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Blog do Milton Neves

Categoria : contratações


Que fim levará o Santos? Conforme este blog profetizou, teremos terra arrasada na Vila pós-Laor/Odílio? Ou já temos?

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Modesto Roma Júnior não está conseguindo evitar que a Vila afunde.

A era Laor-Odílio foi terrível para o clube e o novo presidente terá muito trabalho.

Com salários atrasados, jogadores importantes como Arouca e Aranha entraram na justiça em busca de uma liminar para sair do Peixe.

Os dois podem acabar no Palmeiras.

O volante Alan Santos foi para o Coxa, abandonou o Santos também por não receber salário.

Lucas Lima, meio-campista talentoso, e o bom marcador Alisson são assediados por outros clubes.

Se o Santos não encontrar uma maneira de pagar esses atletas, ficará sem jogadores no meio-campo.

Cadê o dinheiro da venda do Neymar?

A Vila Mais Famosa do Mundo passa por uma turbulência e pode não suportar esta crise.

Opine!

Foto: UOL


Valdívia genérico marca e Palmeiras perde. Flamengo atropela o Vitória. Joinville é derrotado pelo Oeste, mas vence a série B e Avaí fica com a última vaga da primeira divisão

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O Internacional começou a partida com todo gás. Precisando da vitória para fugir do rebaixamento, o Palmeiras entrou em campo com quatro volantes e jogou no contra-ataque.

O Palmeiras teve a primeira chance do jogo com Marcelo Oliveira, o volante chutou para fora.

Aos 23 minutos da primeira etapa a defesa do Verdão falhou e o Colorado marcou o gol com o atacante Taiberson, que teve a ajuda de Marcelo Oliveira, ao desviar a pelota.

Após sofrer o gol o Palmeiras precisou atacar o Inter. Deu certo, aos 38 minutos, ainda da primeira etapa, o meio-campista Wesley fez boa jogada e encontrou Renato na área, que desviou de cabeça e empatou a partida.

O segundo tempo começou igual, o Inter partindo para o ataque e o Palmeiras jogando no contra-ataque, por uma bola.

Quando o Palmeiras estava melhor em campo o Inter voltou a marcar, em jogada de laterais. Wellington Silva cruzou para Fabrício, que subiu mais que Lúcio e testou no ângulo de Fernando Prass.

O Valdívia genérico, que está jogando mais que o original, entrou em campo e marcou um golaço. O garoto acertou um belo chute de fora da área e deu números finais ao jogo.

Ainda deu tempo do gringo Allione ser expulso pelo segundo cartão amarelo e Bruno César levar cartão vermelho direto, por agredir Fabrício.

A situação do Verdão na tabela é crítica, o time vai disputar o último jogo com chance de rebaixamento. Já o Inter conseguiu uma vaga na próxima Copa Libertadores da América.

Criciúma x Sport

O Criciúma já rebaixado, recebeu o Sport em um jogo sem importância na tabela. Os visitantes abriram o placar com o ótimo lateral-direito Patric.

No segundo tempo o jogo melhorou e o Criciúma empatou com Lucca, mas logo em seguida o Sport voltou a marcar com Ewerton Páscoa.

Lucca estava em noite inspirada e empatou a partida novamente. O jogo terminou 2 x 2.

Flamengo x Vitória

O Flamengo recebeu o Vitória na Arena Amazônia, para um jogo ligado aos clubes que brigam para não cair. O time da Bahia entrou em campo sabendo da derrota do Palmeiras, caso vencesse estaria fora da zona de rebaixamento.

O Vitória marcou um gol contra na metade do primeiro tempo. O zagueiro Kadu tentou salvar seu time, mas anotou o tento.

Na segunda etapa o Vitória precisou atacar mais e deu espaço ao Mengão. Não deu outra, em um belo contra-ataque o atacante Elton marcou o segundo gol. Everton e Nixon anotaram o deles e deram números finais ao jogo.

Escudero pisou em Cáceres e recebeu o segundo amarelo, a expulsão complicou mais ainda o Vitória.

Série B do Campeonato Brasileiro

O Joinville visitou o Oeste e precisava vencer ou até mesmo perder, contanto que a Ponte Preta não vencesse, para ser campeão.

