Após tantos erros de arbitragem, não está na hora de “digitalizar” o futebol? Neste final de semana, foram “operados” Bahia, Santos, Grêmio, Treze da Paraíba, Joinville e Náutico!!!
Já é senso comum reclamar dos erros de arbitragem no futebol.
Impedimento, falta mal marcada, cartões em demasia… Tudo cai nos ombros cansados dos homens do apito.
Não que sejam completamente inocentes, mas a falta de profissionalismo emperra a evolução desta atividade.
A última rodada do Brasileirão foi a gota d´água: Flamengo, Internacional e até o Cruzeiro, que perdeu, foram auxiliados pelo “Apito Amigo”.
Assim, neste final de semana, foram “operados” Bahia, Santos e Grêmio.
Outros exemplos não faltam no futebol nacional e mundial. E grandes juízes também já tiveram sua credibilidade afetada.
Arnaldo Cezar Coelho errou feio na decisão do Brasileirão de 1983, entre Santos e Flamengo, quando Pita sofreu falta dentro da grande área e nada foi marcado.
Armando Marques, referência à época, perdeu as contas na final por pênaltis do Paulistão de 1973, entre Santos e Portuguesa, e o título acabou dividido.
Até na Copa do Mundo acontecem deslizes. Dois dos casos mais famosos são protagonizados entre Alemanha e Inglaterra: em 1966, o chute do inglês Hurst acertou o travessão e pingou sobre a linha. Validaram o gol.
Já em 2010, na África do Sul, veio o troco: nas oitavas de final, inglês Lampard arrematou na trave, a bola bateu com força dentro da meta, mas acabou fora da baliza. Sem titubear, o juiz mandou o jogo seguir.
Até a Fifa, entidade que regulariza o futebol, demora para planejar melhorias.
Mesmo com a implantação do chip na bola, até agora, a tecnologia só serviu para delatar e desmoralizar os árbitros, que são fadados a tornarem-se eternos carrascos.
Será este o momento de “digitalizar” o futebol?
Ou os erros fazem parte do esporte?
OPINE!!!

Milton!!
Você viu ontem que tentaram operar o Criciúma? expulsaram o Elias ainda no primeiro tempo com cartões em dois lances que nem falta foi, sorte que o goleiro pegou o pênalti.
Não querem que o Tigre suba, outro dia anularam um gol legítimo, onde a bola entrou no meio do gol e o juiz disse que foi por fora.
O Grêmio foi assaltado contra o Santos e contra o Cruzeiro!!
Estão operando descaradamente!!
E AI GRANDE BROTHER MILTON NEVES, TÁ SUMIDO AMIGÃO,
ESSES DIAS TAVA MEXENDO NAS MINHAS GAVETAS E ENCONTREI AQUELA REVISTA QUE VOCÊ ME PRESENTOU, CONTANDO A SUA HISTÓRIA, MUITO LEGAL.
E O MEU VERDÃO DO CENTRO OESTE, ENFRENTOU O SEU IRMÃO VERDE EM CAMPINAS E GANHOU VAI SER A ARRANCADA FINAL PRA VOLTAR A ELITE.
NÃO ESQUECI AQUELE BOTON DO GOIÁS QUE LHE PROMETI, TA DIFICIL DE ACHAR, ACHO QUE VOU TER QUE MANDAR FAZER.
UM ABRAÇO E BOM TRABALHO SEMPRE A VOCÊ E EQUIPE DA BAND.
CESAR PETRI ESMERALDINO
Mirtinho!
Se não te ocorrer historia melhor, vc pode contar no domingo cedo aquela num evento teu (não lembro se era aniversário) em que o Beto Hora conversou com o Felipão imitando o Pelé e o Felipão caiu como um patinho.
Lembro bem porque a ligação foi feita do meu celular e eu que chamei o “Pelé” pra conversar com o Felipão.
Esse fato acabou te prejudicando posteriormente quando fizeram um link com voce na Band(?) e o FElipão no SBT e o Felipão ficou ressabiado se era verdade ou não. Lembra?
