Sonolentos, Inter e Santos apenas empatam; Flamengo supera o Bahia com arbitragem VERGONHOSA; Bota e Flu ficam no 1 a 1; e Grêmio massacra a Raposa
No Beira-Rio, Internacional e Santos, prejudicados por terem que ceder suas principais estrelas para a seleção, fizeram uma das partidas mais sonolentas desse Brasileiro.
O jogo foi tão ruim que fica difícil citar um ou outro lance de perigo para algum dos lados.
E parte da culpa pelo duelo fraco foi da arbitragem, que prejudicou o time da Vila Belmiro em duas oportunidades.
Uma ao expulsar Juan injustamente, e outra aos não colocar para fora o violento Guiñazu.
Com o resultado, para o Inter, pouca coisa muda, já que segue entre os primeiros da tabela, e com Oscar e Damião de volta, deve brigar pelo título deste ano.
Já o Santos… Vai precisar de muito mais que Miralles e outros jogadores comuns que agora integram o elenco, tem que esquecer de vez o desorientado Ganso, e rezar para que Neymar volte fazendo milagres de Londres.
Afinal, só o “Paulistinha” no ano do centenário não dá, né, Peixe?
Na Bahia, o Flamengo contou com Hernane, Renato e com o VERGONHOSO apito amigo para bater o Tricolor de Aço.
A penalidade marcada em Ibson, no segundo tempo, foi tão absurda quanto a assinalada no sábado, na partida entre ABC e Atlético-PR.
Por que os nossos árbitros seguem com essa mania de proteger as equipes de Rio e São Paulo?
Agora, o Flamengo e Joel Santana respiram um pouco mais aliviados, graças a esse “empurrãozinho” da arbitragem.
Já o Bahia, faz campanha razoável e deve permanecer na Série A em 2013. Isso se não seguir sendo OPERADO pelos “homens de preto”. Vergonhoso!
No Rio de Janeiro, o clássico envolvendo Botafogo e Fluminense, os dois cariocas com melhores chances de faturar o Brasileirão, terminou empatado.
O Flu saiu na frente, com Fred, sempre ele, no primeiro tempo.
Após o gol marcado, a equipe comandada por Abel Braga se fechou, e o castigo veio aos 21 minutos da etapa complementar, quando Andrezinho, de cabeça, empatou para o Alvinegro.
Seedorf, grande contratação do Glorioso para a temporada, assistiu ao jogo no Engenhão.
Que o simpático meia, que tanto sucesso fez na Europa, ajude o Bota a ganhar seu primeiro Brasileirão legítimo. Porque aquele de 95, vou te falar, viu…
E não é que o “cavalo paraguaio” do Cruzeiro já começou a perder o fôlego?
Terceira derrota seguida da equipe celeste, que pelo menos segurou a vaga do Galo na liderança por uma rodada.
Quem é o flanelinha agora, hein?
E o revés, jogando em casa, foi para o Grêmio, do sempre competente Luxemburgo, que após um início de Brasileirão conturbado, já começa figurar entre os primeiros da tabela.
E olha que em pontos corridos o homem é bom mesmo!
Os gols da vitória por 3 a 1 do time gaúcho foram marcados por Marcelo Moreno (2) e Kleber. Wellington Paulista descontou para os mineiros.


Por favor, gostaria que este texto, em anexo, fosse repassado ao Milton Neves.
Trata-se de um “Cantinho de Saudade” que escrevi em homenagem a Ary Silva, que – se estivesse vivo – faria 95 anos de idade no próximo sábado, dia 21 de julho.
O roteiro foi feito com base em discurso escrito pelo próprio Ary, ao ser homenageado pela Pró-TV.
Abraço,
Marcelo Abud
Trilha Cantinho de Saudade – The Lonely Ballerina
Torcida amiga, bom dia…
Quando damos nossos primeiros passos, não temos a firmeza necessária para saber por quais caminhos a vida que nos espreita vai nos levar. Só Deus é capaz de antecipar as vitórias e os percalços que nos esperam na Olimpíada da existência. Quando alcançamos o ponto alto, quando chegamos ao lugar que tanto almejamos, não podemos esquecer de olhar para trás com respeito… De ver o chão que pisamos na trilha incessante que nos levou às passadas firmes.