O único gol da partida foi marcado pelo atacante Cristiano, do Oeste. O time de Santa Catarina perdeu, mas foi Campeão Brasileiro.

A Ponte visitou o Náutico e só a vitória lhe traria o título. O meia Vinícius saiu na frente, a Macaca empatou com Renato Cajá, mas viu o troféu escapar de suas mãos.

O Boa Esporte também precisava vencer o rebaixado Icasa para conquistar o acesso à série A. O time mineiro marcou dois gols, mas levou três e deixou a vaga escapar.

O Avaí aproveitou a bobeira do Boa, venceu o Vasco com um único gol, do ídolo Marquinhos, e ficou com a quarta vaga da séria A do Brasileirão.

O Avaí se juntou ao Vasco, Ponte Preta e Joinville. Os quatro estarão na série A do Campeonato Brasileiro de 2015.

Portuguesa, Vila Nova e Icasa começaram a última rodada rebaixados. O América de Natal levou uma goleada do Paraná, viu o Bragantino vencer o ABC e caiu para a série C do Brasileirão.


Danilo marca nos acréscimos e salva o Timão no clássico contra o Palmeiras. O líder tropeça fora de casa; Flu, Galo, Vitória, Inter e Botafogo vencem. Grêmio empata com o Coxa, assim como Chapecoense e Santos.

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A 31° rodada do Campeonato Brasileiro ocorreu neste sábado, com exceção de São Paulo e Goiás que se enfrentarão na próxima segunda-feira. Com clássicos em São Paulo e no Rio de Janeiro, tivemos poucos gols em quase todos os jogos.

Palmeiras x Corinthians

O jogo começou pegado e Elias chegou forte em Valdivia. O Chileno sentiu dor na lombar, mas continuou em campo.

Em bela jogada de Valdivia e Wesley, o artilheiro Henrique marcou um gol oportunista. O atacante se antecipou à marcação e desviou no canto direito de Cássio.

Poucos minutos depois o zagueiro Anderson Martins perdeu um gol claro e a chance a de empatar.

O gol deu moral ao Verdão, que foi para cima do Corinthians e dominou o primeiro tempo, por pouco não fez o segundo tento.

O clássico esquentou e os jogadores Luciano e Nathan se estranharam, ambos foram advertidos com cartão amarelo.

O segundo tempo começou emocionante, com as duas equipes atacando e criando boas jogadas.

João Pedro avançou  pelo lado esquerdo e cruzou,  Mazinho apareceu na segunda trave e quase marcou. Em resposta ao lance, o Timão mandou uma bola na trave com Bruno Henrique.

Mano Menezes colocou Malcom no lugar de Jadson, para ajudar Luciano no ataque.

Malcom entrou bem. Fez bela jogada e sofreu pênalti não marcado pelo árbitro.

Mano trocou Petros por Romero e ficou com três atacantes em campo.

O técnico do Corinthians  colocou Danilo em campo em sua última cartada, o meia entrou bem e empatou a partida.

Como diz Mauro Beting, clássico é clássico e vice-versa.

Figueirense x Cruzeiro

Ceará cobrou lateral para a área, a bola passou por todo mundo e Marquinhos marcou o gol. Bobeada do Figueirense.

O primeiro tempo terminou equilibrado, o gol ocorreu em um lance isolado e as duas equipes criaram pouco.

O segundo tempo foi morno até os minutos finais, quando o Figueirense empatou com Pablo.

Olha o líder dando mole novamente! O Cruzeiro está em crise?

Fluminense x Atlético Paranaense

O Fluminense apertou o Atlético-PR, mas não conseguiu fazer o gol no primeiro tempo. O Tricolor teve cinco boas chances contra duas do Furacão.

No segundo tempo o Tricolor se manteve no ataque e abriu o placar com o meia Wagner, em belo lançamento de Carlinhos.

O Furacão empatou aos 45 minutos do segundo tempo, mas Fred salvou o Flu e marcou nos acréscimos.

Atlético-MG x Sport

 Em bela jogada de Diego Souza, Rodrigo Mancha bateu forte, Victor soltou a bola e no rebote o próprio volante marcou o gol.