Abração
Kalef(Inho)
Obs: Vou cobrar no Valter Leone os mini milhos que vc prometeu no ar
Amigo Milton Neves, sou o Claudineizinho de Olimpia SP. Sou ouvinte seu de todos os domingos, então venho por meio deste e-mail cobrar a sua pessoa, p/ que coloqua a foto do meu papai Claudney Freire, ex-goleiro do Juventus, XV de Piracicaba, Flamengo, etc, na TV no QUE FIM LEVOU…
Abraços
Neizinho
Querido Milton Neves,
Você já recebeu a sua faixa de bicampeão pernambucano? Solicitei a secretária do presidente que a lhe enviasse, na quinta-feira passada. Continue torcendo e vibrando daí, e sendo o pé-quente de sempre, que, no ano que vem, abocanharemos outro título. Sobre a Lupo, voltei a conversar com o presidente, no último sábado, sobre o assunto. Ele continua firme em sua convicção de que é preciso que a empresa lhe envie o portfólio do material que fornece. Esse pensamento é também compartilhado por outros diretores do clube. Essa é a questão, meu amigo!
Saudações Corais,
Sylvio Ferreira
Milton, boa tarde.
Além de ouvir, gravei o seu programa, como sempre faço.
O pessoal agradece.
Abraços,
Roberto Ribaldo
Porto Ferreira-SP
E hoje quem foi operado mais uma vez foi o Criciuma, sem anestesia.
Cara, porque você é tão parcial? Os dirigentes te pagam pra torcer é? Só pode… Bahia operado? Porque você não disse que o Sport foi operado com quando tomou 2 x 1 do Bahia com aquele gol de Jones que estava a mais de 1 metro impedido? E sem contar o Figueirense que foi operado nessa última rodada pela galinha morta de minas. Esse seu merchandising já tá batido, viu! Muda um pouco. Seja mais original!!!
Choooora anti-corinthianos invejosos! kkkk
Milton neves esses erros de arbitragens são premeditados, porque só erram para os mesmos times. Há quanto a tecnologia no futebol vai ficar sem graça, porque o curintia vai ficar mais 52 anos sem libertadores e mais uns 100 anos sem ter nada. Só vai ganhar quem realmente jogar e apresentar melhor futebol dentro de campo.
é o apito sempre vai existir ,lembra do brasileirão 2005? partidas anuladas aré hj ninguem entendeu ,e o Boca pq não quis jogar o 2. tempo pq será que a Nike dizem estar sempre rodando esses jogos de seu interesse ? pq o andré sanches saiiu do corintians e foi correndo prá CBF? pq não convocaram jogadores do Corintians não é campeão?pq esrádio com o dinheiro do povo? é a umprensa precisa exercer mais a sua teórica imparcialidade e ir em cima de tudo isso pq senão o apito amigo gera coisa mais grave
Por favor, gostaria que este texto, em anexo, fosse repassado ao Milton Neves.
Trata-se de um “Cantinho de Saudade” que escrevi em homenagem a Ary Silva, que – se estivesse vivo – faria 95 anos de idade no próximo sábado, dia 21 de julho.
O roteiro foi feito com base em discurso escrito pelo próprio Ary, ao ser homenageado pela Pró-TV.
Abraço,
Marcelo Abud
Trilha Cantinho de Saudade – The Lonely Ballerina
Torcida amiga, bom dia…
Quando damos nossos primeiros passos, não temos a firmeza necessária para saber por quais caminhos a vida que nos espreita vai nos levar. Só Deus é capaz de antecipar as vitórias e os percalços que nos esperam na Olimpíada da existência. Quando alcançamos o ponto alto, quando chegamos ao lugar que tanto almejamos, não podemos esquecer de olhar para trás com respeito… De ver o chão que pisamos na trilha incessante que nos levou às passadas firmes.
É ainda na infância que somos forjados para fazer da própria vida um caminho altivo. Nossa família – em vossa simplicidade – nos ensina a enfrentar as complexidades que estão sempre prontas para nos surpreender. É nesse passado sólido que encontramos o equilíbrio para viver o tempo presente. E é no hoje que encontramos a luz que pode nos indicar um futuro melhor.
A crônica esportiva é assim… como uma trilha por caminhos a serem desbravados. Um mar de resultados… com grandes ondas, que tanto podem nos transportar, como são capazes de nos derrubar, sem chance de reação.
