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Blog do Milton Neves

Categoria : Craques


Tite é o cara, Cielo já era e Denis também

bFoto: Flavio Florido/UOL

Sabem aquela “novíssima” máxima segundo a qual fulano consertou o avião em pleno voo?

É o caso do comandante Tite que pilota Teco Teco, Pilatus, Boeing, Fokker ou Airbus.

Já consertou o avião do Corinthians mesmo sem as turbinas que foram voar na China.

E, exageros à parte ou não, entendo que o “Águia de Haia dos Pampas” já virou titular do “Quarteto de Ouro” dos treinadores do mundo.

Guardiola, Tite, Simeone e Mourinho.

Escolha você a ordem.

Só que o Guardiola, de quem se esperava mais no Bayern, vai para o Manchester City e já entregou a relação dos craques que ele pretende que o milionário clube inglês contrate.

Ele quer “só” jogadores tipo Banks; Carlos Alberto Torres, Figueroa, Roberto Dias e Marinho Chagas; Beckenbauer, Cruyff e Ademir da Guia; Garrincha, Pelé e Maradona (ou Messi).

Ora, Guardiola, com os jogadores dos seus sonhos, você torna-se dispensável.

No caso, aí, é só colocar como técnico do City Lula Pereira, Jair Picerni, Péricles Chamusca, Roberto Cavalo, Celso Roth, Joel Santana ou Lazaroni que o sucesso estaria garantido do mesmo jeito.

Jeito que Cielo não deu na piscina, na Olimpíada e em sua carreira, brilhante.

Eliminado de tudo, fez a alegria de Popov, o russo que é o maior crítico do brasileiro.

E faz tempo.

“Aquele doping comprovado deveria ter afastado o brasileiro por dois anos e cassado todos os seus recordes e medalhas”, diz, irado, o também ex-campeão Alexander Popov.

E acrescenta: “É o único caso de doping em que se encobriu a verdade. Foi pior para Cielo porque, sem ajuda extra, ele nunca mais foi o mesmo”.

Rivalidade à parte, não mentiu Popov.

Uma pena, para o nosso “Guga das Piscinas”.

Mas seu auge nos deu filhotes tão bons que acabaram por eliminar o moço de Santa Bárbara d´Oeste.

Ao contrário de outros fenômenos esportivos isolados do Brasil.

Eder Jofre, Maria Esther Bueno, a dupla Adhemar Ferreira da Silva e João Pulo e Guga não tiveram seguidores à altura.

Altura que não foi páreo para o São Paulo ser eliminado da Libertadores.

Jogando com dois pulmões contra 10 pulmões do The Strongest, o Tricolor de Maicon saiu classificado de La Paz, apesar do Denis.

Bom sujeito, panca de bom goleiro, altura de bom goleiro e sem carisma de bom goleiro, virou chacota e se tornou o único jogador inexperiente da história mesmo aos 28 anos.

“Culpa” de Rogério Ceni.

E parabéns ao Maicon, que virou herói pelas defesas fáceis, mas difíceis para um “jogador de linha”.

Foi assim tamém com Pelé em 1963 no Pacaembu contra o Grêmio na decisão da Taça Brasil.

Com Gylmar expulso, uma raridade, o Rei foi para o gol e o Santos ganhou por 4 a 3, virando lenda a sua “mágica atuação”.

Nada disso, foram defesinhas também, como em toda lenda, houve exagero.

“O goleiro Pelé pegou três pênaltis e fez oito milagres cara a cara com Alcindo, Joãozinho e Sérgio Lopes”, jura o repórter gaúcho Alexandre Praetzel.

O mesmo Praetzel que garante que o Audax será campeão paulista de 2016.

Nada disso, o campeão será o Santos em final com seu freguês Corinthians.

E como tem freguês na Espanha, hein?

O claudicante Barcelona vinha perdendo todas, mas teve o morto-vivo La Coruña pela frente, fez 8 a 0 e será o campeão espanhol 2015-2016 ganhando seus últimos quatro jogos contra quatro galinhas mortas.

Na Espanha é assim: temos dois timaços nota 9.17, dois bons nota 7.87 e 16 mortos-vivos.

Pelé, com 25 anos, jogasse lá, faria uns 700 gols por ano.