O Galo pressionou tanto que logo empatou. Tiago cobrou falta com muita força,a barreira abriu o a bola entrou.

Victor foi expulso por derrubar o jogador Wendel, mas o Galo ampliou com Dátolo e Carlos.

Com dez Jogadores, o Galo viu o Sport diminuir com Danilo.

Chapecoense x Santos

O zagueiro Bruno Uvini marcou o gol de cabeça, após cobrança de escanteio.

O jogo foi fraco até o final, quando Leandro marcou o gol e empatou o jogo.

Coritiba x Grêmio

Leandro Almeida, de cabeça, abriu o placar para o Coxa. O Grêmio lutou o jogo todo e empatou com Riveros aos 40 minutos do segundo tempo.

Vitória x Criciúma

O Vitória recebeu o Criciúma e os dois times fizeram um fraco primeiro tempo. Na segunda etapa o nível técnico melhorou e Luís Cáceres abriu o placar para o time baiano. Em seguida o clube de Santa Catarina empatou com Rodrigo Souza.

O ex-corintiano Edno marcou dois gols garantiu os três pontos para o Vitória.

Botafogo x Flamengo

O Botafogo enfrentou o Flamengo com a corda no pescoço. O Fogão abriu o placar no começo do primeiro com Rogério.

Na segunda etapa o Flamengo colocou mais dois atacantes em campo e foi para cima do Botafogo. No contra-ataque o Fogão marcou o segundo gol com o atacante Wallyson.

Eduardo da Silva, que veio do banco de reservas, diminuiu para o Flamengo. Jefferson salvou o Botafogo no último minuto de jogo, foi um verdadeiro milagre.

Internacional x Bahia

Alan Patrick abriu o placar logo aos nove minutos de jogo, o Internacional foi superior e marcou o segundo gol ainda no primeiro tempo, com Nilmar.

O segundo tempo foi fraco tecnicamente. O Bahia não comprometeu a defesa do Inter e o Colorado administrou o resultado.

Real Madrid x Barcelona

Neymar marcou no começo da partida, mas o Real Madrid virou jogo. O ex-santista deixou o Barça na frente, mas o craque Cristiano Ronaldo empatou a peleja. Pepe e Benzema também deixaram o deles.

Paysandu x Tupi-MG

Parabéns ao Papão pelo acesso. Bem-vindo à série B. Em 2016 vai jogar a séria A.

O Paysandu venceu os dois jogos contra o Tupi-MG e está entre os quatro times que disputarão a série B de 2015.

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Mata-mata no Brasileirão já! Por Leandro Quesada

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Nunca escondi de ninguém a minha preferência pelo formato de mata-mata do Brasileirão. Considero modorrento, chato, europeu, longo e nada comercial o modelo por pontos corridos. Venho dizendo isso desde que em 2003 foi implantado o atual modelo de disputa. Retórica antiga acompanhada por poucos.

A minha defesa é que em vez do campeonato ser interessante apenas para os torcedores do time que está na ponta da tabela, neste caso o Cruzeiro, com o playoff teríamos o envolvimento de outras 14, 15 ou 16 torcidas na fase de classificação. Elas estariam empurrando os respectivos times para as quartas-de-final do torneio.

Imaginem que além do Cruzeiro, outros classificados fossem para a fase final!

Internacional, São Paulo, Atlético-MG, Grêmio, Corinthians, Fluminense e Santos estariam garantidos para a fase de mata-mata se a etapa de classificação estivesse encerrada hoje, por exemplo.

Dois times de Minas, dois do Rio Grande do Sul, um do Rio e três de São Paulo disputariam os playoffs em três duelos como aconteceu nos anos de 98 e 99. Um verdadeiro sucesso.

Sucesso nos aspectos de mídia, de informação, de agitação entre as torcidas, de publicidade, de disputas nacionais. Isso fomentaria também o que cerca o espetáculo futebolístico: as redes hoteleiras, os restaurantes e as companhias aéreas nas cidades envolvidas com os duelos entre os classificados. Gente viajando para lá e para cá, pelas cidades de Porto Alegre, BH, São Paulo, Santos e Rio.