Quem não mergulha, não consegue chegar ao terreno sólido que está do outro lado.
Como peixes que têm capacidade de permanecer muito tempo embaixo d’água para transpor o percurso, procurando a superfície quando há necessidade de buscar novos ares, um cronista esportivo – nascido e criado nas ondas do rádio – precisa de astúcia para perceber as primeiras oportunidades que o fazem ganhar terreno diante das adversidades; Para reconhecer que é ainda na infância que se alcançam as primeiras marcas desse campeonato da vida… marcas capazes de fazer diferença para sempre.
Com ele não foi diferente, torcida amiga. O menino discreto nascido no bairro do Canindé, capital paulista, a 21 de junho de 1917, era filho de Antonio Justino Silva. A mãe, ele não conheceu. Ao dar à luz, a escuridão veio para ela. Foi criado pela avó Maria Emília de Souza, cozinheira do Governador de São Paulo e, mais tarde, Presidente do Brasil, Rodrigues Alves. Foi assim que o menino cresceu no Palácio Campos Elíseos. Desde cedo, aprendeu a gostar de jornais, livros, cinema… e de praticar esportes no Liceu Coração de Jesus.
E foi assim, de maneira despretensiosa, que o garoto começou – mesmo sem ainda saber – a praticar o jornalismo, a correr atrás dos resultados, “por esporte”. Nos clubes varzeanos em Santana, ele tinha cargo efetivo: procurava os jogos. Depois, levava os placares para o Mourinha, o José de Moura, de A Gazeta; e para o Babo, o Basílio Sposito, de O Dia.
Vivendo e aprendendo a jogar, sabia que era o estudo que garantiria a ele o fôlego necessário para novas conquistas. No Liceu Coração de Jesus, em 1935, conclui o curso ginasial (5 anos). Presta vestibular para o Colégio Universitário da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Estuda com livros doados. Até por isso, doa-se ainda mais aos estudos e, em 2 anos, forma-se advogado.
A origem simples o leva a pensar em trabalhar para ajudar nas despesas de casa. O pai tinha sido motorista de praça, na Estação da Luz, porteiro-contínuo da Prefeitura, na Rua Libero Badaró, e estava – em 1936 – como fiscal de feira do Município… fizera sacrifícios, esforços para pagar os estudos do filho. A primeira oportunidade vem justamente com a popularização do meio de comunicação que pouco tempo depois daria voz às opiniões daquele jovem.
Um dia, ainda na faculdade, toma conhecimento de que a Philips estava em busca de vendedores de rádio. Parecia algo simples. Era pegar o aparelho fabricado na Holanda, convencer o cliente a comprá-lo. Isto após 30 dias para que o distinto cidadão examinasse o novo equipamento. Pagamento facilitado em dois anos! Era a garantia de boas marcas para o bom comunicador. No entanto, ao passo que os colegas conseguiam vender e colocar vários rádios em experiência, ele só conseguiu colocar dois… em casas de colegas, que resultaram apenas em relatórios – não em vendas. O gerente, Nelson de Lorenzi, atleta do salto de vara, indiretamente, foi responsável para que a carreira do rapaz desse um pulo considerável. Ao reprovar o vendedor, que não conseguira fazer as vendas saltarem, com um sorriso, o aconselha a ser repórter esportivo. Sabia do gosto que nutria pelo assunto.
Ele perdia o lugar onde ganhava só verba de condução, torcida amiga. É o momento em que resolve conversar com o pai. Manifesta o desejo de tentar a “revisão”, no Jornalismo. Moravam em Santana, Zona Norte. “Seo” Antonio Silva vislumbra um caminho, ao lembrar que um colega que havia trabalhado com ele na Estação da Luz dissera ser o motorista do Doutor Assis Chateaubriand. Foi ao encontro do amigo para tentar um novo rumo para o filho. Falou com ele sobre a possibilidade de uma inscrição no setor de revisão. A essa altura, o futuro advogado já estava na fila da Folha da Manhã e do O Estado de São Paulo. O motorista era Rafael Coppola e promete um futuro nos Diários de seu patrão. Avisa que conseguiria um emprego na Rua 7 de Abril. Não sabia que estava ajudando ali, naquele momento, a trilha daquele que seria um dos maiores cronistas esportivos do jornalismo brasileiro… que daria voz e vez à torcida amiga.
