Especial Crise no Palmeiras: conheça a história e entenda melhor as “eternas” brigas políticas do Palmeiras. E ontem o sincero Felipão detonou a diretoria do Verdão! Seria despedida?
Por Tufano Silva
@tufanosilva
Colaboração: Jota Christianini
Não é difícil você encontrar nas áreas reservadas ao Palmeiras nos jornais esportivos declarações de jogadores ou comissão técnica reclamando da eterna briga política do clube. Mas, afinal, o que é esse desentendimento das pessoas que administram o Verdão? Por que ele ocorre? Quando começou?
Para entender melhor tais brigas políticas, é preciso voltar no tempo e saber alguns detalhes da história palmeirense. O curioso é que os desentendimentos no clube começaram antes de o mesmo de ser fundado. Uma semana, exatamente. Isso porque uma parte dos fundadores queria criar apenas uma agremiação de futebol, enquanto a outra parte fazia questão de que houvesse também um clube social.
Após o imbróglio no início de sua história, o antigo “Palestra Itália” conseguiu ter uma administração tranqüila e faturar diversos títulos em sua trajetória, inclusive para ser considerado, até hoje, um dos clubes mais vitoriosos da história do futebol mundial. No entanto, no final dos anos 70, com a saída do presidente Paschoal Giuliano e a morte do também ex-mandatário Delfino Facchina, se iniciou no Parque Antártica uma discussão política que até hoje tem seus resultados sentidos no clube.
Ambos dirigentes citados anteriormente entendiam que os principais investimentos deveriam ser feitos no futebol profissional. Assim, com o retorno conseguido, poderia se pensar nos gastos com o clube social. Com a saída dos dois, se iniciou uma divergência de pensamentos, de um grupo que acreditava ser mais importante investir No clube em geral, enquanto outro defendia que o dinheiro deveria ser aplicado no esporte bretão.
Antes desse período, a agremiação de origem italiana tinha, sim, uma oposição. Mas que ainda se entendia bem com os integrantes da situação. Tanto que, o termo “terminar em pizza” foi criado pelo histórico jornalista Milton Peruzzi, para se referir aos intermináveis debates entre as partes, que, no final das contas, sempre acabavam se entendendo.
Nos anos 80, oposição e situação já não falavam a mesma língua, e o Palmeiras passou a viver um jejum de títulos. Já nos anos 90, ainda tendo como presidente Carlos Bernardo Facchina Nunes, o Palmeiras assinou um contrato de co-gestão com a Parmalat, o primeiro acordo do tipo no futebol brasileiro.
Com a Parmalat, a “Academia de Futebol” foi remontada e voltou a criar grandes times e a faturar títulos, que não vinham desde o Paulistão de 1976. Durante a co-gestão da empresa, de 1992 a 2000, o Verdão conquistou uma Libertadores da América, dois Campeonatos Brasileiros, uma Mercosul e três Campeonatos Paulistas.
No entanto, o clube iniciou o ano de 2001 já sem a parceira, e o Palmeiras voltou a usar a política do bom e barato. A conta por essa mentalidade foi paga logo no ano seguinte, com o rebaixamento da equipe para a segunda divisão.
Desde então, Mustafá Contursi deixou o poder, depois de 11 anos, e passaram pela presidência Affonso Della Mônica, Luiz Gonzaga Belluzzo e Arnaldo Tirone. O clube ainda teve um lampejo de seus áureos tempos, em 2008, quando, também em parceria com uma empresa, desta vez a Traffic, foi montado um time competitivo, que faturou o Paulistão daquela temporada, o único título de grande porte desde a Libertadores de 1999.
E, tendo em vista que nos últimos anos o clube apenas brilhou com parcerias, parte da oposição pede que os dirigentes alviverdes deixem os holofotes e permitam que o futebol seja gerido por terceiros, sejam profissionais contratados pelo clube, ou responsáveis por uma empresa, como ocorreu na “Era Parmalat”.
No entanto, outro grupo acha que o investimento tem que ser no clube social, outro acredita que a agremiação deva adotar as eleições diretas, outro que a melhor solução é entregar (ou inventar) fatos internos para a imprensa… Ou seja, “milhares” de conjuntos espalhados em apenas um clube que querem seguir por direções diferentes, fazendo apenas com que o Palmeiras ande para trás. E quem “paga o pato”, todos já estão cansados de saber.
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Clique aqui e entenda o marketing de trapalhadas do Verdão. Por @daninhoque
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como que um time do tamanho do palmeiras diz que não tem dinheiro
os jogadores estão de brincadeira , salario em dia e pra falar a verdade ganham muito pelo o futibol que jogam.
Vcs são duas fofoqueiras, que surgiram do nada e estão tentando botar mais fogo nos clubes para conseguirem mais fofocas!!!
Vc deve estar enganado o TIRONE E sósia do TATOO da ilha da fantasia, seriado antigo que passava na globo, procura Milton
Não sou palmeirense mas concordo plenamente com o Felipe Scolaari em procesar Neto pois esta invenção do Milton Neves so da alergia, pois comentarista de futebolç fala de futebol do desempenho dos jogadores e naõ quando ganha de salario isto e uma coisa particular de cada um. Agora o seu neto esta se achando cuida da sua propria vida, tenho nojo pois uma pessoa que fez o que fez com o arbitro de futebol Jose Aparecido dando uma cusparada no rosto dele deveria estar bem longe dos microfones. E ainda mais nem estudo tem e esta ocupando cargo de um jornalista e a tv bandeirantes demte um jornalista como Luiz Ceara e deixa Neto quqe so fala besteiras.
Eu concordo com o Scolari no Brasil as pessoas tem a mania de colocar o bedelho na vida das pessoas de bem se o Tecnico ganha mal porque e incimpetente e tem que ser mandado embora passar fome se ganha bem e o time perde tem que ser demetido se o jogador faz fortuna tambem não esta bom então fazer o que se a profissão concede estes previlegios fazer o que vai fazer caridade e trabalhar de graça, temos que saber diferenciar as coisas para não colocar em risco a integridade das pessoas.
TÁ NA HORA DE ALGUEM FREIAR ESTE COMENTARISTA, FALA MUUUIIIITTTTOOOOOO, CONVOCA TODO MUNDO P/ SELEÇÃO, CULPA TAMBEM DO SENHOR DE MUZANBINHO QUE FICA CORDA P/ ELE. TA CERTO FELIPÃO.
E VAMOS PALMEIRAS, CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL.
Claro que é ruim p ele e para nós tb ter o seu irisório salarinho divulgado na mídia. P´ra ele devido a segurança, e prá nós por passarmos muita raiva vendo um treinador ganhar tanto p pouco resultado.