Como o Brasileirão está em disputa neste momento, outros oito times poderiam ainda lutar por uma “vaguinha” nas quartas-de-final: Sport, Goiás, Figueirense, Atlético-PR, Flamengo, Bahia, Palmeiras e Chapecoense estariam vivos, sonhando com tal possibilidade.

Alguns vão dizer que eu estou me esquecendo da justiça em se dar ao time que mais pontos fez o título de campeão, que já temos a Copa do Brasil e a Libertadores com o formato mata-mata e que na Europa os campeonatos nacionais são por pontos corridos e por aí vai.

Bem, vou começar pela justiça. Justiça! Justiça é outra coisa. É morar em um país igual, sem tantas disparidades, sem pobreza, com investimentos em educação, moradias, bons empregos e coisa e tal. O futebol não nasceu pra ser justo. A essência do futebol é o fraco ganhar do forte, é o inesperado e o imprevisível. Os pontos corridos atrofiam esta essência. Baita chatice! Futebol é negócio e entretenimento e deve ser visto desta forma. E como negócio deve dar retorno aos patrocinadores e como entretenimento deve ser interessante. Não tem sido nenhum deles.

Aquilo que é bom para a Europa não é bom para o Brasil. No período em que ganhamos o tri mundial, o futebol brasileiro não pensava em copiar a Europa. Em 94, ano do tetra, nosso Brasileirão foi no mata-mata e em 2002, ano do penta, também no mesmo formato. Coincidência ou não, não ganhamos mais nada nas Copas depois da introdução dos pontos corridos. Uma coincidência, creio. Mas é fato que estas duas gerações de 94 e 2002 sentiram na pele as grandes pressões das disputas do mata-mata pelos respectivos clubes. Certa vez um pentacampeão do mundo me contou que os pontos corridos são a maior moleza para jogadores que não têm o “peito” de suportar a pressão de várias decisões. O mata-mata proporciona isso.

O campeonato por pontos corridos quando já definido parece aquele filme em que o enredo já chegou ao fim mesmo estando na metade. Chato pacas! O campeonato mata-mata é a película que nos prende até o final, é o suspense e a espera para sabermos que fim terá.

O campeonato por pontos corridos impede aquilo que é o mais importante no futebol: o confronto decisivo, a “decisão”, a grande final. Oras, a final é tudo. A final entre Fla-Flu, a final entre Galo e Cruzeiro, a final do Gre-Nal, a final entre Santos e São Paulo ou Corinthians e Palmeiras. Quem não gosta? Eu prefiro!

Até 2002, eu lembrava de todas as finais de Campeonato Brasileiro. Curiosidade desde os tempos de garoto que levo até hoje para o meu cotidiano profissional de jornalista. A ficha do jogo, as escalações, o estádio do duelo decisivo, o público, os gols. Até isso este campeonato por pontos corridos nos tirou. Às vezes esqueço o jogo “decisivo” que deu o título a um time nestes tempos “corridos”. Que porcaria!

Bem, embora respeite os “defensores corridos”, desafio a todos a contestarem as emoções que o playoff com os seguintes duelos nos dariam: Cruzeiro x Santos, Inter x Fluminense, São Paulo x Corinthians e Atlético-MG x Grêmio.

Cerca de 80 milhões de pessoas, somados os torcedores destes oito clubes, estariam “consumindo” este modelo a partir deste ponto.

Em tempo: as competições mais interessantes pra mim são: Copa do Mundo, Eurocopa, Liga dos Campeões, Libertadores, Copas do Mundo de basquete e vôlei, os quatro torneios de tênis de Grand Slam. Ah!, claro, uma tal NBA, o torneio de basquete de um país que equilibra como ninguém a disputa esportiva e o “entertainment”.

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT


Palmeiras vence o Coritiba e dorme fora do rebaixamento. Botafogo ganha com um golaço e sobe na tabela. O Galo Mais Lindo do Mundo bate o Internacional com gol de Tardelli

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Palmeiras x Coritiba

O Palmeiras começou a partida com muita vontade, dominou todo o primeiro tempo e marcou o gol com Juninho. No final da primeira etapa o capitão do Coritiba, Leandro Almeida, acertou Mouche com um carrinho por trás e o árbitro expulsou o atleta com cartão vermelho direto.

