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Blog do Milton Neves

Adriano, que foi Imperador na Itália, será o Napoleão Bonaparte da segunda divisão francesa?

Adriano red

Adriano está de clube novo: o Le Havre, da segunda divisão francesa.

Depois da merecida alcunha de Imperador, em razão da passagem espetacular pelo futebol italiano, sobretudo na Internazionale, o atacante que perdeu muitas chances boas na vida, desembarca para uma nova tentativa, talvez a derradeira.

Precisará se livrar dos problemas pessoais e apenas ser notícia na seção de esportes de sites e jornais…

Nos últimos quatro anos jogou apenas 20 partidas (por Roma, Corinthians, Flamengo e Atlético-PR).

Marcou  três gols (dois pelo Timão e outro pelo Furacão).

É um retrospecto que não condiz, nem de longe, com a qualidade do camisa 9 que tinha potencial de sobra para ter disputado a Copa do Mundo no Brasil.

Com todos os olhares de desconfiança, Adriano desembarca na mesma França de outro imperador, Napoleão Bonaparte, aquele que entrou literalmente em uma fria na Campanha da Rússia… Cerca de 58 mil soldados pereceram…

Porém, antes do ocaso, Napoleão fez história pela Europa.

Que “Bonaparte” será Adriano na França?

O conquistador ou aquele que perdeu a guerra?

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Os craques e a publicidade. Há muito tempo diversas personalidades do esporte participam de campanhas de grandes empresas

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Não é novidade a presença de atletas na publicidade, como Pelé na década de 70 como elegante garoto-propaganda das roupas Ducal.

Gabriel Medina, o “Pelé do Surfe”, já tem vários patrocinadores e certamente terá sua exposição aumentada.

Nas mais diversas modalidades, renomadas empresas aproveitaram a evidência de personalidades do esporte para divulgar suas marcas, como você pode conferir abaixo.

 

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Tostão foi o destaque neste comercial para a lâmina da Gillette

Medina

Gabriel Medina já era apoiado pela Mitsubishi e deverá engordar seu orçamento com outras campanhas, após o título mundial de surfe

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Campanha do barbeador Bic Confort. Rincón foi barbeado por Daniela Freitas ao vivo no Terceiro Tempo da Record

Gerson

“Eu gosto de levar vantagem em tudo”, uma frase que não caiu bem para o Canhotinha de Ouro…

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Na esteira da conquista do Mundial de 70, o saudoso Félix foi garoto-propaganda para a Procar, fabricante de bancos reclináveis para automóveis

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O videogame Atari foi a sensação de entretenimento entre os anos 70 e 80. Pelé gostou do jogo de futebol no comercial veiculado em 1978

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O sucesso de Neymar se reflete em sua presença em campanhas das mais variadas, como a do perfume Drakkar Noir

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Nos anos 90 a Zorba apostou em Edmundo, hoje comentarista da Band, para uma campanha de diversos modelos de cuecas

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Rubens Barrichello, atual campeão da Stock Car, saboreava seu hambúrguer nos início dos anos 90 com catchup e maionese Arisco

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A Trol, extinta fabricante de brinquedos, vendeu muitas bolas Rivellino nos anos 70

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O querido Maguila, que ao término de suas lutas costumava agradecer seu açougueiro de confiança, foi aposta da Lorenzetti para o modelo Jet Set

Luiz Mendes

O comentarista Luiz Mendes falando das qualidades do TV Standard Electric

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Douglas, um dos gênios do futsal antes de Falcão, enalteceu as qualidades da bola Topper nos anos 80

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A última campanha publicitária que Djalma Santos participou foi da empresa Ubyfol, do setor agroquímico

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Emerson Fittipaldi, bicampeão de Fórmula 1 e campeão da Indy, presença constante nas campanhas das baterias automotivas Moura

CLIQUE AQUI E VEJA MAIS FOTOS NA GALERIA “A PUBLICIDADE NA VIDA DOS CRAQUES”

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Natal com fotos maravilhosas e inesquecíveis de Israel

Somando, foram três meses que passei em Israel, em 1985, 1989 e 1993, cobrindo três Macabíadas e rodando por quase todo o pequeno e inesquecível país. Tudo emocionante, de arrepiar, pela história e religiosidade.

