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Blog do Milton Neves

Contando com mais sorte que juízo, Galo conquista mais um título de peso, mas deve perder R49; Corinthians, enfim, aprende como se vence em casa; Palmeiras ganha bem em Santa Catarina e dá passo importante para a classificação

placar 24-07

Atlético-MG 4 x 3 Lanús

Pois é, meus amigos…

Os que adoravam zombar do Atlético-MG, dizendo que o clube de maior torcida de Minas Gerais só ganhava títulos importantes no passado, está precisando recentemente engolir as palavras.

Nesta noite, mais uma taça foi para a riquíssima sala de troféus do Galo, a da Recopa Sul-Americana.

Mas a vitória veio de uma maneira nada tranquila.

Disperso em diversos momentos do duelo, o Galo deixou que o Lanús desempatasse a partida nos acréscimos e levasse a decisão para a prorrogação.

No entanto, no tempo extra, brilhou a estrela de Luan, que, com uma ajudinha do zagueiro Gomez, garantiu o título do Atlético.

Para fechar de vez o caixão da equipe argentina, Ayala ainda marcou contra.

No entanto, o torcedor do Galo tem um motivo para se lamentar: este pode ter sido o último jogo de Ronaldinho Gaúcho pelo clube.

Caso a informação se confirme, é impossível mensurar a falta que ele fará ao Maior de Minas.

Corinthians 3 x 0 Bahia

Já o Corinthians parece ter aprendido o caminho da vitória em casa, hein?

Em duelo válido pela Copa do Brasil, o Timão bateu com muita facilidade o time do Bahia, pelo placar de 3 a 0.

Destaque para a ótima atuação do paraguaio Romero, que marcou um gol e deixou a torcida animada com seu desempenho.

Agora, o Timão praticamente garantiu a sua classificação na competição nacional e chegará cheio de moral para o clássico diante do…

charge corinthians x bahia

Avaí 0 x 2 Palmeiras

… Palmeiras, que em Santa Catarina conseguiu a sua primeira vitória sob o comando de Ricardo Gareca e deu passo importante para avançar na Copa do Brasil.

A equipe do Palestra Itália bateu o Avaí por 2 a 0, com os dois tentos anotados por Felipe Menezes.

Agora, vamos ver se o Palmeiras embala para o clássico de domingo diante do Corinthians.

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Depois da ressurreição de Dunga, Vanderlei Luxemburgo também dá a volta por cima e assume o Flamengo. Ex-zagueiro rubro-negro tentará voltar aos seus grandes momentos!

Luxa tentará dar a volta por cima no time em que despontou para o futebol como zagueiro

(Na foto acima, Luxemburgo aparece com a camisa do Flamengo na década de 70. Ele conseguirá dar a volta por cima como técnico no clube que o revelou como zagueiro?)

Vanderlei Luxemburgo, que andava quietinho, quietinho desde a sua demissão do Fluminense, em novembro de 2013, está de volta!

Um dos técnicos mais vitoriosos da história do futebol brasileiro foi anunciado hoje como novo comandante do Flamengo, assumindo o posto que até ontem era de Ney Franco.

E Luxa é o segundo treinador ressuscitado nesta semana.

O primeiro, claro, foi Dunga, pela CBF.

Mas a verdade é que hoje Luxemburgo e Flamengo vivem situações semelhantes.

Dois gigantes do futebol que precisam retomar o caminho das vitórias.

Que deem a volta por cima e voltem a ser respeitados no cenário nacional e também no cenário internacional, por que não?

Entretanto, claro, há o risco de afundarem abraçados no final deste Brasileirão.

E você, amigo internauta, o que achou da escolha do Flamengo?

Opine!

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Até quando durará a paz entre Dunga e a imprensa? E a injustiça da CBF com Tite e Cuca!

Me espantei ontem com o comportamento de Dunga na coletiva que marcou o seu retorno ao comando da seleção brasileira.

O capitão do tetra gastou sorrisos, piadas, e até prometeu não entrar mais em conflito com a mídia.