Certo, triste Neymar?

Se eu fosse você iria para a Inglaterra em contrato trilionário.

Para a alegria de seu pai.

Aproveite, Neymar, porque já tem gente dizendo que você é só um Robinho melhorado.

Eu não acho, não.

Mas, veremos!

Não é, Cielo?

Certo, Denis?

Correto, Tite?

E vá logo para a Seleção e pare de ensebar.

OPINE!!!


São Paulo passa sufoco, mas vence o Oeste. Trujillanos-VEN deve ser o próximo teste cardíaco para o Tricolor, que deve deixar a Libertadores!

post-SP

Se algum torcedor do São Paulo disser que a má fase no clube poderia ser devido a ausência do Morumbi, ele tinha razão.

Na volta à casa tricolor, o time não encantou e esteve perto de decepcionar a pouca torcida que compareceu ao estádio.

Aliás, que vergonha vem dando o São Paulo neste Paulistão com o fraco público, hein?

Até a Esportiva de Guaxupé e o Muzambinho colocam mais torcida em seus estádios.

E contra o Oeste, time que lutava contra o rebaixamento, foi outro sufoco!

Apesar de permanecer mais com bola, o São Paulo não fazia questão de finalizar.

Era uma apatia só…

E o mais engraçado, é que Paulo Henrique Ganso resolveu jogar bola e vem fazendo ótimas partidas. Contra a equipe de Itápolis não foi diferente!

Essas atuações decisivas do “camisa 10”, seriam pelo fato da diretoria ter tido o interesse em antecipar a renovação do contrato?

A bem da verdade, não adianta só o Ganso mostrar futebol.

Após o tento sofrido, o São Paulo empatou meio que sem querer com Hudson. Pura sorte!

Mas o que dizer da penalidade perdida por Maicon?

“Ô, Maicon, vai tomar banho lá soda, sô”!

Zagueiro batedor de pênalti tem que enfiar o pé na bola e colocar até o goleiro para o fundo das redes.

Mas de tanto querer marcar seu primeiro gol pelo Tricolor, não é que o Maicon deixou dele? Com a virada, o Oeste acabou rebaixado e o São Paulo classificado.

Mas e você são-paulino, gostou dessa vitória suada do São Paulo?

O técnico Edgardo Bauza ainda merece estar no comando do time?

Ainda pelo Paulistão:

A Ponte Preta complicou a vida do Palmeiras, ao bater o Água Santa por 7 a 2.

Com o resultado, a Macaca assumiu a liderança do Grupo B. Já o Verdão, precisa vencer a todo custo o rival Corinthians.

E pela manhã, outro que se deu bem foi o Audax. O time de Osasco fez a lição de casa ao vencer o São Bento por 2 a 1 e garantir a classificação para a próxima fase do torneio.

Opine!!!


Tite, não hipócrita, quer e irá! É só chamar!

Tite - Foto UOL

Foto: UOL

Hipocrisia é grande mal da humanidade.

Em todos os setores de atividade humana.

Amizades falsas.

Abraços pela frente.

Punhaladas por trás.

Futricas.

Igrejinhas de inseguros.

Fofocas.

Alianças espúrias.

Inveja.

Maledicências.

Patrulhamentos.

O bom patrulheiro é sempre um invejoso visceral, fiel, contumaz, determinado.

Um sofredor diário.

Pesquisador e torcedor do mal.

No mundo inteiro.

Acaba dilacerado em suas entranhas por produção incessante de veneno no organismo.

Antes, “em nome da classe”, seja ela qual for, destila todo seu ódio contra os bem-sucedidos de uma de suas profissões, sem jamais defender ou empregar semelhantes.

Mesmo sendo a principal delas a de “cortejador em seu país de quem está no poder”, seja de qual ideologia for, mas desde que cargos obtenha para apadrinhados.

Depois, reparte-se, com ou sem brigas, verificou-se em grandes escândalos políticos do planeta, tipo o Petrolão.

Nele, indicadores e indicados vivem se contradizendo e se digladiando em intermináveis depoimentos.

É regra mundial.

E neste mundo tão hipócrita, também em nosso cantinho do futebol, o gaúcho Adenor Leonardo Bacchi, conhecido pelo comum apelido de Tite, é uma pessoa incomum.