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Em 1985, no local onde nasceu Jesus Cristo, em Belém.

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No Muro das Lamentações, em Jerusalém/1985. Mário Marinho, Fran Augusti, Samuel Ferro (de óculos) escuros e Milton Neves

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Igreja da Natividade/1985. Mário Marinho, Fran Augusti e Milton Neves

No interior da Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, Israel, em 1985.
(A foto mostra todos os jornalistas brasileiros que cobriam a Macabíada Mundial daquele ano. São eles: Paulo Adário, Samuel Ferro, Mário Marinho (a cara de João Ubaldo Ribeiro), Fran Augusti, Milton Neves e Armando Ferrentini


1993: aí está o Muro das Lamentações em Jerusalém. Foi o que restou do Templo de Salomão.


Em Belém/Israel: Milton Neves e Márcio Bernardes no local onde se supõe nasceu Jesus Cristo.


Osmar Santos e o “árabe” Milton Neves, em 1989, na cidade de Nazareth, Israel, onde nasceram José e Maria, pais de Jesus. Num primeiro momento Osmar não quis usar o tradicional traje árabe…

Clique aqui e viaje por Israel nas fotos de Milton Neves

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O homem das fotos que tornou-se a TV Sarkis


Veja a carteirinha de Sarkis, da antiga Federação Paulista de Futebol de Salão.

Por Milton Neves

E aí, toca o telefone.

Era um certo Sarkis, com voz carregada, sotaque forte de árabe, armênio, hebraico, polonês, húngaro, sei lá, não me lembro bem.

Ele queria me oferecer fotos, fotos de times e jogadores de futebol.

Eu estava começando em 1994 a ser “colunista”, numa loucura do Arnaldo Branco que Sérgio Xavier, de Placar, e Nilson Camargo, do Agora, não abortaram.

Fui até o apartamento do fotógrafo Sarkis.

Avenida Rio Branco, centro velho, prédio feio, cinzento, homens estranhos, mulheres não casadoiras de vida nada fácil, portaria de hotel de filme afegão e elevador (manual) londrino dos tempos de Jack, o estripador.

Cheguei, o velho Sarkis disse-me de cara que eu era “um bem intencionado historiador”, mas com fotos paupérrimas.

E ele dormia entre elas, dentre elas e com elas.

O apartamento era um imenso sótão com caixas e mais caixas de fotos-papel, pilhas de livros, sofás puídos cheios de estranhas máquinas fotográficas, numa desordem completa que me apaixonou.

É que Sarkis, no seu mundo particular de vida ao lado de ninguém, tinha milhares de fotos daquilo que mais gosto, além de minha família e de tentar entender o mundo maravilhoso do vinho: jogador de ontem, jogador de futebol “véio”.

É uma questão de gratidão.

Quem jogou futebol e falou de futebol no rádio, forjou meu norte, à deriva até 1971.

E Sarkis tinha o que eu mais queria: fotos de 63, 64, 65, 66, os anos mais felizes de minha vida a bordo de meu velho rádio GE de capa de couro marrom.

Aflito, sôfrego, as fotos que via no soturno apartamento davam vida, a cada segundo, a quase tudo que havia ouvido nas vozes de Pedro Luiz, Haroldo Fernandes, Flávio Araújo, Edson Leite, Jorge Cury, Geraldo José de Almeida, Alfredo Orlando e, principalmente, de Fiori Giglioti.

Sarkis pediu três reais por foto.

Paguei cinco, levei 615 delas.

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A linda bagunça de Sarkis
Nessa aparente bagunça, o velho e saudoso Sarkis sabia onde encontrar cada foto que tirou de parte da história do futebol brasileiro

Em 19 anos de coluna, que não falhou um só domingo, quase todas foram publicadas e, no cantinho, as letrinhas sempre fizeram justiça: “Foto Sarkis”.

Nem sei se ele via, lia ou se sentia algum prazer.

O meu foi e continuará sendo indescritível.