Muito diferente de 2010, quando o técnico chegou a ofender desnecessariamente o jornalista Alex Escobar, da TV Globo.

Mas, sabendo muito bem como é o temperamento de Dunga, a pergunta que faço é: até quando durará a paz entre o treinador da seleção e a imprensa?

- Até uma possível derrota para uma seleção muito inferior nas eliminatórias?

- Até a convocação de algum jogador que possivelmente só ele conheça?

- Ou até que alguma grande emissora comece a invadir o espaço do capitão do tetra?

Dunga coletiva
Bom, isso eu não sei.

Mas sei que alguns treinadores foram completamente injustiçados com a escolha da CBF.

Um deles, claro, é Tite, que desde que saiu do Corinthians, em 2013, aguardava ansiosamente pelo convite de Marin.

Mas um outro nome injustiçado, que inclusive foi pouco comentado pelos companheiros de imprensa, é o de Cuca.

Afinal, nos últimos anos, quem armou um time que jogasse um futebol envolvente e vistoso como o treinador campeão da Libertadores-2013 com o Galo?

Mas, como não apitamos nada na CBF, vamos ter que aguentar mais quatro anos de Dunga.

Um técnico que realmente é tosco, mas sempre foi reto e honesto.

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Oficial: CBF segue andando para trás e confirma Dunga como técnico da seleção! Será que ele vai novamente vetar Neymar por ser “novo” demais?

Maradona

A CBF tornou oficial nesta manhã o que o mundo todo já sabia desde sábado: Dunga está de volta ao comando da seleção após quatro anos.

Ele já havia treinado o Brasil de 2006 a 2010, tendo dirigido o escrete canarinho em 60 partidas, com 42 vitórias, 12 empates e seis derrotas.

Conquistou a Copa América e a Copa das Confederações, e no Mundial de 2010 caiu nas quartas de final, após derrota para a Holanda.

Assim, é certo dizer que, se olharmos apenas os resultados, Dunga foi o melhor treinador da seleção desde a Copa de 2002.

No entanto, qual foi o legado deixado pelo gaúcho Ijuí?

Afinal, com ele, os jogadores mais novos nunca tiveram vez.

Carreirista, nunca pensou no futuro do futebol brasileiro, e sim em conseguir vitórias que o manteriam no cargo.

Tanto que deixou NEYMAR de fora da Copa de 2010.

Definitivamente, com a escolha da CBF, o futebol brasileiro seguirá andando para trás.

Uma pena…

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Falem de Dunga, mas não falem de mim

Dunga

Por Fábio Lucas Neves

Saiu Felipão. Entrou Dunga. Um gaúcho por outro. E essa é a menos importante das similaridades entre eles. Se um fosse amazonense e o outro, sergipano, daria na mesma.

O que importa é que ambos têm as costas largas. Podem ser usados como escudos em momentos de contestação do comando do futebol nacional.

Ao contrário do insosso Mano Menezes ou de Tite, são explosivos, um prato cheio para os jornalistas. Representam certeza de boas manchetes e de reportagens com repercussão garantida. De histórias para contar que preenchem ao topo as páginas dos jornais e portais e os boletins de rádio e de TV. Que espaço resta aos dirigentes?

O “vazamento” do retorno de Dunga transfere os olhos e os ouvidos da opinião pública e da imprensa para o capitão do tetra. É o que importa. O que o gaúcho de Ijuí fez de relevante como treinador nos últimos quatro anos? Nada. Mas, o que Felipão havia feito de relevante antes de assumir novamente a Seleção, além do rebaixamento do Palmeiras?

A escolha não é “técnica”, “tática” ou “planejada”. É covarde. A volta de Dunga tira o foco da CBF. De José Maria Marin. E do braço direito dele, Marco Polo Del Nero. O presente e o futuro da Confederação Brasileira estão unidos para enterrar de vez o passado fúnebre da participação verde e amarela na Copa de 2014. Nem que, para isso, a campanha na Rússia em 2018 fique seriamente comprometida.