O árbitro aplicou 11 cartões na partida. O Palmeiras voltou mal no segundo tempo, mas segurou o resultado e dorme fora do rebaixamento, agora é torcer contra os adversários na briga contra o Z4, para não passar o centenário na degola.

Atlético Mineiro x Internacional

O primeiro tempo foi equilibrado e as duas equipes tiveram oportunidades. O goleiro Victor salvou o Atlético em um belo chute do volante do Wellington.

Na segunda etapa o técnico Abel Braga colou Alex no Lugar de D’Alessandro.  O Galo, no desespero, ficou com cinco homens ofensivos. Deu resultado e Diego Tardelli, o atacante da seleção brasileira,  marcou o gol da vitória do Atlético.

Botafogo x Chapecoense

O Botafogo pressionou todo o primeiro tempo e foi premiado com um belo gol do meio-campista Luis Ramirez.

Na segunda etapa, atrás no placar, o clube de Santa Catarina voltou mais ofensivo, mas não conseguiu o empate. Os dois clubes estão no meio da tabela e com esta vitória o Fogão fica fora do rebaixamento.

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O inferno é verde, e por que “lanterna” para se apontar o último colocado?

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Escrevo de Aracaju-SE.

Texto escrito sexta-feira à tarde, dia 22.

Não conhecia Sergipe.

Lugar lindo.

Gente boníssima.

A Rádio e TV Bandeirantes têm grande aceitação por aqui, senti.

Vim por evento corporativo, contratado.

E por palestra mediante ajuda humanitária à “Casa de Atendimento ao Muzambinhense com Câncer” de Jaú-SP.

Casa alugada há quase 10 anos, mas já compramos um terreno para a construção de um local definitivo e próprio para a nobre causa.

E não é que aqui em Aracaju temos também um muzambinhense?

Trata-se de Pedro Varoni de Carvalho, ex-EPTV de Varginha-MG e hoje diretor de jornalismo da Rede Globo-Sergipe.

Foi ele quem solicitou minha palestra na Universidade Tiradentes, aqui na terra da Rádio Liberdade, afiliada da Rádio Bandeirantes AM e FM.

O Pedro é filho do são-paulino “Pedro do Banco”, na época do Banco da Lavoura e do Banco Moreira Sales de minha terra e de meus tempos de menino também.

E é sobrinho de Paulo Ferreira de Carvalho, falecido agora em 2014, um dos quatro donos da extinta e saudosa “Rádio Continental de Muzambinho”, onde comecei lotericamente na locução e no jornalismo em 1967.

Agora, como faço em quase todas as capitais do Brasil, vou escolher um time aqui de Sergipe para “defender” e outro para “atacar” no “Terceiro Tempo” da Band e em minhas tribunas todas.

E não é que o Palmeiras também não para de atacar a sua história?

O nobre clube verde comemora 100 anos de vida e resolveu iluminar sozinho o Campeonato Brasileiro?

Ora, não pode!

Definitivamente, não!

Afinal, como aguentar ser tri-rebaixado?

Mais do que para San Gennaro, já tem palmeirense rezando por… Santa Catarina, lá embaixo.

É que os três times da linda terra de Anita Garibaldi podem salvar timecos como Botafogo, Coritiba, Bahia, Vitória e… Palmeiras!

Sim, o Verdão pode cair de novo e hoje é lanterna isolado.

Inclusive, segundo o maldoso Mauro Beting, o Palmeiras, que recentemente vendeu Alan Kardec, contratou nesta semana para o seu lugar o “Alan Terna”.

Eu, claro, não achei graça.

E por que “lanterna”?

No Brasil, desde os anos 50, o último colocado, de qualquer competição ou eleição, é chamado de “lanterna” ou “lanterninha”.

E não só no futebol, mas sim em todas as competições, seja no mundo esportivo ou até nas disputas eleitorais, quando o menos votado é também “iluminado” pelo último lugar.

É que a saudosa “A Gazeta Esportiva”, a bíblia esportiva de ontem, às segundas-feiras, publicava em sua última página a classificação do Paulistão (e que Paulistão era!) na forma de uma composição ferroviária.