Determinado, o moço chega à Rua 7 de Abril na hora aprazada e recebe a informação de que o amigo do pai jogava dadinhos em um bar próximo, na companhia de D. José de Barros. Como em uma corrida, transpôs um a um os obstáculos. Foi até o local, apresentou-se como filho de Antonio Silva. Lá, recebe a orientação de ir à Revisão, onde teria lugar garantido na fila dos candidatos. Ao chegar ao prédio, como estava em obras – os Diários Associados haviam saído a pouco da Patriarca e do Viaduto do Chá – pergunta pela sala de Revisão. O grande Orestes, contínuo, mudaria o trajeto da vida daquele empolgado candidato. Disse: “é só falar com um homem enorme, que está berrando, mas não se assuste, é jeito dele”.
Não era a Revisão… era a Redação. Chegou e encontrou o professor Roberto Haddock Lobo, que estava mandando embora um integrante da equipe esportiva e dizia que colocaria um anúncio em busca de outro profissional. Quando parou, olhou o rapaz e perguntou o que fazia ali. Foi quando ele soltou esta frase, que mais tarde atribuíra a Deus: “Se o senhor vai colocar anúncio amanhã, por que não dá uma chance hoje?” Falou dos estudos, dos elogios da professora Anésia Sincorá, no Grupo Escolar de Santana; e do Professor Luiz Gonzaga, do Liceu. Estava saindo dos 18 e chegando aos 19 anos. Diante dele o Professor Haddock Lobo, do Mackenzie, chefe de esportes dos Diários Associados. A resposta: “vou arriscar”.
Torcida amiga, diante dos desafios, ele começou a cumprir as tarefas. Após a segunda, que teve entrevista com jogadores da Seleção Baiana de Futebol e fotografia feita pelo famoso Miguel Faletti, que deixara a Gazeta para se fixar nos Associados, tudo saiu como o previsto. E o dia 1º de maio, em um tempo em que ainda não havia sido decretado o feriado nacional como nos dias de hoje, torna-se o Dia do Trabalho para aquele auspicioso jornalista. Passou no Departamento Pessoal. A efetivação vem em 1º de outubro de 1936. A corrida já começa com um recorde… o ordenado do novo repórter esportivo: 200 mil réis, ou o equivalente a mais de 70 mil reais, nos dias de hoje.
Conquistou também outras marcas. Recebeu a tarefa de cobrir na retaguarda os Jogos Olímpicos de Berlim. Depois desenvolveu informações que o Baby Barioni mandava pelo telefone de Monte Alto, para a realização dos primeiros Jogos Abertos do Interior. Em 1937, entra na luta como fundador do Sindicato dos Jornalistas. Em 38, cobre a concentração da Seleção Brasileira de futebol que ia para a França. E como levava a vida na esportiva, num treino chega a ocupar um dia a vaga de Zezé Procópio, que estava doente. Nos jogos treinos irradiados pelo Oduvaldo Cozzi pela Cruzeiro do Sul, para segurar a transmissão, fala sobre os jogadores, para que o titular da narração tome uma cervejinha e tenha tempo de ir ao banheiro.
Otávio Gabus Mendes transmitia futebol pela Record e já estava de ouvidos atentos às crônicas daquele jovem repórter. Em 1939, quando o São Paulo dá de 6 a zero no Palestra, no campo da Rua da Mooca, Gabus Mendes se enche de alegria. No intervalo, ao chamar o estúdio para os comerciais, ninguém atende. É quando abre o microfone para que o talento ganhe voz ao repetir o que havia feito com Oduvaldo Cozzi, em Caxambu. No domingo seguinte, a Portuguesa deu de 5 a zero no São Paulo, ali mesmo. O Otávio pediu os comentários novamente. Quando o saudoso e pioneiro membro da dinastia Gabus Mendes assume a direção da Rádio Bandeirantes, na Rua São Bento, em 1939, convida a revelação da crônica esportiva para se unir a Raul Villoldo para formarem o Departamento de Esportes da emissora. Ele, então, foi “bandeirante” e desbravou as ondas radiofônicas fazendo nascer dessa forma o Bola ao Ar, o primeiro passo de uma grande arrancada de marcas insuperáveis. Suas crônicas à Torcida Amiga garantiam o bom dia de admiradores do universo esportivo.