Notas

- Se a cúpula da CBF preocupa-se mesmo com o próprio umbigo, por que o torcedor deveria perder noites de sono com a Seleção?

- Fora do período de Copa do Mundo, a indiferença torna-se ainda maior do que o nojo.

- A volta de Dunga para blindar a dupla Marin-Del Nero foi condicionada – acredito –, pela presença de pessoas da confiança dele na Confederação.

- Por esse raciocínio, a chegada do boa-praça Gilmar Rinaldi, amicíssimo do colorado há décadas, está mais do que explicada.

- Ou há outro motivo para o ex-goleiro se tornar coordenador de futebol da CBF?

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Timão só empata com Vitória e vê Cruzeiro, que venceu o Palmeiras, disparar na liderança. Inter massacra o agonizante lanterna Flamengo

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Depois de finalmente vencer em seu lindo estádio na última quinta-feira, o Timão foi ao Barradão e só ganhou um pontinho após um modorrento 0 a 0, isso porque o Vitória não soube aproveitar alguns bons momentos que teve no segundo tempo.

Dá a impressão, quase certeza, que o Corinthians tem um medo danado de se soltar mais e fazer gols. Ou um único golzinho… Bom, mas o técnico é o Mano Menezes, então isso não chega a surpreender.

Vale lembrar que o Vitória está na zona da “degola”. O Corinthians, um time que almeja ser campeão, não pode se “dar ao luxo” de empatar com um adversário que hoje lutar para não cair…

Palmeiras 1 x 2 Cruzeiro:

No Pacaembu, o Palmeiras, que vinha de uma derrota por 2 a 0 para o Santos, perdeu mais uma, agora para o líder, mais líder ainda Cruzeiro, 2 a 1 (gols de Manoel e Ricardo Goulart para os mineiros e Tobio para os paulistas).

O técnico argentino Ricardo Gareca já deve ter percebido que sua missão à frente do time alviverde não será nada fácil…

É verdade que há vários times em situação mais crítica que o Verdão, mas é bom ficar de olhos bem abertos para não ficar brincando de ioiô, na base do sobe e desce e voltar para a Série B, justamente no ano do seu centenário…

O Cruzeiro continua nadando de braçadas. Mas aí vão dizer que em Minas Gerais não tem mar… Azar do mar, que não tem Minas!

Se continuar assim, por méritos e incompetência dos outros, leva o título neste ano.

Internacional 4 x o Flamengo:

No Beira-Rio, o Inter não teve nenhuma dificuldade para golear o agonizante Flamengo por 4 a 0, gols de Rafael Moura, D´Alessandro, Fabrício e Alex.

O Mengão parece não querer largar mais a lanterna do Brasileirão e caminha a passos largos para enfrentar o Vasco no ano que vem, na Série B…

O Inter, por sua vez, segue nos calcanhares dos líderes, tem um belo time, ótimo treinador, mas precisa engrenar de vez se quiser brigar pelo título.

Nos jogos das 18h30…

Fluminense 1 x 0 Santos:

No Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, placar magro mas importantíssimo para o Flu, 1 a 0, golaço de Conca, que entra para o G-4, em terceiro. O Santos estava empolgado por ter derrotado o Palmeiras, mas volta com um prejuízo dos grandes do Rio, em nono lugar no campeonato…

Agora, mais magro que o placar, só o público: apenas 3750 torcedores…

Atlético-PR 2 x 0 Criciúma:

Na Arena da Baixada, Douglas Coutinho e Marcelo garantiram a boa vitória do Furacão, outro que parece estar com fôlego para brigar pelo topo da tabela, prova disso é que encerra a rodada em quarto lugar. O Tigrão segue fora da degola mas está ali por perto…

Goiás 0 x 0 Sport:

O Sport poderia assumir a vice-liderança do Brasileiro, caso vencesse, mas não conseguiu sair do zero diante do Goiás, que está no meio da tabela.

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Em rodada dos visitantes, São Paulo perde em pleno Morumbi e fica longe da liderança. Galo, ainda pesando na Recopa, empata com o Bahia e para na tabela. Grêmio ganha e entra no G4. O time gaúcho ainda tem chances de título???