É ainda na infância que somos forjados para fazer da própria vida um caminho altivo. Nossa família – em vossa simplicidade – nos ensina a enfrentar as complexidades que estão sempre prontas para nos surpreender. É nesse passado sólido que encontramos o equilíbrio para viver o tempo presente. E é no hoje que encontramos a luz que pode nos indicar um futuro melhor.
A crônica esportiva é assim… como uma trilha por caminhos a serem desbravados. Um mar de resultados… com grandes ondas, que tanto podem nos transportar, como são capazes de nos derrubar, sem chance de reação.
Quem não mergulha, não consegue chegar ao terreno sólido que está do outro lado.
Como peixes que têm capacidade de permanecer muito tempo embaixo d’água para transpor o percurso, procurando a superfície quando há necessidade de buscar novos ares, um cronista esportivo – nascido e criado nas ondas do rádio – precisa de astúcia para perceber as primeiras oportunidades que o fazem ganhar terreno diante das adversidades; Para reconhecer que é ainda na infância que se alcançam as primeiras marcas desse campeonato da vida… marcas capazes de fazer diferença para sempre.
Com ele não foi diferente, torcida amiga. O menino discreto nascido no bairro do Canindé, capital paulista, a 21 de junho de 1917, era filho de Antonio Justino Silva. A mãe, ele não conheceu. Ao dar à luz, a escuridão veio para ela. Foi criado pela avó Maria Emília de Souza, cozinheira do Governador de São Paulo e, mais tarde, Presidente do Brasil, Rodrigues Alves. Foi assim que o menino cresceu no Palácio Campos Elíseos. Desde cedo, aprendeu a gostar de jornais, livros, cinema… e de praticar esportes no Liceu Coração de Jesus.
E foi assim, de maneira despretensiosa, que o garoto começou – mesmo sem ainda saber – a praticar o jornalismo, a correr atrás dos resultados, “por esporte”. Nos clubes varzeanos em Santana, ele tinha cargo efetivo: procurava os jogos. Depois, levava os placares para o Mourinha, o José de Moura, de A Gazeta; e para o Babo, o Basílio Sposito, de O Dia.
Vivendo e aprendendo a jogar, sabia que era o estudo que garantiria a ele o fôlego necessário para novas conquistas. No Liceu Coração de Jesus, em 1935, conclui o curso ginasial (5 anos). Presta vestibular para o Colégio Universitário da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Estuda com livros doados. Até por isso, doa-se ainda mais aos estudos e, em 2 anos, forma-se advogado.
A origem simples o leva a pensar em trabalhar para ajudar nas despesas de casa. O pai tinha sido motorista de praça, na Estação da Luz, porteiro-contínuo da Prefeitura, na Rua Libero Badaró, e estava – em 1936 – como fiscal de feira do Município… fizera sacrifícios, esforços para pagar os estudos do filho. A primeira oportunidade vem justamente com a popularização do meio de comunicação que pouco tempo depois daria voz às opiniões daquele jovem.
Um dia, ainda na faculdade, toma conhecimento de que a Philips estava em busca de vendedores de rádio. Parecia algo simples. Era pegar o aparelho fabricado na Holanda, convencer o cliente a comprá-lo. Isto após 30 dias para que o distinto cidadão examinasse o novo equipamento. Pagamento facilitado em dois anos! Era a garantia de boas marcas para o bom comunicador. No entanto, ao passo que os colegas conseguiam vender e colocar vários rádios em experiência, ele só conseguiu colocar dois… em casas de colegas, que resultaram apenas em relatórios – não em vendas. O gerente, Nelson de Lorenzi, atleta do salto de vara, indiretamente, foi responsável para que a carreira do rapaz desse um pulo considerável. Ao reprovar o vendedor, que não conseguira fazer as vendas saltarem, com um sorriso, o aconselha a ser repórter esportivo. Sabia do gosto que nutria pelo assunto.