Em 1941, começa um movimento que culmina, no dia 8 de dezembro, com a fundação da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo – ACEESP. Fazia questão de mencionar o apoio que teve de Geraldo José de Almeida, que conseguira o auditório da Rádio Record, na Rua Quintino Bocaiúva, graças à amizade com o Dr. Paulo Machado de Carvalho.
Em 47, deixa a Rádio Bandeirantes e vai para a Difusora Tupi, no Sumaré. Torna-se o primeiro comentarista de televisão em jogo direto – no Pacaembu. O locutor era Aurélio Campos. Corria o ano de 51, torcida amiga.
Em 53, é nomeado membro da Comissão encarregada de elaborar o Código de Justiça Esportiva, pelo Conselho Nacional de Desportos. No mesmo ano, assume o cargo de diretor da Escola de Árbitros da Federação, contando com a força de Flávio Iazzetti, Durval Silva e Professor João Cavalhaes.
Em 54, passa a diretor do Departamento de Árbitros, com a renúncia do Dr. Paulo Machado de Carvalho. Em 1958, a convite do mesmo Paulo Machado de Carvalho, integra a comissão que elabora o Plano para a Copa do Mundo na Suécia, ao lado de Paulo Planet Buarque, Flávio Iazzetti e Vicente Feola. O projeto dá certo e o resultado, hoje, já é conhecido de toda a torcida amiga.
Em 61, como vereador e líder do prefeito Prestes Maia, realiza projeto – que se transforma em lei – restabelecendo o nome de Paulo Machado de Carvalho ao Estádio do Pacaembu. Ainda no campo da política, apresenta projeto – transformado em lei por Prestes Maia – para a criação dos Centros Esportivos Municipais existentes em São Paulo.
Como cronista esportivo, da Tupi vai para a Globo- Excelsior, em 1964, de onde se desliga – ao pedir demissão – em 1970. Já estava no comando de sua Gazeta da Zona Norte. No jornal, manteve uma coluna com o velho slogan, dos tempos da Bandeirantes: Torcida Amiga, Bom Dia.
Permanece atuante até que o crepúsculo chega em 06 de abril de 2001.Ele foi embora, torcida amiga, deixando saudade de suas crônicas. Ele que escreveu e deu voz às mais belas histórias do esporte.
Torcida amiga, estamos falando, é claro, de Ary silva. Do grande Ary de tantas conquistas dentro e fora dos campos, quadras, pistas. Do cronista que tão bem representou o torcedor brasileiro com suas opiniões e informações. Dele, que faria 95 anos nesse dia 21 de julho. Dr. Ary Silva, campeão em esforço, vitorioso em honestidade, imbatível em perseverança. Titular na vida.
Ary Silva hoje está perto daquele em quem mais acreditou durante toda a existência, do seu “eterno companheiro e parceiro” como se referia a Ele.
Costumava dizer: “Vim lá de baixo. Entrei em fila de brinquedo de natal do povo. E consegui tudo. É Deus. Só pode ser Deus que me deu essa missão. E no dia que Ele me chamar, é porque minha missão acabou”. A missão acabou, mas a memória continua viva.
Viva esse “bandeirante” da nossa comunicação! Responsável por dar o pontapé inicial para que um dia todos tivessem conhecimento de que Futebol é com a Bandeirantes.
Como retribuição a tanta saudade, ele merece ser lembrado. Ary Silva vai ficar por todo sempre, incrustado na ternura e na sinceridade do nosso CANTINHO DE SAUDADE.
eu acho q os erros já fazem parte dos esportes e são o grande assunto das conversas com amigos, mas seria bom a tecnologia para saber a verdade
VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI PALMEIRAAAAAAAAAAAS
Sr Milton Neves estão falando tanto do Flamengo, como se fosse o unico time que tivesse penalti mal marcado a seu favor, se puxarmos pelo historico tem muito mais muito penalti escabroso que foi marcado por ai, e digo mais em cima do Ibson pelo menos houve a carga com a mão nas costas, e pior que tem certos faltas por ai que o jogador se atira como se fosse uma piscina,por que não falam da expulsão injusta do Luiz Antonio por uma falta normal de jogo no meio de campo? parece que so o flamengo é favorecido pela arbitragem?