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São Paulo x Chapecoense

Mais de 40 mil torcedores foram ao Morumbi nesta noite de sábado. Porém, os tricolores não viram o São Paulo jogar como Alemanha igual fez contra o Bahia.

Muito pelo contrário. Durante a primeira etapa, a Chapecoense marcou tão bem os donos da casa que os comandados de Muricy Ramalho não conseguiram ameaçar o gol do adversário.

Após o intervalo, o São Paulo até voltou melhor. Antes dos 10 minutos, a equipe já tinha finalizado quatro vezes com perigo. Entretanto, com o time todo para o ataque, a Chapecoense encontrou um buraco na defesa Tricolor e abriu o placar com Ricardo Conceição.

Depois do gol, os anfitriões não conseguiram mais armar boas jogadas. Com apenas bolas alçadas da área, o Tricolor não conseguiu empatar o duelo e acabou perdendo, pela primeira vez no Brasileirão, jogando no Morumbi.

E agora, Muricy? Onde está o bom futebol apresentado contra o Bahia?

Atlético-MG x Bahia

Poupando alguns titulares para o jogo da próxima quarta-feira contra o Lanús, o Altético-MG não conseguiu vencer o Bahia, mesmo jogando no Independência.

Ainda no primeiro tempo, o Tricolor conseguiu sair na frente do marcador. Rhayner cruzou e o zagueiro Titi cabeceou com estilo, balançando as redes de Victor.

Com o resultado adverso, Levir Culpi foi obrigado a mexer no time durante o intervalo. Alex Silva e Maicosuel saíram para as entradas de Pedro Botelho e Luan.

Deste modo, o Galo pressionou e conseguiu empatar aos 20 minutos da segunda etapa. Com papéis inversos, Jô cruzou para o baixinho Luan, também de cabeça, devolver a igualdade ao placar.

Mesmo com muita pressão dos donos da casa, o confronto permaneceu empatado, o que não ajudou nenhuma das equipes na tabela.

Figueirense x Grêmio

O Grêmio, que não marcava um gol no Brasileirão desde o dia 21 de maio, finalmente desencantou.

Logo nos minutos iniciais, após bom passe de Alan Ruiz, Giuliano, em seu segundo jogo com a camisa do Tricolor, deu um belo chute e fez 1 a 0 para os gaúchos.

Com a vantagem, o Imortal começou a segurar o resultado, não deixando o Figueirense se animar na partida.

O que estava difícil complicou ainda mais. Thiago Heleno chutou Alan Ruiz e acabou sendo expulso, deixando o Figueira com apenas 10 jogadores em campo.

Deste modo, o Alvinegro de Santa Catarina não conseguiu reverter o placar e saiu de campo derrotado mais uma vez. Com o triunfo, o Grêmio entrou no G4 e se aproximou dos líderes.

Botafogo x Coritiba

O “jogo da balda” foi tão chato que menos de duas mil pessoas foram ao estádio assistir ao confronto entre Botafogo e Coritiba, ambos na parte de baixo da tabela.

No início do duelo, após cobrança de escanteio, o argentino Bolatti arrematou com força e abriu o placar para o Fogão.

A partir deste momento, as equipes se acomodaram e não criaram grandes jogadas. O veterano craque Alex foi o único quem tentou mostrar um bom futebol, mas não deu conta sozinho.

Os cariocas até tiveram a chance de matar o jogo no segundo tempo, quando o árbitro marcou um pênalti inexistente para o Botafogo. Contudo, Zeballos bateu e o goleiro Vanderlei fez grande defesa.

Com o resultado o time da estrela solitária conseguiu se afastar da zona de rebaixamento, enquanto o Coxa permanece na vice-lanterna.

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Arena Corinthians nota 10 e CBF fulmina Felipão atirando no pé!

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Gilmar Rinaldi não foi uma boa.

Menos por ele, um ex-empresário de Série B ou C, e mais pela má fama da atividade de “atravessador” de jogador.