Ele perdia o lugar onde ganhava só verba de condução, torcida amiga. É o momento em que resolve conversar com o pai. Manifesta o desejo de tentar a “revisão”, no Jornalismo. Moravam em Santana, Zona Norte. “Seo” Antonio Silva vislumbra um caminho, ao lembrar que um colega que havia trabalhado com ele na Estação da Luz dissera ser o motorista do Doutor Assis Chateaubriand. Foi ao encontro do amigo para tentar um novo rumo para o filho. Falou com ele sobre a possibilidade de uma inscrição no setor de revisão. A essa altura, o futuro advogado já estava na fila da Folha da Manhã e do O Estado de São Paulo. O motorista era Rafael Coppola e promete um futuro nos Diários de seu patrão. Avisa que conseguiria um emprego na Rua 7 de Abril. Não sabia que estava ajudando ali, naquele momento, a trilha daquele que seria um dos maiores cronistas esportivos do jornalismo brasileiro… que daria voz e vez à torcida amiga.
Determinado, o moço chega à Rua 7 de Abril na hora aprazada e recebe a informação de que o amigo do pai jogava dadinhos em um bar próximo, na companhia de D. José de Barros. Como em uma corrida, transpôs um a um os obstáculos. Foi até o local, apresentou-se como filho de Antonio Silva. Lá, recebe a orientação de ir à Revisão, onde teria lugar garantido na fila dos candidatos. Ao chegar ao prédio, como estava em obras – os Diários Associados haviam saído a pouco da Patriarca e do Viaduto do Chá – pergunta pela sala de Revisão. O grande Orestes, contínuo, mudaria o trajeto da vida daquele empolgado candidato. Disse: “é só falar com um homem enorme, que está berrando, mas não se assuste, é jeito dele”.
Não era a Revisão… era a Redação. Chegou e encontrou o professor Roberto Haddock Lobo, que estava mandando embora um integrante da equipe esportiva e dizia que colocaria um anúncio em busca de outro profissional. Quando parou, olhou o rapaz e perguntou o que fazia ali. Foi quando ele soltou esta frase, que mais tarde atribuíra a Deus: “Se o senhor vai colocar anúncio amanhã, por que não dá uma chance hoje?” Falou dos estudos, dos elogios da professora Anésia Sincorá, no Grupo Escolar de Santana; e do Professor Luiz Gonzaga, do Liceu. Estava saindo dos 18 e chegando aos 19 anos. Diante dele o Professor Haddock Lobo, do Mackenzie, chefe de esportes dos Diários Associados. A resposta: “vou arriscar”.
Torcida amiga, diante dos desafios, ele começou a cumprir as tarefas. Após a segunda, que teve entrevista com jogadores da Seleção Baiana de Futebol e fotografia feita pelo famoso Miguel Faletti, que deixara a Gazeta para se fixar nos Associados, tudo saiu como o previsto. E o dia 1º de maio, em um tempo em que ainda não havia sido decretado o feriado nacional como nos dias de hoje, torna-se o Dia do Trabalho para aquele auspicioso jornalista. Passou no Departamento Pessoal. A efetivação vem em 1º de outubro de 1936. A corrida já começa com um recorde… o ordenado do novo repórter esportivo: 200 mil réis, ou o equivalente a mais de 70 mil reais, nos dias de hoje.
Conquistou também outras marcas. Recebeu a tarefa de cobrir na retaguarda os Jogos Olímpicos de Berlim. Depois desenvolveu informações que o Baby Barioni mandava pelo telefone de Monte Alto, para a realização dos primeiros Jogos Abertos do Interior. Em 1937, entra na luta como fundador do Sindicato dos Jornalistas. Em 38, cobre a concentração da Seleção Brasileira de futebol que ia para a França. E como levava a vida na esportiva, num treino chega a ocupar um dia a vaga de Zezé Procópio, que estava doente. Nos jogos treinos irradiados pelo Oduvaldo Cozzi pela Cruzeiro do Sul, para segurar a transmissão, fala sobre os jogadores, para que o titular da narração tome uma cervejinha e tenha tempo de ir ao banheiro.