Competente, honesto, ético por completo, transparente, não hipócrita, não traíra, não invejoso, não patrulheiro, unanimidade nacional e melhor treinador do Brasil faz uns 10 anos.

Odiando acertos e conchavos, nunca atingiu o topo: a Seleção!

Ele anda dizendo que entre o Corinthians e a CBF prefere o gigante de Itaquera.

E vocês queriam o quê?

Que ele virasse o Temer da bola?

Ou que ele dissesse que anda louco para tomar o lugar de Dunga como Felipão 7 a 1 tomou do ruim Mano?

Mano, no entanto, que jamais faria o papelão de Felipão-2014!

Não, é claro que Tite pisa em ovos e anda usando em 100% o seu raro português de “Águia de Haia dos Pampas” (SuperTécnico-2000, na Band) e descarta a Seleção.

Ele não mente, é apenas cauteloso, ético, paciente e observador.

E sabe que a Seleção não tem como fugir dele com o iminente “Impeachment Popular e Técnico” de Dunga.

No dia 25 de janeiro de 2012 disse a mim, a Vitor Guedes, a Eduardo Barão e a Alex Muller, em “Mesa Redonda” da Rádio Band News FM no Mercadão da Cantareira, que “quem ganha o Paulistão, o Brasileirão, a Libertadores e o Mundial acaba mesmo na Seleção”.

E disse mais: “Se eu ganhar tudo isso, serei merecedor do cargo principal de nosso futebol, a Seleção! E quero chegar lá!”, frisou.

E hoje, além de ter ganho tudo que almejava, agregou muita experiência e enorme reconhecimento de todos os torcedores do Brasil.

Eu disse TODOS!

Assim, é só esperar.

Antes, ele seguirá em seu nobre dia a dia “esquivando-se” da Seleção, mas, merecidamente, se demitirem mesmo o Dunga, e logo, Tite assumirá!

É certeza!

Eu garanto!

E deixemos de hipocrisia.

OPINE!!!


Na falta de Messi, Neymar e Suárez dão conta do recado. Mas e os outros clubes com menos estrelas, quem depende mais do seu principal astro?

FOTO-UOL

Desde a famosa pelada em campinhos de terra, até os mais luxuosos campos da Europa, por onde olhamos sempre encontramos o “craque do time”.

É bem verdade que em algumas equipes, os números de estrelas são maiores, como é o caso do Barcelona.

O espetacular trio MSN divide as atenções no clube. No entanto, Messi segue como protagonista.

E quando o argentino não figura entre os titulares, já vimos que Neymar e Suárez seguram muito bem a bronca.

Algo que deve acontecer novamente nesta quarta-feira no duelo contra o Valencia.

Messi passará por uma pequena cirurgia para solucionar um problema renal que vem o afetando desde o Mundial de Clubes do ano passado.

Mas e no caso dos outros gigantes europeus, que não possuem um trio sul-americano de sucesso.

Quem depende mais do seu principal atleta?

1Cristiano Ronaldo – Real Madrid
2Ibrahimović – PSG
3Pogba – Juventus
4Jonas – Benfica
5Arjen Robben – Bayern de Munique
10Aubameyang – Borussia Dortmund
498499257DP065_ARSENAL_V_BUWalcott – Arsenal
6Hazard – Chelsea
7Agüero – Manchester City
9Rooney – Manchester United

OPINE!!!


Futebol chinês é tão indispensável quanto cinzeiro na moto

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Foto: UOL

Sim, é o tal “pé de meia”.

“Vou para a China que nunca mais fico pobre”, é o lema dos boleiros de hoje.

Sei disso.

Mas sei não.

Tecnicamente correm sério risco de empobrecimento.

A China é boa para os treinadores, aqueles que são como dono de sauna: “vivem do suor alheio”.

Com ou sem mercado por aqui, eles também descobriram o novo Eldorado.

Só que alguns boleiros voltarão mais cedo “porque a família não se adaptou”.

Um retorno tipo brasileiro devolvendo casa e apartamento em Orlando e Miami pela força da atual goleada do dólar no real.

Lá nos EUA, o país líder também no crédito, tudo parece tão simples e fácil de comprar.