Nos trilhos, eram estilizados a locomotiva e mais 19 vagões, todos identificados por cada clube participante na ordem de classificação por “pontos perdidos” e não por “pontos ganhos”.

O empate valia um ponto e a vitória dois e não três como hoje.

A locomotiva era sempre o Santos, o líder.

E o “lanterna’, comumente, era o Jabaquara.

Então a estilizada composição ferroviária tinha, mais ou menos na ordem de Santos (a locomotiva), Palmeiras (o primeiro vagão), São Paulo (o segundo), Ferroviária (o terceiro), Corinthians (o quarto) e assim por diante até o último vagão, o vagão do Jabaquara, o 19º e último.

E neste último vagão, como até hoje nos trens do mundo, havia as duas escadas laterais e, acima da porta de entrada e saída, uma luminária, um farolete ou uma… lanterna!!!

Daí a criatividade do povo, do tamanho do poder de “invenção” de Nizan Guanaes, Washington Olivetto, Átila Francucci e Fábio Fernandes, batizou de “lanterna” ou de “lanterninha” todo e qualquer candidato de qualquer competição que tenha ficado ou que hoje fique na incômoda posição de “Último dos Moicanos”.

Então, Palmeiras, força, fé, arrume as malas e mude de vagão, urgentemente!

Ah, e sabem qual era o slogan de “A Gazeta Esportiva”, minha primeira faculdade de jornalismo esportivo?

“Se a Gazeta Esportiva não deu, ninguém sabe o que aconteceu”.

E não é que ela, mesmo morando no céu, continua informando e até ensinando por que “lanterna” na vida?

FOTO: Portal/TT


Os EUA também esperam por Neymar

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Escrevo de Nova York.

Foi uma semana especial com minha esposa e filhos, meus quatro titulares.

Afinal, a gente só faz 63 anos na vida uma única vez.

A capital do mundo continua imponente com os seus metros quadrados mais caros e badalados do planeta.

Foi e será sempre assim.

Antes, no domingo à noite, 3 de agosto, saímos direto dos estúdios do “Terceiro Tempo” da Band para Miami, hoje tão brasileira.

Nova York é diferente.

Não é nem “só americana” mais.

É gente de todo lado.

Um festival de povos com rostos, jeitos, expressões, roupas, religiões, idiomas e pressas diferentes.

É a capital mundial do impessoal.

São Paulo perto de Nova York é uma cidade do interior onde todos se conhecem e se cumprimentam.

Sim, São Paulo, tem muito de fria também, mas jamais como a chamada “Big Apple”.

Aqui, mais do que em qualquer lugar do mundo, cada um tem um único time: o “Eu Futebol Clube”.

Mas deu para encontrar com alguns brasileiros, todos corintianos, é claro, no aeroporto, na parte residencial do Essex House, em Tribeca, no importantíssimo Central Park e na dolorida região das torres do antigo WTC.

E gente de todo o mundo continua deixando suas flores em homenagem aos assassinados de 11 de setembro.

 

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Ali, você tem uma sensação estranha, diferente, única, esquisita e até sobrenatural.

Todos se emocionam.

Mas, do lado, a vida continua.

São prédios e mais prédios que sobem em velocidade absurda e já beijando as nuvens.

Miami também.

O mercado imobiliário americano, moribundo entre 2010 e 2011, renasceu e voltou com tudo.

E será que esse país monumental verá nascer definitivamente e pra valer o nosso futebol por aqui?

Os times de Nova York e Orlando agitam a bola pelos EUA e o 5 de setembro é aguardado com enorme expectativa lá na Florida e em boa parte do País.

Com Neymar, é claro, estrelando todas as chamadas da mídia envolvendo o amistoso Brasil x Colômbia.

Já por aí, acompanhei pela Internet os jogos do meio de semana.

Destaque para o Corinthians, que voltou da parada para a Copa voando como um Boeing 787, mas que agora já está mais instável que um teco-teco.

A derrota para o frágil Bahia, pela Copa do Brasil, prova isso, mesmo com a classificação alvinegra.

O Palmeiras também venceu e Ricardo Gareca parece estar conseguindo dar forma ao amontoado de jogadores da equipe do Palestra Itália.

Mas a parada de hoje, contra o Galo, no Horto, convenhamos, é das mais complicadas.