Olá meu ilustre apresentador Milton Neves, como tufo na vida precisa de correção e ajuste para eliminar os erros porque não no futebol. Os dirigentes de futebol ainda esta no tempo da pedra com tanta tecnolotia esistente hoje poderia eliminar 90% dos erros de arbitragem porque eles são ceres humanos e todo cer humano e passivo de erro.
Existe um limite claro entre ser um jornalista descontraído e carismático que vc se propõe a ser um pseudo-jornalista. Quando vc ironiza um time ou diz torcer por outro vc está sendo um jornalista carismático, mas quando vc diz que um time foi prejudicado ser ter sido (exemplo do Nautico que perdeu para o Corinthians em um jogo limpo) vc é um pseudo jornalista. Vc pode ser o que se propõe a ser fazendo jornalismo e não pseudo jornalista.
Nautico foi operado?
Milton Neves,quando se trata de corinthians, você é um caso perdido.
MaRCEL VOCÊ ME PARECE TORCEDOR DO FLABOSTA.O HUMANO ERRA,MAS TEM SIDO QUESTIONAVEIS E ABSURDOS.PARE DE FALAR BOBAGENS.QUE ERROS NORMAIS HEIN,QUE COINCIDENCIA O MESMO ARBITRO MARCAR DoIS PENAIS INVENTADOS PARA O MESMO CLUBE.TEM MUITA COISA A SER REVELADA AÍ.
E o seu santos vai ser operado mais ainda.
É o troco, por tudo o que o senhor tem feito para desmerecer o Corinthians.
Prepare o lombo Milton, porque vai doer muito.
Vai ver quanto é gostoso ser prejudicado com entrega de jogos, penaltis cobrados 3 vezes, tudo para rebaixar um time, ou para impedir um titulo.
É a lei do retorno.
Agora seus programas não terão mais a preferência do “apito amigo corinthiano”, mas o chororô dos erros contra o seu time.
Repete trossentas vezes o lance da expulsão do Jean.
É muito gostoso passar a ouvir mais vezes a musica do outro lado do disco.
Chora. Entramos na era do “apito antisantos”.
Para nossa Alegriaaaaaaaaaa! ahahahahaha
QUE NOJO!A INCOMPETENTE DA PATRICIA AMORIM DISSE NA RÁDIO GLOBO A ARBITRAGEM TÁ MELHOR PARA O FLAMERDA.QUERO VER O QUE A COMISSÃO VAI DECIDIR EM RELAÇÃO A ESSE ARBiTRO,SEU FRANCISCO.ROUBOU O BAHIA E ROUBOU SANTOS.É COINCIDÊNCIA DOS PENALTIS INVENTADOS PARA O MESMO TIME.OUTRA É SEU PAULO CESAR DE OLIVEIRA ROUBA,ROUBA E NINGUÉM FAZ NADA.A PUTA DA PATRICIA FOI MUITO IRONICA.
Falar que o Bahia foi operado é brincadeira, e expulsar um jogador do Flamengo com aquela falta que nem era pra cartão. Quem foi operado?
Os dirigentes não querem porque inibe a corrupção.
Vamos continuar a contagem de PONTOS AMIGOS que o Flaladrãozinho vem acumulando ao longo do campeonato brasileiro 2012. A intenção é mostrar que o Flaladrãozinho (um apelido carinhoso) é realmente o time mais querido do Brasil (principalmente pela mídia e pela arbitragem). Só lembrando que esses pontos deverão ser subtraídos da pontuação final do Flaladrãozinho ao término da 38ª rodada. Pois bem: 1 ponto amigo no jogo contra a Ponte Preta + 1 ponto amigo no jogo contra o Coritiba + 2 pontos amigos no jogo contra o Santos + 2 pontos amigos no jogo contra o Bahia = 6 PONTOS AMIGOS até a presente data (16/07/2012).
O Nautico foi “operado”??? Onde?? Essa vc pos por ‘default’, né Miltão, só pra não perder a viagem…
Faltou ele dizer que o figueirense foi tambem foi operado!