Sou bom de rádio, apesar que já fui um Barcelona e hoje estou mais para uma Portuguesa, digamos, em boa fase.

Na TV, sou Guarani, e, escrevendo, o Hepacaré de Lorena ou o Seleto de Paranaguá.

Mas em duas coisas sou parada dura para perder: na gratidão e no amor ao boleiro de ontem.

E boleiro para mim é todo aquele que calçou chuteira ou que empunhou um microfone esportivo.

Conheço um pouquinho de cada um deles depois de tanto ouvir, ler e ver.

E sabem qual foi a melhor emissora que eu vi em toda minha vida?

A TV Sarkis.

É que essa TV me fez ver quase tudo que só ouvia em Minas e que tanto queria curtir nos estádios e não podia.

Mas estou muito triste, mesmo tendo hoje tanta TV para ver o que e quando quiser.

É que a principal delas se apagou.

As válvulas de minha velha TV Sarkis não agüentaram mais.

Sarkis morreu.

Acima, a despedida de Calvet do futebol. O palco é a Vila Belmiro, em 1965, em um Santos 0x1 Palmeiras, gol de Copeu. Nicolau Moran Villar, Augusto da Silva Saraiva e Athiê Jorge Cury entregaram um troféu ao grande zagueiro gaúcho. Os três dirigentes praianos já morreram.

O Corinthians em  1963. Em pé, da esquerda para a direita: Neco, Cláudio Danni, Mendes, Edson Cegonha, Barbosinha e Gilberto. Agachados: Sérgio Echigo, Manuelzinho, Osmar, Rivellino e Lima.

 

Mais uma foto histórica tirada por Sarkis, esta de 1966.
Estreia de Garrincha pelo Corinthians, no Pacaembu. No placar, Corinthians 0 x 3 Vasco.

Muitos de nós, jornalistas esportivos, somos criticados pelo saudosismo exagerado e por “inventar histórias”. Eu mesmo sempre recebo críticas por e-mails de torcedores que afirmam ser conversa mole quando digo que a Fiel Torcida, na primeira metade dos anos 60, lotava o Pacaembu, já às 13h dos domingos, só para ver o menino Rivellino e o time de aspirantes do Corinthians jogar. Pois aí temos  provas em fotos maravilhosas e oportunas do saudoso fotógrafo Sarkis. Prestem bem atenção e vejam como estava o Pacaembu naquele domingo de 1964. Sabem a hora da foto? Por volta de 13h15!!! É que a preliminar dos aspirantes/juniores começava cerca de duas horas antes do jogo principal e se o estádio ficava lotado tão cedo é porque a Fiel gostava mais dos meninos e dos aspirantes do que dos seus, à época, sofríveis times profissionais. Acima, diante de uma multidão com muita gente de chapéu de papel, você confere Almeida, Luis Antônio, Luis Carlos Gálter, Souza, Luís Américo e o goleiro Alexandre. Agachados, Rafael, Nélson Jacaré, Nunes, Roberto, Adinan e o massagista Rodrigues.  Hoje, um time de juniores joga uma partida com tanto público? Nem o time de cima.

Lá pelos anos 60, não havia substituição no futebol, só do goleiro. Quando alguém se machucava, ia para a ponta-esquerda “fazer número”. Alias uma expressão que desapareceu da literatura esportiva, assim como a escalação “do goleiro ao ponta-esquerda”. Assim, sem banco de reservas no jogo principal, até jogador veterano ou titular eventual ia fazer a preliminar, formando o time de “aspirantes” ao lado de alguns juniores. É o caso desse outro jogo, no lotadíssimo Pacaembu, em 1963, também em foto tirada por volta das 13h15. Acima, veja em pé: Neco, Cláudio Danni, Barbosinha, Ari Ercílio, Jorge Correia e Mendes. Agachados: roupeiro Romeu, Sérgio Echigo, Manuelzinho, Osmar, Rivellino e Bazani. Amigos, hoje, nem jogo de Copa do Mundo lota estádio duas horas e meia antes do apito inicial.