Está aí sim um segmento comercial muito mal visto no meio desde a Lei Pelé, a mãe do “intermediário do passe”.

Bastam uma carteirinha da FIFA e uma mesinha, um telefone e uma mocinha e pronto: o sujeito pode caçar e transacionar promessas ou realidades do futebol sem praticamente colocar a mão no bolso.

Há os espertos como Wagner Ribeiro, sempre com o ouro e os diamantes das serras peladas da bola.

Ali só entra, e muito, e nada sai.

E os bobinhos ou falsos malandros como Delcir Sonda.

Ficou muito rico vendendo comida e entrou nessa de jogador levando na testa de jogadores, de pai de jogador, de funcionários, de clubes e do empresário que o atiçou a entrar na roubada de compra e venda de atletas.

“Estreou” na área comprando 50% dos direitos de um “craque” sul-americano por um milhão e meio de dólares.

O “gênio-revelação” veio, jogou, foi mais ou menos e certo tempo depois houve a revenda para clube do mesmo país de origem, ou vizinho.

Como para a transferência os dois sócios precisavam assinar a documentação, houve logo um curto-circuito na relação.

Foi quando o gaúcho Sonda, deslumbrado, afoito e ingênuo na área, descobriu que o jogador havia custado um milhão e meio de dólares, mas no total.

Ou seja, ele pagou 100% do custo, ficou só com 50% dos direitos econômicos e seu sócio “mui amigo” investiu zero dólar e garantiu também seus 50%.

Nessa, no Neymar, no Santos, em Ganso, no São Paulo, e em tantos outros ele dançou!

Praticamente só tomou na cabeça.

Só teve lucro na venda do zagueiro Breno para a Alemanha.

Mas, “burro”, não larga do que chama de “passatempo” em sua vida.

E o Gilmar Rinaldi?

Insisto que ele nunca foi empresário de ponta, mas paga e pagará pelos péssimos fluídos que exalam dos escuros escritórios e jantares em que se negociam e até se convocam jogadores no mundo do futebol.

Eu ficaria com Leonardo ou Falcão, mas deu o gaúcho Gilmar de Erechim que em sua carreira de empresário já acumulou uma derrota que muito o afeta e entristece.

Em encontro coincidente em um jantar de restaurante português em meio à Copa, Gilmar contou a mim, a Branco-94, a Éder-82, a Pedrinho e a Djalminha que não conseguiu salvar Adriano mesmo “armado” com psicólogos, médicos, conselheiros e patrocinadores.

“Ele é inajudável”, disse, lamentando.

Mas, agora, que consiga salvar seu pescoço e nossa seleção, hoje no fundo da cisterna, barrenta.

E os operários lá no fundo do poço são todos do time do “Gauchobol FC”.

Depois de Dunga, Mano, Felipão, Gilmar e agora Dunga, de novo, acho.

Com todos eles sempre trabalhando de bombachas.

E se o fundo do poço da seleção ainda está sendo escavado, tem obra ainda em andamento também na “Arena Corinthians”.

“Arestas” restaram para serem aparadas mas nada a desabonar a fantástica obra, orgulho de “nós” corintianos.

Foi a única Arena pós-Copa do Brasil a manter o padrão FIFA no glamour, visual, vibração e beleza em jogo de times e não de seleções.

Parabéns, Fiel, a casa de vocês e só de vocês para todo o sempre, mesmo com tantos saltos orçamentais alavancados por todas as torcidas brasileiras, minimamente ou não.

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Gols de letra com Marinho Chagas, Milton Neves e João Ubaldo Ribeiro. Por Alex Medeiros

Foto: Marinho Chagas, o escritor João Ubaldo Ribeiro e Milton Neves, na cidade de Natal em 2010. Marinho, craque da bola e Ubaldo, mestre da pena, partiram para o céu em 2014

Foto: Marinho Chagas, o escritor João Ubaldo Ribeiro e Milton Neves, na cidade de Natal em 2010. Marinho, craque da bola e Ubaldo, mestre da pena, partiram para o céu em 2014

 

Abaixo, texto de Alex Medeiros publicado pela Revista Placar em fevereiro de 2011, quando o escritor contou sobre o encontro de João Ubaldo Ribeiro, Rubens Ewald Filho, Marinho Chagas e Milton Neves

Os muitos turistas que foram saborear os pratos do restaurante Camarões Potiguar numa certa tarde de sexta-feira, em 2010, na praia de Ponta Negra, em Natal, tiveram um prazer a mais durante o almoço. Um aperitivo diferente em forma de autógrafos de algumas celebridades presentes.