E hoje também tem o Gre-Nal que marca a volta de Felipão ao futebol, pouco mais de um mês após os inesquecíveis 7 a 1.

Sorte de D’Alessandro e cia., que deverão ter uma tarde alemã no belíssimo Beira-Rio.


Dunga e Luxa renascem e até na terra em que Cristo ressuscitou os 7 a 1 “filipônicos” fazem “sucesso”!

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O estrago dos “filipônicos” 7 a 1 foi mesmo grande demais.

Mais do que isso, tornou-se eterno.

Os 7 a 1 que Minas Gerais teve o desprazer de servir de cenário jamais serão esquecidos.

Só que nem começaram ainda a doer para valer.

A morte de parente próximo cala fundo mesmo na alma e no coração dos parentes só semanas, meses, anos e séculos seguintes.

Mas, desde já, a “Tragédia do Mineirão” transborda, transcende e atinge até o meio político diplomático mundial.

Somos ridicularizados para todo lado e inclusive durante os entreveros milenares envolvendo judeus e árabes.

Os filhos de Abraão, Sara e Agar nunca se entenderam e jamais irão se entender.

Essa nova guerra de Israel x Palestina é mais uma prova disso.

Malditas as guerras!

E o que é guerra?

“Guerra é um massacre de pessoas que não se conhecem satisfazendo as vontades de líderes que se conhecem, mas que não se massacram”, escreveu um dia um sábio.

E onde os 7 a 1 entram nisso tudo?

É que na guerra diplomática, em que o Brasil deu sua opinião ou palpite sobre o novo conflito do Oriente Médio, acabamos por receber dos judeus doída resposta “bélico-esportiva”.

“Ora, não utilizamos força desproporcional contra a Palestina e quem usou foi a Alemanha nos 7 a 1 contra vocês do Brasil”, rosnou o porta-voz israelense chamando o nosso país de “anão diplomático”.

Ele só se esqueceu que foi um filho ilustre deste “anão”, Osvaldo Aranha, quem assinou na ONU, em 1948, o histórico documento que oficializou a criação do “Estado de Israel”.

Algo que os árabes não reconhecem até hoje e que o Brasil, um gigante em tudo, acatou de imediato.

Sujeito ingrato ou desinformado esse “porta-voz”.

Mas lá da terra da ressurreição de Cristo voltamos ao nosso mundinho do futebol.

E não é que Deus, sempre paciente e bondoso, “ressuscitou” também Dunga e Luxemburgo?

Seria maravilhoso se ressuscitasse igualmente Telê Santana e o verdadeiro futebol do Brasil.

Mas Ele parece cansado de fazer craque nascer por aqui e desanimado por continuar vendo os homens se matarem por puro ódio.

Que tal, meu Deus, uma nova varrida dos maus na base de Sodoma e Gomorra?

Foto: UOL


A grande e irrefutável novidade da CBF é o ex-goleiro e ex-agente Gilmar Rinaldi como coordenador! Morreu Armando Marques, que não soube contar até cinco em 1973!

1Foto: Revista Placar

A dupla José Maria Marin e Marco Polo Del Nero apresentou como a novidade irrefutável o ex-goleiro e ex-agente Fifa , Gilmar Rinaldi,  como o coordenador da seleção brasileira.

Bom, após os setes gols levado da Alemanha, chamaram um ex-arqueiro para segurar a bronca.

E ele também  cuidou da carreira de Adriano Imperador, quando este jogou e bem.

E a escola gaúcha se mantém na seleção brasileira, após Dunga, Felipão e agora Rinaldi.

A prévia da coletiva com o Gallo foi insuportavelmente chata e o ex-volante repetiu quatro vezes a palavra “Gap”.

Segundo o novo homem do presidente da CBF, o novo comandante do escrete canarinho sairá até terça-feira (22.07.2014) e será brasileiro.

No chutômetro, Marin, ligado ao São Paulo, Gilmar, ex-jogador do Tricolor paulista, então o técnico pode ser …. Muricy, não é lógico?

A ex-função de empresário de jogador causará muitas dores de cabeça para Rinaldi na imprensa esportiva.