 
Agora, em jogo de profissionais, veja como em 1964 também o Parque São Jorge ficava lotado e até com gente se segurando no madeirame das placas de propaganda.  Em pé: Augusto, Oreco, Cabeção, Cássio (mora na Bélgica), Eduardo e Ari Clemente. Agachados: roupeiro Irineu, Bataglia, Silva, Nei, Rafael e Ferreirinha.

Denis

Em pé, o quarto da esquerda para a direita é Denys, que jogou futsal no Corinthians antes de atuar pelo Palmeiras. Depois, também jogou no Timão. Foto Arquivo Sarkis/Terceiro Tempo.

Cesar Sampaio

Quem viu o ex-volante César Sampaio fazendo história com a camisa do Santos e do Palmeiras, mal sabe que ele foi revelado no futsal do São Paulo Futebol Clube. Na imagem, o o primeiro da esquerda para a direita é o técnico Precioso. O terceiro é Finoti e o último é o preparador físico Beleza. Agachados, estão Alexandre, o 4º e o último é o ainda garoto, César Sampaio. Foto Sarkis.

 

Acima, um Sarkis mais novo, em 1986!

Clique aqui e veja a página de Sarkis na seção “Que Fim Levou?”

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Entre os técnicos, quem deve ser o destaque no próximo ano? E qual aquele que primeiro perderá seu emprego?

Tecnicos red nome

Seria chover no molhado dizer que Marcelo Oliveira e Levir Culpi estiveram acima da média como treinadores em 2014 no Brasil.

Os comandantes dos times mineiros foram bem demais e podem repetir a dose no próximo ano.

Falando em próximo ano, a comentada volta de Tite direcionou os holofotes para o Parque São Jorge e o Itaquerão, após um ano “assim assim” de Mano Menezes.

Então, talvez seja hora de um prognóstico para os técnicos em 2015…

Ninguém tem bola de cristal.

E, mesmo aqueles que se arriscam fazendo previsões, às vezes caem do cavalo.

O avião não caiu na Paulista (ainda bem!) e o prédio, nosso vizinho, continua firme e forte…

Porém, não é difícil imaginar que a vida de Oswaldo de Oliveira não será fácil no Palmeiras…

Enderson Moreira, no Santos, precisará de reforços, do contrário…

Muricy tem um bom plantel e o São Paulo estará de volta ao torneio que mais ama, a Libertadores.

Voltando a Tite, sem o timaço de 2012, o técnico precisará de tempo para ajustar as coisas…

Seu contrato é de três anos, mas sem multa rescisória para ambas as partes. Ou seja, umas três derrotas seguidas e seu cargo estará balançando…

No Rio, Luxemburgo parece estar com vontade de levar o Flamengo à frente, após negar o convite do Inter.

Falando em Inter, mesmo na Libertadores, o time perdeu Abel Braga, tentou Tite e Luxemburgo e trouxe Diego Aguirre, seu ex-jogador, que treinou o Peñarol e estava

No rival, Felipão não terá vida muito fácil e os cariocas Flu e Vasco são incógnitas.

No Tricolor Carioca, a saída de Unimed foi péssima para os sonhos de Cristóvão Borges.

No Vasco, a maior novidade foi a volta do interminável Eurico Miranda, que apostou em Doriva para começar o ano…

Então, vamos lá…

Em quem você apostaria para o melhor técnico de 2015.

E quem deve ser o primeiro a “rodar”?

A chamada “dança das cadeiras” começará em qual time?

Opine!

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Saudade daqueles que nos deixaram em 2014

Mortos texto red

Contabilizamos 67 mortes de personagens que estão eternizados na seção “Que Fim Levou?” do Portal Terceiro Tempo.

Craques como Joel Camargo, Oberdan Cattani, Bellini, Di Stéfano, Marinho Chagas e a dupla “Casal 20″ do Flu e Atlético-PR, Washington e Assis, entre outros.

O jornalismo perdeu Luciano do Valle, que se preparava para cobrir a Copa do Mundo no Brasil. Um dos grandes nomes da imprensa também nos deixou: Michel Laurence.