Comendo em mesas distintas, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho, o escritor João Ubaldo Ribeiro e o jornalista esportivo Milton Neves agradaram todas as torcidas e estilos que os procuravam para uma foto, uma conversa, uma assinatura em guardanapo.

Tínhamos acabado de comer no primeiro andar da saborosa casa, eu, Milton e mais alguns amigos jornalistas, todos na companhia dos craques Marinho Chagas, Alberí e Danilo Menezes. Quando já íamos embora, avisei da presença de Ewald e Ubaldo.

Eu havia conhecido o ganhador do Prêmio Camões 2008 num final de manhã de 2001, no Rio de Janeiro, quando fui conversar com Armando Nogueira sobre a feitura do seu texto para o livro “Todos Juntos, Vamos – Memórias do Tri”, lançado em 2002 na Livraria Argumento, do Leblon.

Se não era um profundo conhecedor da sua extensa obra literária, sabia ao menos de uma parte importante da sua vida, quando em Natal reencontrou uma namorada de infância e voltou com ela para Salvador, deixando aqui o marido dela, Henfil, traçando estudantes nos passeios praianos com um buggy do empresário Fernando Bezerra.

No percurso entre o primeiro andar e o térreo do restaurante, chamei a atenção de Milton Neves para a mesa de Rubens Ewald Filho, que almoçava com um amigo; mais à frente, na área de fumantes, avistei João Ubaldo e fomos lá cumprimentá-lo.

O crítico de cinema veio a Natal participar do Festival de Cinema que há anos acontece na cidade, ideia do seu colega de profissão Valério Andrade; o escritor era uma das personalidades principais da Feira Literária de Pipa; e o Neves tinha chegado para emular a torcida do ABC na série C e visitar a Band local.

Com seu conhecido estilo de pesquisador de arqueologia ludopédica, Milton Neves circulou entre as mesas sempre acompanhado do três maiores craques do futebol potiguar, Marinho Chagas, Alberi e Danilo, todos ícones do ABC nos anos 1970.

O apresentador da Band, obviamente bem mais expansivo que os outros célebres visitantes, agitou o restaurante indo ao encontro deles, de certa forma estimulando muitos turistas a assediarem depois o craque do cinema e o artilheiro das letras.

Admirador explícito do futebol que jogou Marinho Chagas nos gramados do Brasil e do mundo, Neves aproveitou os bate-papos com Ewald Filho e João Ubaldo para louvar a figura do agora saudoso gênio natalense que virou marca do Botafogo e lenda da Copa de 1974.

“Ô Rubens Ewald, você precisa conhecer esse cara aqui, um mito do futebol nacional, o Garrincha de Natal”, soltou a voz generosa por todo o ambiente de comensais curiosos. “Grande João Ubaldo, escreva um livro sobre o Marinho, rapaz”, provocou, observado por Berenice, a mulher do baiano.

A fama da “Bruxa”, apelido incorporado a Marinho no auge da carreira, é tão latente que mesmo um intelectual sem qualquer envolvimento com futebol, como o cinéfilo, registrou um frame de reconhecimento. “Lembro, Marinho do Fluminense, né?”, arriscou.

Já o marido de Berenice Batella, tão conhecedor do “povo brasileiro”, torcedor fanático do Vitória, não escondeu a admiração pelo ex-lateral que conquistou a Alemanha na primeira Copa da seleção sem Pelé. Ubaldo tirou fotos com a “bomba do Nordeste”.

