alemanha.

Mas, “burro”, não larga do que chama de “passatempo” em sua vida.

E o Gilmar Rinaldi?

Insisto que ele nunca foi empresário de ponta, mas paga e pagará pelos péssimos fluídos que exalam dos escuros escritórios e jantares em que se negociam e até se convocam jogadores no mundo do futebol.

Eu ficaria com Leonardo ou Falcão, mas deu o gaúcho Gilmar de Erechim que em sua carreira de empresário já acumulou uma derrota que muito o afeta e entristece.

Em encontro coincidente em um jantar de restaurante português em meio à Copa, Gilmar contou a mim, a Branco-94, a Éder-82, a Pedrinho e a Djalminha que não conseguiu salvar Adriano mesmo “armado” com psicólogos, médicos, conselheiros e patrocinadores.

“Ele é inajudável”, disse, lamentando.

Mas, agora, que consiga salvar seu pescoço e nossa seleção, hoje no fundo da cisterna, barrenta.

E os operários lá no fundo do poço são todos do time do “Gauchobol FC”.

Depois de Dunga, Mano, Felipão, Gilmar e agora Dunga, de novo, acho.

Com todos eles sempre trabalhando de bombachas.

E se o fundo do poço da seleção ainda está sendo escavado, tem obra ainda em andamento também na “Arena Corinthians”.

“Arestas” restaram para serem aparadas mas nada a desabonar a fantástica obra, orgulho de “nós” corintianos.

Foi a única Arena pós-Copa do Brasil a manter o padrão FIFA no glamour, visual, vibração e beleza em jogo de times e não de seleções.

Parabéns, Fiel, a casa de vocês e só de vocês para todo o sempre, mesmo com tantos saltos orçamentais alavancados por todas as torcidas brasileiras, minimamente ou não.


Andrés Sanchez, Fernando Carvalho ou Alexandre Kalil? Se você pudesse mudar o comando da CBF, quem você escolheria???
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Milton Neves

marin

A humilhação brasileira diante da Alemanha criou um sentimento de mudança.

A indignação popular com a trágica derrota muitas dúvidas sobre o futuro do futebol brasileiro floresceram.

Onde estamos errando?

Uma das respostas esbarrou no comando da CBF, a entidade máxima que gerencia o futebol no país.

José Maria Marin trouxe Felipão e apostou em um discurso ufanista para tentar levar a Copa.

Agora, o já eleito Marco Polo Del Nero seguirá o mesmo rumo ou fará mudanças radicais na CBF?

E se você, amigo internauta, pudesse escolher o cartola da Confederação Brasileira de Futebol, quem seria?

– o corintiano vencedor Andrés Sanchez;

– o colorado campeão do mundo Fernando Carvalho;

– o atleticano ousado Alexandre Kalil;

– o tricampeão brasileiro Juvenal Juvêncio;

– o atual campeão nacional Gilvan Pinho Tavares;

– o astuto Paulo Nobre;

Algum outro nome importante?

OPINE!!!

 

 

 


Felipão, um Barbosa “7 x 1″ mil vezes mais culpado
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Milton Neves

 

Felipao“Milton Neves, tá vendo? Encheram o meu saco durante 64 anos e agora tomaram de sete dentro de casa. Bem feito e agora chupem, seus ingratos e injustos”!

Este foi o teor do e-mail que “recebi” direto do céu do saudoso goleiro Barbosa, o nosso “Nelson Mandela do Gol”.

Observem que até hoje, mesmo com a comunicação à época movida a lenha, a caça dos “culpados” de 1950 parecia eterna.

Mas agora acabou.

E foram absolvidos o “frangueiro” Barbosa, o “burro” (e foi mesmo) Flávio Costa que não escalou Nilton Santos no lugar de Bigode, Juvenal, que não deu cobertura ao lateral do Flu no gol de Ghiggia, e Jair Rosa Pinto e Zizinho que achavam barbada a final contra o “freguês” Uruguai.

Mas agora não se fala mais nisso, após os inacreditáveis sete gols que tomamos da piedosa Alemanha no Mineirão.

Se não tiram o pé a coisa seria na base de 10 ou 12.

E se 1950 sai de campo começa a caça pelos fracassados e culpados de 2014.