Além de Luciano do Valle, a Band perdeu o querido Dr. Osmar de Oliveira, o corintiano que teve entre suas últimas imagens registradas pelo Portal Terceiro Tempo na inauguração na Arena Corinthians, em um jogo teste no dia 10 de maio. Ele faleceu dois meses depois, em 11 de julho.

Um jovem jornalista também morreu neste 2014: Maurício Torres, da Rede Record, tinha apenas 43 anos.

Ex-jogador, também treinador, Mário Travaglini, que sempre estava presente às festas de veteranos do Palmeiras, não resistiu a um tumor cerebral e nos deixou aos 81 anos, em 20 de fevereiro.

O câncer também vitimou outro treinador, o espanhol Tito Vilanova, de apenas 45 anos.

O automobilismo perdeu alguns ex-pilotos. Um deles, Jack Brabham, foi um dos maiores de todos os tempos. Tricampeão, marcou na história da Fórmula 1 por ter vencido seu terceiro título a bordo de um carro construído por ele mesmo, a Brabham, em 1966.

Um acidente de moto em uma estrada de Roma vitimou o italiano Andrea de Cesaris, outro ex-piltoto de Fórmula 1, aos 55 anos.

Armando Marques, um dos mais conhecidos e polêmicos árbitros de futebol, morreu por insuficiência renal, aos 84 anos.

Abaixo, as fotos de todos aqueles que morreram em 2014.

E, abaixo da imagem, a relação em ordem alfabética, com os respectivos links para a seção “Que Fim Levou?” dos mesmos.

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CLIQUE AQUI E ACESSE A MATÉRIA COM OS NOMES  (ORDEM ALFABÉTICA) DAS PÁGINAS NA SEÇÃO “QUE FIM LEVOU?”

 

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Gabriel Medina, na crista da onda, dá uma de Éder Jofre, o maior talento brasileiro depois de Pelé!

Medina corte

De tempos em tempos surge um fenômeno no esporte brasileiro.

Gabriel Medina, de 20 anos, é o novo campeão mundial de surfe.

Ele deu uma de Éder Jofre, o maior talento brasileiro depois de Pelé.

Éder Jofre, nesta semana, foi considerado pelo Conselho Mundial de Boxe como o maior peso galo de todos os tempos. Justiça feita!

Sim, há outros monstros, como Maria Esther Bueno, Guga, Hortência, Magic Paula, Adhemar Ferreira da Silva, João do Pulo, o triunvirato da F1 (Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna), César Cielo, Joaquim Cruz, Maurren Maggi, Mequinho, Robert Scheidt, Ricardo Prado, Oscar Schmidt, Garrincha, Daiane dos Santos, Falcão do Futsal, Vlamir Marques e muitos outros… Que bom!

Surgem, invariavelmente, por méritos próprios, não porque tiveram grandes incentivos.

E esse feito histórico do Medina não pode ser “trompeteado” por um segmento: a crônica esportiva brasileira, para quem o surfe nunca esteve na crista da onda…

Certamente surgirão discursos emocionados de quem nem sabe de qual material é feito uma prancha de surfe…

O UFC/MMA, que foi “modinha”, já não é nem sombra do que era recentemente.

Ao Medina, um conselho, se conselho fosse bom:

Quando lhe perguntarem a quem dedica o título, faça como Piquet fez em 1987, que disse que dedicava o campeonato a ele mesmo!

Ah, Medina, e também aos patrocinadores e familiares, que estão por perto, OK?

Parabéns!

Você desbancou, entre outros, Kelly Slater, o Pelé das águas!

Falando em águas, se der, adoce um pouco essas águas de Pipeline e traga para São Paulo, porque a estiagem anda feia…

Milton surfando red

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Neymar foi disparado o melhor brasileiro no exterior em 2014, certo? Mais algum outro destaque? E quais foram as decepções?

Neymar e outros AAA red

Os sinos de Natal já estão tocando. Papai Noel já está embalando os presentes para colocar no saco e chegou a hora de fazer um balanço da legião brasileira que joga no exterior.

É claro que a pífia participação brasileira na Copa do Mundo acionou o “desconfiômetro” sobre os jogadores brasileiros, mas eles ainda continuam “bem na fita”.