Otávio Gabus Mendes transmitia futebol pela Record e já estava de ouvidos atentos às crônicas daquele jovem repórter. Em 1939, quando o São Paulo dá de 6 a zero no Palestra, no campo da Rua da Mooca, Gabus Mendes se enche de alegria. No intervalo, ao chamar o estúdio para os comerciais, ninguém atende. É quando abre o microfone para que o talento ganhe voz ao repetir o que havia feito com Oduvaldo Cozzi, em Caxambu. No domingo seguinte, a Portuguesa deu de 5 a zero no São Paulo, ali mesmo. O Otávio pediu os comentários novamente. Quando o saudoso e pioneiro membro da dinastia Gabus Mendes assume a direção da Rádio Bandeirantes, na Rua São Bento, em 1939, convida a revelação da crônica esportiva para se unir a Raul Villoldo para formarem o Departamento de Esportes da emissora. Ele, então, foi “bandeirante” e desbravou as ondas radiofônicas fazendo nascer dessa forma o Bola ao Ar, o primeiro passo de uma grande arrancada de marcas insuperáveis. Suas crônicas à Torcida Amiga garantiam o bom dia de admiradores do universo esportivo.
Em 1941, começa um movimento que culmina, no dia 8 de dezembro, com a fundação da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo – ACEESP. Fazia questão de mencionar o apoio que teve de Geraldo José de Almeida, que conseguira o auditório da Rádio Record, na Rua Quintino Bocaiúva, graças à amizade com o Dr. Paulo Machado de Carvalho.
Em 47, deixa a Rádio Bandeirantes e vai para a Difusora Tupi, no Sumaré. Torna-se o primeiro comentarista de televisão em jogo direto – no Pacaembu. O locutor era Aurélio Campos. Corria o ano de 51, torcida amiga.
Em 53, é nomeado membro da Comissão encarregada de elaborar o Código de Justiça Esportiva, pelo Conselho Nacional de Desportos. No mesmo ano, assume o cargo de diretor da Escola de Árbitros da Federação, contando com a força de Flávio Iazzetti, Durval Silva e Professor João Cavalhaes.
Em 54, passa a diretor do Departamento de Árbitros, com a renúncia do Dr. Paulo Machado de Carvalho. Em 1958, a convite do mesmo Paulo Machado de Carvalho, integra a comissão que elabora o Plano para a Copa do Mundo na Suécia, ao lado de Paulo Planet Buarque, Flávio Iazzetti e Vicente Feola. O projeto dá certo e o resultado, hoje, já é conhecido de toda a torcida amiga.
Em 61, como vereador e líder do prefeito Prestes Maia, realiza projeto – que se transforma em lei – restabelecendo o nome de Paulo Machado de Carvalho ao Estádio do Pacaembu. Ainda no campo da política, apresenta projeto – transformado em lei por Prestes Maia – para a criação dos Centros Esportivos Municipais existentes em São Paulo.
Como cronista esportivo, da Tupi vai para a Globo- Excelsior, em 1964, de onde se desliga – ao pedir demissão – em 1970. Já estava no comando de sua Gazeta da Zona Norte. No jornal, manteve uma coluna com o velho slogan, dos tempos da Bandeirantes: Torcida Amiga, Bom Dia.
Permanece atuante até que o crepúsculo chega em 06 de abril de 2001.Ele foi embora, torcida amiga, deixando saudade de suas crônicas. Ele que escreveu e deu voz às mais belas histórias do esporte.
Torcida amiga, estamos falando, é claro, de Ary silva. Do grande Ary de tantas conquistas dentro e fora dos campos, quadras, pistas. Do cronista que tão bem representou o torcedor brasileiro com suas opiniões e informações. Dele, que faria 95 anos nesse dia 21 de julho. Dr. Ary Silva, campeão em esforço, vitorioso em honestidade, imbatível em perseverança. Titular na vida.
Ary Silva hoje está perto daquele em quem mais acreditou durante toda a existência, do seu “eterno companheiro e parceiro” como se referia a Ele.
Costumava dizer: “Vim lá de baixo. Entrei em fila de brinquedo de natal do povo. E consegui tudo. É Deus. Só pode ser Deus que me deu essa missão. E no dia que Ele me chamar, é porque minha missão acabou”. A missão acabou, mas a memória continua viva.