Aguardem que muito jogador fará vazar coisa ruim em dias, semanas ou meses.

O tal jogador de “convocação arrependida” que foi crucificado publicamente por Felipão não ficará quieto.

E se 1950 durou 64 anos, 2014 já é o jogo que jamais terminará.

Mas sem um Barbosa e sim com um Felipão para eterno Cristo.

Experiente e sabendo do tamanho da bronca perante a história, convocou aquela inesquecível coletiva de imprensa na última quarta-feira.

Tão patética quanto os inacreditáveis 7 a 1.

Poupado por 96,27% de perguntas adocicadas, deve ter pensado em absolvição ao deixar a sala de imprensa com seus calados assessores e um Carlos Alberto “Dona Lúcia” Parreira incrivelmente infeliz.

Não, jamais haverá absolvição.

Perto de Felipão, Barbosa virou um “Gandula da Culpa”!

E nosso treinador-herói do Japão responderá negativamente nos compêndios esportivos da história e nos corações partidos dos brasileiros por goleada ainda maior no “confronto” Japão x Mineirão.

Merecido, Felipão, taticamente, sua deficiência maior, errou demais.

Para quem já engessou a perna do lateral Arce para enganar o técnico adversário, por que após o segundo gol alemão não mandou o Julio Cesar “se contundir” por uns cinco minutos e estancar a hemorragia?

Fosse boxe ou UFC o árbitro faria o que Felipão não fez: parar o confronto!

E a falta de coragem ou sensibilidade ao não tirar o cansado, machucado, estropiado e pendurado Neymar contra a Colômbia depois dos 2 a 0 com o gol de David Luiz?

Tivesse tirado o comum Neymar do jogo, obviamente ele não teria sido “assassinado” pelo Zúñiga.

E se não bastassem os motivos acima, havia também o fato de que Neymar jogava muito mal desde o Chile.

Parreira me disse ao vivo na Band que Neymar não saiu “porque era perigoso a Colômbia empatar ou virar” sem ele no time.

Ora, os dois sábios do panteão da bola da seleção estavam ainda com medo da Colômbia com 2 a 0 no placar, metade do segundo tempo e jogando em casa!

Zagallo, na final de 98, também pensando como carreirista, preferiu perder com Ronaldo doente do que jogar com o já escalado e inteiro Edmundo.

Por fim, ao telefone, Brito-70 e Rondinelli, o “Deus da Raça”, me disseram que Felipão, também ex-zagueiro camisa 3, ao tirar David Luiz da quarta-zaga e colocá-lo torto na direita, o fez jogar com as chuteiras trocadas: a esquerda no pé direito e a direita no pé esquerdo.

E como escrevo na sexta-feira ainda não sabia se Felipão, ex-técnico da seleção, já pediu sua demissão.

Algo inexorável.

E José Maria Marin, velha raposa política, certamente deu um tempo para poupar o treinador e depois cravar o clássico “foi exonerado a pedido”.

Mas isso é de menos.

O que será demais teve como cenário o Mineirão.

Foi o jogo dos 7 a 1 que fez Felipão perder feio para sua história com um placar negativo muito maior de 98% em 2014 a 2% de 2002!

É a vida!


Ainda existe clima para Felipão na Seleção Brasileira? Qual treinador você gostaria de ver no cargo mais importante do futebol???
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Milton Neves

scolari

Depois da eliminação, começa a caçada pelos culpados.

E o cargo de Luiz Felipe Scolari fica exposto.

Ainda no comando da Seleção Brasileira, Felipão já deve saber seu destino.

O sete a um é impossível de apagar.

Se Felipão cair, quem deve assumir seu lugar?

– Tite;

– Muricy Ramalho;

– Mano Menezes;

– Cuca;

– Wagner Mancini;

– Vanderlei Luxemburgo;

– Emerson Leão;

– Abel Braga;

– Dunga;

– Gallo;

– Marcelo Oliveira;

– Oswaldo de Oliveira;

– Tata Martino;

– Jürgen Klopp;

– Jürgen Klissmann;

– Jorge Luis Pinto;

– Simeone;

– José Mourinho;

– Pep Guardiola;

– Louis Van Gaal;

Lembra mais algum nome bom para o cargo?

OPINE!!!