Mas você precisa em seu país ter base, estrutura e disponibilidade financeiras para se precaver.

Sem isso, tem muito “brazuca” atualmente perdendo a entrada e devolvendo o seu imóvel comprado na planta na Flórida.

Sugiro, mais uma vez quando de compras, o lema-padrão de meus amigos judeus: “Nada de prazo, prazo não presta porque prazo vence! Exija desconto!”.

Mas está rolando sim muito dinheiro na rica China.

Só que a bola dos chineses sempre será murcha.

Se mudar, será lá pelos anos 2.824 ou 2.917.

Jogasse ou treinasse, também iria, deixemos de hipocrisia.

Mas, talvez, numa daquela do sujeito que tinha uma espingarda de cano torto “para matar veado além da curva”, no velho jargão do mato, tenho um outro prisma de olhar para este tsunami chinês no futebol brasileiro.

Jogadores e treinadores ricos de repente e dirigentes esportivos brasileiros tão pobres na competência!

Sim, esse é o legado chinês que escancarou a verdade de nosso futebol: bom no campo e arcaico na direção.

Ficou claro, na prática, o tanto que o cartola brasileiro está desantenado com o futebol moderno e profissional mundo afora.

Com multas contratuais baixas, talvez por força do pagamento de salários proporcionais, dirigentes como Roberto de Andrade do Corinthians foram pegos no contrapé.

Desde Pedro Álvares Cabral que a imprensa critica os políticos de todos os cleros e os cartolas esportivos.

Mas agora, com os chineses invadindo o Brasil, eles estão a descoberto e sendo fulminados pelo lema dos “comunistas financeiros” de Pequim: “Se a multa é baixa, a gente leva!”.

Acordem, cartolas!

Vamos fazer Madureza, Mobral Esportivo ou aprendizado a distância, cartolas brasileiros!

Fossem profissionais e não simplórios ou deslumbrados, mesmo apaixonados, Dinamite, Eurico, Laor, Odílio, Patrícia Amorim, Mário Gobbi, Carlos Miguel Aidar e outros teriam produzido muito mais à frente de seus clubes de coração.

Agora é se reciclar e não ser pego mais de calças curtas.

Afinal, não é todo mundo que tem a grana verde de Paulo Nobre, que compra quem quer e não vende ninguém.

Nem para a China, o cemitério da bola!

Mas, quando a bolha chinesa passar, não fará falta.

Como cinzeiro a bordo nas motocicletas do mundo.

OPINE!!!


Viva a zebra, o combustível da paixão pelo futebol!

Goiano's Wendell Lira of Brazil reacts after receiving the Puskas Award for Best Goal during the FIFA Ballon d'Or 2015 ceremony in Zurich, Switzerland, January 11, 2016. REUTERS/Arnd Wiegmann

Você conhece a origem da expressão “deu zebra”?

Explica o professor Ari Riboldi, em seu livro “O Bode Expiatório”, que o nome do simpático animal virou sinônimo de um resultado inesperado no popular Jogo do Bicho.

Isso pelo fato de a zebra não fazer parte do grupo de 25 animais que emprestam seus nomes a essa loteria ilegal.

Logo, quando de uma surpresa no sorteio do Bicho, os apostadores costumavam comentar: “Xiii, deu zebra…”.

E não é que a tal zebra decidiu passear por Zurique, maior cidade da Suíça, durante a cerimônia de entrega da Bola de Ouro da Fifa?

No anúncio do “Prêmio Puskas”, que é entregue ao autor do gol mais bonito do ano, foi sensacional ver a cara de espanto da “gringaiada” ao ouvir que o vencedor era o desconhecido brasileiro Wendell Lira, e não Lionel Messi, sempre favoritíssimo em tudo que concorre.

Só não foi mais sensacional do que o discurso do modesto jogador, agora do Vila Nova-GO.

E como ver e não chorar com a vitória, com o sotaque caipira, com o teor e com a perfeita analogia da mensagem de Wendell ao receber seu merecido prêmio?

E vocês repararam no olhar de carinho, emoção, torcida e orgulho de Kaká enquanto o goiano fazia seu doce agradecimento?

Definitivamente, foi um dos dias mais marcantes do futebol mundial nos últimos tempos, apesar de ser um acontecimento extracampo.