Depois das fotos, um diálogo próprio de arquibancada, uma sequência de provocações entre o jornalista esportivo e o escritor, que arrancou gargalhadas no recinto. Começou com Neves informando que iria para Salvador, terra dos times do Bahia e do Vitória.

Rubronegro quase xiita, Ubaldo foi logo se assumindo: “Você sabe que eu sou Vitória, mas gosto muito do Bahia, afinal sem ele o rubronegro não acumularia glórias, precisamos dele para construir nossas vitórias e alegrias, né?”. Milton é Bahia.

O homem do Terceiro Tempo começou o lúdico quiproquó: “Mas, no geral, vocês perdem para o Bahia até em concurso de miss, como aconteceu outro dia, rapaz!”. O autor de Sargento Getúlio baixou o cacetete das palavras: “Não agrida senão te chamo de Galvão Bueno…”

Virando-se para a mulher, sua cúmplice há trinta anos, Ubaldo continuou: “Olha, meu amor, deixa eu te apresentar aquele famoso locutor de futebol, o Galvão Bueno”. No barulho das gargalhadas dos clientes da casa, Neves armou o contra-ataque.

“Minha senhora, não agirei como ele, no desaforo; me despeço do seu marido dizendo assim, tchau Jorge Amado!”. Mais gargalhadas e o escritor chuta: “Puta que o pariu, tu é mais demagogo ao vivo do que na TV”. Ao lado, Alberí, Danilo e Marinho Chagas numa escancarada tabelinha de risos.

Joao Ubaldo Placar

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Timão só empata com o Vitória em Salvador… Mengo segue firme segurando a lanterna e Cruzeiro perde para o Verdão!

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São Paulo 2 x 0 Chapecoense. Depois da animadora vitória diante do Bahia, o Tricolor joga em casa com outro time próximo da zona do rebaixamento. Precisa aproveitar para ficar no topo da tabela.

Atlético-MG 2 x 1 Bahia. O Galo Mais Lindo do Mundo marca dois e sofre o gol de honra do meu querido Bahia no final…

Figueirense 1 x 2 Grêmio. A situação do Figueira não está boa e essa derrota em casa complica mais as coisas…

Botafogo 0 x 1 Coritiba. O Coxa está no Z4 e precisa respirar um pouco. Vai conseguir, mas deixa o Fogão em perigo…

Palmeiras 1 x 0 Cruzeiro. E o argentino técnico Garega vai vencer sua primeira à frente do Verdão, justamente contra o Cruzeiro, por enquanto o líder do Brasileirão!

Vitória 1 x 1 Corinthians. O Timão finalmente tirou a “zica” do Itaquerão ou Arena Corinthians, como queiram… Ganhou do bom Inter mas vai somar só um pontinho (suado) contra o Vitória…

Internacional 2 x 0 Flamengo. Está muito fácil ganhar do Mengão… No renovado e lindo Beira-Rio, vitória tranquila do time colorado.

Fluminense 2 x 2 Santos. “Lá e cá”, Flu e Peixe farão um bom jogo e ficam no empate.

Atlético-PR 1 x 1 Criciúma. Adivinhem quem vai salvar o Tigrão no final? Claro, Paulo Baier, que teria sido muito útil na seleção de Felipão.

Goiás 0 x 0 Sport. Sempre tem um 0 a 0. Será nesse Goiás x Sport…

Os palpites postados serão válidos até às 18h30 deste sábado (19/07/2014)

Apenas um prognóstico por participante, um único IP, ok?. Aqueles que enviarem mais de um prognóstico não serão considerados. Favor escrever os nomes dos times do jeito que eu fiz, pois fica fácil na hora de conferir. Portanto, não valerão palpites com abreviaturas, apelidos e sem acentos. Em caso de empate, o vencedor será definido por sorteio.

E o felizardo (ou felizarda) vai receber em casa um par de calçado Rafarillo (não necessariamente igual aos das fotos abaixo), pois a remessa depende dos modelos disponíveis no estoque do fabricante, OK?

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Fotos: Marcos Júnior/Portal TT

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Sapato-1

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