Viva esse “bandeirante” da nossa comunicação! Responsável por dar o pontapé inicial para que um dia todos tivessem conhecimento de que Futebol é com a Bandeirantes.
Como retribuição a tanta saudade, ele merece ser lembrado. Ary Silva vai ficar por todo sempre, incrustado na ternura e na sinceridade do nosso CANTINHO DE SAUDADE.
ABRAÇO, MILTON,
OBRIGADO, VOCÊ NÃO DEIXA DE RESPONDER NUNCA. BRIGAO MESMO.
DÉCIO BRUSCO
Caro Milton, achei bastante interessante a forma como o Marcelo Tass referiu-se a você, ao ser entrevistado no Jornal em Três Tempos, da última sexta-feira. Ele disse que terá o prazer de, nesse domingo, receber a bola do Cabeção, Milton Neves e passá-la adiante, para o pessoal do Pânico. Foi uma maneira muito simpática de aludir à sua nobre pessoa, que, graças a Deus, tem uma cabeça grande, porém cheia de grandes idéias e de muito amor. Você é, sem dúvida, um dos ícones do rádio brasileiro. Parabéns pelo depoimento sobre o glorioso Santos Futebol Clube, em um dos fascículos desse lançamento vitorioso que é o audio book da Bandeirantes, por sua vez uma Universidade do rádio brasileiro. Saudações fraternas, Alceu Monteiro, de Aracaju (SE).
Oi Miltão, você é um mostro do jornalismo esportivo.
Boa semana, Deus te proteja e a todos que contigo estivere.
Abraços.
Grande Milton, sempre estive fora de casa nos Sábados, mais domingo eu me recuperando da Cirurgia vi o programa terceiro tempo, sempre assisto aos domingo, fiquei feliz por poder ver ele ao Sábado,
E que Sorte este goleiro do Palmerinas que e muito bom em, ganhar tantos prêmios como este, to montando um casa em MG aonde fico durante 6 mês, terei 2 casas em SC Joinville e Patrocínio MG.
Só Faltou o Bruno Ganhar o cooler da Brahma também.
Parabéns por tudo Milton, e quando for a SP passo ai para vc ver o Resultado da Cirurgia, tenho q agradecer a você q abriu as portas do mundo de Eventos para mim.
–
Edmar A. de Paula
Tecnólogo em Organização de Eventos Desportivos e de Lazer
senhro Milton Neves,
somos goianos e residicos em Uberlandia mg, eu e meu pai não perdemos um só terceiro temp.
Uma pergunta sem querer ofender, no ano passado a band não mostrou nenhum jogo do Goiás ec, ontem apresentaram todos gols da série b menos do Goiás na vitória contra o américa mg, existe algum boicote ao verdão do centro oeste ?
Tenha uma boa semana
Milena Sobral
Milton Neves, cadê o presidente do Santos que quando o time estava em alta dava entrevistas maravilhosas em português fluente e correto e agora o homem sumiu? Fale para ele explicar o chapéu que o Santos tomou do Corinthians na contratação do Romarinho e agora do Martinez. Abraço do santista do Jardim Brasil
OLÁ MILTON NEVES, DEPOIS QUE PALMEIRAS, CORINTHIANS E SANTOS DEIXARAM DE JOGAREM SEUS JOGOS NO MORUMBI E ENRIQUECER ESSE TAL TIME DO SP … SERÁ QUE ELE AGORA PODE SER DENOMINADO DE BOTAFOGO OU PAULISTA DA CAPITAL ? kkk A MUITO TEMPO NÃO GANHAM NADA … COINCIDÊNCIA?
Milton, vamos fazer uma campanha. O nosso Corinthinas não precisa de patrocinador na camisa. A idéia é colocar o NOME DO CORINTHIANS. Vamos ficar conhecidos, entendeu? Vamos começar essa campanha?
o programa domingo esteve de parabéns. uma otima semana p vc e todos os ouvintes uma semana verde p todos os palmerense fiquem com deus