Isso pelo fato de a zebra, grande motivo de o esporte bretão ser tão apaixonante, estar sendo extinta do mundo da bola pelos detestáveis “pontozzz corridozzz”.

Então, quando o imponderável aparece, algo raro hoje em dia, mesmo que em uma premiação, acaba chamando a atenção de torcedores mundo afora.

Pena que os nossos cartolas ainda não sacaram isso e seguem insistindo no insosso sistema de pontos corridos, que é completamente blindado contra ataques de zebras.

Paciência…

E por falar em zebra, o Corinthians, tão temido no final do ano passado, mas que agora se tornou um verdadeiro leão banguela por conta do desmanche em seu elenco, entra em campo domingo (17) contra o Galo, pela Flórida Cup, como grande azarão.

O Atlético, que já enfiou uma “sacolada” no Schalke 04 lá nos Estados Unidos, tem tudo para devolver aquela dolorosa derrota para Timão no segundo turno do Brasileirão-2015.

E com juros e correção monetária, hein?

Desta vez a zebra, o grande combustível da paixão pelo futebol, não dará as caras.

Aposto em 5 a 1 para o Galo de Diego Aguirre, que ainda vai pedir para o time tirar o pé no segundo tempo.

Podem anotar!

Foto: UOL


Trio MSN se conecta, Barcelona atropela o River Plate e volta a conquistar o mundo

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Deu a lógica!

Para quem esperava um jogo equilibrado na final do Mundial do Clubes, encontrou um Barcelona avassalador.

“Ora, a raça argentina vai superar a técnica do Barça”, disseram alguns “entendidos”.

Mas esqueceram que dos 11 titulares do Barça no jogo de hoje, seis são sul-americanos, ou seja, também existe raça do lado de lá.

Voltando ao jogo, o trio formado por Messi, Neymar e Suárez brilhou novamente.

O uruguaio marcou dois gols, o argentino um e o brasileiro participou com duas belas assistências.

Os europeus conquistaram a Copa do Rei, Campeonato Espanhol, Liga dos Campeões e agora o Mundial de Clube.

Uma temporada perfeita!

Mais cedo, o Guangzhou Evergrande, comandado pelo técnico Felipão, perdeu por 2 x 1, de virada, e viu o terceiro lugar ficar com o Sanfrecce Hiroshima.

Foto: UOL


Com pontas “infernais”, Seleção Brasileira joga muito e vence o Peru. Acertou, hein, Dunga?

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Nos anos dourados do futebol brasileiro, contávamos com grandes pontas como Garrincha e Jairzinho.

E não é que o técnico Dunga, nesta noite, nos fez lembrar dessa época?

Com Willian pela esquerda e Douglas Costa pela direita, a Seleção Brasileira venceu o Peru por 3 x 0, jogando muita bola.

O Peru até tentou surpreender com um lance ou outro, mas não foi páreo.

Willian, em uma jogada espetacular, encontrou Douglas Costa dentro área, que só precisou empurrar a bola para as redes.

No segundo tempo, Douglas Costa (o Neymar que dá certo) destruiu a defesa peruana e deu uma linda assistência para o gol do excelente Renato Augusto.

Douglas Costa ainda participou diretamente do terceiro gol, marcado pelo lateral Filipe Luís.

Acertou em cheio, hein, Dunga?

A Seleção Brasileira termina o ano em terceiro lugar.

Neymar, aprenda com Willian e Douglas Costa, pois jogar Eliminatórias não é fácil.

Outros jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018

Colômbia 0 x 1 Argentina: o volante Biglia marcou o único gol da partida, mas nossos “rivais” terminam o ano fora do grupo de classificação.

Venezuela 1 x 3 Equador: a grande surpresa da competição vai tirar um “grandão” da próxima Copa do Mundo. Fidel Martínez, Jefferson Montero e Caicedo marcaram para o Equador, e Josef Martínez descontou para a Venezuela.

Paraguai 2 x 1 Bolívia: Lezcano e o palmeirense Lucas Barrios marcaram os gols da vitória, enquanto Yasmani Duk diminuiu o placar.

Uruguai 3 x 0 Chile: Godin, Martín Cáceres e Álvaro Pereira anotaram os gols da Celeste. O “Mago” Valdivia conseguiu ser expulso após o final da partida, é mole?