Neymar ainda é, disparado, o melhor entre aqueles que atuam fora de nossos domínios, certo?

Quem mais foi bem?

Lucas, que começou apagado e claudicante no PSG, melhorou bastante, sobretudo no segundo semestre deste ano.

O atacante Luiz Adriano, do Shakhtar (Ucrânia) está voando.

Oscar (Chelsea), mesmo sem provocar tantos suspiros, tem seus lampejos de craque.

Miranda, do Atlético de Madri, talvez seja o melhor zagueiro brasileiro na Europa, mesmo não sendo tão valorizado quanto David Luiz e Thiago Silva.

E quem decepcionou?

Thiago Silva, o refugante zagueiro da Copa, que perdeu a vaga justamente para Miranda.

Daniel Alves, em curva descendente no Barcelona?

Ou Douglas, que se atrapalhou desde as “embaixadinhas”  também no Barça?

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Presidente da Federação Baiana de Futebol está de parabéns! É o primeiro a levar um projeto à CBF para a volta do “mata-mata” no Campeonato Brasileiro

Ednaldo Rodrigues

Foto: Ricardo Stuckert/CBF

Foi dado o primeiro passo!

Ednaldo Rodrigues (na foto acima, à direita, ao lado de Marco Polo Del Nero), presidente da Federação Baiana de Futebol, encaminhou nesta semana um projeto à CBF para a volta do “mata-mata” no Campeonato Brasileiro.

Segundo Rodrigues, o caminho agora é levar a ideia à Rede Globo, clubes e outras federações.

Pelo projeto, o campeonato teria dois grupos e se classificariam quatro times de cada.

Na sequência,  os oito primeiros colocados fariam uma decisão, jogando ida e volta nas quartas de final, e avançariam para semifinal e final.

Também aconteceria uma decisão de terceiro lugar para definir quem passaria direto à fase de grupos da Libertadores.

Ótimo também, seria uma disputa “faca nos dentes” entre os últimos oito colocados, um “mata-matinha”, definindo os quatro últimos que seriam rebaixados.

Para Ednaldo Rodrigues, a propalada “justiça” dos pontos corridos, não se aplica aos montantes tão desiguais que os clubes recebem.

“Quando um clube recebe R$ 35 milhões de cota de TV e outro, que disputa a mesma competição, recebe R$ 110 milhões, o argumento da justiça cai por terra”, diz Rodrigues, que vai mais longe, dizendo que o “mata-mata” evitaria os chamados “jogos vazios” das últimas rodadas e a farta distribuição de “malas” nas rodadas finais.

Está certíssimo o presidente da Federação Baiana de Futebol!

Que a ideia tome corpo, provocando um “efeito dominó”, a ponto de um definitivo sepultamento dos intermináveis pontos corridos…

Pontos corridos opine

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“Mata-mata” do MasterChef emocionou com o pai de Elisa e a vascaína Helena, vice-campeã!

Helena Vasco red

No melhor programa do ano, o MasterChef, a Band parou o Brasil.

Foi um “mata-mata” espetacular na grande final, entre a cozinha contemporânea de Elisa e os temperos deliciosos da Helena.

Ninguém imaginava que um programa de culinária teria audiência de futebol, repercussão de escândalo de Brasília e faturamento comercial de Terceiro Tempo…

Parabéns à Band pela “bala de prata” de 2014!

Ana Paula Padrão “Fifa” fez bonito, assim como os três chefes, Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin, que foram maravilhosos.

Parabéns à campeã Elisa, que deu um show na grande final, com aquela ajuda maravilhosa do papai, na plateia, abrindo o pote de doce de goiaba.

Foi lindo  e emocionante!

“Pai, abre pra mim, por favor”, disse a moça, desesperada.

E, claro, parabéns à vascaína Helena, vice-campeã, que também fez bonito!

Mas, desconfio, está procurando o telefone do advogado do Fluminense para reverter o resultado…

Gostou da grande final do MasterChef?

Nada como um “mata-mata” não é mesmo?

Elisa e Helena foram as melhores?

Opine!

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