O mundo errou dizendo que o “homem da CBF” seria Leonardo, eu acreditava que seria Falcão e veio o ex-atleta do Inter, São Paulo e Flamengo!

A grande pergunta é: Gilmar será “boi de piranha” desta fase nebulosa da seleção brasileira?

Aliás, Gilmar Rinaldi é natural da terra do comentarista Neto, Erechim!

Clique aqui e conheça a página de Gilmar Rinaldi na seção “Que Fim Levou?”

E ainda nesta manhã o futebol brasileiro perdeu Armando Marques, ex-árbitro.

Grande conhecedor das regras do futebol, mas com erros lamentáveis em sua trajetória.

Em 1971, anulou um gol legítimo do palmeirense Leivinha e assim entregou o título paulista de bandeja para o São Paulo.

E o maior de todos foi em 1973,  quando Marques não contou até cinco na disputa de penalidades máximas e fez Santos e Portuguesa dividirem o título do Paulistão.

Veja a notícia da morte de Armando Marques

Na seção “Que fim levou?”, a vida e as fotos do ex-árbitro clique aqui e veja

E você torcedor? Gostou de Gilmar Rinaldi na coordenação técnica da Seleção Brasileira? Ele é melhor que os favoritos Falcão e o internacional, Leonardo?


De volta para o Brasileirão: qual time se reforçou melhor para o campeonato nacional??? E quem é o seu favorito para o título???

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Muita gente ficou tão entretida com a espetacular Copa do Mundo do Brasil que se desligou completamente do seu time.

E, para piorar, lembra vagamente do que aconteceu no Campeonato Brasileiro antes da parada para o Mundial de 2014.

Muitas mudanças agitaram o mercado e o retorno do torneio nacional promete colocar fogo na disputa pelo título.

Mas qual time se reforçou melhor?

O São Paulo trouxe Kaká de volta e terá o camisa oito até o final do Brasileirão. Alan Kardec já estava na equipe antes da Copa, mas só estreará agora.

Pontual nas negociações, o Corinthians contratou os estrangeiros Lodeiro e Romero para reforçar o meio-campo e o ataque.

Outro que também pegou jogadores de fora do país foi o Palmeiras, com os argentinos Mouche e Tobio, mas está prestes a perder Valdívia para acertar as contas.

No Santos, mais partidas do que chegadas. Os jovens Neílton e Victor Andrade deixaram a Vila, mas a principal perda foi o volante Cícero, um dos destaques santistas no primeiro semestre. Souza, ex-Cruzeiro, Náutico e Palmeiras chegou para o meio-campo.

O Flamengo negocia com o brasileiro naturalizado croata, Eduardo da Silva, que atuou no Mundial, mas até agora só o meia Canteros foi apresentado.

Após oito anos, Cícero retorna ao Fluminense e promete organizar o setor criativo do time. O bom zagueiro Henrique, ex-Bordeaux, também desembarca nas Laranjeiras.

O décimo terceiro lugar do Botafogo no Brasileirão se reflete na força de seu elenco. Sem grandes contratações, o Glorioso vive esperando o retorno de Vitinho, que está no futebol russo. Do mais, perderam Lodeiro para o Timão.

Saí Fernandinho, chega Maicossuel. O Atlético-MG tentou equilibrar o elenco e ainda está no mercado. Fiquem de olho no twitter do Kalil, hein…

Líder nas primeiras nove rodadas, o Cruzeiro perdeu jovens promessas para segurar suas principais estrelas. A manutenção do time principal é o maior reforço, aliada às chegadas de Manoel e Neílton.

Sempre colocado entre os favoritos, o Internacional só trouxe o lateral Wellington Silva do Fluminense e contratou o ótimo chileno Aránguiz em definitivo.

Um dos que melhor contratou na janela, o Grêmio “desenterrou” o ótimo meia Giuliano do futebol ucraniano. Felipe Bastos e Fernandinho vão melhorar as opções do elenco tricolor. E a saída de Kleber para o Vasco ajudou a equilibrar os salários.

Clique aqui e confira a matéria completa sobre as transferências do futebol nacional

E para você, amigo internauta, qual foi a melhor contratação???

Quem está mais forte para a sequência do Brasileirão???

E qual time é favorito???

OPINE!!!