Foto: UOL


Só imbecil coloca Pelé em 3º lugar entre os 10 maiores camisas 10 da história!

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Fim de ano é sempre a mesma coisa.

Como as notícias vão rareando com o Papai Noel e os chutes do Ano Novo tomando conta das manchetes, surgem as “famosas” enquetes para todo lado.

É “pesquisa” sobre quem foi ou é melhor nisso ou aquilo, qual o país do mundo em que os homens e as mulheres mais traem, quem é o produtor da maior abóbora do planeta, qual foi o mais perfeito time da história e até pesquisa para se saber o que será do mundo se o chuchu desaparecer.

Pois não é que a importante “FourFourTwo”, da Inglaterra, abriu a temporada dos chutes para fora ao ousar “escalar” os 10 maiores camisas 10 da história de nosso futebol e menosprezando Pelé?

Ora, a matéria, burra, já começa mal com a própria manchete.

Se é futebol e se o papo é sobre camisa 10, a pesquisa já deveria começar com o nome Pelé no título.

Saibam os senhores que, além do próprio futebol para valer a partir de 1957/58, quem inventou a importância e a mística da camisa 10 foi Pelé.

Antes dele, o mestre Claudio Carsughi sempre fala isso à exaustão, a camisa 5 era a mais cobiçada.

A 5 era a top por simbolizar a “metade do time” e por ser a camisa do médio-volante, normalmente o líder dos “quadros”, aquele que a tudo comandava a partir do meio do campo.

E foi assim até o nascimento de Pelé no Santos e na Copa de 58.

Na Suécia, por sorte, coube a 10 ao novo Rei do Futebol, coroado pós-Mundial pela imprensa francesa.

Jamais Feola e Paulo Machado de Carvalho dariam a 10 para um menino contundido se essa camisa já fosse tão importante.

E com ela Pelé virou Rei mesmo com Didi tendo sido apontado como o melhor da Copa da Suécia.

Aí, a 10 virou febre em todo planeta.

E até o invejoso Maradona aderiu à 10, copiando Pelé.

Cortado burramente “por ser muito jovem” pelo técnico Menotti em 78, Maradona viu sua seleção ganhar a Copa na marra e “peruanamente” nos bastidores.

E viu também pela imprensa César Menotti acabar com a guerra de vaidades entre oito jogadores argentinos que queriam porque queriam a camisa 10 de todo jeito.

Principalmente Villa, Ortiz, Houseman, Kempes, Ardiles, Bertoni, Alonso e Luque, normalmente 9.

Aí, Menotti optou pela famosa “ordem alfabética” a partir do segundo nome de cada argentino do elenco.

Assim, coube ao atacante Alonso, o Beto Alonso, a camisa 1, mundialmente o número do goleiro.

Ardiles, o Osvaldo Ardiles, logo transferido para a Inglaterra, ficou com a número 2.

E a 10, pela força do “K”, coube a Kempes, sem privilégio.

Já em 1982, é claro, com o “Pibe de Oro” na seleção argentina, Menotti repetiu sua “ordem alfabética”, mas o “Deus” Maradona não concordou e ficou com a cobiçada 10, a 10 de Pelé.

Só ele, porque Ardiles foi número 1, Bertoni 4, o goleiro Fillol (ele não aceitou o nome Matildo) recebeu a 7, Valdano a 20 e etc…

Dito isso, vejam que a “FourFourTwo” colocou Pelé em um mísero… terceiro lugar!!!

Não vou discutir a massacrante liderança técnica de Pelé, por desnecessário, mas discuto raivosamente a colocação imbecil do Rei atrás de Maradona, genial e invejoso, e de Puskas.

Na verdade, a lista correta dos 10 melhores camisas 10 da história é a seguinte: em primeiro, Pelé; segundo, Pelé; terceiro, Pelé; quarto, Pelé; e quinto, Pelé.

Em sexto, Maradona; em sétimo, Messi; em oitavo, Rivellino; em nono, Pedro Rocha; e em décimo, Platini.

Baggio,em quarto lugar na lista inglesa, merece na verdade um 72º lugar, mesmo não tendo jogado nem 25% de Dirceu Lopes, de Tostão ou de Ademir da Guia.

Já o comum Laudrup (9º lugar na “FourFourTwo”) e o muito mais ou menos Francescoli (10º), na verdade ocupam na relação dos maiores camisas 10 da história os 687º e 839º lugares, respectivamente.

E olhe lá!

Certo, Pelé?

E certo, Timão, campeão de 2015?

Afinal, você foi o que mais viu de perto a genialidade do fantástico e inigualável Pelé.

Foto: reprodução


ABCD: Brasileiros bombando, viva o macarrão e xô, pizza!

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Estou jogando minha pequena toalha.

Não pude em 2015 meter o pau nos “pontozzzzz morridozzzzz…”.

Foi e está sendo um sucesso o nosso futebol pós-Felipão-7 a 1.

E é paradoxal.

Mesmo com tanto cartola ruim e com o brutal apequenamento de nossa Seleção.

Fizemos uma Copa pífia, vergonhosa, inesquecível.

E o defunto ainda não esfriou.

Levará séculos.

Pobre Barbosa, o sem culpa.

Bem feito para Felipão, que enterrou sua biografia.

Quem mandou ser carreirista e tomar o lugar do mediano Mano?

Pelé não disputou em 1974 a Copa da Alemanha para manter sua coroa no lugar, e Felipão deveria ter se contentado com 2002.

Tiro no pé.

E em 400 milhões de todos os nossos pés.

Hoje Felipão está na China mais trilionário do que nunca.

China que recebeu em 1.271 o mítico veneziano Marco Polo.

Aos 17 anos ele se mandou para lá, lutou contra Kublai Khan, neto de Gêngis Khan, e teria inventado o macarrão.

Só que não é verdade.

250 anos antes o italiano macarrão já existia conforme escreveu Martino Corno no livro “Vermicelli e Maccaroni Siciliani”.

Mas ele desbravou o mundo e adorava viajar.

Foi um Marco Polo internacional!

Já o nosso Marco Polo…

E será que a sua auto-reclusão na CBF e no Brasil está dando sorte aos nossos campeonatos?

Bobagem minha.

Mas como pode o abecedário da bola, na base do ABCD, estar tão maravilhoso em nossos Brasileiros, se a Seleção Brasileira e nossos cartolas estão tão mal?

Marin está preso.

E parem de dizer e escrever que aquele apartamento dele com 200 metros quadrados no 41º andar do Trump Tower da Quinta Avenida de Nova York, vale só 2 milhões de dólares.

Ora, conheço quem compraria 50 apartamentos do mesmo padrão por essa quantia incompatível de Série Y em Manhattan, território de “jogo pesado”.

Ainda mais sendo um imóvel na cara do Central Park e com uma vista maravilhosa.

Vale por volta 8 a 10 milhões de dólares.

E os outros dirigentes?

Carlos Miguel Aidar também danificou a sua biografia.

Marco Polo Del Nero não aceita nem jogar truco aqui do lado no Paraguai.

Laor e Odílio são réus perante a Justiça espanhola na esteira da mal cheirosa venda de Neymar, um enigma.

Mesmo assim o Corinthians empolga, o Galo também, o Grêmio sem Felipão cresceu, o Santos sem dinheiro pós-Laor e Odílio virou competitivo e as outras séries estão lotando estádios.

Na Série B, Botafogo e Vitória vão voltar, sete times lutam por duas vagas, e nas esquecidas Séries C e D temos e tivemos emoções a mil com públicos recordes.

Vila Nova-GO, Lusa, Brasil de Pelotas, Fortaleza, Asa, Tupi-MG, Londrina, Confiança, Botafogo-RP, São Caetano, River-PI, Lajeadense, Caldense, Ypiranga-RS, Remo e Operário-PR empolgam e empolgaram seus torcedores nesta reta de chegada da temporada.

E com esses times todos tão abnegados viajando para todo lado neste Brasilzão de Deus!

Coisa que nosso Marco Polo definitivamente não gosta de fazer, ao contrário de seu xará famoso que tanto o fez há 800 anos.

O mesmo italiano Marco Polo que não inventou de fato o macarrão, mas o nosso Marco Polo adoraria reinventar a pizza.

Foto: UOL